Uma Segunda Chance para Viver

26 Capítulo 26-Nem tão nova realidade


Notas iniciais
Gente, oi? Ainda estou com medo de voces!!Mais valeu por cada comentario, sei que que voces não esperavam, por isso, mais quem conhece minhas historias sabe q eu amo um drama, então...Bem obrigada mesmo e aguardo ansiosa a opiniões, Bjs.

Tom não acreditava no que tinha acabado de fazer, agiu como um ser que sempre desprezou. Agiu como um trouxa, aquilo não podia estar acontecendo com ele, no momento em que viu Hermione encolhida contra a parede, sua face vermelha e sangrando por conta do tapa que deu nela, ele se sentiu a pior pessoa do mundo. Nunca, jamais se sentiu arrependido, mas ali, naquele momento este sentimento o invadiu.

Quando fitou seus olhos castanhos e não viu mais o amor que neles radiavam até a noite passada , se sentiu fraco. Fraco por ela não amar-lo mais, quando a ouvir dizer que seria a última lembrança que teria dela, se sentiu sozinho como nunca antes, e quando a ouviu bater a porta sabia que sem ela, ele não viveria.

Mesmo não passado nem um minuto em que ela saiu ele chegou a esta conclusão, ele já não a encontrou, como se estivesse aparatado dali, não sabia onde encontra-la, então foi a vários lugares, perguntava as pessoas que encontrava no caminho, mas ninguém tinha a visto.

Parou por um momento e se achou um estúpido, ela só podia estar em um lugar. A biblioteca. Assim que se aproximou sentiu uma magia forte no lugar, caminhou a passos apressados para dentro da grande sala, foi em direção aos corredores mais afastados, se lembrando de que foi ali que a encontrou pela primeira vez, assustada e perdida, mas como sempre não demostrando isto.

Assim que chegou ao último corredor seu coração perdeu uma batida, lá estava ela, mas estava ja dentro de um grande portal escuro, que estava se fechando, como se assim a pudesse impedir de partir estendeu a mão tentando tocá-la mas não conseguiu era tarde, ela já tinha partido. Como se em último fôlego, conseguiu ainda gritar.

- Hermione não vá, eu te amo!

Tarde ela se foi, ele ainda correu para a parede a tocando como se assim conseguisse a resgatar dali, mas nada acontecia, era somente uma parede dura e sem vida, assim como ele se sentia agora. Sem vida. Era um ato desesperado, ele estava desesperado, não conseguiria viver sem ela, ele a amava, amava como nunca amou ninguém. E uma dor aguda rasgou sua alma, com as mãos na cabeça caiu no chão duro e ele se ouviu gritar.

Seus pulmões pareciam que iriam explodir a qualquer momento, seu coração parecia se quebrar em mil pedaços, e uma coisa que nunca se imaginou a fazer, nem mesmo quando era violentado no orfanato ou colocado em castigo por métodos quase torturante ainda pequeno. Tom chorou. Chorou um choro sôfrego, um choro de dor, de arrependimento, chorou lágrimas grossas, lágrimas que molhavam sua face, mas que lavava sua alma.

Não sabe quanto tempo ficou ali, não sentia mais vontade de viver. Sua culpa o corrroia, mas ele não era fraco, não se deixava abater por nada e não ia ser por Hermione. Mesmo a amando, mesmo sabendo que por culpa dele que ela tinha ido embora, ele não se deixaria derrotar.

Tom levantou-se do chão no qual tinha caido, encostou-se numa prateleira de livros e começou a pensar. Sabia que ela não podia voltar, ela não era daquele tempo, ele agora sabia que ele a amava, mas o amor que sentia por ela não era maior que o ódio que sentia por trouxas.

Você me fez ver a vida por outros ângulos Hermione, você me trouxe felicidade e momentos inesqueciveis, mas junto com eles vieram a dor, a solidão e o abandono. Sei que voltarei a te encontar, e neste dia quem sabe poderemos reviver nosso amor, pois só quando estiver com você o melhor de mim renascerá!

Assim que terminou este pensamento, respirou fundo. Passou as mãos no rosto e nos cabelos e saiu. Altivo e prepotente como sempre fora. Ali naquele momento morreu Tom Riddle, romântico, que poderia aprender amar. Renasce Voldemort, o frio, sem sentimentos e com odio no coração.

