Uma Segunda Chance para Viver
6 Capítulo 6 - 5º O Duelo
Notas iniciais
Tom acordou de manhã na tarde de sábado com risos vindo da sala comum, dos monitores chefes. Ele agarrou a capa preta e saiu para a sala com o rosto sem emoção, mas quem reparasse bem via um leve tom avermelhado em seus olhos. Imediatamente viu três garotas Lufa-lufa, uma das quais era Gabriella Eldritch, monitora-chefe das meninas.
- Então, Tom. — disse Gabriella, — Nós ouvimos que você escolheu finalmente uma namorada. — As outras duas meninas no fundo deram uma risadinha.
- Eu não tenho idéia do que está falando. — ele respondeu com uma voz fria.
- Aquela aluna, transferida qual seu nome... — Ela perguntou a suas amigas.
- Hermione Lambert. — disse uma delas.
- Oh, a nascido trouxa. Quem veio com essa história? — Perguntou ele calmamente, mas com vontade de lançar a maldição Cruciatus sobre elas.
- Eu vi vocês dançando na noite passada. Então eu ouvi Malfoy falar sobre isso no café da manhã. Como todo mundo sabe que ele é um dos seus amigos, todos acreditaram nele. — respondeu ela com naturalidade.
- Bem, ele estava enganado. Vou ter de lhe perguntar sobre isso mais tarde. — ele disse com um tom de aço mesmo Ronald Weasley teria notado isso.
No entanto, Gabriella Eldritch não era Ronald Weasley e não notou nada.
- Eu não sei por que você quer manter isso em segredo. — disse ela verdadeiramente. – Todos nós sabemos como a levou até a enfermaria no dia que ela chegou e a ajudou com a terrível história da morte de seus pais na França, e isto é tão romântico. – As garotas riram.
- O que você disse? — Questionou para ela com uma voz perigosa.
- Você quer dizer que não é verdade? Nós ouvimos de uma fonte muito confiável... — ela disse, antes de sair ficando fora da expressão furiosa do garoto.
Tom ficou em silêncio por alguns momentos enquanto tentava se acalmar. Finalmente, ele disse.
— Eu não me importo de quem você ouviu e certamente a maioria do que dizem não é verdade. Eu mal sei quem ela é. E seria melhor você não ser a fonte de alguma fofoca mais sobre mim. Você pode se arrepender. — Friamente ele terminou sussurrando as ultimas palavras para a outra monitora, antes de caminhar calmamente de volta para seu quarto.
As amigas da Gabriela riram nervosamente, para a monitora-chefe, ela ficou em silêncio e sentou-se congelada no sofá, excessivamente assustada com o aviso de Tom.
Decidindo que não havia nada mais a ser feito sobre o boato no momento, Tom vestiu-se e foi para a biblioteca. Não havia nenhuma maneira que ele deixasse a sangue — ruim começar o ano a sua frente, especialmente quando eles tinham que fazer um projeto juntos.
Quando ele chegou, a biblioteca esta estava deserta, exceto por Hermione que estava sentada em um canto cercada de livros. Apreciando as escolhas de seus livros, Tom percebeu que em sua maioria eram de venenos, magia negra, doenças mágicas, e maldições. Hermione olhou para cima, empalideceu, e murmurou um feitiço. Quando Tom olhou para ela e seus livros outra vez, viu só os livros a Guerra dos Duendes e Hogwarts, Uma História.
Tom pensou em fingir que ele não tinha percebido suas escolhas de leitura, decidiu contra este pensamento.
- Planejamento é matar alguém, Lambert? — Questionou para ela, um olhar de enfado casual característico dele.
- O que você está falando? — Perguntou para ele — Eu só estou atualizando a minha memória na Guerra dos Duendes. É a minha área mais fraca em História da Magia – respondeu com um pouco de apreensão na voz.
- Realmente. Eu podia jurar que vi uma cópia de Maldições Fatais e venenos poderosos em ação. Escolhas estranhas para aula de História. – disse sarcasticamente.
- Não é da sua conta qualquer coisa que eu leio, não tinha que tomar conta dos alunos somente da Sonserina e não de outras casas? — Perguntou ela com raiva.
- Tentando mudar de assunto? Eu não estava lhe acusando de nada. Como chefe dos monitores, eu tenho que olhar para todos, assim como manter o bem-estar físico e mental dos alunos, não apenas dos sonserinos. – falou sem emoção.
- Minhas faculdades mentais são ótimas, Riddle. — ela respondeu. Ela colocou seus livros na bolsa, se levantou, com um brilho no olhar e empinando seu nariz, não deu um efeito impressionante como queria, ela tinha pelo menos seis centímetros a menos que Tom, e saiu fora da biblioteca pisando firme para o salão da Grifinória.
