Uma Semideusa
1 O começo de uma nova aventura
Notas iniciais
agradeço por estarem lendo ela e espero q gostem ^^
Era domingo um dia antes do meu aniversário, iria completar 12 anos. Infezlimente teria que ir para escola na segunda justamente no dia do meu aniversário, eu não gosto de ir para lá não tenho amigos e o pior de tudo a professora de Geografia me odeia, mas isso não me importa prefiro ficar só, eu apenas tenho um amigo meu melhor e único amigo Jimi, um menino um ano mais velho que eu que acha graça de tudo, come qualquer coisa que ver pela frente, tem cabelos longos encaracolados da cor do mel sua pele é bronzeada e seus olhos são da cores de um caramelo e sem esquecer-se de seu problema em suas pernas que o faziam andar mancando.
- Já estar tarde vá dormir – disse minha mãe enquanto guardava algumas roupas limpas.
- Estou indo mamãe – disse enquanto fechava a janela de meu quarto. Minha mãe se chamava Lucy Overcast, uma mulher de cabelos longos lisos e escuros como a noite sua pele era branca como neve tinha olhos castanhos escuros, o mesmo vale para mim Wendy Overcast, todos meus parentes dizem que se não fosse por meus olhos serem negros como uma noite sem estrelas, eu seria idêntica á minha mãe. Era só eu e ela meu pai tinha ido embora lodo depois que nasci nunca o tinha visto. – Boa noite mãe!
- Boa noite filha.
Adormeci sem nem mesmo vestir meu pijama preto de caveirinha. De repente, estava em um beco escuro, mas era dia, tinha uma mulher atrás de mim eu estava fugindo dela. Mas não era uma mulher comum ela era muito branca, mas branca do que a neve, os olhos eram completamente vermelhos como sangue sua perna esquerda era marrom e peluda, com um casco de... Burro?!A direita tinha o formato de uma perna humana, mas era feita de bronze. Perguntei-me o que era aquilo, mas tinha coisa, mas importantes a me preocupar, pois o beco chegara a seu fim. Até que a mulher esquisita se aproximou de mim e consegui ver seu rosto ela era a Sra.Alana... Minha professora de Geografia!
- Filha, acorda você vai se atrasar – disse minha mãe me chacoalhando.
- Oquê? Cadê a Sra.Alana? – eu disse sonolenta.
- Ta na escola esperando por você, agora vá se arrumar!
- Ok – disse me levantando.
Pus meu uniforme e por cima dele coloquei minha jaqueta preta, vesti minhas calças jeans pretas e calcei meu tênis allstar, depois peguei minha mochila e fui direto para a cozinha comer as panquecas que minha mãe havia preparado, após comer todas as panquecas dei um abraço bem forte em minha mãe e dei-lhe um beijo em sua bochecha.
- Feliz Aniversário, Filha! – sussurrou minha mãe em meu ouvido logo após deu-me um beijo na testa.
- Obrigado... – eu disse abrindo a porta – Tchau!
- Tchau, tenha um bom dia de aula.
Encontrei Jimi na entrada da escola como de costume. Pensei em lhe contar o que havia sonhado...
- Oi Wendy, Feliz Aniversário – Jimi disse amarrando o cadaço de seus tênis.
- Oi... Obrigado... Hã Jimi?
- O que foi?
- Tive um sonho muito esquisito com a Sra.Alana... – disse-lhe tudo o que havia sonhado naquela noite.
- Já está na hora de entrar, vamos! – disse a terrível e assustadora Sra.Alana
- Vamos Wendy – disse Jimi me puxando.
- O-ok. – disse eu gaguejando com o susto que havia levado pela Sra.Alana se tivesse chegado a tempo de escutar o meu sonho acho que ela me mataria!
Logo me arrependi de ter lhe contado a historia de meu sonho, pois meu amigo ficou me vigiando a aula toda, como se esse sonho iria se tornar realidade, mas claro que não iria era só um sonho. O ódio da Sra.Alana por mim é tão grande que me fez ficar sonhando coisas assustadoras relacionadas a ela, pensei.
- Agora é aula da professora perna de burro – disse eu a Jimi
- Hahahaha! – Jimi começou a achar graça.
- Todos em silêncio! – Sra.Alana chegou gritando na sala, sem nem mesmo nos dar bom dia, foi logo escrevendo na lousa os assuntos que cobraria na prova sobre as teorias Malthusianas, depois de ter escrito todo o assunto no quadro olhou para mim, que por um segundo percebi que seus olhos haviam mudado de verde para escarlate (vermelho-sangue) e voltaram ao normal – Agora Wendy, explique porque a teoria de Malthus foi considerada ultrapassada?
