Uma Vampira Entre Nós.
9 Casa dos Olimpianos
Notas iniciais
Bjs
O cheiro estava perto. Ela correu por toda a extensão do acampamento ate achar o cheiro. O cheiro dizia que ela precisava daquela coisa muito. Ela entrou no chalé de Atena brutamente. Assustou todos que estavam lá. Ela viu uma menina com uma bandagem em volta de seu braço, e o que parecia o ferimento começara a sangrar de novo. Ela correra para cima da menina. Perfurou a jugular dela, e o gosto do sangue explodiu na sua boca. Era ótimo, um fruto proibido, mas que era necessário. Ela foi puxada para longe da menina. Ela teve a reação imediata de meter pancada em todos. E quando estavam todos no chão, voltou à menina. Mas ela foi puxada para trás de novo. Ela se virou e deu de cara com olhos negros penetrantes.
– Olhe que você fez! – Disse ele muito brabo. – Você tem noção que matou essa menina, e machucou muitos daqui. – Ela olhou em volta. – É nisso que você quer se transformar em um monstro?Diga-me? Quem você é? Lavínia? Ou um monstro?
Ela relaxou e deu seu sorriso maligno. Ela estava radiante seus lábios estavam vermelhos, ela estava pálida, e seus olhos tinham um tom vermelhos sangue. Ela ficara mais bonita, ela poderia ser miss universo.
– Acho que eu sou no vocabulário português uma vampira. – Ela sorriu malignamente e olhou para a menina morta. – O sangue dela era muito bom. Mas aposto que o seu é melhor.
– Não tenho outra escolha então. – Em uma rapidez absurda Nico quebrou o pescoço dele.
– Nico! – Gritou Quíron a chegar no chalé de Atena.
– Ela não esta morta. Só inconsciente. O que temíamos aconteceu. – Disse Nico muito serio.
***
– O que vamos fazer agora? – Perguntou Quíron exasperado.
Nico andava para lá e para cá na casa grande.
– Precisamos de uma missão! – Exclama Nico.
– Mas como vai levar ela? Ela é mais rápido do que qualquer um. Ela é mais forte que qualquer um. Ela hipnotiza as pessoas.
– Não a mim. E eu consigo controlar ela. – Quíron ergueu a sobrancelha. –Ok, mais o menos, mas eu consigo.
– Por que está fazendo isso criança? – Perguntou Quíron dando um sorriso de canto.
Nico abriu e fechou a boca.
– Não quero que ela se torne um monstro. Não quero que ela seja todo dia manipulada por um desejo de conseguir uma coisa. Que nem eu com minha irmã. – Disse Nico olhando para Quíron.
Quíron suspirou e disse:
– Entendo você criança, mas... Ela vai matar pessoas inocentes lá fora.
– Por favor Quíron! Se eu for a uma missão e levar ela... Prometo, se ela matar alguém inocente eu mesmo a mato. – Disse Nico decidido.
– Certo. – Suspirou Quíron. — Ela está na sala subterrania. – Disse Quíron se virando para lareira.
– Temos uma sala subterrania? – Perguntou Nico meio surpreso.
– Temos. E sei que você sabe acha-la.
– Primeiro vou ate Rachel.
– Na caverna de Rachel. –
– Raquel! – Chamou ele.
– Sim? – Perguntou Raquel saindo das sombras.
– Preciso de uma profecia.
– É disso que todos precisam. – Disse ela meio cansada.
Ela começou a levitar, uma nevoa verde saiu de sua boca e se enrolou em seu corpo. E como se três Raqueis estivessem falando ela começou a recitar.
Três viajaram para a casa dos Olimpianos.
Para terra das sombras andar.
Na mão da mãe estará a cura.
Na festa a tentação.
Na praia o amor.
O sangue escorre da boca.
No final estará no subterranio e escolhera entre a humanidade ou a manipulação.
Raquel caiu no chão. Nico ajudo-a se levantar. Ela ofegante perguntou:
– Eai o que eu disse?
– Uma bela de uma profecia.
– Obrigada. Normalmente as pessoas só caem no choro, ou saem correndo. – Disse ela sorrindo.
– Vá dormir. E eu vou sair correndo agora.
– Ótimo.
– Na sela subterrania –
Nico entrou na sala subterrania e olhou através das barras de ferro. E lá estava ela sentada olhando para parede, de costas para ele. As paredes estavam irrigadas com um liquido que os mortais costumam chamar de água benta. Nico sem cerimônia começou a recitar a profecia. Ela se virou quando ele terminou de falar.
– Belas palavras. Quer aplausos? – Perguntou ela ironicamente.
– Na verdade sim.
Ela tentou andar ate ele, mas ela caiu no segundo passo de fraqueza.
– Vamos a uma missão e você vai junto. Vamos sair amanha de manha.
– Ótimo mais sangue para mim. – Disse ela se levantando.
– Não. Eu mesmo vou cuidar de você. Para que não machuque ninguém.
– Interessante, mas como vai me controlar meu queridinho? – Disse ela sorrindo malignamente.