Tom caminhou até a janela e olhou friamente para fora. “Ela é razoavelmente inteligente, tão Grifinória que me faz mal. Pelos seus comentários ela tem mais conhecimento de Hogwarts e de mim do que deveria ter, mesmo que ela lesse Hogwarts uma história vinte vezes. Seus conhecimentos de magia é muito maior do que deveria já que ela sempre estudou em casa e por seus pais serem trouxas. E ela também não teria acesso a vários livros que daria ela um certo conhecimento e existem apenas sete usos para o sangue de dragão. – Ele não sabia o que Hermione tinha inventado e o que era verdade, mas estava determinado a descobrir.
Colocou as mãos nos bolsos e puxou uma pequena estatueta de ônix de uma cobra. Ele colocou na beirada da janela e apontou a varinha para ela. A figura imediatamente ganhou vida, à procura de algo para morder. Em Hogwarts e Hogsmeade alunos da Sonserina saltaram, agarrando algo em seus bolsos. Tom desceu para a masmorra da Sonserina.
Dez minutos mais tarde, doze estudantes estavam sentados silenciosamente em uma sala fria em uma longa passagem esquecida nas masmorras.
- Qual é a razão para esse encontro, meu Senhor? — Perguntado Abraxas Malfoy.
- Vocês já notaram a aluna transferida da Grifinória? — perguntou Tom baixinho.
- É claro, quem não notou? Ela é até gostosinha. — Respondeu Lestrange, malicioso.
- Eu não pedi seus comentários idiotas. — Tom Respondeu áspero, fazendo o rapaz se esconder no susto — O motivo pelo qual me desagrada nela é que a sangue- ruim atreve a desafiar-me. Ela vem mentindo sobre seu passado e deve ter alguma razão para isso. A partir de agora, alguém estará observando-a constantemente, desde o momento que ela sai do salão comunal até quando voltar para lá. Vocês me entenderam?
- Sim, meu Senhor.- o grupo entoou.
- Isso é tudo. Tome cuidado para não sair juntos. No ano passado eu fui forçado a lançar um Obliviate em um estudante curioso, eu não quero ter que tomar estas medidas novamente ou alguém pagara por isto. — alertou ele – Malfoy você fica. – disse com a voz gélida o garoto gelou a espinha.
- Sim meu senhor? — disse com a voz trêmula.
- Fiquei sabendo que você andou ajudando a espalhar boatos sobre mim! — Tom falou na sua voz mais perigosa, não era uma pergunta era uma confirmação.
- N... Não m...s..senhor – gaguejou o loiro.
- Me chama de mentiroso? — disse mais baixo ainda.
- N... Não.
- Então é verdade? – disse com sarcasmo brincando com sua varinha casualmente.
-...
- Você sabe como odeio que meu nome fique na boca destas corjas, e você um servo fiel a mim, ousa ajuda-los? Você me decepciona Malfoy e você sabe que eu não gosto de me decepcionar, não?
Abraxas já estava mais pálido do uma pessoa podia ficar, tremia dos pés a cabeça, e mantinha-se ajoelhado com a cabeça baixa entre as pernas.
- Não irá acontecer novamente meu senhor. – disse quase com lágrimas. Tom gostava da sensação de poder que tomava conta dele nestas ocasiões, ele um mestiço, pobre e órfão tinha ajoelhados aos seus pés um dos herdeiros da maior fortuna bruxa. Tom amava o poder.
- Não irá mesmo, dei-me sua varinha. – falou para o rapaz a a seus pés, Tom falou um encantamento e devolveu a varinha a ele, depois falou mais uns feitiços apontando sua varinha para Malfoy – Agora toda vez que você pensar em falar de mim se lembrará da dor que vai sentir. – falou calmamente e estava a porta da sala quando completou – Tenha uma boa ida até a cozinha. – e saiu.
Malfoy não entendeu primeiramente o que aconteceu, até sentir sua boca totalmente seca, era como se não bebesse água há semanas, sua garganta queimava como ferro em brasa, tentou conjurar Aguamente em sua varinha, mas nada saia dela, Assim começou sua jornada até a cozinha vagarosamente, pois toda vez que respirava lhe doía o pulmão. Com certeza nunca mais irritaria Tom Riddler.
Depois de sua briga com Tom, Hermione teve um final de semana muito tranquilo. Ela não tinha nenhum trabalho a fazer ou preparar-se para algum teste. Na segunda-feira, no entanto, a vida ficou mais difícil para ela desde que tinha sido atacada no Ministério.
