Uma Viagem Perfeita
15 Capítulo 13 - Primeiras Vezes
Notas iniciais
Aaaah, o que vocês achariam se eu me tornasse uma fotografa? Pois é, galera, já to procurando uma profissão. Acho que a pior coisa do mundo é achar o que fazer pelo resto da sua vida. E, bem, eu estou em duvida. Procuro ajudo e to aceitando qualquer opinião sobre isso. Sugestões são muito bem-vindas. Ou eu faço Administração e crio empresa? Ou vivo de Arte Plastica? #duvida cruel!!!!!!!!! Me ajudem, please AHSUASHAUSUHAHAUSHASSU
Bem, vamos a mais um capitulo que imploro a compreensão de vocês. Prometo que vai ficar melhor, mas, please, leiam *---* E MUIIIIIIIIIIIIIIIITO OBRIGADA PELOS LINDOOS COMENTÁRIOS. Ainda bem que concordaram com um Apolo safado, mas vou dar uma dica: Percebam como ele é diferente e tristezinho (tadiiinho!) com a Caroline ^^
*assobiando* Só Artemis para mudar isto.
*sorri* Bem, vou deixar com vocês este capitulo ^^
Apolo suspirou apoiado contra lateral da lancha, perdido em devaneios e maravilhado com as beleza de uma das mais romanticas e belas cidades do mundo, Veneza. Depois de uma noite de viagem perdido, visto que em uma das paradas tiveram de esperar que arrumassem os problemas tecnicos apresentados no avião, haviam finalmente chegado ao Aeroporto Marcos Polo, já em Veneza. Agora, o barco deslizava com suavidade pela agua calma do rio, levando-os até o hotel cinco estrelas (outra vez) reservado por Feath, que de acordo com ela, era um dos melhores e mais lindos. Luna Hotel Baglioni, onde ficariam era perto de tudo, e pela primeira vez, agradeceu a Afrodite por isso.
Haviam mais ou menos cinco pessoas, contando com o deus, tambem deslumbrados com a arquitetura delicada das casas laterais. As construções coloridas, com sacadas e saidas em direção do afluente eram o que mais chamavam a atenção. Por um mintupo, Apolo teve certeza de que poderia muito bem viver ali.
A não ser pelo fato de haver pouco sol por ali.
Caso contrario, viveria para sempre em qualquer uma daquelas casas.
Até ver o hotel. Afrodite, de fato, havia escolhido a dedo os local que se instalariam. Quando desceram, a maiorias ficou sem fala. Era deslumbrante, por completo. Alto e cheio de sacadas ou janelas que davam uma visão previligeada para a cidade, o rio e até mesmo o por-do-sol. Não havia como ser mais romantico.
Uma nausea lhe tomou. Teria de aguentar o casal para todos os lugares que desejava, e a ultima coisa que queria eram ver os pombinhos trocando juras de amor. Provavelmente vomitaria. Ainda mais com aquele repuxar chato de seu estomago a cada vez que pensava em Artemis e George, se beijando.
Enrugou o nariz. Seria algo muito chato. Mas, a sua esperança ainda sobrevivia, ao pensar que teria a companhia de uma mulher divertida e despojada, Caroline. Talvez ela tornasse tudo isto mais legal. Ou, ao menos, pouco menos enjooativo. Outa vez, se repreendeu. Era exatamente para aquilo que tinham viajado! E agora, tudo o que queria era que essa viagem terminasse. Argh.
Distanciou-se um pouco do resto do grupo, e sozinho entrou no hall. Era tão lindo quanto o exterior. Toda a sua estrutura em minimos detalhes planejados para dar ideia de luxo. E o candelabro de cristais, pode ter certeza, fora o que dera a impressão de local fino aos hospedes. Haviam pinturas para todos os lados, tapetes, mesas, cadeiras, poltronas. Todas em cores que vagueavam do vermelho, dourado e branco. Diferentes tons que ao todo ficavam em hamonia. Em um italiano fluente, Apolo aproximou-se do balcão e sorriu.
- Tres reservas de luxo em nome de Jensen Spencell — informou, polidamente, para a atendente de cabelos castanhos escuros.
Sem pestanejar, altamente qualificada, ela apanhou tres chaves e entregou a Apolo.
- Tenham um bom dia, senhor Spencell, o que precisar, basta ligar para cá.
Ele assentiu.
- Obrigada... — leu o cracha. — Victoria.
- O prazer é meu.
Fora tão rapido e tão facil que Apolo ficou um pouco surpreso. Nem mesmo papeis para assinar! Isso era o que ele chamava de confiança com os clientes. Ainda levemente perplexo, vrou-se para encarar o casal. Logo, Apolo desviou o olhar do da irmã e estendeu as chaves para George.
- As de voces — sorriu — Bem, aproveitem.