Ele apertou um botão do seu Iphone e Vivi caiu no chão se retorcendo e gritando.
– Isso é um aplicativo que mostra sons inaudíveis para ouvidos humanos. Só os cachorros conseguem ouvir por que tem uma audição muito boa. E você sendo uma vampira tem uma audição muito aguçada, então... – Ele desligou o aplicativo.
Ela se recompôs.
– Vou trazer suas roupas.
***
Na manhã seguinte Nico e Vivi estava na casa grande. Vivi tinha as mãos amarradas e as cordas estavam embebidas em água benta, e com isso as cordas queimavam seus pulsos. Quíron começou a falar:
– A profecia diz três viajaram. Quem é a terceira? – Pergunta Quíron passando a mão nos cabelos.
– Acha que uma pessoa próxima da garota aqui. – Falou Nico se levantando. Dos pulsos de Vivi saia uma corda que Nico segurava.
– Que fome! Alguém tem ai uma bolsa de sangue? – Disse ela olhando para fora.
Nico puxou a corda.
– Ai garoto! Se eu não estivesse tão mal eu te mataria e tomaria todo seu sangue. – Disse ela olhando sonhadora para ele. Ele puxou a corda de novo.
– Acho que Mey serve. – Disse Quíron. –Vou chama-la.
Quíron saiu da casa grande.
– Legal! O diretor saiu, isso quer dizer... – Ela se levantou de um salto e pegou Nico pelo pescoço. Ele nem viu ela se livrar das cordas.
– Pensei que estivesse... Mal. – Disse ele sufocando.
Ela gargalhou.
– Nunca estou mal. Principalmente quando tem uma bolsa de sangue ambulante na minha frente. — Nico ligou o aplicativo.
Ela caiu no chão se retorcendo. Ele a amarrou de novo dessa vez com as mãos para trás e colocou mais água benta nas cordas. Ele deixou ela se retorcendo.
– Você deve estar se divertindo. – Disse ela com os dentes serrados por causa da dor.
– Na verdade não. Uma pergunta. Por que você ta assim? –Perguntou ele se sentando.
– É muito bom ter poder. – Ela grunhiu de dor. – Pode parar com isso?
– Por quê? – Ele desligou o aplicativo.
Ela se levantou e Nico jogou água benta nela. Pegou em seu rosto que ficou vermelho como uma queimadura.
Quíron voltou com Mey já pronta para viajem.
– O que houve aqui? – Perguntou Quíron olhando para Vivi que estava suando e queimada.
– Um pequeno problema, mas já esta resolvida. – Disse ele muito calmo.
Eles desceram a colina e entraram na van. Vivi e Nico ficaram bem no fundo e Mey ficou mais na frente. Lavínia ficou quieta a viajem toda, não fez nenhum piu. Mey olhava de canto para Lavínia. Nico tentou levar na boa. Quando eles chegaram no Empire State todos desceram e a van se foi.
– No Olimpo –
Quando Lavínia chegou ao Olimpo começou a ficar mais nervosa. Tentava se soltar a corda, mas ela ainda estava muito fraca para correr ou estar forte. E alem do mais, a falta de sangue estava trazendo resultados, ela já estava mais magra e sua queimadura no rosto de vez melhorar estava piorando, claro que o sol da manha ajudou um pouquinho.
Eles entraram no salão dos tronos. Só alguns Deuses se encontravam. Zeus, Atena, Afrodite e Poseidon. Todos se curvaram diante deles menos Lavínia.
– Criança insolente!Como se atreve?! – Rugiu Zeus.
– Ora... – Nico deu um puxão na corda e Lavínia acabou se curvando.
– Muito melhor. – Disse Zeus. – O que querem?
– Temos um pequeno problema com nossa amiga insolente. – Disse Mey bem alto para eles poderem ouvi-la. – Ela tem um tipo de mutação genética. Encurtado a historia ela é uma vampira.
Teve um pequeno arregalar de olhos entre os Deuses.
– Mas isso não é possível. Pelo menos nunca ouvi falar. – Disse Atena. – Eu saberia se existe algo assim. No máximo ela é uma Emposai.
– Não, ela é uma, vamos dizer vampira.
– Como? – Perguntou Zeus abismado.
– Sempre quis criar uma beleza rara, que vivesse para sempre e que fosse indestrutível. Então criei uma vampira aos 15 anos atrás. Nossa! Ela era linda, mas tive alguns problemas sua sede por sangue era muito grande. Então dei a cura para ela antes que ela matasse alguém. – Disse ela com um olhar sonhador.
– Então você tem a cura? – Perguntou Poseidon com os olhos verdes brilhando.
– Não. Deixei a cura com a mesma pessoa que tomo- a pela primeira vez. – Disse Afrodite.
– Onde essa pessoa está? – Perguntou Nico.
– Transilvânia. – Disse Afrodite sorrindo.
– Isso é tudo! – Berrou Zeus. – Já tem muitas informações. Estaremos observando vocês. – Ele bateu palmas e eles estavam de novo na calçada.
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