Notas iniciais
Oi! Desculpa pela demora. É que tentei melhorar umas coisinhas.

– Não. – Disse Nico meio para baixo.

– Acho ver se achamos algo na cidade. – Disse Mey.


Antes de eles saírem para rua se certificaram que Lavínia estava bem mal, para que assim não pudesse atacar ninguém. Ao saírem para rua viram que era uma cidade rústica, com jeito vitoriano, o calçamento era de pedra, poucas pessoas andavam pela rua, as ruas eram cheias de lojas e a cidade parecia mais uma cidadezinha de campo.( Eles estão em uma cidade pequena Transilvânia). Eles começaram a andar e ver se achavam algo que pudesse lhes dizer algo. Eles passaram por padarias, bancos, papelarias e etc... Depois de uma hora de caminhada eles encontraram uma praça e se sentaram nos bancos.

– Deuses! Essa cidade é enorme! – Exclamou Mey com a cabeça apoiada nas pernas.

– Essa cidade é monótona isso sim! – Exclamou Vivi olhando para lanches em potencial.

– Não...

– Fiquem quietos! – Mandou Lavínia procurando algo na multidão. – Estou ouvindo algo.

– O que é? – Perguntou Mey baixinho.

– Um sibilar. Vem... De lá. – Ela apontou para uma moça que descia uma rua que descia.

Vivi se levantou e foi atrás da garota na velocidade normal. Mey e Nico foram atrás com medo que ela tenha achado seu lanche. Vivi estava a uns dez passos atrás da moça. A moça entrou em um beco, que para a “sorte” deles não tinha saída. Ele era sujo, e com grandes edifícios de cada lado dele deixando só um pequeno espaço para eles entrarem, para terem uma noção eles não conseguiam os braços.

– Ora, ora se não são os semideuses mais requisitados por Hades. – Sibilou a moça. – A pequena Melissa Jonshon. O filho Nico Di Angelo. E por fim a vampira, Lavínia Smith. – Falou a moça.

Olhando assim ela era per feitamente normal. Tinha longos cabelos, olhos verdes que nem veneno e pele bem pálida.

– Como sabe quem somos? – Perguntou Nico sacando sua espada. Mey fez o mesmo.

– Seu pai está oferecendo uma recompensa pela cabeça dessaaaaa aiiiii. – Sibilou ela apontando para Lavínia com a cabeça.

– Que honra, mas não pretendo ir para o mundo inferior. – Disse Vivi com seu sarcasmo natural.

– Foi isso queeeee penssseiiii. – Sibilou ela.

Um sibilar veio de trás deles. Quando eles olharam para trás Nico engoliu em seco, Mey mordeu os lábios com tanta força que começaram a sangrar e Vivi se encostou na parede e tentou entrar para dentro dela. Um cobra enorme.

– Deuses! – Exclamou Vivi.

A cobra não era nem era tão medonha comparada a metamorfose da moça. Ela adquiriu da cintura para baixo uma cauda verde escamosa de cobra que se enrolava no chão e a levantava do chão, da cintura para cima ela era uma bela garota.

Lavínia parecia que ia vomitar com tantas cobras em volta dela.

– Uma Equidna! – Exclamou Nico.

– Isssso messsmooo!

A Equidna enrolou a cauda nos pés de Vivi e a tirou do chão deixando a de cabeça para baixo. Ela trouxe a menina para perto de seu rosto.

– Penssssei que era maissss asssstuta filha de Posssseidon! – Sibilou ela.

Lavínia pensou: “ Euu não devia estar tão nervosa. Sou uma vampira, não tenho sentimentos!”

– Sabe até que sou um pouco. – Disse ela para a Equidna.

Vivi puxou a adaga e perfurou a Equidna. Ela a soltou, e Vivi caiu no chão e bateu a cabeça, mas ela só ficou descoordenada. Nico e Mey já haviam matado a cobra. Vivi pegou a outra adaga e foi ate a Equidna. Ela correu na velocidade normal, pois ela tinha perdido muito sangue à noite e não tinha se alimentado. O monstro a acertou com o rabo a prensando contra a parede. Ela com a força que sobrou emburrou o rabo. Ela atirou sua adaga na barriga do monstro, mas ele só soltou um gemido alto. Nico tentou atacar com sua espada, mas o monstro o varreu para longe. Mey deu uns pulos para desviar do rabo, e tentou atacar o máximo possível, mas por fim os dois estavam inconscientes, só sobrou Vivi e a Equidna.