Hermione sentiu ser levada para o nada, uma escuridão envadiu sua visão e depois de alguns segundos ou minutos, não sabia, sentiu a claridade atigirem seus olhos e o chão firme em baixo de seus pés. Não aguentava o peso de seu próprio corpo e assim caiu no chão, de joelhos. A cabeça baixa ainda chorando, seus cabelos caiam em sua face escondendo o seu rosto de quem quiser que fosse a sua volta.

A dor que sentia era tão grande, como nunca sentiu antes chegava a sufocar. Não queria sair dali, queria continuar a chorar, queria continuar naquela escuridão que consumia sua alma, queria que ela tomasse sua dor, este sentimento de engano e de abandono, de traição que a corroia de dentro para fora.

Sentiu uma mão tocar seu ombro, ergueu a cabeça de vagar quase sem forças, viu um par de olhos extremamente azuis a fitando por baixo de um óculos meia lua. Era Dumbledore ali de pé ao seu lado, tinha um olhar de estrema compaixão.

- Venha minha criança. – falou a voz doce do diretor. Ele a ajudou a levantar-se e a caminhou a uma porta que Hermione nunca tinha reparado, subiu alguns degraus e chegou a outra, não viu o que tinha ali, só viu a cama e se jogou nela. Encolheu-se como um feto e não viu mais nada, se entregou aquela dor que sentia.

Não sabia quantas horas havia passado, poderia ter sido horas ou apenas segundos, mas quando abriu os olhos, viu pela janela que o sol estava alto, seu corpo todo doia, sua cabeça girava parecia que tinha sido atropelada por hipogrifo. Piscou algumas vezes para se acostumar com a claridade, mas nada adiantava. Um forte enjoo a atingiu e mesmo não querendo teve que se levantar, olhou em volta do espaçoso quarto e viu uma porta deveria ser o banheiro, foi até la e para sua sorte estava certa.

Vomitou, mesmo que seu estômago estivesse vazio. Com muita dificuldade levantou-se do chão e se fitou no espelho. Estava pavorosa. Seu rosto inchado, pelo sono e choro, lagrimas secas ainda marcava sua pele, seus cabelos estavam com nós e bagunçados, o corte em sua bochecha ainda estava ali, era fundo, isto fez a lembrar o que aconteceu e novas lágrimas escorreram por sua face. Viu que ali tinha uma banheira, resolveu tomar um banho mesmo sabendo que não tinha roupas ali, mas prescisava.

Encheu a banheira e deixou a água morna banhar seu corpo, deixou seus pensamentos vagarem, era tantas imagens, em sua maioria ao lado de Tom. Suas melhores lembranças de um passado que agora só existia em sua mente. Ficou ali por um bom tempo, até que se lembrou de que prescisava de respostas, o que será que sua intromissão no passdo interferiu neste tempo? Tinha que saber.

Hermione se viu com a esperança de Tom ter desistido. E se depois que ela se foi, ele mudou de ideia? E se ele nunca tivesse virado Lord Voldemort? Hermione rapidamente saiu da agua e secou-se com uma toalha, quando saiu para o quarto encontrou uma calça jeans, uma camisa feminina azul e um tenis, reconhecer como sendo parte de sua mala que Dumbledore não a deixou levar.

Trocou-se rapidamente e saiu para poder ver o diretor, a sala estava vazia ele não estava ali. Sentiu-se frustrada, passou os olhos pela sala tudo parecia normal, olhu pela janela. Varios alunos andavam pelos jardins, viu que uma equipe jogava quadribol no campo, deveria ser Lufa-lufa. Estava tão destraida que não percebeu que o diretor tinha entrado e estava a olhando.

- Os anos se passam, mas existem coisas que não mudam. – disse sorrindo quando Hermione se virou no susto.

- Diretor me desculpe não notei que o senhor havia chegado. – disse envergonhanda.

- Não se preocupe, venha sente-se aqui. — apontou para um canto onde tinha um sofá redondo e uma mesa de centro – Chá Srta. Granger? – ofereceu o diretor assim que Hermione se sentou.

- Não obrigada, eu gostaria de falar...

