Notas iniciais
Queria agradecer a minha querida leitora que sempre deixa reviews MylaUchiha. Obrigada querida.

Sol já estava se pondo mais alguns raios ainda alcançavam Manhattan.

– Nico! – Gritou Vivi. – O sol!

Nico empurrou Lavínia para sombra.

– O que fazer agora? – Perguntou Mey chutando uma pedra.

– Ir para Transilvânia é claro. – Disse Nico. – Mas primeiro. – Nico olhou para Lavinia que estava sentada em um canto com a respiração lenta e estava cada vez mais magra. Dava para ver os ossos de seu rosto. – Vamos achar um lugar para dormimos.

Nem parecia que eles tinham ficado tanto tempo no Olimpo. Eles foram para um pequeno hotel e ficaram todos em um quarto. Lavínia quase se jogou na cama. Nico tinha ido ate o hospital buscar bolsas de sangue enquanto elas se registravam. Quando elas já estavam no quarto ele chegara. Ela se avançou nas bolsas de sangue.

– Cada um pega um turno para vigia-la. – Disse Nico. – Eu pego o primeiro.

Mey se deitou na cama e logo estava dormindo. Nico ficou olhando fixamente para Vivi. Ela já estava melhor, mas isso quer dizer mais encrenca. Ela olhava para ele com seus olhos vermelhos, e sua beleza sobrenatural. Ela olhou bem em seus olhos e disse:

– Durma e tenha bons sonhos. – Ele caiu no sono instantaneamente.

Ele acordou com Mey o cutucando com os olhos arregalados.

– Ela escapou! – Os dois falaram em uníssono.

Eles se levantaram pegaram e saíram correndo. Ainda era noite isso quer dizer que ela estava em ação. Eles correram por todos os lugares possíveis, e nada. Duas horas haviam se passado e eles haviam acordado a meia noite. Eles se sentaram em um banco e na suas frente havia uma loja de TVs e nela uma reportar falava: “ Uma mulher foi atacada na 18 Little West 12th Street, e o mais curioso é que: metade do seu sangue foi retirado do corpo, sendo que a mulher não apresentava nenhum fermento.”Eles se olharam e correram.

Na rua onde havia acontecido não tinha mais policiais. Só havia uma pequena boate no local.

– Deuses! É claro que ela não está aqui. Ela fugiu! – Esbravejou Mey.

– Calma! Ela deve ter deixado alguma pista!

Nesse momento dois garotos saíram da boate. Eles estavam muito felizinhos. Eles falaram bem alto:

– Aquela garota é louca!

– Mas ela é muito gostosa!

Mey e Nico se olharam.

– Será? – Perguntou Nico.

– Não pode ser. – Disse Mey. – Vamos.

Eles tentaram entrar na boate, mas foram barrados por um homem armário. Então eles tentaram a entrada de trás que estava aberta.

Uma musica tocava alto na boate, todos dançavam. A boate tinha um cheiro de bebida alcoólica e fumaça de cigarro. Eles subiram as escadas para ver se conseguiam enxergar Lavínia. E lá estava ela dançando no meio da pista no meio de dois caras, e em uma das mãos ela tinha um copo cheio de alguma coisa não indentificado. Eles correram para ela. Nico pegou um braço e Mey outro.

– Vamos embora! – Gritou Mey.

– Não! – Disse ela chorosa. – Vou ficar!

Ela saiu correndo e uma musica começou a tocar. Era uma musica eletrônica e ela começou a dançar. Durante a musica Vivi ia de pessoa e pessoa, olhava nos fundos dos olhos das pessoas falava algo, sussurrava algo e logo depois mordia a pessoa. Ela não matava ninguém só sugava um pouco do sangue e seguia para a próxima vitima. Mey e Nico tentavam pegar ela, mas ela estava com a corda toda. Outra musica começou a tocar How you do (party).

– Eu amo essa musica! – Gritou Vivi.

Ela começou a dançar enlouquecidamente, parecia que o álcool esta fazendo efeito. Teve uma hora na musica que ela subiu em uma mesa e começou a dançar. Ela começou a tirar a blusa. Nico e Mey arregalaram os olhos, Nico correu ate ela e tirou a de cima da mesa ( ela já estava de sutiã.), ele colocou ela em cima de seu ombro.

– Não, eu gosto daqui! E o pessoal também! – Disse ela enrolando as palavras.

