Uma Viagem Perfeita

10 Capítulo 10 - Almoço na Eiffel.


Notas iniciais
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHH MEUS DEUSES GREGOS MAIS DIWOS PERFEITOS E LINDOS DA FACE DA TERRA *----------* CAIXETINHA E BELLAZITA VEM CÁ, ME DEEM UM MEGA SUPER ULTRA ABRAÇO! SUAS LINDAS, MARAVILHOSAS *------* AAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH *abraça as duas com todas as forças que tem* PERFEITAAAS... Ok, parei *sorrindo muito* Muiiiito obrigada meeeeeeeesmo pelas recomendações, caracas, chega pulei de tanta felicidade quando vi *---* tãao perfeitas. Ah, vem cá, me dá mais outro abraço *abraça elas outra vez e só solta quando deixa-as sem ar* Respira, respira e awn, amei muito as recomendações garotas *---* Fizeram uma alma feliz SHAUSHUAHUSA'' E o que posso dizer dos comentários? Perdi o número de vezes que li assim que abri o Nyah ^^ Voces são tão... Cara, fico sem palavras, mas me deixam louca de felicidade *---*
EEEEEEE... antes que matem, saibam que eu não estou postando porque preciso estudar *faculdade chegando* e estou tentando ao máximo conseguir escrever tbm =)
Bem, vou deixar voces com o capítulo fofo ownt *--* e outra vez garotas, obrigada de coração pelas recomendações (EU JÁ TENHO DUAS *----*)
Ps: Acho esse o mais lindo, quer dizer, o segundo mais lindo, o primeiro é o dia em... Ops, não posso falar MUAAAAH MUAAAH sou má =D
Ps²: Indico ouvir "If This Is A Movie" da Taylor Swift (tem alguem mais romantica que essa garota? Ela canta minhas inspirações #fato) -> http://www.youtube.com/watch?v=KakmItBhBkM

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Depois de assistir três seriados e o começo de um jogo de beisebol, seu estomago roncou, indignado com o jejum que lhe era imposto desde a noite anterior. Apolo suspirou já a arrumar a gola pólo púrpuro e jogar de qualquer jeito o controle no sofá que estivera deitado a maior parte da manha. Nada para fazer viera a sua cabeça, e TV fora sua companheira incansável. Agora, unicamente o que pensava em fazer era almoçar. E uma vez que já era meio-dia, aproveitou-se disto.

O salão era enorme onde se serviam as refeições. Lindos arabescos de metais pelas paredes e pelo bar. Vidros coloridos criavam mosaicos refletidos ao chão de madeira e muita mesas redondas e clássicas disposta pelo local. O deus acomodou-se em uma que ficava a lateral esquerda, de modo a poder ter a visão da Torre Eiffel pelo vidro da janela de parede inteira. Assim, teria um almoço perfeito. Tentou deixar ao canto o fato de estar sozinho, lendo o cardápio. Pratos finos e de bom gosto. O que seria de esperar. Mas, se surpreendeu ao ver um em que havia carne e batatas fritas juntos.

- Eu quero um deste aqui — apontou para o garçom que rapidamente apanhou um palm-touch para anotar seu pedido — E para bebida, veja-me uma taça de vinho, o melhor que tiver em sua adega.

- Desejo o mesmo que o cavalheiro.

Apolo ergueu os olhos para deparar-se com Artemis sentando-se a sua frente, colocando a carteira negra sobre a mesa e sorrindo. Um pouco confuso, mas ciente do que ouviu, o garçom fez os pedidos e sumiu. Estava claro que fora uma surpresa tanto ao moço quanto a Apolo.

- O que faz aqui? — perguntou surpreso, contudo, sorrindo. — Pensei que fosse almoçar com George.

Artemis mexeu em um dos fios soltos negros de seu cabelo que caia brandamente do frouxo coque que levava e deixava a vista o lenço que escondia bem a marca da perca de controle de seu poder. Ao lembrar-se disso, fitou a taça com água a sua frente.

- O cardápio era scargoo — ela franziu o nariz de maneira amável — Eu tenho cara de que como lesma?

Apolo riu, balançando de um lado a outro, em negação, a cabeça.

