Uma Vampira Entre Nós.
15 Parte I
Notas iniciais
Vamos as explicações:
Estava doente por isso demorei a escrever, mas estou melhor(figuradamente).
Essa é só a primeira parte desse cap que eu acho que ficou horrível.
bjs boa leitura
- Quem?
- Não sei. Preciso ir. Preciso encontrar isso que esta me chamando.
- Pode ser uma armadilha do meu pai.
- Não é! Sei que não! Deixe me ir.
- Se eu deixar você não vai voltar.
Ela deu um sorriso irônico.
- Eu vou com você então.
- Ok. Mas não me atrapalhe.
Eles pegaram umas coisas no quarto e passaram um bilhete por baixo da porta de Mey dizendo que voltariam ao amanhecer. Por fim eles saíram para a noite quente.
- Antes preciso fazer algo. – Nico com uma rapidez amarrou as mãos de Vivi. – Para ter certeza que não está mentindo.
- Você não confia em mim? – Perguntou ela com seu olhar assanhado.
- Nem um pouco. Vamos!
Eles caminharam para o sul. Eles acharam um bosque e se meteram no meio do mato. Não foi fácil atravesar todo aquele mato. Os galhos das arvores pareciam estar cansadas do peso das folhas assim pediam para baixo, todos os galhos tinham espinhos, a mata era úmida o que ajudava na proliferação dos mosquitos e o que mais incomodava era o silencio que pairava no ar entre os dois. Nico tinha certeza que se falasse com Vivi ela daria uma resposta evasiva e não falaria mais, mas ele também sabia quanto mais ele falava com ela mais ela voltava para ele.
- Então! O que acha que está te chamando?
- Não sei.
- Onde está indo?
- Não sei.
- Você sabe alguma coisa?
- Que você ta me irritando!
- Desculpa! Estava tentando puxar conversa.
- Não estou afim de falar.
- Nunca né? – Sussurrou ele.
- Como assim? – Ele havia esquecido que ela tinha uma ótima audição.
- Você está sempre dando resposta evasivas e tentando se esquivar das conversas! – Disse ele.
- Só por que todas elas chegam no mesmo ponto. Você vai voltar a ser humana, pois está imperfeita agora! – Gritou ela deixando os olhos muito vermelhos.
- Nunca disse que você era imperfeita. – Falou ele estupefato.
- Nunca, mas está nas entre linhas. É o que você quer falar! – Gritou ela chegando perto dele. – Você não entende! Me sinto bem como estou, então me deixa em paz! – Gritou ela.
Ela ia se virou para continuar andando, mas ele a segurou pelos ombros.
- Não acho você imperfeita. Pelo contrario acho você extraordinária, mas isso não é você. Eu quero seu eu de volta, e você também tem que querer!
- Não quero! – Eles estavam muito perto do outro.
Eles ficaram se encarando com raiva quando Nico fez uma coisa muito estranha a abraçou. Ela estupefata não soube o que fazer só ficou ali chocada. Ela olhou por cima do ombro de Nico e viu. Ela empurrou ele para o lado e correu para uma clareira que ela havia chegado abriu a boca:
- É aqui. – Sussurrou.
A clareira estava banhada pela luz prata da lua. Na clareira havia uma cascata, um pequeno rio e envolta tinha só arvores. Ela tirou a capa, os sapatos e ia entrar ate que...
- O que está fazendo? – Perguntou Nico. – Pensei que tinha que achar isso que esta te chamando?
- Já achei! É a água, ela esta me chamando. – Disse ela sorrindo para água. De alguma forma as amarras tinham saído das nãos dela.
- Faz sentido, seu pai é o Deus dos mares e esse rio vem do oceano.
Ela sorriu para água e entrou nela. Foi para ela uma experiência maravilhosa. Ela se sentiu muito bem, preenchida por dentro. Ela mergulhou e ficou lá em baixo respirando normalmente com os olhos abertos. Ela voltou para superfície e começou a brincar com a água fez com que ela a obedecesse, por fim ela deitou de costas na água e ficou flutuando com um sorriso bobo no rosto.
- Está tudo bem ai? Você esta brincando a mais de uma hora! – Gritou Nico da margem.
- Estou ótima! Vem cá!
- Não estou afim de me molhar. – Gritou ele de volta.
Ela deu seu sorrisinho irônico e fez um movimento rápido com a mão. A água tomou vida e puxou ele para dentro do lago, e o trouxe para perto de Vivi.
- Desculpa, não estava escutando. Precisava que chegasse mais perto. – Disse ela sorrindo para ele.
Pela primeira vez seus olhos estavam limpos sem nenhum sinal da cor vermelha só o verde.
- Você vai me pagar! – Ele colocou ela no ombro e levou ela para baixo da cascata que estava gelada.
- Ai que gelo! – Exclamou ela. – Minha vez. – De algum modo ela saiu do ombro dele e puxou ele para baixo da água.
Ela só o deixou assim alguns segundos, e o colocou na superfície de novo. Ele brabo a prensou ela contra uma rocha e ficou bem perto dela. Olho a olho, cara a cara e a respiração ofegante.
- Você não tem jeito garota. – Falou ele.
- Verdade. – Disse ela
Notas finais
Nico: Quando eu vou beijar essa garota?
Autora: Tenha muita paciência!
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