– Mas você não vai ficar aqui! Vou te levar embora. – Disse Nico ajeitando ela em seu ombro.

Eles saíram da boate para noite fria. Quando Nico colocou Vivi no chão sabia que ela não poderia fugir naquele estado. Ela havia bebido muita tequila, e o sangue que ela ingerira devia estar cheio de álcool também. Assim que ela foi largada no chão tonteou e se apoiou nele de novo.

– Lindo! – Reclamou Mey com sarcasmo. – Temos uma vampira bêbada, e... Mais nada! – Gritou ela muito braba.

Um homem passou por Vivi, assoviou e ela piscou de volta. Ela esquecera sua blusa na boate. Sem nada para fazer ele tirou sua blusa e deu para ela.

– Hummm você é de-li-ci-o-so! – Disse ela olhando para Nico.

– Ok. Vamos manter a calma. O que vamos fazer agora? – Perguntou para a pessoa não bêbada ali.

– Não sei! – Ela franziu a testa e voltou a falar. – Carro.

– Não temos!

– Estou falando em... Roubar. – Disse ela com um olhar travesso.

– Como? – Perguntou ele abismado.

– Gostei do tópico. – Disse Vivi com a voz embarganhada.

A camiseta que Nico lhe dera parecia um vestido.

Mey caminhou casualmente ate o carro. E fez alguma coisa no trinco dele e a porta se abriu. Nico se sentou atrás com Vivi.

– Ei! Você sabe dirigir? – Perguntou ele.

– Sim! Para que serviria saber roubar um carro se você não sabe dirigir! – Ela começou a mexer nos fios do carro. Ele ligou. O carro rugiu.

– Esse é o meu tipo de carro! – Exclamou Mey. –E alias, eu e você não fomos apresentados direito. Eu sou Mérida.

– Eu sou Nico. – Disse ele estranhando. – Para onde vamos?

– Aeroporto. – Disse ela com um sorriso maroto.

– Isso quer dizer? – Perguntou Nico.

– Vamos pegar um avião. – Disse ela muito feliz.

– Ta louca! Zeus vai matar vocês no ar.

– Vamos ter que correr o risco. É a única forma de chegar na Transilvânia.

Ele amarrou os pulsos de Vivi de novo, as cordas estavam pingando água benta isso fez com que seus pulsos queimassem e sangrassem. Nico deu um frasco para Mey.

– O que é isso? – Perguntou ela olhando para o liquido com nada anormal.

– Água benta. Tome assim ela não vai te hipnotizar. – Ele também tomou um frasco cheio.

– Como pode ter certeza?

– Li isso a muito tempo.

– Você lê?

– Sim. Agente só vai chegar lá amanhã de manha, e daí o Sol mata ela.

– Não se pegar a via livre e ir a 200 por hora.

– O carro aguenta?

– Querido, você não prestou atenção no carro, né? Isso é um Volkswagen Jetta TSI chega a 100 quilômetros por hora com se estivesse andando a 40. – Disse ela olhando pelo retrovisor.

Nico ergueu uma sobrancelha.

– Gosto de carros, ok?

– Lindo! Que casal lindo vocês iam fazer. Tipo faria eu me afogar no meu próprio vomito. – Disse Vivi revirando os olhos.

– Por favor, ele prefere mil vezes você. – Disse Mey olhando para a estrada.

– É mesmo? – Perguntou Vivi meio zonza.

– Não agora.

Ela se virou para o lado e dormiu.

– Você não disse não. – Falou Mey. – Você disse “Não agora.”, isso tem sentido duplo. Você poderia ter dito, não agora como se a estivesse dispensando ou não agora como se preferisse ela antes. – Disse ela sorrindo. – Qual das duas?

– Preste atenção na estrada. – Disse Nico olhando para estrada.

– Acredito na segunda opção. – Disse ela sorrindo para estrada.

– Não quero morrer tão cedo, então olhe para estrada. – Rosnou ele.

– Olhando para estrada. – Ela pisou no acelerador de uma forma que eles voaram.

Nico abriu sua mochila e colocou seu casaco. A cabeça de Vivi rolava para lá e para cá. Nico ajeitou ela para que sua cabeça descansasse em seu colo. Ela estava pouco diferente da ultima vez que Nico afagara seu cabelo como fazia agora. Tinha o mesmo cabelo, o mesmo rosto diferente dos outros, como ele mesmo pensara “uma beleza exótica”, mas seu sorriso não era mais de uma garota inocente e que precisava de ajuda agora o sorriso era de uma garota fria, mas também tinha a pequena parte do sorriso que precisava de ajuda.