– Somossssss sóooo eu e vvvvocê agora. – Sibilou.

– Não tenho medo de você! – Rosnou Vivi.

Vivi atacou. Ela fez movimentos acrobáticos que a ajudaram a desviar da cauda da serpente. Ela chegou perto de Nico que estava deitado no chão. Ela se abaixou perto do pescoço dele e disse:

– Me desculpa por isso! Quer dizer, me desculpa merda nenhuma! – Ela tomou um pouco do sangue dele, mas quando começou não conseguiu parar. O que a parou mesmo foi a Equidna que a puxou.

O sangue ainda pingava da boca de Lavínia, com o puxão do monstro sua capa caiu, quando a Equidna havia levado ela para o sol que começou a queimar. Ela soltou um ganido.

– Eu não tenho valor morta. – Sussurrou ela.

– Masss gostooo de vingaçasss. – Sibilou.

O sol queimou grande parte do seu rosto, quando ela estava pronta para morrer a Equidna gritou de dor e se desfez em pó amarelo. Ela caiu no chão com muita dor no corpo todo por causa das grandes queimaduras em todo corpo. Alguém a puxou para sombra.

– Você tá bem? – Perguntou um voz reverberante.

– Quem é? – Perguntou ela muito grogue.

– É o Nico.

– Ah! Oi bolsa de sangue ambulante. – Disse ela ofegante.

– Pensou mesmo que ia acabar com ela sozinha?

– Não deu muito certo. – Ela sorriu.

– Você esta péssima. Tome isso.

Ele ofereceu seu pulso para ela. Ela pensou um pouco, mas acabou perfurando a pele dele. Depois de um tempo ele puxou o pulso da boca dela.

– Se sente melhor? – Perguntou ele.

– Sim.

– Então me ajude a levar Mey para o hotel de novo.

Ao chegarem ao hotel colocaram Mey na cama, a fizeram beber um pouco de néctar e Nico fez o mesmo.

– Tome. Talvez se sinta melhor. – Disse Nico lhe estendendo um cantil.

– Acho melhor. Só serve para semideuses e eu sou metade vampira. Isso pode me matar e eu pretendo ainda viver muito.

– Ok.

Ela se sentou na poltrona e Nico sentou no chão. Os dois estavam sozinhos sem nada para falar ou fazer pela primeira vez. Por que antes eles estavam brigando, ou fazendo algo do tipo. Nico começou puxar conversa.

– Você não apronta a muito tempo.

– É! Estou dando um tempo para você se recuperar. Assim a próxima vez que eu fugir você pode ir atrás de mim. – Disse ela olhando para a janela.

– Acho que estou me tornando expert nisso. – Sorriu ele. – E sobre aquele monstro você pareceu bem aterrorizada quando o viu.

– Só impressão. – Disse ela agora olhando nos olhos dele.

– Você tem medo de cobras, não? – Perguntou ele com um sorriso. Já pensando que ela estava recuperando a humanidade.

– Não tenho medo de nada! Sou uma vampira! Não tenho sentimentos! – Ela exclamou braba.

Nessa hora Mey acordou. Estava muito tonta e desorientada.

– A noite –

Nico estava dormindo bem. Lavínia estava dormindo na poltrona com cordas amarradas aos pulsos. Mas no meio da noite ele acordou com os barulhos da porta abrindo. Ele correu ate a porta, a fechou e segurou Vivi pelos braços.

– Onde você vai?!

– Está me chamando! Está me chamando. – Falou ela.

– Quem?

– Não sei. Preciso ir. Preciso encontrar isso que esta me chamando.

– Pode ser uma armadilha do meu pai.

– Não é! Sei que não! Deixe me ir.

– Se eu deixar você não vai voltar.

Ela deu um sorriso irônico.

– Eu vou com você então.

– Ok. Mas não me atrapalhe.

Eles pegaram umas coisas no quarto e passaram um bilhete por baixo da porta de Mey dizendo que voltariam ao amanhecer. Por fim eles saíram para a noite quente.

Notas finais
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