- Sempre pensei que gostasse de comidas finas.

- Cá entre nós — ela se inclinou na mesa como se fosse lhe contar um segredo, que o fez chegar mais perto, o sorriso sempre fixo — Prefiro um hambúrguer com muito cheddar, batatas fritas com coca-cola do que almoçar comidas chiques.

Agora, ele gargalhou abertamente, a ver o ar de diversão que liquidava os olhos prateados da sua irmã.

- Vejo que teremos de arrumar um motoqueiro infrator das leis para você.

Ela riu-se de sua fala e ergueu um dedo, chamando o garçom, um sorriso travesso em seus lábioas rosados.

- Vou lhe mostrar o que é infringir as leis.

Apolo deu mais uma abocanhada em seu McCheddar, sentado no jardim da Torre com Artemis ao seu lado, também a devorar um hambúrguer como o seu. Não precisava nem mesmo explicar o que havia ocorrido, certo? Depois de procurarem muito, haviam achado um Mcdonalds um pouco longe de onde estavam agora, mas a Ferrari alugada por Feath (Afrodite) para eles, que ao acaso estava escondida até o dia de hoje com o gerente do hotel, caiu muito bem. Para o deus, fora bom dirigir depois de dois dias inteiros sem tocar em sua Maserati (Sol). E ainda mais escutar a risada de Artemis ao seu lado, quando atravessava os sinais vermelhos, aproveitando-se da velocidade que o carro proporcionava.

Neste momento, ele ria do queijo que sujava o queixo dela.

- Pareço criança comendo — resmungou ela a procura de um guardanapo dentre os papeis para viagem e caixas em que vinham os alimentos.

Apolo fora mais rápido e pegou um dos quadrados de papel.

- Vem cá, deixa que eu limpo — disse, com um sorriso. Artemis inclinou-se em sua direção e seu dedo encapado com o papel retirou a substancia amarelada de seu rosto. Ela sorriu — Prontinho, petit.

Ela revirou os olhos, mas estava incrivelmente se divertindo com isso. Até mesmo o apelido criado passara reto por seus pensamentos. Estes pararam ao notar a proximidade que estavam. Não que antes não houvesse notado o fato de estarem sentados lado a lado, os braços roçando-se às vezes. Mas agora, com o rosto erguido, pode ver seus olhos azuis felizes. O dedo do deus, parado onde esteve sujo (apos ter deixado o papel cair), delineou sua bochecha e teve de lutar contra a vontade voraz de fechar os olhos e inclinar-se contra aquele carinho. Podia ser casta, mas boba era a ultima de seus defeitos, e soube exatamente o que se seguiria. Riam demais juntos, sorriam e mostravam afeto às vezes, e era estranho, ambos sabiam. E com o deslizar do dedo quente dele pelo seu lábio inferior comprovaram suas suposições. Fitaram-se, de novo aquela energia distinta entre os dois, os olhos líquidos. Foi, então, que o deus lentamente inclinou-se sobre ela, para seu rosto, os lábios procurando os dela. Os dedos másculos seguraram seu queixo com suavidade e o trouxeram cada vez para mais perto. E ela permitiu-se ser levada, sentindo a pressão rude, mas doce, de sua mão sobre a sua que a apoiava no chão. Ele a fitou depois de passar os olhos pelos seus lábios e lhe deu um sorriso de canto, maroto e encantador.

- Vou morrer por isso — foi o que disse, ao se aproximar mais, afagando-lhe o rosto delicado. Artemis soube o momento exato em que teve de fechar os olhos apreciar os poderes do contato. Sentiu sobre si a respiração quente envolvidas em seu cheiro único e sua mão livre subiu pelo o ombro, pronta para enterrar-se nos lisos cabelos loiros de sua nuca. E por ultimo, com o coração em galope, sua boca tocou a sua em um selinho, sem qualquer movimento. Escutou seu próprio suspiro de prazer e inclinou-se mais para frente. Desejava mais. Algo que ela desconhecia dentro de si implorava por seu toque. Ela sentiu, ao tocar seu peito ao dele, o coração tão igual ao dela. Louco. E que lhe confundia. Ele segurou seu rosto, carinhoso e então o som de um flash os separou e chamou-lhes a atenção.

