Uma Semana Bem Estranha...

13 Capítulo 11 - Quarta


Notas iniciais
Ei, eu nem demorei tá, eu só me atrasei 1 Dia! UM DIA! Tá parei!
E sobre o capítulo ele deve estar mudando o humor bastantes, pois assim eu faço um capítulo em dois dias, mas quando eu havia feito quase todo esse capítulo eu esqueci de salvar e fiquei em luto, e só voltei a escrever hoje! :P

PDV Travis

Concentrar todas as minhas forças em uma pegadinha não estava dando certo, pois eu só conseguia me lembrar de pegadinhas antigas e não conseguia bolar uma nova. Quando o Connor chegou com uma caderneta e um lápis começou a rir sem motivo nenhum, e quando eu olhei pra ele, ele apenas mexeu a mão como se disesse ‘esquece’’ então esqueci mesmo.

— E então alguma coisa? – perguntou abrindo a caderneta e ajeitando o lápis na mão.

— Nada – falei emburrado.

— Hum, quem sabe nós poderíamos colocar sabão no piso do Chalé de Apolo?

— Não, muito comum, fizemos isso no Chalé de Ares.

— Ah é, tinha me esquecido – disse colocando a mão no queixo.

— Que tal colocarmos tinta de polvo nas canetas do Chalé de Athena, para quando eles usarem explodirem?

— Negativo, pois pelo que eu me lembre fizemos algo parecido no verão passado.

Assenti tristemente, e percebi que nossas idéias haviam acabado, e justamente quando mais precisávamos delas. Precisávamos de uma tão marcante quanto à guerra contra Cronos. É talvez nem tanto, mas algo que chegasse bem próximo.

— Já sei – gritei estalando os dedos – que tal colocarmos um encanto para quando as filhas de Ares saírem do chalé fiquem com vestidos com tutu e sapatilhas de bailarina?

— Perfeito, e os filhos de Ares com aquelas roupas coladinhas de bailarinos? – gritou Connor em resposta com um grande sorriso.

— Bate aqui, irmão, já temos nossa pegadinha – exclamei, enquanto batíamos nosso toque secreto, que fazíamos meio que próximos até que ouvi um sussurro vindo da frente do chalé:

— Eu sempre soube que ela tinha um namorado, desde o momento que ela me recusou, mas não imaginava que era justamente o Travis.

Quase vomitei ao ouvir essa informação, e fui ver quem era o idiota morto que havia falado aquilo e vi um garoto de cabelos loiros e olhos azuis, possivelmente filho de Apolo, junto de seu irmão, Will, que me olhava com reprovação por algum motivo que eu não sabia.

— Não, não e não – gritou o Connor indo em disparada até os filhos de Apolo – o Travis só é um amigo.

— Mas eu vi vocês se beijando – respondeu fazendo a mim e meu irmão quase vomitarmos de novo de tanto nojo.

— Não, não e não, nós só estávamos fazendo um toque, assim – falou Connor me chamando com a mão para fazermos o nosso toque, e assim fizemos.

— É talvez vocês não sejam namorados, mas – pausa dramática – você quer sair comigo, Connie?

Depois desse pedido um tanto inusitado, eu quase cai na gargalhada enquanto o Connor, ou melhor, Connie, fazia um monte de caretas bizarras, até que uma linda garota, de cabelos pretos e olhos azuis claros, saiu do banheiro, e pelo jeito, ela havia acabado de lavar os cabelos.

— Oh, me desculpe, eu não queria atrapalhar – falou indo em direção à porta dos fundos.

— Ah não, você não atrapalhou nada – disse para a garota mas depois olhou para o Connor – eu ainda quero um sim, Connie – e depois virou para a garota – quer passear Penny? – falou surpreendendo a mim, que não imaginava que a Penny que o Connor falava fosse tão bonita, mas eu ainda preferia a minha Katie.

— Ah, claro, vamos Mark – falou, mas antes de sair deu uma piscadinha para o Connor, expulsando automaticamente o Will.

— Ufa, ainda bem que a Penny apareceu, parece que estamos devendo uma a ela.

— Não, só você está devendo ela e a mim também!

— Ué, por quê? – falou passando o peso para o pé direito e colocando as mãos na cintura que nem uma garota.

— É.. porque... você – tentei falar, mas não resisti e cai na gargalhada, mas eu ri tanto que até me joguei em uma cama qualquer contudo.

— Ei, por que você está rindo? – falou fazendo cara de confuso, ainda naquela pose.

— É... que você.... tá parecendo.. uma garotinha mimada!! – exclamei a última parte só para ver se ele entendia a indireta.

— Urgh – disse mudando de posição e cruzando os braços com a cara séria – mas ainda assim, por que eu estou te devendo?

— Está me devendo porque fui eu que te lembrei que você está desaparecido!

— Ahh, é verdade – falou fazendo uma cara pensativa – depois você escolhe o item de algum deus para eu furtar e nós ficamos kits, ok?

— Ok, e já que estamos aqui vamos logo pensar como podemos fazer esse encanto.

— Ah, isso é fácil, se lembra que do livro que nós ganhamos do papai – assenti – então, aquele livro tinha vários encantos, e eu acho que se misturamos umas coisinhas vai dar exatamente hilário, como sempre é!

— Ah é, me lembrei, mas onde você deixou ele?

— Eu te dei antes de vir pra cá.

— Não, eu havia dado ele pra você!

— Não, o livro está com você!

— Não, com você!

— Não, ele estava com você, eu até me lembro que você jogou ele em cima da minha cama, só para marca-lá, então vamos lá pegar ele!

Dito isso marchou até a porta dos fundos e foi em direção ao Chalé de Hemes,e eu segui ele, até que no meio do caminho me lembrei do que eu fiz com o livro, e me arrependi instantaneamente (N/Drew: nem sabia que você conhecia essa palavra...).

— Cara, eu to me lembrando, e eu acho que deixei o livro dentro da tua mochila.

— Só um segundo, qual mochila? Porque tem a que nós guardamos os itens furtados mais caros, os objetos que negociamos com os deuses, a que fica com itens dos campistas que furtamos, a que tem refrigerantes que nunca descongelam...

— Nenhuma dessas, aquela que você levou quando foi para o Chalé de Afrodite!

— Tem certeza, eu não levei mochila nenhuma!

Notas finais
Então o que vocês acham que aconteceu com amochila? Digam ( ou melhor, escrevam) o que acharam do capítulo, o que precisa melhorar, o que pode acontecer!!
E saibam, reviews são muito bem vindos, e se uma recomendação aparecer esse capítulo sai mais rápido do que os Stoll fugindo de uma Clarisse humilhada!!
bjs, até a próxima!!