- Calma Srta. Teremos muito tempo para conversar, mas acho melhor alimentar-se primeiro, já faz horas que não se alimenta isto se comeu ontem a noite. — interrompeu o diretor – Prometo que depois respondo todas as suas duvidas.

Hermione não queria comer, estava nervosa prescisava de respostas, mas seu estomago roncou alto, parece que sabia que por ela só não aceitaria.

- Certo. – respondeu pegando um pedaço de bolo e uma xícara de chá. – Como estão Harry e Rony? — perguntou mordendo um pedaço de bolo.

- Estão otimos, sentiram bastante sua falta e estão ansiosos por sua volta. — respondeu calmamente.

Ficaram em silêncio por um tempo até que Hermione terminasse de comer, o que ela fez o mais rápido que pode. Assim que engoliu o ultimo pedaço voltou a perguntar.

- O que aconteceu? — disse temendo internamente a resposta.

- Bem aqui em nosso presente, nada. Tudo esta conforme a srta deixou. — Hermione ergueu as sombrancelhas sem entender, ela se envolveu no passado. Fez amizades, e Tom? Ela querendo ou não, mudou alguma coisa.

- Não entendo ...eu...eu... — não conseguia formular uma pergunta.

- Eu te explico Hermione. – disse o professor pacientemente — Tom se tornou Lord Voldemort, ele matou os pais de Harry, ouve a profecia. Ele se tornou o bruxo das trevas mais poderoso que já existiu e continua com seus seguidores. Tudo que tinha que acontecer aconteceu. – completou.

- Mas... – Hermione estava muito confusa – Mas tudo que eu vivi não existiu de verdade? – Conseguiu tentar forma uma frase coerente.

- Claro que viveu – disse abrindo um sorriso sincero — Hermione este feitiço de Tempo ocorre desta maenira. – Hermione ficou mais atenta as palavras do professor — Quando te enviei para lá para 1945, nem eu, nem Minerva, Slunghorn ou até mesmo Tom sabiamos da sua existência.

“Quando você ia vivendo seus dias lá, lembranças era colocada em nossas mentes. Todos que você teve contato em 1945, lembraram-se que conheceram uma jovem inteligente e bondosa, com lindos cabelos castanhos, que teve os pais assassinados e que veio da França. Que conquistou o monitor-chefe, o garoto mais popular e brilhante de Horgwats, e que todos falavam que eles eram perfeitos juntos. Que fez um magnifico trabalho com ele, no qual ficaram sendo ainda mais admirados por o auto escalão da sociedade bruxa, uma coisa tinham certeza, esta garota juntamente com seu noivo — Dumbledore olhou fundo nos olhos de Hermione, em sinal que ela não devia esconder nada dele, pois ele sabia de seu envolvimento com Tom – chegariam aonde quisesse. Esta jovem era Hermione Lambert.

- Mas diretor se eu entendi bem, então vocês só se lembraram que existo naquele tempo e agora? Mas como? Como Minerva , Slong reagiram, eles devem ter se lembrado das semelhanças.

- Minerva me perguntou se tinha alguma possibilidade de você ser a neta de sua grande amiga. Neguei e falei que como ela bem sabia você era filha de nascido trouxas. Ela ficou bem desconfiada, mas sabendo que se por acaso você fosse neta da Hermione que conheceu provavelmente seria neta de Tom Riddle, e ela não achava possível alguém com sangue dele ser um grifinória tão brilhante quanto sua melhor aluna, então ela desistiu. — concluiu o professor.

Hermione parou e o fitou por um longo tempo queria perguntar de Tom, mais ja soube que ele agora era Voldemort, mas ainda tinha duvidas.

- Mas o que aconteceu comigo no passado? Eu não posso ter apenas sumido! Digo alguem sentiria minha falta. – falou lembrando-se de Minerva, Felipe, Heloisa e Jason.

- E sentiram, mas não se engane Hermione, Tom sempre foi um otimo estrategista e não deixaria ninguém desconfiar de seu desaparecimento, pois como todos sabiam de suas relações ele seria o principal suspeito.

- O que ele fez? – Hermione perguntou com medo.

