Uma Vampira Entre Nós.
18 O primeiro sentimento
Notas iniciais
Fiquei doente( de novo ) por isso demorei a postar e tbm queria um cap bom. Obrigada pelas reviews estou super feliz. Uma notícia ruim( talvez) faltam 3 ou 4 caps para a fic acabar.Estou super triste, animada. Triste pelo fim. Feliz por ser a minha primeira fic que vou terminar completamente.
Bjs Espero que gostem.
Quando Vivi acordou estava presa em uma cadeira em um canto escura na boate. A boate estava cheia, pessoas dançavam, bebiam, fumavam, beijavam-se e muito mais. A boate era enorme, as paredes eram todas pretas, luzes de todas as cores piscavam, a pista de dança era rebaixada, havia um loft em cada parede e o bar exibia diferentes bebidas alcoólicas, a mesa do bar era o próprio balcão do bar e para se sentar havia varias banquinhos altos vermelhos.
– É assim Lavínia. Você vai ficar nessa festa, sem amarras, sem água benta e sem aplicativo... – Ela interrompeu ele.
– Lanchinho.
– Mas você nãopode matar ninguém, por que assim, talvez, comece a voltar ao normal. – Disse Nico olhando bem fundo em seus olhos.
Ela gargalhou.
– Deuses! Vocês acham que eu vou fazer isso?
– Sei que vai. – Disse Mey confiante.
– Então vamos ver! – Desafiou ela.
Nico e Mey trocaram olhares preocupados, engoliram em seco e começaram a desamarrar os nos que a prendiam na cadeira. Quando ela estava livre levantou-se e caminhou glamorosamente ate a pista de dança.
– Espero que aquele maldito do vinho não esteja errado! – Exclamou Mey.
Três garrafas de vinho que estavam por perto explodiram.
– Não fale assim é capaz de ele te transformar em um golfinho! – Falou Nico seguindo Vivi com os olhos. Ela estava meio que dançando, meio que cambaleando, com certeza ela não estava bem. – Vem vamos nos sentar no bar.
Lavínia já estava mal por falta de sangue e agora uma voz que produzia a pior dor de cabeça dos tempos estav na sua cabeça. Ela falava:
– Não mate ninguém! Você quer voltar só não sabe! Sei que não é má! Sei que não quer matar ninguém!– A voz era lhe familiar só não conseguia identificar.
Por fim ela saiu da pista de dança e foi para o bar.
– Suco de limão com vodca. – Pediu ela para o barman.
– Identidade. – Pediu ele.
Ela olhou bem nos olhos dele e disse:
– Tenho 17 anos. – O barman começou a fazer a bebida e em menos de 5 minutos sua bebida estava na sua mão com um guarda chuvinha no copo.
– Não é muito nova para beber? – Perguntou Nico sentando-se do lado dela.
– E você não é muito velho para ser chato? – Perguntou tomando um gole da bebida.
Nico suspirou:
– Você é impossível.
– Obrigada. – Disse ela entornando a bebida e pedindo outra.
Uma musica lenta e bonita começou a tocar.
– Nem por todo sangue do mundo, e olha que eu to precisando. – Disse ela rindo e tomando um gole da sua segunda bebida.
– Não seja a Lavínia chata de sempre, seja a Lavínia legal que vai dançar com um garoto lindo. – Disse ele se achando a ultima coca cola do deserto.
– Onde esta esse garoto? – Perguntou ela olhando em volta.
– Agora feriu meu orgulho. – Disse ele com carinha triste. – E por isso vou obriga-la a dançar comigo! – Exclamou ele puxando ela para pista de dança.
Ele colocou a mão na cintura dela, puxou-a para perto e segurou sua outra mão. Eles começaram a dançar a musica lenta.
– Isso é extremamente desconfortável. – Disse ela suspirando.
– Sei. — respondeu ele com ironia.
Ele a girou lentamente e depois começou a olhar bem fundo nos olhos dela.
– Você é bom nisso. – Ela comentou.
– Obrigada.
– Sabe você não vai me distrair para eu não me alimentar. – Ela estava meio triste ao dizer isso. – Se eu não me alimentar vou morrer em poucos dias, vou resecar ate a morte.
– Nossa! Isso é uma noticia muito ruim! – Exclamou Nico preocupado.
– E eu sinceramente não quero morrer, não quero saber para onde vou quando morrer. Fiz coisas terríveis e se não for punida aqui serei punida lá – Disse ela olhando para baixo.
– Você esta com medo? – Perguntou ele fazendo a olhar em seus olhos.
Ela olhou para ele e seus olhos estavam verdes, uma coisa que não acontecia a desde do dia que ela fora aolago. Normalmente os olhos dela estavam vermelhos ferrugem.
– Acho...Acho que estou. – Ela arregalou os olhos. – Isso não é normal!!
– Literalmente não é normal. Isso quer dizer que você tem sentimentos.
– Isso é novidade para mim. – Falou Vivi.
Mey veio para perto deles.
– O que esta acontecendo?
– Parece...
Uma voz interrompeu o que Nico ia falar. A voz parecia soar só para os três semideuses ali.
– Você completou o primeiro passo, foi cumprido, mas esqueci de mencionar algo. Ela não deve se alimentar ate a missão acabar. Isso começa agora! Agora para o segundo passo!
A voz desapareceu.
– Mas o que?! – Gritou Vivi. Todos olharam para ela. – O que vocês não me contaram?
Eles contaram a conversa com Dionísio.
– Isso é loucura, vou me alimentar!! Nãovou me apaixonar!!
Ela puxou um cara que estava dançando e tentou morde-lo.
– Não! – Nico a puxou para fora da festa.
– Me solta! Quero me alimentar, quero matar alguém, quero deixar essa pessoa com as tripas de fora!!
Mey só olhava a situação.
– Calma! – Gritou Nico.
– Não vou me acalmar Di Angelo!
Um grupo de adolescentes passou por eles, ela pegou a mais velhas delas, mas mais rápido possível Nico quebrou o pescoço dela, que caiu inconsciente.
– Corram! – Gritou ele para o grupo de adolescentes pasmas. Elas sem perguntarem nada saíram correndo.
– De volta para o porão. – Falou Mey ajudando a levar Vivi para a casa velha.
Notas finais
Bjs
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