Uma Segunda Chance para Viver

31 Capítulo 31- 30ºRapto e Confissões


Notas iniciais
Gente muito obrigada por todos os comentarios e peço desculpas por não responder a todos, mais eu leio e os adoro. Obrigado pelas indicações, toda vez que vejo uma Indicação novo meu coração quase sai pela boca, obrigada meninas.

Bem, tem recados importantes no final não esqueçam de ler e me responder, certo? Sera muito importante.

Assim que a mensagem foi compreendida algo que não durou nem dez segundos, vários convidados desapartarão, perceberam então que a proteção ao redor da Toca havia caído, pois até então não poderia aparatar ali dentro. No mesmo instante, vultos negros e encapuzados encheram a tenda, e raios de luzes, verdes, vermelhas e roxas cortavam o espaço.

Hermione se esgueirava dos flashs, quando sentiu uma mão agarrar a sua.

-Por aqui Mi! – era Harry que com a outra arrastava Gina.

-Cadê o Rony? – perguntou aflita.

-Do outro lado do salão – eles iam de encontro com a saída, Harry sabia que ele e Hermione eram os que os comensais queriam e atrai-los para fora era método de deixar mais pessoas inocentes fugir.

Um barulho de explosão foi escutado próximo a eles e viram a parte frontal da tenda caindo, tampando o local da saída.

-Vamos desapartar para fora! – gritou ela se desviando de uma maldição que lhe acertou o ombro de raspão.

Ela se concentrou mais nada aconteceu, olhou para o lado Harry também não conseguiu e a olhava sem entender, Gina olhava para frente com o olhar parado como se visse a um fantasma ou a própria morte. Reunindo coragem para olhar para o que Gina olhava, Hermione e Harry se viraram.

Os dois congelaram e sentiram um frio passar por suas espinhas. Todos da família Weasley e mais Lupim, Tonks , Minerva e Hagrid que eram membros da Ordem, estavam sendo segurados por comensais e varinhas estavam em seus pescoços.

Os comensais cada um com um e eles com olhares vidrados, pareciam que tinham recebidos um Petrifico Totalis, mas ao contrario do que acontecia com o feitiço eles estavam em pé, com se estivessem amarrados com cordas invisíveis, e seus olhos remexiam de um lado para outro, mostrando que ouviam e viam tudo ao redor. Os flashs de luzes já não existiam, pois tinham pegado as pessoas que queriam obviamente como refém.

-O que é isto? – Perguntou Harry, sua voz tremida com visível medo.

Antes que Hermione pudesse responder uma voz fria, baixa soou na parte que estava ainda de pé da tenda atrás deles. Ela gelou, conhecia aquela, a mesma que instantes atrás falou que ela seria dele. Pavor era única coisa que sentia.

-Os desarmem, tragam todos para cá – e conforme a voz falava um bruxo alto, com vestes de comensal entrava – pegue aquela ali também – disse apontando para Gina que estava congelada ao lado de Harry.

-NÃO!- Harry gritou desesperado, entrando em frente a Gina em sinal de proteção – não deixarei leva – la!

-Não seja ridículo garoto – disse uma voz arrastada, tanto Hermione e Harry souberam que só podia ser de Lucios Malfoy – ira lutar contra todos nós?- concluiu com zombaria.

Harry olhou em volta, eram cerca de trinta Comensais, saberia que não teria chance, mesmo sendo ele e Hermione, já estavam cercados, mais não se renderiam tão fácil.

-Posso não sobreviver mais morrei lutando! – disse com bravura.

Hermione olhou para o amigo assustada, era isto que admirava em Harry ele era corajoso, não temia morrer por aquilo que acreditava, nem por alguém que amava, vendo este ato, Hermione se sentiu orgulhosa e honrada de ter um amigo como ele, nunca decepcionaria Harry, faria assim como ele qualquer coisa pelas pessoas que ela amava.

-É tão Grifinólio isto! – falou o homem que entrou por ultimo – chega a ser patético! – assim que concluiu Harry sentiu seus ossos gelarem e seus olhos vidrarem, assim como os outros Harry também ficou paralisado.