- Pediu para um de seus servos tomar poção Polissuco e se passar por você. Na tarde daquele dia que você veio embora, Hermione Lambert entrou em seu dormitório, falou para srta. Braow e McGonagall, que voltaria para França. Odiava a Inglaterra e que queria recomeçar em um lugar que ninguém a conhecesse e que de preferencia ninguem a fosse procurar.

- Mas elas acreditaram em algo absurdo assim? – Hermione perguntou incredula.

- Não, no momento. Mas então viram Tom com uma outra garota alguns dias depois e concluiram que aquele era o motivo de seu desaparecimento. – concluiu o diretor.

- Que cretino! — exclamou com raiva – Ele ...Ele..hungr!!!! — Hermione rungiu e se levantou do sofá que estava sentada e começou a andar de um lado para o outro, ato que fazia quando estava nervosa, depois de tentar se acalmar, Hermione voltou a se sentar e perguntou – O que aconteceu com Tom Riddler? – perguntou aquilo que queria saber desde do principio.

- Bom Tom foi trabalhar no Ministério de Magia na área de Mistérios, ficou durante cinco anos lá e em dois já era o chefe de departamento. Com isto fez grandes alianças com muitos bruxos que assim como ele achavam que os trouxas e nascido trouxas deviam ser extintos. – Hermione se sentiu culpada, Voldemort deveria estar mais forte e a culpa era toda dela – Depois de cinco anos no ministério ele saiu e ninguém mais teve noticias dele, pelo menos não a maioria. — concluiu – O restante você ja sabe.

- Ele esta mais forte? – perguntou Hermione.

- Sim, ele tem muitos aliados e a guerra não se estende mais só na Inglaterra, ja esta em outros paise como França e Escócia.

- Eu..Eu estraguei tudo. – disse Hermione chorando — Eu estraguei tudo, o senhor me falou...não se envolva, aja com cautela... Mas não eu... Eu..

- Calma Hermione, se a calme. – disse o diretor tentando conforta-la – Não é sua culpa, nada do que aconteceu é sua culpa. Tom iria se torna Voldemort de qualquer maneira, este é o destino dele, não importa quantas vezes voltar ao passodo, quando retorna para o presente ele sempre continuara sendo Voldemort.

- Tudo foi em vão, não passou de um sonho. – disse ainda chorando.

- Não diga que foi um sonho, você vivenciou aquilo. Você mostrou a alguem que não acreditava que felicidade existe e que o amor também. – disse.

- Mas ele não se lembra, ele ...

- Hermione não te falei que tudo que se passava a você lá, via par nós como lembranças? – a garota assentiu – Com Tom não foi diferente, ele se lembrou de tudo. Tudo mesmo. Você teria que ter visto a cara de Harry, toda vez que acordava feliz, uma feicidade que não era sua, era dele. O Harry não acreditava que ele podia se sentir assim, apaixonado, amando e muito feliz.

- Nossa ele deve ter ficado confuso. – falou Hermione.

- Sim ficou, mas quem ficou mais foi Tom. Ele não entendia como não se lembrava daquilo antes e lutava contra tudo. Mas por fim aceitou que Hermione Lambert existiu em sua vida e que existe no presente.

- O senhor quer dizer que ele sabe quem eu sou?

- Sim ele sabe que Hermione Granger e Hermione Lambert são as mesma pessoas.

Hermione ficou em choque, ele sabia dela e ele iria vim atrás dela. Começou a tremer, e sentir falta de ar o professor percebendo sua crise de medo a confortou.

- Não se preucupe, creio que Tom não agirá agora. Você estará segura e seus pais também já estão sendo cuidados. O que resta a nós agora é esperar. – o diretor aguardou ela se acalmar e perguntou – E então Hermione você quer me contar o que realmente aconteceu? – perguntou.

Hermione respirou fundo, e começou a contar sua aventura no passado. Mesmo com muita vergonha contou tudo ao diretor, suas brigas, duelos, encontros, declarações, somente os detalhes intimos que não, mas sabia que Dumbledore entendia entre as entrelinhas, contou sobre o anel e sobre as horcruxes.

- Vi que ele fez algo com o anel assim que minha mão foi curada. – o diretor falou mostrando a mão que antes estava murcha e morta, agora perfeitamente sã.

- Sinto muito mesmo diretor, não era para ter me envolvido e eu falhei. – disse cabisbaixa – Agora serei mais um peso para a Ordem.