Tanto curioso par descobrir mais do hotel, como para se afastar de Artemis, começou a caminhar em direção ao elevador. Este, era tão belo quanto seu extrerior. E fora a primeira vez que Apolo se deslumbrava tanto e com tanta facilidade. Não esperou os dois chegarem e tratou de aperta o botão. O seu quarto era no ultimo andar, um dos mais luxuosos, no mesmo corredor que os outros que estavam com George e Artemis. Sem contar que tinha a melhor vista, disto tinha certeza. Queria o melhor, claro!
Com um sorriso, abriu a porta do que seria seu dormitorio por tres dias e quase riu. Era o sonho. Sentiu-se um adolescente. Ali sim, era bom para trazer mulheres e mais mulheres. Chutando para que fechasse, correu e pulou na cama enorme com lençois dourados ao meio do segundo comodo da suite. Suspirou de prazer. Aquele era o lugar perfeito para ter alguem com quem compartilhar.
Para sair desses pensamentos tristes intrisecamente envolvidos com sua irmã que virou a cabeça e viu pela janela as aguas e os pontos turisticos do local que despendiam pelo horizonte de ceu muito azul e sol brilhante em sua maior potencia por ali. Ah, sim, agora tinha a certeza de que viria mais vezes aqui. Ou talvez até passasse uma temporada por ali.
Por fim, foi olhar o banheiro. Haviam hidromassagem, televisão LCD incrustada na parede e lindos enfeites por todo o comodo.
Como era possivel que ate o toillet fosse tão bonito? Pelos deuses, os humanos o impressionavam mais e mais a cada vez que via suas composições e obras.
Quando voltou ao quarto, apanhou dentro da sua bolsa o seu celular e ligou para Caroline.
- Mal espera eu chegar é, Tigrão?
Sua voz alegre o fez rir.
- Falei que tres dias seriam poucos e já estou gastando um inteiro sozinho.
- Qual é? Mal são dez horas da manha ainda! Sem contar que ainda preciso de um banho para depois ir te ver.
- Somos dois.
Riram, ao saberem muito bem o porque, e viram-se em uma conversa animada.
- Então, faz o seguinte, te darei meia hora para se arrumar e irei te buscar para tomarmos café da manhã atrasado.
Ela soltou uma risada sensual.
- Feito, tigrão. Beijos.
Apolo sorriu e finalizou a ligação, jogando depois seu celular em uma das poltronas. Correu para o banho. Teria lugares a ir.
~~ ** ~~
O deus secou os cabelos de qualquer jeito com a toalha, bagunçando-o de todas as formas possiveis e sorriu para seu reflexo. Parecia um louco daquele modo. Um louco que vestia jeans e um sueter de gola rule preto um pouco colada ao seu corpo, de um jeito que em qualquer outro pareceria afemenizado e que em seus m´suculos ficou tão viril quanto se estivesse de gola polo. Com rapidez e pratica, penteoou os cabelos e, por eles, passou os dedos, deixando-lhe com um jovial. Estvaa pronto para curtir um dia muito bem acompanhado. E adaptavel a qualquer lugar que ela o levasse.
Por ultimo, colocou sua carteira e seu celular em seus bolso, impecavelmente arrumado.
Então, passou pelo vão e trancou a porta atrás de si, levando consigo somente uma jaqueta de couro em um dos braços. Evitara qualquer tipo de exagero por falta de saber aonde iriam.
- Hum... Feith pediu para eu te entregar isso — aquela voz as suas costas quase o fez pular de surpresa. Não esperava encontrá-la ali, esperando só que saisse. Sentindo a recaida e a subida rapida das batidas de seu coração, aquele repuxão em seu estomago, a boca seca, que sombreou suas emoçoes com uma mascara que só deixava a vista um surpresa agradavel. Só com a visão daqueles olhos prateados faziam-o esquecer de Caroline e desejar ficar o resto do dia ao seu lado. Ela, igualmente a ele, estavam prontos para curtirem o dia em Veneza. A deusa, com seu vestido sofisticado cor de pessego que rodeava um pouco acima do joelho, encontrava-se deslumbrante aos olhos dele. Alem dos cabelos cairem em pequenos cachos e sustentar-se em saltos altos. Ela era a visão de uma mulher independente. E então, ao final, ele fitou a chave com o logotipo de um Porsche. — Ela pediu desculpa por não ter pego uma Ferrari, e o porque disso foi o fato do automovel ser largo demais para se passar em algumas vias. Apesar de eu achar completamente desnecessário onde a maior rota de locomoção é nautica.
Ele sorriu, apesar de se concentrar em se manter estável, e apanhou entre seus dedos o que ela estendia em sua direção. O leve roçar de seus dedos criou a descarga eletrica que fora o suficiente para esquecer tudo o que levou afastar-se dela. Mas, com o celular tocando, aquele sempre os atrapalhavam, a realidade se abateu ao mesmo tempo que George aparecia por trás da deusa. Com um dedo, pediu que esperassem e levou o aparelho ao ouvido.