-HARRY!!HARRY!!!- Hermione chamava o amigo, agora estava sozinha, só ela e mais de vinte e cinco Comensais. Um medo invadiu sua mente, um frio passou por sua espinha e sentiu uma dor de ansiedade ao pé da barriga. O que farai? O que eles queriam? Mais algo dentro de si sabia, ela sabia as respostas só não queria admiti-las.

Mesmo sem feitiço Hermione ficou ali parada, vendo dois encapuzados levarem Harry e Gina para junto dos outros Weasley e membros da Ordem. Ela não conseguia se mover o medo a dominava, nunca em todo sua vida se sentiu tão vulnerável, frágil e apavorada. Sabia que seu fim estava próximo. Os outros ficaram em um semi-ciuculo, até mesmo Fleur e Gui estavam ali.

-E ela Mil... – um encapuzado parou no meu de sua fala lembrando-se que não poderia chamar seu mestre de Milord – Senhor, o que faremos com esta sangue –ruim?

-Nada, enquanto os outros estiverem sobre nosso poder ela será inofensiva –respondeu sem emoção.

-O que quer?- Hermione perguntou – Deixo-os em paz!!! Você quer a mim! Então leve-me e os deixem!!! – falava nervosa, com o pequeno sinal de coragem que ainda a restava, mais suas pernas não se moviam ficando no meio do semi- circulo dos Weasleys. Os comensais estavam atrás deles.

-Sabe, eu não sei se te ensinaram, mais mentir e enganar é feio – falou o encapuzado que era líder do grupo se aproximando dela.

-Eu aprendi isto com o mestre – respondeu ríspida, e com escarnio. Sabia que iria morrer. Não daria o gosto de morrer sendo humilhada.

-Com certeza ele te ensinou bem, normalmente eu não me engano – respondeu ainda mais próximo.

-O que quer?- voltou a perguntar com a voz ainda mais alta e bem mais firme.

-Te fazer sofrer, vendo seus amiguinhos traidores de sangue sofrerem e depois te matar de um jeito lento e dolorido – respondeu ele com a voz gélida, mais com um tom que demostrava divertimento na tortura que seguiria a frente.

Assim que terminou de falar, todos que ali estavam de refém recebeu a maldição Crucio, foi tão intensa que os gritos romperam a barreia do feitiço e deu para ser ouvido, o clamor de desespero enquanto sentiam a dor os rasgando sem poder se mexerem era demasiadamente desesperador.

-Não por favor !! Não !! Pare!! – Hermione gritava descontrolada, ouvindo o grito de Rony e Harry principalmente, ela se segurava para não partir para cima dele, sabia que morreria no mesmo instante, mais era horrível ver seus amigos sofrerem daquela maneira.

-Sabe por que eles estão sendo torturados Hermione? Você sabe? – perguntou ainda mais alto para ultrapassar o barulho dos gritos. Hermione negou com a cabeça. – Por sua culpa, somente por sua culpa e daquele velho caduco – disse como se tivesse falando de alguém podre tamanha era seu desprezo por Dumbledore, a tortura já havia sessado e ele continuou a falar – Aquele velho acha que têm o direito de brincar com as vidas das pessoas, ele acha que pode mudar o passado e fazer um novo futuro, patético é isso que ele é! – Gritou as ultimas palavras.

Hermione continuava no centro do circulo, os Weasley e os Membros da Ordem e Harry tinham a respiração acelerada, e o corpo tremulo um dos efeitos da Maldição que os atingiram, o encapuzado agora estava de frente a Hermione que olhava para seus amigos com lagrimas caindo de seu rosto.

-Você achou que realmente aquele plano daria certo?- disse ao pé de seu ouvido segurando um maço de seus cabelos e levando ao nariz para inalar o cheiro doce que nele estava- Você por um momento achou que eu seria estupido o suficiente para largar meus planos por sua causa? — sua voz era fria de desprezo – uma sangue-ruim , desaforenta, uma rata de biblioteca que ao menos é bonita? – gargalhou alto soltando seus cabelos – Ah, Hermione sua inocência chega a ser ridícula – falou com escarnio dando as costas a ela fazendo vários comensais rirem, mesmo sem entender.

Hermione tentava de todas as maneiras não deixar lagrimas escorrer, mais era uma batalha que perdia, não conseguia lutar contra elas. A dor que sentia em ouvir palavras tão baixas e humilhantes de uma pessoa que amou era demais, um buraco crescia dentro do seu peito, como se uma adaga o ultrapassa-se.