- Você nunca será um peso Hermione. Mas agora quero que vá para o quarto que estava, tome um banho se arrume e desça. Creio que seus amigos prepararam um festa de boas vindas para você. – disse o diretor sorrindo — Por favor, não vamos fazê-los pensar que você não irá gostar da festa.

- Diretor, e o anel? Não deixou de ser uma horcrux, o que faço a ele? – perguntou apertando o anel em seu dedo.

- Hermione este anel não representa somente uma horcrux e sim o que Tom teve de bom um dia, fique com você assim como aquela corrente que ele te deu, não retirie nunca, assim você estará protegida. – disse calmamnete.

Hermione agradeceu ao diretor e foi se arrumar, não entendeu como aqules objetos a protegeria, mas sabia que não adiantava perguntar para Dumbledore, existia coisa que o diretor não explicava.

Foi se prepar psicologicamente para mentir para os amigos, inventar histórias que não viveu. Na verdade eu posso até contar as histórias e só alterar os nomes. Pensou mais aliviada com sua conciêencia.

Passado aproximadamente duas horas ela desceu de seu dormitório com seu malão e com roupas atuais, seus cabelos estavam maiores de quando “viajou” , no tempo que passou em seu quarto, pensou em tudo que aconteceu, a dor a tristeza ainda estava lá, sentia que nunca mais seria feliz.

Sentia-se vazia, e um aperto no peito por não saber o que aconteceria se Lord Voldemort a encontra-se, e esse aperto só aumentava quando percebia que ele era o mesmo Tom Ridlle que um dia ela amou tão perdidamente. Agora tudo isto parecia tão distante, como se tivesse vivido em outra vida, não nesta. Como se estivesse nela anos atrás, ou até mesmo décadas e não a horas somente.

Hermione ainda estava muito confusa e profundamente magoada com a meneira como tudo acabou, mas agora que estava de volta não poderia fraquejar. Devia aquilo aos seus amigos, devia aquilo a seus pais e principalmente por ela mesma, foi por su culpa e ingenuidade é que Voldemort estava mais forte agora. Ela faria de tudo para ajudar. Por mais que doesse nela pensar daquela maneira, ele era Voldemort e o mataria.

Hermione andava com o diretor ao seu lado, os corredores do castelo estavam vazios, já era cerca de dez horas da noite o toque de recolher ja tinha acontecido e não se via mais alunos ali.

- Diretor? — chamou Hermione.

- Sim?

- Como eles sabiam a hora que eu ia chegar e outra não era para voltarmos para casa hoje? – perguntou confusa.

- Não, amanhã é o dia de retorno de vocês, e eu avisei que chegaria a noite, pois mesmo que fosse em outras circusntacia eu queria do mesmo modo ter conversado com você.

- Sim, claro. – ficou em silencio por instante e voltou a perguntar — Quando sair daqui vou para a casa de meus pais?

- Sim, eu conversei com eles enquanto estava fora, falei do intercambio e também do riscos que corriam se permanesse-se em Hogwarts, então desde que você se foi eles estão sendo protegidos pela Ordem e também irão ir para outro local assim que você for para a Toca.

- Não entendo, eu não vou ficar com meus pais?

- Irá durante duas semanas, depois ficará na Toca, será mais seguro. – completou Dumbledore.

- E meus pais?

- Não se preocupe eles também ficarão seguros.

Enquanto estas palavaras ia sendo trocadas chegaram a frente ao quadro da mulher gorda. Hermione tremia sua emoção em rever aos amigos depois de tantos meses, e entrar novamente no local onde conversasva com Minerva e Heloisa, e agora encontar-la cinquenta anos mais velha, encontar a sobrinha neta de Heloisa, a Lilá e netos de tantos outros que até ontem ela estava convivendo.

Hermione respirou fundo, o diretor acenou a cabeça para ela e falou a senha. Quando Hermione deu o primeiro passo e abriu os olhos novemente foi atingida por uma cabeleira preta e por um oculos que quase caiu. Era Harry.

- Mi que saudades! – ele abraçava a amiga com força – Você não imagina com sentimos a sua falta.

- É verdade Mi, nossa amiga como você esta bonita. – disse Gina a abraçando também.