Sua primeira aula do dia era de Defesa Contra as Artes das Trevas, ministrado por Galatea Merrythought.
- Bom- dia a todos. — Profª Merrythought disse. — Desde que vocês são todos muito experientes do que eu me lembro de seus anos anteriores, eu decidi começar com o duelo, possivelmente a coisa mais útil para o estudo, em minha opinião. Oh , nós temos uma nova aluna. — Disse — Deve ser a Srta. Lambert, estou certa?- perguntou jovialmente olhando para Hermione.
- Sim professora.
- Você tem experiência em duelo, senhorita Lambert?
-Um pouco – disse timidamente, ainda bem que tive aulas com Dumbledore e li muitas coisas antes de vim para cá pensou Hermione.
- Bem, esta será uma boa maneira para eu ver como vocês estão avançados. Todos do lado direito. — ela ordenou – Vamos fazer os pares.
Hermione terminou com Andrew Macmillan, Lufa-Lufa.
- Agora vocês sabem todas as regras, não pode feitiços permanentes ou prejudiciais, somente desativar seu único adversário. Pela primeira rodada, vocês vão duelar no mesmo tempo. Na contagem de três, começar. Um ... dois ... três! — Merrythought gritou.
Hermione se conteve imediatamente em desarmá-lo. Ela bloqueou um feitiço em primeiro lugar, ele falhou em um Estupefaça,no qual ela se esquivou, então bateu com um Expelliarmus fraco para o duelo final.
Do outro lado da sala, Tom Riddle tinha abatido seu adversário, o monitor da Corvinal, com um impedimenta rápida, depois ele simplesmente lançou um Accio na varinha do menino. Então ele viu o duelo inexpressivo de Hermione e espantou que ela ainda não tinha conseguido vencer Macmillan, a menos que ela estava tentando esconder suas habilidades, que era muito possível, pensou ele, com base na expressão do seu rosto.
- Muito bom, agora vamos ver quem continua? – falou a professora — Sr. Riddle, não há surpresa, o Sr. Malfoy, Srta. Eldritch, Srta. McGonagall, Sr. Wood e Srta. Lambert. Tudo bem, os dois monitores- chefes, o Sr. Malfoy e a Srt. McGonagall e o Sr. Wood e Srt. Lambert. Serão os duelos da próxima rodada. Vamos para o primeiro. – a professora apontou para Abraxas e Minerva.
Foi um duelo muito curto. No segundo ataque, Malfoy lançou um feitiço de sufocar em Minerva que agarrou em seu pescoço sufocando. A professora Merrythought lançou um rápido Finite Incantatem em Minerva, e disse com raiva de Malfoy.
- Quinze pontos da Sonserina e está desqualificado, que foi completamente desnecessário. Querida Minerva, por que você não vai a enfermaria e ver se têm algo que Marta pode fazer com esta contusão? — Minerva se retirou — Em seguida, o Sr. Wood e Srta. Lambert.
Os dois foram para a frente da sala
- Boa sorte, Hermione. — Jason disse com um sorriso. — Você vai precisar dela. — brincou.
- Tenho certeza — ela respondeu com uma risada, pensando como improvável era que ela precisasse de sorte. Curvou-se e começaram. Jason era definitivamente melhor do que Macmillan, mas nada comparado aos Comensais da Morte que Hermione tinha lutado. Mais uma vez, ela bloqueou vários feitiços, e lançou alguns que Jason tentava desviar, mas quase não dando chance ao garoto, antes de termina com ele com um Liga Corpus.
- Impressionante senhorita Lambert – comentou a professora – mas vale a pena lembrar que quando estiver na frente de um adversário que quer mata-la ele não te dará tempo para entrar em uma boa fase. Agora, o nosso último par. Comece quando estiver pronto. — ordenou Professora Merrythought.
Gabriella tinha um olhar assustado em seu rosto. Ela estava tremendo quando ela subiu na plataforma e evitava até mesmo olhar seu oponente que era Tom.
Tom decidiu brincar com a Monitora-Chefe. Primeiro um Tarantallegra então um fraco Petrificus Totalus que durou alguns segundos. Então ele lançou um feitiço com uma luz verde como o Avada Kedavra. Parecia que Gabriella estava prestes a desmaiar de medo. Quando Tom finalmente cansado da brincadeira, ele lançou um Estupefaça único. E acabou.
"Eu gostaria que fosse um Cruciatus," Tom pensou.
Tom não percebeu que chamou a atenção de mais alguém na sala. Hermione estava ciente de que ele estava brincando com a garota, como ele gostava de fazer com suas vitimas antes de mata-las.
