Uma Vampira Entre Nós.
17 Uma vizitinha do Deus do Vinho
Notas iniciais
Estou muito melhor agora e posso escrever! Espero que gostem!
***
Nico e Mey resolveram começar a procurar o “cheiro do vinho” sem Vivi. Eles saíram do hotel e a prenderam em uma casa abandonada. Ela estava em um porão cheio de água benta sem sangue a uma semana ela estava decrépita. O máximo que eles conseguiram achar como pista foi uma loja de vinhos. Eles sem outra opção entraram na loja.
A loja era linda, era toda de madeira, e os vinhos estavam em todo lugar e tinha um recepcionista muito feio.
– Vocês são muito novos para comprar vinho! – Exclamou o recepcionista.
– Sabemos! Só estamos olhando. – Disse Mey.
– Semideuses perdidos? – Perguntou ele.
Os dois colocaram a mão nas armas.
– Quem é você? – Perguntou Nico apreensivo.
– Sou a respostas para suas orações. – O rosto dele era familiar para Nico.
– Senhor D? – Perguntou Nico pasmo.
– Sim. – Disse Dionísio.
– E por que seria a resposta para nossas orações? – Perguntei Mey. – Pensei que Deuses não podiam interferir nas missões.
– E não podem, mas me sinto muito caridoso. Vou dizer o que devem fazer.
Nico e Mey se olharam preocupados.
– Devem levar a garota vampira para uma festa. Ela tem que estar sedenta, tem que estar implorando por sangue, na festa ela não pode tocar em uma gota de sangue, e o mais importante ela tem que estar sem amarras, sem água benta no sangue. Se tocar a segunda parte não poderá ser feita. A segunda parte é: ela tem que se apaixonar de verdade, para demonstrar sentimentos... – Ele parou e olhou para o nada.
– E? – Perguntou Mey batendo os dedos na bancada.
– Mais nada! Só isso! – Exclamou ele sorrindo. – O resto vira e vocês terão que resolver.
– Senhor D por que esta fazendo isso? –Perguntou Mey com a sobrancelha erguida.
– Por que tem algo que me interessa nessa historia. Quero ver o final disso. Quero ver onde vai dar. – Sorriu ele com escárnio e desapareceu deixando cheiro de vinho.
Eles saíram da loja. A rua estava movimenta todos passavam por eles e nem se davam ao luxo de desviar.
– O que vamos fazer? Se ela entrar em uma festa assim como esta vai matar todos. – Disse Mey chutando uma lata de lixo.
Os olhos dela encheram de água e as mãos começaram a tremer. Nico levantou-se a segurou pelos ombros e disse:
– Tudo bem! Vamos conseguir calma!
– Ela é minha amiga a séculos e se algo muito ruim acontecer com ela depois desses passos. – Ela limpou as lagrimas.
– Vamos conseguir. Calma. – Disse ele fazendo carinho nos ombros dela.
Ela respirou fundo três vezes, começou a andar para lá e para cá e começou a falar muito rápido.
– Um plano. Precisamos de um plano! Onde tem uma festa? Tem aquela boate na cidade! – Gritou ela no meio da calçada.
As pessoas olharam para ela espantada.
– Ok. E por quem ela vai se apaixonar? –Perguntou Nico muito ingênuo.
– Queridinho é claro que é você.
– Hã? Eu não! Se lembra nos odiamos?
– Não vocês acham que se odeiam, mas se...
– Não fale essa palavra. – Disse Nico com os olhos arregalados.
– Ok, mas o eleito é você.
– Ok. – Disse ele suspirando, mas olha no que ele estava pensando: Oba! Ela me ama!
Eles foram ate a casa abandonada que ficava em uma parte pobre da cidade. A casa era cinzenta e muito degradada. O lugar onde Lavínia ficava era mal cheirosa, mal iluminada, e estava muito úmida. Ela estava em um canto sentada inconsciente.
– Você tem certeza que consegue lidar com ela? – Perguntou Nico olhando para sua amiga Mey.
– Sim. – Disse ela decidida.
Sua grande missão era arrumar Vivi para uma festa e convencê-la de ir a festa(ou melhor quebrar o pescoço dela e leva-la ). Nico não fez isso por que estava muito cansado de ver Vivi cada vez. Ele a que vigiava a noite e a ouvia sonhar com sangue e pedir implorar por sangue.
Ele fechou a porta do porão deixando as duas na escuridão.
– Vamos a uma festa? – Perguntou docemente Mey.
– A resposta é: claro que não. – Respondeu ela muito baixo.
– Não você vai. Por que lá podemos resolver um dos nossos problemas. – Falou em um suspiro.
– Não agradeço seu convite.
– Vamos! – Mey chegou perto dela e começou a trocar a roupa dela.
Então Vivi segurou Mey pelo pescoço.
– Você é realmente é muito ingênua e fraca. – Disse ela muito fraca.
– Já foi esse tempo querida. – Ela quebrou o pescoço de Vivi.
Ela olhou para amiga no chão e começou a troca-la.
Quando Vivi acordou estava presa em uma cadeira em um canto escura na boate.
– É assim Lavínia.
Notas finais
Bjs
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