Hermione sorria, lágrimas escoriam de sua face, enquanto abraçava aos amigos, era tão bom estar no meio deles, viu que a maioria dos alunos da grifinória estavam presentes, Lilá, Parvati, Neville, Dino, Creevy até Luna. Sorriu a todos, estava com o coração aos pulos em pensar que nãos os vieriam mais, que quase ficou em um passado e abrira mão de todo este carinho.

- Nossa gente! – tentava dizer em maio as lagrimas – Nossa, eu nem sei o que falar...

- Tira foto Creevy, Hermione Granger não saber o que falar, vai ficar para a história! — disse Simas fazendo a sala rir. Hermione sentiu um frio na barriga e se lembrou de sua casa, a casa que moraria com Tom...

“-Não entendi... Sim, tudo bem irritá-la...?- continuou a acariciá-la, aumentando levemente a pressão dos dedos. Ela já não conseguia prestar atenção na suposta conversa. Os dedos de Tom a impediam de formar um pensamento coerente, quanto mais uma frase. Abrindo mais as pernas, ela lhe permitiu total acesso. Ele, aproveitando-se, deslizou a outra mão para sua coxa.
-Vou guardar este momento na minha cabeça para sempre...- ele sussurrou- Hermione Lambert incapaz de falar...- completou rindo baixinho e ao mesmo tempo inserindo um dedo no sexo úmido dela.”

Hermione despertou em seu transe quando sentiu que todos os rostos a olhavam apreensivos, e ouviu um soluço sair e sua garganta e lágrimas realmente grossas caírem de suas faces.

- O que houve Mi? — sentiu Harry abraça-la fortemente. Ela não aguentou e chorou, chorou muito soluçava nos braços dos amigos. Não conseguia por mais forte que era, por mais racional neste momento não conseguia fingir que tudo estava bem. Não daria, ela precisava chorar. Dumbledore vendo que Hermione não conseguiria demostrar algo que não sentia, resolveu encerrar a festa.

- Meus queridos, eu sei que vocês tiveram as melhores das intenções, mas nossa convidada de honra sofreu algumas perdas em sua viagem e não esta em condições no momento de comemorar. Não se preocupem, mas acho que vocês terão tempo para conversa com ela depois, por enquanto é melhor irem para seus dormitórios que amanhã vocês partirão para suas casas.

Ninguém ousou protestar, todos os alunos viam como Hermione estava perturbada abraçada a Harry com força. O diretor deu um aperto no ombro de Hermione, um olhar significativo a Harry, Rony e Gina e saiu os deixando sozinhos.

- Mi você quer nos contar o que aconteceu? –perguntou Harry a ela com cuidado.

- Hermione sabe que somos seus amigos, pode contar com a gente no que precisar. – falou Ron que estava assustado de ver Hermione daquela maneira ela que sempre fora controlada.

Hermione se afastou de Harry tentando secar as lágrimas que caia de seu rosto, mais quanto mais fazia isso mais lagrimas caia.

- Eu... – parou novamente para tomar fôlego – Eu estava com tantas saudades de vocês, eu senti tanta falta de todos... — sua voz era embargada, Hermione chorava pois se sentia culpada por ter pensado em abandonar seus amigos , por Tom. Por ter sido egoísta e por também ter sido enganada, seus sentimentos era muitos, mas todos só traziam tristeza, muitas tristezas e lembranças.

- Ai Mi nós também sentimos sua falta. – falou Gina a abraçando — Mas você não está chorando por causa disto. — falou sugestiva – Não quer nos contar o que aconteceu?

Hermione pensou um pouco não podia contar a verdade, jamais. Seus amigos não entenderiam. Achou melhor ficar em silêncio. Abaixou a cabeça e negou, seus amigos continuaram ali ao seu lado em silencio por um tempo, até que Hermione se viu mais calma e perguntou.

-E então me contem as novidades – disse com a voz mais calme e alegre.

-Nossa eu fui envenenado. – disse Rony se sentando ao lado de Hermione.

- O QUE? — Perguntou assustada.

- Calma Mione! Eu estou bem, não esta vendo?- disse sorrindo e mostrando os braços com se ela não os tivesse visto antes.