- Bem, parece que temos apenas dois alunos na final. — disse Merrythought alegremente.
Hermione subiu à plataforma na frente da sala. Tom curvou-se, Hermione não, escolheu apenas inclinar a cabeça, lembrando que Harry lhe tinha dito sobre o duelo no cemitério. A expressão calma de Tom hesitou por um momento, sua raiva contra o insulto mostrando em seu rosto. Hermione se concentrou, agora preciso de sorte pensou, estava assustada. Ela iria duelar com o maior bruxo das trevas do último tempo.
- Um, dois, três! — Gritou a professora.
Instantaneamente Tom disparou um feitiço para Hermione, que ela facilmente se esquivou ao moldar obsidione (bloqueio em Latim).
Tom respondeu imediatamente com um feitiço silencioso. Hermione respondeu a mesma altura, também lançando a ele feitiços silenciosos. Com ambos não falando os feitiços a sala ficou em silêncio, todos admirando o incrível duelo, os únicos sons era dos feitiços cortando o ar.
Depois de vários feitiços bloqueados, Tom conseguiu retirar a varinha da Hermione com sucesso, deixando-a sem defesa aparente. Hermione estava inalterada no entanto, ao invés de se encolher diante dele, ela começou a lançar mais intensamente a magia silenciosa. Os alunos e a professora suspiraram em admiração, Tom, porém ficou furioso.
Hermione olhou para seu rosto e pela primeira vez ali não viu o rosto de Tom mais sim de Lord Voldemort, o rosto que inspira medo. Tom tinha um ar assassino, os olhos brilhando com um sorriso maligno. Ela sabia que ele não teria nenhum escrúpulo em matar dada a oportunidade. Ela parou por alguns segundos renovando sua determinação, este não era mais o irritante monitor-chefe e sim o assassino dos pais do seu amigo, de pessoas boas e que queria destruir os nascidos- trouxas iguais a ela, com isso Hermione começou a lançar magias que nunca se atreveria a lançar em sala.
- Myrkurogskuggar! – gritou ela. Uma luz zul escura saiu de sua varinha, antes de atingir Tom, ele gritou.
- Ljós! – Uma luz amarela clara saiu de sua varinha e se escontrou com a de Hermione expludindo os feitiços no ar. Agora não eram mais feitiços silenciosos e simples.
Hermione aproveitou este tempo para gritar
- Sjóðandivatn. – e um muro de água fervente formou-se em frente a Hermione, com mais um movimento ela lançou a Tom.
- Hrattþurrkun. – falou Tom fazendo água se secar instantaneamente.
Os outros alunos assistiam tudo em choque. Eles nunca ouviram falar deste tipo de mágica antes nem ao menos sabiam a língua que eles estavam usando. A partir da barrareira de água fervente ambos começou a lançar temporariamente feitiços das trevas, mesclados a outros menos ofensivos, mas isto daria tempo para desarmar Hermione.
- Eilífasársauka – começou Tom.
- Isso é o bastante para vocês dois! — disse a professora Merrythought, que não tinha ideia do que estava prestes a acontecer. Hermione em choque, Tom atrevia-se a usar tal magia terrível na clara visão do professor, correu para fora da plataforma.
- Muito impressionante vocês dois. Lambert, você está mais do que preparada para participar desta aula. — a professora declarou. — Tudo bem, isso é tudo que eu tinha planejado para hoje. Até quarta-feira. Vocês estão dispensados.
Hermione parou por um instante, depois correu para seu dormitório. Ela estava com raiva de si mesma do modo que não compreendeu verdadeiramente que ele já era Lord Voldemort em muitos aspectos.
"E pensar que eu realmente dancei com ele, o bastardo do mal.",pensou ela, formando lágrimas de raiva. Ela finalmente percebeu que só havia uma escolha a ser feita. Tom nunca iria mudar, por isso iria fazer o que precisava ser feito para garantir o futuro do Mundo Mágico. Não decepcionaria Dumbledore, tinha uma missão e iria cumpri-la.
Tom saiu furioso, mas não de si mesmo. Pela primeira vez desde que chegou a Hogwarts, ele não tinha ganhado. Tom Servolo Riddle sempre venceu, o empate era o mesmo que perder para ele. Ele pensou fora de salas de aula sobre o duelo.
Logo ele começou o planejar seus próximos passos com relação a Hermione. Quase que imediatamente, ele chegou a uma conclusão, ele tinha apenas duas escolhas. Ou mata-la talvez envenenada, – disse frio – mas seus conhecimentos pode vim a ser útil para mim, então só me resta uma opção. Eu ganhar a confiança dela. – sorriu sarcástico.
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