Um homem, não muito mais velho que o casal, abaixava-se para ter um melhor ângulo deles com a Torre ao fundo.

Extremamente romântico, pensou ela ao imaginar a foto. E seu peito afundou. Havia beijado o seu irmão! Logo a ele! Virou seu rosto para fitá-lo, mas o mesmo encarava e escutava o que o fotografo dizia em francês. Riu-se de algo que o moço disse e assentiu antes de girar os olhos para encará-la. Artemis sentia seu rosto em chamas e sua mão continuava abaixo da sua. Quente. Agradável. Masculina. De Apolo. Fez o máximo que pode para controlar, e, no entanto, foi como nada ao desvia o olhar, para um ponto imaginário qualquer.

Era a terceira vez (ou havia mais?) que trocavam alguma caricia que os deixavam surpresos. Ou sem ação.

Esta, sem duvida, era uma delas.

Com delicadeza, ela puxou sua mão e clareou a garganta, sentindo o frio súbito naquela área em que os dedos dele se curvavam em sua palma.

- Vo-vou buscar... algo no carro.

Como todas as outras vezes, ergueu-se, espanando com as mãos algumas gramíneas do vestido, e, sem olhá-lo, caminhou em direção ao carro.

Precisava pensar, colocar tudo em ordem.

Controla o coração, pensou ela, a mão pousada sobre o mesmo, ainda que as quenturas nos lábios chamassem mais a atenção de seus dedos. O indicador tocou sua boca e fora como uma avalanche, o gosto dele ali, o toque sentido, por mais prevê que tivesse sido. E queria poder ter aprofundado. Queria mesmo? Ah, sim, queria. Fotografo maldito!

Ela pressionou de leve o dedo nos lábios. Como seria se ele tivesse beijado-a totalmente? Não apenas um suave tocar de lábios? Suspirou. Devia estar se punindo, quebrava as regras, de fato. Sorriu. Infringiu a maior de suas leis. E sentia-se o máximo. Boba e ainda um pouco confusa sobre si, deu uma risadinha baixa e correu até o carro, feliz como nunca esteve.

Apolo fitava seus passos enquanto ela corria pelo gramado. Seu coração tivera dado um tranco e até agora não entendia o porquê que teve de controlar seus poderes e não tornarem a ela, pois seria nada para ele, em churrasquinho. Como um adolescente em seu primeiro beijo, mordeu o lábio que formigava, sentindo aquele gosto de frutas exóticas ao passar a língua ali. Havia a beijado! E não havia morrido. Quase riu disso, o sorriso serpenteando pela sua boca avermelhada só pelo toque gelado dela. Poderia agora mesmo, correr atrás dela e a rodar, vê-la rir.

E lá vinha o balde d'água.

Como estaria ela agindo a isto? Afinal de contas... Era seu primeiro beijo.

Piscou surpreso ao dar-se conta disto. E outra vez, quase riu de felicidade. Por que mesmo que se sentia bem por ter sido seu primeiro? Qual era o seu problema? Afinal, havia beijado a sua irmã e sentia-se o cara mais feliz do mundo. O que era esse sentimento em seu peito?

Sorrindo e a esperando, Apolo fitou o céu, sem acreditar no que ocorrera.

Notas finais
Entãaaaaao, o que acharam? *sorrindo muito muito mesmo*
Eles são super fofos, não? E Apolo agora mó no paraiso, sonhando loucamente com ela AHSUAHSUHSUA'' E finalmente, Artemis quebrou uma promessa e incrivel que ela não queimou certo? Tá ai, uma coisa para se pensar: por que ela não queimou uma vez que tinha Jurado pelo Estige? .... *música de suspense* Vou deixar com voces =D
Beijinhos e deixem rewis, ok? *carinha de cachorrinho sozinho e na rua em dia de chuva*
E não se esqueçam de recomendações (depois desse capitulo eu mereço um, não mereço? *cara de dó*) [chataa!]Façam como a Bella e Caixetinha =D
Ps: Acho que no próximo capitulo, assim que eu postar, vou ter uma surpresa para voces =)