-Você tem mesmo um emocional de uma pedra Rony!– exclamou Gina – Não vê o estado que ela esta e começa a falar das coisas ruins. Babaca.

- Ah, Gina não enche, mas este ano só teve coisa ruim...

- Nem todas, seu namoro com a Lila não foi ruim, foi?- perguntou Gina com um sorriso zombeteiro nos lábios, as orelhas de Ron tomaram uma cor vermelha intensa e mandou um olhar assassino a Gina.

- Que bom, Rony! – exclamou Hermione verdadeiramente alegre, Harry , Gina se entreolharam, era umas das coisas que achavam que Hermione ficaria brava ou magoada mas não era isto que sua voz demostrava – Nossa ela é uma moça ótima Rony, tenho certeza que vocês se darão super bem. Faz quanto tempo que estão juntos?

- Hum... Bem... É nós terminamos – falou sem graça.

- Ah, que pena! — disse demonstrando que sentia mesmo. Hermione nunca foi muito amiga de Lila, mais começou a gostar mais dela depois do seu conviveu com Heloisa, ela se lembrava em muito com ela e descobriu que muitas vezes era bom ter uma amiga mais avoada e fútil por perto.

Harry não entendia, sempre soube que Hermione gostava de Rony e até aconselhou ao amigo para terminar com Lila antes de Mione voltar para ele poder conversar com ela. Mas agora ela não parecia ligar para este sentimento, realmente algo mudou com Hermione.

- Nossa Mi que lindo! — Gina exclamou assim que viu um anel no dedo de Hermione – que anel é este Mi? Parece de noivado. — completou assustada, e fazendo Harry e Rony olharem também alarmados.

Hermione não esperava por esta ligação logo de cara, era um anel de noivado sim, mas ela não era mais noiva, agora era simplesmente uma lembrança, doce e triste, mas somente uma lembrança. Olhou com pesar para o anel em seu dedo, cuja mão Gina segurava observando ainda mais o grande diamante na cor verde que nele havia. Uma nova lagrima escorreu pela face de Hermione, mesmo ela fazendo de tudo para segura-la.

- Não! – exclamou Hermione entre uma lágrima — É só uma lembrança de alguém que conheci e que se foi.

- Por isso que você esta assim?- perguntou Harry curioso.

- É um dos motivos. – falou em um sussurro.

- Mas calma Mi talvez ele volte. – disse Gina, jogando um verde para ver se a pessoa seria homem.

- Não, não volta Gina! — ela respondeu retirando sua mão da mãos de Gina que a segurava — Ele morreu, não existe mais. Somente em minha memória. – disse com amargura na voz. – Bem vou me deitar amanhã iremos embora logo depois do café. Boa Noite.

Hermione se levantou e saiu deixando os amigos intrigados, com sua atitude.

- Quem será que é esta pessoa? — Perguntou Rony com uma irritação evidente na voz.

- Sabe, eu acho maninho que você perdeu a Mi, meus instintos não falham, ela se apaixonou neste intercambio e o rapaz morreu. Mas tenho certeza que o que eles viveram foi algo forte o suficiente para deixar Hermione em pedaços por esta perca.

- Mas se fosse assim, ela teria nos contado, não teria? – perguntou Harry – Digo não teria motivos para ocultar que se envolveu com alguém e ele morreu. Nós entenderíamos.

- Não sei, acho que não é tão simples assim, têm algo a mais e para ela não contar é algo sério. – Gina respondeu – Mais agora vamos, pois amanhã levantaremos cedo.

Hermione chegou ao seu quarto, estava do jeito que tinha deixado. Suas companheiras dormiam tranquilamente, trocou de roupa e deitou. Sentia falta do corpo de Tom ao seu lado, se revirou na cama por cerca de uma hora, mas a falta do corpo quente e macio, do cheiro de sua pele e do subir e levantar de sua respiração enquanto deitava em seu peito, era sensações muito forte para simplesmente esquecer. Ficou cansada de tanto se mover e acabou caindo no sono, mais com uma pergunta que não saia de sua cabeça.

Por que Tom? Por quê?

Notas finais
Sei que não mereço, mais que tal Recomendações? Estou sentindo falta!!!Gente ainda tera muuuuuiiitas surpresas!!Aguardem. Até o próximo.