-Me deixa em paz! – reuniu um pouco de sua força para gritar a ele.

Voldemort simplesmente gargalhou.

-Deixa-la em paz? Não! quero vê-la morta! – disse e no mesmo instante Hermione caiu a seus pés gritando e se contorcendo em dor, uma Crucio dele a atingiu e era como se mil facas atravessassem seu corpo e depois como se sua pele toda estivesse queimando.

Gritava, gritava alto mais a única coisa que realmente se preocupava era seu filho, não queria perde-lo, não podia perdê-lo.

-PARE!!! – Harry gritava – PARE!!!

-Não Potter Hermione sofrera, por tudo que ela me fez, ninguém brinca comigo! – respondeu e aumentou ainda mais a força do feitiço, fazendo Hermione começar a sangrar pelo nariz, só então ele parou.

Os Weasley, Minerva, Tonks, Lupim e Harry estavam chocados com a frieza do homem ali presente e o ódio que ele sentia de Hermione. Quem era ele que tinha uma áurea extremamente negra? E com um poder enorme? Podiam sentir radiando dele, e os outros comensais o obedeciam cegamente até mesmo os grandes do circulo restrito de Voldemort.

-Solte-a!! Vai mata-la – disse a Sra. Weasley – por Merlin, não a machuque!! – Pediu a senhora em prantos.

-Uma coisa que não sou, é piedoso – respondeu com sua voz ainda baixa – Ah! Mais um convidado chegou, junte-se a nós Dumbledore – falou e no mesmo instante o diretor surgiu a frente dele, todos se admiraram por ele não temer a Dumbledore, por ao contrario parecia que o aguardava.

-Boa noite Tom- cumprimentou o diretor com a voz calma de sempre – vejo que acabou com um casamento e devo realmente admitir que seu plano e seus feitiços foram muito bem feito e elaborado – comentou com a mesma voz serena de sempre.

-Não me venha com seus elogios Alvo, eu não preciso deles – disse com escarnio – só lhe permitir ultrapassar meu feitiço de proteção para que você possa assistir de camarote o que um de seus brilhantes planos causou a uma jovem que acreditou de mais nele – falou olhando para Hermione que estava caída no chão, mais consciente apesar da dor que ainda sentia em seu corpo e com a cabeça erguida observava o dialogo dos dois maiores bruxos ali presente.

-Se você me culpa por isso, a deixe ir e me torture em seu lugar, Tom – ofereceu-se o diretor.

-Não me faça rir, Alvo. Você aguentaria algumas torturas tranquilamente e mais como um bom Grifinólio que é, o pior para você e sua consciência, e a pior coisa que possa te acontecer é ver alguém morto por sua culpa, sua exclusiva culpa – respondeu com indiferença.

-Não faça isto Tom, Hermione só é uma adolescente que acreditou e se entregou a um amor, não foi um plano. Não foi proposital o que ela sentiu por você, a deixe! – suplicou o diretor.

Os outros presentes não entendiam nada daquele dialogo que ali ocorria e ambos as partes estavam confusas. Os Weasley também assustados pois entenderam que aquele ser tão poderoso tanto quanto Dumbledore ou até mesmo ao próprio Voldemort, era a pessoa que Hermione se envolveu o pai de seu filho.

Os comensais por saber que ela, uma simples garota, se envolveu com seu mestre e de uma forma tão pura e inocente. Mais um, uma pessoa em particular cujos os olhos não desgrudavam do encapuzados, tinha um olhar enuviado por uma decepção e sentimento de traição que era quase palpável.

Por fração de segundos Hermione cruzou com estes olhos, olhos iguais a duas esmeraldas, olhos que sempre a olhavam com ternura e admiração, agora era só decepção. Hermione não conseguiu os encarar por mais de alguns segundos, sentiu-se pior de quando foi atingida pela crucio, havia decepcionado seu melhor amigo. Havia traído sua confiança e quebrado o laço forte que a unia a ele, e sabia que seria assim com todos que descobrissem a verdade.

Harry desde do momento que o encapuzado entrou na tenda , pode perceber que era Voldemort, sua cicatriz parecia que explodiria, mais não foi só por este motivo. Ele já ficou bem próximo a ele duas vezes e sabia como ele andava e falava, por mais que estivesse encapuzado e seus olhos não brilhassem em um vermelho vivo, sabia que era ele.