– Eu vou te ajudar. – Sussurrou ele e acariciou seu rosto.

Ela meio que sorriu aquele sorriso que ele gostava. Isso quer dizer pensou Nico “Ela ainda esta ai dentro.”. Ele sorriu de volta para ela e se abaixou e a beijou na testa. Mey olhou pelo retrovisor e sorriu.

– Eai, sabe dirigir? – Perguntou Mey rindo.

– Como se eu andasse de bicicleta. Por que?

– Por que em algum momento tenho que descansar. Daqui três horas agente troca.

Passou uma hora e Vivi acordou.

– O que tem de novo? – Perguntou com seu jeito irônico e superior.

– Nada. – Disse Mey ainda no volante.

– Deuses o que eu to vestindo! – Ela exclamou olhando para sua roupa. – Cadê minha mochila? Arrumada carinhosamente pela bolsa ambulante de sangue.

Nico alcançou a bolsa dela. Ela tirou de lá uma blusa, tirou a que estava usando na frente de todos.

– Ohhh! – Exclamou Nico virando para o lado.

– Deu? – Perguntou ele mantendo o respeito.

– Tanto faz seu fresco. – Ele se virou e ela já estava vestida. – To com fome. Vamos parar?

– Não! – Nico e Mey falaram em uníssono.

Ela olhou bem nos olhos de Nico e disse:

– Vamos parar!

– Não.

Ela fez uma expressão de surpresa.

– Como?

– Tomamos água benta, e demos um pouquinho para você cortando sua hipnose, velocidade e força. – Disse Nico sorridente.

Ela teve um acesso de raiva começou a se mexer no carro. Nico a segurou, mas com isso conseguiu uma mordida no braço e estava sangrando muito. Assim ela tentou sugar o sangue de Nico. As cordas arrebentaram .

– Parem vocês dois! – Gritou Mey.

– Bem que eu queria.

Vivi alcançou o braço de Nico e começou a chupar.

– Uma ajudinha!

Mey parou no acostamento, entrou no banco de trás e tentou tirar Vivi de cima de Nico. Vivi saiu de dentro do carro esperneando e gritando.

– Ai! Que merda Lavínia! – Exclamou Nico olhando o fermento que sangrava.

– Que merda mesmo! Seu sangue tem gosto ruim! – Disse ela guspindo o líquido rubro.

Já era noite, e quase nenhum carro passava. Uma voz fria rugiu no meio da noite.

– Me deem a praga! Devolva na para o mundo inferior! – Rugiu uma fúria.

– Não! Ela esta com a gente! – Gritou Mey para a Fúria.

– Me devolvam! – A Fúria investiu contra nos.

Ela foi ate Mey e sacou seu chicote. O chicote enrolou em seu braço, a Fúria puxou forte o chicote jogando Mey longe. Nico tentou atacar a Fúria de todos os jeitos possíveis, mas ela foi mais rápida e o jogou longe também.

– Só ficamos eu e você. Vamos querida, vamos para casa. – Dizia a Fúria.

– Desculpa, mas meu pai me ensinou a não ir à casa de estranhos. Principalmente se for uma Fúria nojenta. – A Fúria mostrou os dentes e atacou.

Vivi correu para o carro, mas como suas forças não estavam no Maximo ela estava mais lenta. Ela conseguiu pegar suas adagas que Nico trouxe, mas logo sentiu alguém agarra-la pelos cabelos. A Fúria saiu voando provavelmente achando que havia vencido, mas Vivi fez uma acrobacia que suas pernas agarraram a Fúria. Com uma mão ela cortou grande parte do cabelo, e assim ficando presa só pelas pernas, ela ergueu a coluna e cravou a adaga na Fúria que se transformou em pó. Ela caiu de uma altura surpreendente e só se machucou um pouco sendo uma vampira. Lavínia se levantou e falou para si mesma:

– Hora do lanche. – Ela deu um sorriso maléfico e foi ate um posto de gasolina.

Notas finais
Queridos leitores adoraria que me deixassem reviews. Farei assim, vou dedicar um cap para cada pessoa que me deixar reviews. Amo vcs!
Reviews!