- POde vir me buscar, tigrão, estou pronta para te mostrar a cidade.
Ele riu, um pouco tenso, mas ciente dos olhares sobre si. Causal, chamou o elevador enquanto sorria.
- Estou indo, devo chegar em poucos minutos se eu não me perder.
Ela deu uma risada divertida.
- Impossivel se perder, é uma das vias principais, então, voce deve estar cehgando dentro de cinco minutos.
- Fechado, te vejo daqui a pouco.
- Rapido antes que eu desista de voce, tigrão.
Outra vez, ele riu e desligou o telefone, feliz no máximo possivel com Artemis perto de si.
- Bem, desejo a voces um perfeito dia — piscou, a apertar o botão do terreo — Curtam Veneza duas vezes, por mim e por voces.
E logo estava sozinho no elevador. Aquela dor incomodou seu coração, a imagem de Artemis com George gravado a brasa em sua mente, arrancando de si algo que tão pouco compreendia. Pelo menos, Caroline afuguentaria a deusa por alguns momentos de sua mente. Algumas horas em liberdade.
Apolo deu a volta pelo Porsche amarelo o modelo mais novo alugado por Fetih para abrir a porta para sua acompanhante, Caroline. De todas as formas, esta se encontrava deslumbrante em um short jeans curto que caia muito bem por cima da meia escura e com a blusa larga abafada por um casaco de lã em uma cor suave de azul, destacando, assim, seus olhos dois tons mais escuros. Calçava botas curtas de salto e parecia mais uma modelo indo fazer um Ensaio Fotografico do que indo passar um dia comum ao lado de um homem. Ela sorriu, a passar a mão pelo cabelo loiro ondulado, assim que aproximou-se do automovel.
- Rainha Elizabeth passando por aqui — ela brincou daquele modo que chamou a aenção dele.
Um sorriso instantaneamente cresceu em seu rosto.
- Vamos, Vossa Magestade.
Ela riu e inclinou-se, ates de entrar no carro, para colar um selinho em sua boca.
- Isso, foi por não ter demorado e estar fabuloso nesta roupa.
Pouco acostumado com elogio esses dias, Apolo viu-se revirando os olhos. E em duas batidas de coração, deslizava e ligava o carro, aquele motor ronronando.
Entre muitas coisas que, acidentalmente equiparou entre Caroline e Artemis, foi o trajeto de carro. Caroline era extremamente comportada, sem risos só pela velocidade ou sorrisos tenros em sua direção como Artemis, mas conversava sobre tudo e faltava-lhe aquela pitada de confusão momentanea que sempre fazia Apolo rir da irmã. Era centrada e decida, sem as brincadeiras ocasionais. Em suma, era a garota perfeita, se não fosse o fato de não ser Artemis.
- Para aqui — pediu, mostrando onde estacionar em uma das poucas vagas feitas e uma utilizada. — Como qualquer outro lugar da cidade, vamos ter que ir de barco.
- Sem probelmas — o deus sorriu para segundos depois sair do carro, seguido dela e fehcá-lo pela chave com um suave bip. Adorava aquele barulho e por um segundo esperou escutar um \\"Exibido\\" de sua irmã. A não ser pelo mero fato de não se encontrar por ali.
- Vamos, tigrão, temos muita agua para navegar.
E o puxou pelo braço.
Apolo sorriu para Caroline assim que viu aonde estavam. A viagem fora curta e gostosa, com direito a uma música calma e boa conversa. Sem pressa alguma de chegar a aquele destino: uma das melhores cafeterias de frente a Igreja de Santi Giovanni e Paolo, estabelecida na praça de tal monumento. Era como voltar na historia e ter um pedacinho da modernidade por ali. De dedos enredados, caminharam pelo local até sentarem-se em uma das mesinhas na parte externa da tal loja, com a magnifica vista do projeto arquitetonico ao fundo.
- Já volto, vou só pedir as melhores bebidas daqui — ela piscou e sumiu em passos rapidos e muito bem coordenados, quase sem rebolado. Tão diferente de Artemis. Argh, tinha de parar de comparar tudo a sua irmã ou enlouqueceria. Era demais para si. E mesmo assim, com aquele tempo só, pensou no que estaria ela fazendo.
Notas finais
Beijoooos e esperam que tenham gostado =)
Ah, deixem rewis, pleeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeaseeee (sempre pedinte, alguem notou? ;D) e a campanha "FAÇA UMA PESSOA FELIZ, DEIXE UMA RECOMENDAÇÃO" continua a todo vapor. ^^
Ps: Tá ficando chata a história? =s
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