Quando ouviu o que Dumbledore disse ” Não faça isto Tom, Hermione só é uma adolescente que acreditou e se entregou a um amor, não foi um plano. Não foi proposital o que ela sentiu por você, a deixe”. Não pode acreditar que seus ouvidos ouviam, como?

Como Hermione se envolveu com Voldemort? Como ela, mesmo sabendo quem ele era se envolveu e chegou a engravidar dele? Nojo, decepção, raiva e tantos outros sentimentos atravessaram a Harry, assim que concluiu que ele estava certo, olhou para a amiga ali caída no centro do circulo a viu o olhando, ela tinha entendido que ele sabia, e viu a vergonha invadir sua face, palavras não precisavam ser ditas, ela o conhecia.

Voltou a olhar a conversa dos maiores bruxos que ainda estavam ali se encarando, se preparando para um duelo.

- Tom, lembre-se de tudo que passaram...

-Cala boca!! – Gritou irado- CALA A BOCA!! Seu velho louco, seu amante de trouxas, tudo isto é por sua culpa!!!

-Então Tom, minha culpa. Fique comigo os deixe – voltou a falar mansamente, Dumbledore não tinha a varinha erguida contra Tom e nem a mostras, Tom também mantinha a sua varinha estendida a Hermione e em nenhum estante apontou ao diretor.

Hermione não queria aquilo, ela sentia-se horrível o suficiente por ter decepcionado ao amigo e ter feito sua segunda família os Weasley de refém juntos com seus amigos da Ordem, não deixaria Dumbledore morrer por ela, não permitiria que por sua ingenuidade, por sua burrice pessoas inocentes morressem, a culpa era dela e se tivesse que morrer por isto, morreria.

Com uma força que nem ao menos sabia que tinha se ergueu, lembrou-se de uma frase que leu em um de seus livro “A morte não é a maior perda da vida. A maior perda da vida é o que morre dentro de nos enquanto vivemos.” E ela se sentia assim, perdeu a admiração e a confiança das pessoas que mais amava, perdeu o único amor de sua vida, seria para sempre uma traidora. A o sentir o gosto da morte na boca deu a ela uma nova perspectiva e coragem.

O importante era ela morrer sendo ela mesma, com orgulho e lutando.

-Não se entregue por mim, diretor! – falou Hermione se erguendo com dificuldade do chão, seu nariz ainda sangrava e mal conseguia ficar em pé. Mais sua voz saiu firme e em seus olhos via-se determinação.

-Olha a sangue-ruim deu-nos o ar de sua graça – Tom falou com desdém. Ela o encarou os fitando nos olhos, podia ver neles o desprezo que ele sentia por ela, mais não amoleceu, aquele homem não era o seu Tom ele era Voldemort.

-Posso ser uma sangue-ruim, sim. E tenho orgulho de minha descendência trouxa, não sou como você um covarde mestiço, que se esconde atrás de uma mascara, e se faz de corajoso sendo que é o mais covarde entre todos! – Gritou ela com grande fúria.

-COMO OUSA FALAR ASSIM – Uma voz feminina cortou o silêncio no fim de suas palavras- SUA IMUNDA!!! Sectussempra!!! – Belatrixatacou Hermione que foi lançada longe e bateu em umas das colunas que sustentavam a tenda.

-Everte Statum- Tom disse fazendo Belatix ser lançada com força no ar, e bater na parede oposta em que Hermione caiu – SUA LOUCA !!!-Gritou ele e dirigiu-se onde Hermione estava desmaiada e com vários cortes profundos que sangravam – Falei para que ninguém a machucassem! – disse irado.

Dumbledore sorriu ao ver Tom se aproximar de Hermione e sussurrar o contra feitiço, Ele ainda a ama. Pensou o diretor.

Tom se abaixou ao lado de Hermione a ajudado, assim que viu que de seus cortes já não saiam sangue, a deixou ali ainda inconsciente. Todos os presentes estavam estupefatos pelo que acabaram de ver, ele atacou a um dos seus para defender Hermione!?

