Uma Vampira Entre Nós.
11 Ela não é mais a mesma
Notas iniciais
Tinha só um frentista no posto, e a loja de conveniência estava vazia. Ela fez a melhor cara de coitadinha, e como já estava toda rasgada, sangrando e com os cabelos muito feios ia ser fácil fazer uma pequena encenação de que foi assaltada no meio da estrada.
– Senhor! Pode me ajudar? – Disse ela chegando perto do frentista. – Fui assaltada logo ali adiante e levaram o meu carro.
– Venha cá filha. – Disse o senhor muito velho.
Ele levou ela ate a loja de conveniência e a sentou em uma cadeira. Ele desapareceu em uma salinha dizendo:
– Vou buscar água e curativos.
– Muito obrigado senhor.
Quando o senhor voltou ela não estava mais lá. As luzes começaram a piscar.
– Filha? – Perguntou ele receoso.
As luzes apagaram de vez. Uma sombra passou atrás do senhor, ele se virou nada. Uma sombra passou na sua frente, ele se virou nada. Alguém os cutucou, ele se virou e foi atacado. Depois de uns minutos o senhor já estava morto no chão.
Lavínia levantou com a boca escorrendo sangue, seus cabelos cresceram de novo, suas unhas também (Nico havia cortado.), seus machucados sararam e seus olhos passaram de vermelhos para verde depois que se alimentou.
– Acho que preciso de uma roupa nova. – Disse ela olhando para o estado miserável de suas roupas.
Ela achou a casa mais perto, e fechou os olhos para escutar o que estavam falando dentro da casa.
– Camile ajeite seu quarto! – Gritou a mãe para filha.
– Já vou mãe! É, era minha mãe. Não, ela só esta me chateando. – Falou a menina que parecia estar no telefone.
Vivi bateu na porta e foi atendida pela mãe.
– O que posso ajudar? – Perguntou ela com uma sobrancelha erguida.
– Oi, os carros dos meus pais pifou a senhora pode me emprestar o telefone? – Perguntou ela com sua cara inocente.
– Claro. Entre querida. – Disse a moça muito simpática.
Vivi entrou na casa e olhou tudo por dentro.
– Senhora?
– Sim. – Disse a senhora se virando para ela. Ela olhou bem nos olhos de Vivi.
– Não grite não se assuste só se sente. – A mulher fez exatamente o que Vivi mandou.
– Mãe! Mãe tudo bem? – Perguntou a menina descendo a escada.
Vivi correu ate ela seguro-a pelo pescoço e a suspendeu no ar. Ela olhou bem nos olhos de Camile e disse com um sorriso irônico:
– Preciso de umas roupas emprestadas, amiga.
– Claro.
***
Depois de se vestir com um jeans rasgado nos joelhos, uma regata preta, uma jaqueta de motoqueira e uma bota de preta de salto alto.
– Obrigada amiga. – Disse se olhando no espelho. – E por fim.
Ela se virou para ela e atacou o pescoço dela, a menina não morreu, mas Vivi não estava a fim de deixar evidencias. A mãe da menina já estava desmaiada debaixo da escada. Agora Vivi encharcou a casa com álcool e saiu dela. Quando ela estava na porta da casa jogou um fósforo aceso por cima do ombro. A casa logo pegou fogo. A cena parecia de um filme, Lavínia andava a frente da casa com um sorriso vitorioso os cabelos flutuavam em volta de seu rosto e a casa atrás pegava fogo. Suas adagas reluziam na sua cintura.
Uma coisa pulou nela. Era Mey que tinha sua espada em punho.
–E ai querida? Como vai a vida sem mim? – O estado de Mey era miserável estava muito machucada e precisava urgente de um banho.
– Vamos, não quero te machucar! – Lavínia deu uma gargalhada.
– Você me machucar acho mais fácil um esquilo me machucar.
– A é?
Mey atacou com a espada, Lavínia desviou com a própria mão. Mey jogou água benta nela, ela caiu no chão e Mey cravou a espada no estomago de Vivi.
– O sol já está nascendo. – Disse Mey sorrindo.
– Ótimo pelo menos assim paro de ver essa sua cara feia. – Diz ela cerrando os dentes.
Nico veio por trás e quebrou o pescoço de Vivi.
– Agora ela esta inconsciente. Vamos acampar em um lugar escuro e vigia-la. – Nico olhou para casa em chamas.
– Não acredito. Ela era tão boa quando era minha amiga. Queria ser alguém, queria ser medica e agora parece não ter mais sentimentos. Matou três pessoas ou mais. – Disse ela olhando também para casa.
– Temos que nos lembrar que ela não é mais nossa amiga. – Disse ela começando a puxar Vivi para o meio de um matagal.
– Principalmente você, né Romeu? – Disse ela ajudando ele.
Notas finais
Reviews!
Fale com o autor