Que raiva dela, tantos alunos na sala e olha logo para mim, claro que eu não iria conseguir responder por causa do maldito déficit de atenção e da minha dislexia, não conseguia ler o que ela havia escrito na lousa as letras não paravam de se mexer.
- Não sei professora – falei a ela como se nem percebesse sua presença, devia ver a cara que ela fez ao ouvir minha resposta.
- Não responda assim para sua professora! Agora para sala da diretora! – Ela saiu comigo me levando pela décima vez esse mês para sala da diretora.
Só que havia algo estranho, ela estava me levando para outro local. Será se a sala da diretora havia mudado de lugar?...Resolvi perguntar, mas já era tarde de mais. Sra.Alana estava se transformando em algo muito estranho, a sua pele... Estava muito branca parecia que seu sangue havia se transportado para seus olhos ao invés de ter olhos verdes naquela cara medonha havia olhos vermelhos sangue.
- Ah meu deus! Uma vampira – disse, até notar suas pernas... Era como no sonho sua perna esquerda era marrom e peluda, com um casco de burro e a direita tinha o formato de uma perna humana, mas era feita de bronze – Mas que...? – perguntei desesperada, não esperei pela resposta, alguma coisa de bom ela não queria fazer então sai correndo o mais rápido que pude até me ver em um beco escuro e sem saída.
- Semideusa to... – sua voz falhou depois ela virou areia dourada e por trás dela vi Jimi com uma adaga.
- O que está acontecendo aqui? – perguntei assustada pelo que tinha acabado de presenciar. Estava muito confusa com tudo isso e tudo que podia fazer era confiar no meu amigo.
- Não a tempo, me siga – já estávamos correndo para pegar um taxi.
- Para onde vamos? – perguntei, mas assustada ainda.
- Para sua casa pegar suas coisas – falou me puxando para sentar-se no taxi que havíamos pegado.
- Rua Brooklin nº 67
- O que era aquilo? – perguntei, mas tranquila.
- Uma empousa.
- E o que é uma empousa? – ainda curiosa perguntei.
- Um monstro da mitologia grega, Wendy quando chegarmos a sua casa eu te explico tudo. Ok?
- Ta bom – disse desapontada. Eu sou muito curiosa. Depois de uns vinte minutos chegamos finalmente em minha casa.
-Vamos Jimi – disse saindo do carro e correndo para casa, abri a porta e fui direto ao encontro de minha mãe.
- Chegou a hora Jimi? – Perguntou minha mãe.
- Sim, Sra. Lucy.
- Hora de que? – perguntei.
- Ta vamos te explicar tudo – disse Jimi – Sra. Lucy se importaria de ir arrumar as coisas da Wendy para sermos, mas rápidos?
- Pode deixar – disse minha mãe pegando minha mochila e indo para meu quarto.
- Wendy, você é uma semideusa uma filha de um Deus grego com uma mortal, ainda não sabemos quem é seu pai, mas cremos que logo você será reclamada por ele.
- Como assim? – perguntei.
- Você tem sangue imortal nas veias!
- Estou muito confusa. Então quer dizer que meu pai é um Deus e que Deuses gregos existem? – perguntei.
- Exatamente.
- Mas porque ele nunca veio me visitar ou algo do tipo? – estava indignada, meu pai era um Deus, mas nunca tinha vindo me visitar ou ajudar minha mãe nas despesas.
- Os Deuses são muito ocupados e não podem interferir na vida de seus filhos com mortais – Jimi me explicou.
- Isso não é justo! – disse.
- Eu sei, mas são regras – me explicou novamente – Regras são feitas para serem cumpridas. Entenda isso Wendy.
- Vou tentar suportar essa injustiça – falei indignada.
- Ok – falou Jimi
- Mas afinal para onde estamos indo?
- Para um acampamento chamado de meio-sangue especialmente criado para vocês semideus, lá só entra quem tem sangue imortal, no caso sua mãe vai ficar – disse Jame.
Minha mãe já estava ao meu lado.
- Vá Wendy, de agora em diante confie em seu amigo como você confia em sua mãe – disse minha mãe me dando um abraço e colocando em meus braços a minha mochila – Leve isto com você – ela me deu uma pulseira fina com quadradinhos negros e a prendeu em meu braço direito.
- Tchau – disse quase chorando.
- Tchau – disse ela.
Jimi já estava no taxi, que havia nos levado em minha casa, me esperando. Entrei no carro e me acomodei no banco, exausta.
- Estreito de Long Island – disse Jimi ao motorista.
Então para o tal do acampamento meio-sangue que Jimi havia falado, já estávamos a caminho.
Notas finais
Comentem pf pf ;)
Fale com o autor