Mais ao mesmo tempo a torturava e dizia querer mata-la! Fora Harry, os outros continuavam a se perguntar quem era aquele que a mais das terríveis comensais temia. E o porquê de defender Hermione? Seus comensais também não entendiam as atitudes de seu mestre.

Assim que Voldemort notou o que fez, uma fúria ainda maior o invadiu. Mais uma vez a sangue-ruim o fez agir por impulso, mais uma vez ela conseguiu fazer ele se sentir vulnerável e pior, na frente de seus submissos! Em um acesso de raiva, segurou forte sua varinha e exclamou.

-Crucio!! – Com toda a raiva que sentia, Hermione começou a se debater e gritar mesmo de olhos fechados, pois ainda estava inconsciente. Voldemort a olhava sem nenhum sentimento aparente, mais por dentro de si algo o fazia sentir-se mal, uma dor como se ele mesmo estivesse recebendo a maldição junto com ela.

-Pare Tom! – Dumbledore falou com a voz mais séria – Pare! ira se arrepender se mata-la!

-Nunca me arrependi, não será agora!!- respondeu. Hermione já havia voltado a sangrar, não só pelo nariz, mais também pelos cortes recentemente curados, por tão forte que estava a maldição que Tom lançava nela.

-Tom! – chamou o diretor alto para que Tom o ouvisse — você não ira querer matar um filho teu! – concluiu o velho.

Não soube explicar nem para si mesmo, o motivo de ter parado de tortura-la, se foi o choque da noticia ou a lembrança que invadiu sua mente.

-Aqui é um ótimo lugar para se forma uma família – disse Hermione observando as crianças.

-Sim por isso escolhi- Tom parou e olhou para onde Hermione olhava – quantos você quer ter?

-Ter oque?

-Filhos. Quantos filhos você quer ter? –perguntou ainda fitando o parque.

-Não sei ...

-Bem eu sempre fui só, nunca tive ninguém e também nunca quis ter filhos – Tom parou e Hermione o olhou em questionamento – mais agora que te conheci estou pensando em ter uns dez – disse sorrindo.

-O QUE?- Hermione gritou – Você esta louco? – perguntou indignada enquanto Tom ria do desespero da noiva.

-Estou, ah Hermione imagina se todos puxarem nossas inteligência e sua beleza teremos os filhos perfeitos – disse ainda rindo.

-Pare de ser bobo, eles terão que puxar a sua beleza, assim eles seriam perfeitos – disse entrando na brincadeira.

-Então quer dizer que aceita ter dez filho meu?

-Não disse que aceitaria ter um filho seu, mais não agora – completou – somo muitos jovens e temos que fazer nossa vida.

Olhou para o diretor com fúria nos olhos.

-Você esta mentindo!! – Bradou – Você só quer que eu não a torture – voltou a apontar a varinha para Hermione, mais não conseguia continuar a tortura-la, a duvida estava em sua mente.

-Não estou Tom, Hermione descobriu duas semanas depois que voltou – ele respondeu sério – não faça nada que ira se arrepender depois- completou suavemente.

Voldemort voltou a olhar para a mulher caida a seus pés, Hermione estava pálida e sangrava muito por seus machucados, mais uma vez se deixou levar pelos sentimentos que tanto detestava, ergueu o corpo de Hermione com um feitiço o fazendo levitar até seus braços.

-Não acredite velho, que me fez mudar de ideia por isso, não será uma criança bastarda que fara eu mudar meus planos com ela – apontou para Hermione- talvez ainda hoje receba seu corpo aos pedaços como lembrança, por hora a levarei comigo – e terminando estas palavras desaparatou, seus comensais logo em seguida.

Os que estavam como refém ainda tinham o feitiço que os prendiam, com um aceno de varinha Dumbledore os libertou. Nos mesmos instantes perguntas vinham de todos os lados.

-Quem era ele?

-Ele é muito poderoso!

-O que vamos fazer para resgatar a Mi?

-Ele é o pai do filho dela?

-Como conseguiram invadir?

-Quem é ele que é tão forte como você?

Mais só uma pergunta foi respondida.

-Diretor!- Chamou Harry que estava mais afastado do grupo – Como ela se envolveu com Voldemort?

Após esta pergunta todos ficaram em silencio, quer dizer que aquele era Voldemort? Ainda não acreditavam.

-Creio Harry que a culpa foi minha, como você ouviu ele me acusar – disse com a voz pesarosa – mais é algo que tenho que dizer a todos da Ordem de uma única vez.

Choque era assim que todos estavam, Dumbledore tirou o feitiço que Voldemort colocou sobre a Toca, de desaparatação, e chamou o restante da Ordem da Fênix, chegaram em poucos minutos.

-Creio que tenho uma revelação a fazer, muito importante – disse assim que todos chegaram- eu fiz um plano no qual deu errado e agora estamos sofrendo suas consequências.

-Do que você esta falando Alvo?- Perguntou Moddy que não estava no casamento.

- A pessoa que Hermione se envolveu não era apenas um comensal mais sim o próprio Voldemort. – Harry falou com evidente amargura na voz.

-O QUE?- Os membros exclamaram juto.

Dumbledore começou a relatar os fatos, seu plano o treinamento de Hermione o que sabia que tinha acontecido com ela no ano de 1945, assim que terminou Minerva estava revoltada.

-Como pode Alvo? Mandar uma menina para lá! Alvo você nos enganou! Hermione é só uma garota!

-Foi necessário, não tinha ideia de que ela se envolveria assim com ele – se defendeu Dumbledore.

- Não acredito que falarei isto- se recriminou Harry – mais ele – disse se referindo a Voldemort não teve culpa! Hermione sim! Ela sempre soube o que ele se tornaria e mesmo assim se envolveu com ele! Ela nos traiu! – Harry estava visivelmente irritado, enquanto Rony mantinha a cabeça baixa e Gina chorava baixinho nos ombros da mãe.

-Não fale assim Harry – disse Minerva – Você não viu como eles se envolveram, Tom sempre foi um perfeito cavalheiro, ele realmente a amou! Ele sempre foi fechado, nunca se misturava com ninguém de outras casas, muito inteligente e todos os admiravam. Quando Hermione chegou ele mudou, quando eles começaram a namorar ele começou a conversa mais com outras pessoas, ficou mais alegre. Você não o viu quando ele foi arrumar a casa em que eles morariam, como ele estava feliz. Queria deixar tudo perfeito só para agrada-la.

-E como você sabe de tudo isto Minerva – questionou Moddy.

-Porque eu era a melhor amiga dela – falou e respirou pesadamente — no começo ela sempre quis que eu acreditasse em que ele era mal, mais Tom sempre foi discreto e perspicais, não fazia nada sem um bom planejamento, e depois ela lutou muito contra tudo isto, contra todo o sentimento e só realmente aceitou o que sentia por ele, foi quando ele deu o anel a ela e pediu que ela ficasse ao seu lado.

-A horcrux. – balbuciou Alvo.

-ELE DEU UMA DAS HORCRUXES A ELA?- Moddy berrou.

-Sim , Alastor. Hermione sabia que era a Horcruxes. E isto a fez acreditar ainda mais nos sentimentos de Tom, quem daria um pedaço da alma a alguém em quem não confiasse e amasse?- perguntou o diretor.

-O que faremos agora? – perguntou Sr. Weasley, dividido entre a preocupação e a decepção – a deixaremos a mercê dele? Ou iremos resgata-la?

-Creio Artur que devemos aguarda por enquanto, hoje pude perceber que ele ainda a ama. Mesmo depois de tanto tempo ele inda não esqueceu, mais luta contra isto , pois não podemos esquecer ele ainda é Voldemort e amor é algo que ele não entende. – respondeu sabiamente Dumbledore.

Todos se calaram, o que aconteceria dali para frente?

Notas finais
Sei que muitos podem não ter gostado deste capitulo, esperava algo mais romentico, mais queis mostrar que o Tom é Voldermonte, que ele se recrimina por estes sentimentos.

Agora a pergunta:

Queridas leitoras estava pensando e hj me vaio o fim da Fic na cabeça, porem tenho duas opção, uma seria mais rapida o fim talvez mais uns dez cap, o outro fim que pensei teria mais uns 20, ai o quero que vcs me digam . Voces querem que eu termine logo pq esta ficando muito grande e Chata ou querem que eu contunue? Por favaor me respondam presciso que vcs sejam sinceras.A fic é para voces.
Então priomeiro fale o q acharam do cap e depois me respondam, Ok?
Ansiosa pelos comentrios. Bjs