Uma Segunda Chance para Viver

18 Capítulo 18- 17 ºConfiança e Desconfiança


Notas iniciais
Oi pessoas lindas!!!Estou muito alegre, muito obrigada pelo comentarios, passamos a marca dos 300, com 62 leitoras e 8 indicações!!!Valew! Bem desculpa por não ter respondido a todos os comentrios, mais eu li e estaremos tendo cenas mais intimas nos próximos capitulos, foi o que a maioria descediu, porem para aquelas q não gostam, não se preucupe estarei avisando e marcando a parte que começa e termina, certo? Bem neste cap voces irão conhecer um nov personagem, achei que estava deixando a Minerva meio fora da história, espero que gostem. Bjs .

Hermione tinha Runas Antigas na primeira aula da manhã. Ela quase não prestava atenção a Prof. LeRue ou na turma. Em vez disso, ela olhava para Tom intermitentemente, perguntando o que estava causando seu péssimo humor. Ele não tinha sentado em sua cadeira habitual ao lado dela. Ele estava sentado ao lado de Malfoy, na outra extremidade da sala de aula. Depois da aula, ela foi até ele.

— Você quer dar o espelho a Le Rue, agora? — Ela questionou.

— Tanto faz. — ele respondeu com uma completa falta de afeto. Malfoy zombou Hermione ao lado esquerdo de Tom.

Os dois abordaram a Prof. LeRue com seu projeto. Hermione tirou o pano preto do espelho e o colocou sobre a mesa da professora. Ela olhou para ele por um momento antes de pegá-lo e examiná-lo de todos os ângulos.

— Esta é uma peça muito impressionante de trabalho. — comentou ela enquanto inspecionava. — Vocês podem vender isso por pelo menos várias centenas de galeões, presumindo que ele funciona como se pretende, é o que eu vou testar agora- a Professora LeRue afastou-se deles e olhou para a superfície de obsidiana. Após um momento, ela virou-se para em frente e colocou o espelho em sua mesa.

— Vocês criaram um artefato mágico maravilhoso. — disse ela com admiração — Poucos adultos bruxos ou magos poderia até mesmo em sonho de criar algo tão poderoso. Agora, o que era suposto especificamente para mostrar?

— Supõe-se para mostrar uma cena do futuro que tenha um peso grande em seu destino. Esta runa, — Hermione indicou — é a causa para que a imagem se torne mais ou menos clara e também tem como função de mostrar algo que provavelmente aconteça.

- Muito bem. — disse o professora LeRue alguns segundo depois — Eu acredito que vocês conseguiram meu respeito e admiração. Eu teria prazer em escrever cartas de recomendações para vocês dois, independentemente de suas profissões após a formatura.

Hermione não sabia o quão raro esta oferta era. Tom, por outro lado sabia, a Professora de runas raramente dava recomendação, principalmente se não fosse alunos de sua casa e a mesma era respeitada por varios altos funcionários do ministério. O atual Ministro da Magia era um de seus ex-alunos, e vários outros eram chefes de departamentos.

- Estamos muito gratos, obrigado professora. — ele disse rapidamente, antes de Hermione conseguir falar. Ele não queria correr o risco de ofender sua professora, embora fosse quase impossivel neste momento.

— Vocês são muito bem-vindos, Sr. Riddle, senhorita Lambert. Agora, eu queria saber se vocês se importariam se eu mostrasse esse espelho para uma parte dos meus colegas. Eles seriam capazes de lhe darem uma estimativa de valor se vocês escolherem vendê-lo e muitos podem dar conexões para ajudar na suas futuras carreiras.

— Está tudo bem para mim, Professora LeRue. — disse ela respeitosamente.

- Para mim também. — Tom adicionando.

— Ótimo. — respondeu a professora LeRue, com um raro sorriso aparecendo em seu rosto por uma fração de segundo.

— Agora vão. Tenho certeza que vocês têm outros trabalhos para fazererem. — disse ela gentilmente.

Tom e Hermione pegaram suas coisas. Mesmo Tom não conseguia esconder o sorriso triunfante que aparecia em seu rosto assim que deixou a sala de aula.

— Sua recomendação é tão importante quanto eu acho que é? — Hermione perguntou.

— Provavelmente, mais ainda. — Tom disse com um sorriso, esquecendo-se de sua raiva.

— Conseguir uma boa carta de recomendação da Professora LaRue voce consegue trabalho no Ministério, mesmo que você seja um completo idiota.

— Bem, eu não tenho porque me preocupar com isso. Tu, porém... — ela brincou.

- Eu estava pensando exatamente a mesma coisa. -Tom brincou. — Seu grau de Transfigurações tem sido terrível.

— Então o que é o seu, troll? — ela respondeu. Tom riu-se, todo mal humor completamente esquecido no momento. Os dois caminharam na direção da biblioteca até que Tom se virou para ir para seu dormitório.

Hermione reuniu toda sua coragem e caminhou rapidamente atrás dele.

— Tom, eu queria falar com você sobre algo. — disse ela um tanto desconfortável.

— O quê? — Perguntou agudamente.

Tom estava confuso ele percebia cada vez mais que Hermione mexia com ele, e ele queria afastar-se dela, mais não conseguia. Ele não confiava nela, sabia que ela escondia algo dele e que não só uma, mas várias vezes ele tentou manipular-lo e enganar-lo, era uma batalha e ele estava perdendo, e isto Tom não admitia.

- Podemos ir a algum lugar um pouco mais isolado ...? — pediu ela.

— Você pode vir até o salão dos monitores- chefe. Acho que Minerva está nas aulas dos estudos dos Trouxas. – ele aprovou friamente. Pouco intimidada com o clima pesado Hermione o seguiu até o dormitorio, Tom estava sentado junto a lareira e ela sentou-se no sofa de frente a ele.

- Então, o que você quer falar? — Perguntou ele calmamente, de frente para ela sem nenhuma emoção.

— Eu estive pensando muito sobre o nosso relacionamento e estou muito confusa. — admitiu ela. Ela se levantou e encarou o fogo — Eu realmente não confio em você e eu não acho que você confie em mim. — continuou ela, olhando para ele — Mas eu quero confiar em você e vou tentar ao máximo fazer isto. Existem muitas razões para que eu não confie e somente uma razão para que eu faça isto. E como posso esperar que você confie em mim quando eu não confio você. Você foi mais confiável do que eu. Tem me deixado entrar em sua vida e eu só lhe disse uma coisa honesta de mim mesma!

Hermione foi falando ficando nervosa. Sua voz estava aumentando de forma constante em volume, seu rosto estava ficando vermelho, e seus olhos tinham um brilho úmido neles. Percebendo seu estado, ela se acalmou e sentou-se novamente. Tom ficou em silêncio por um minuto. Ele estava pensando em tudo que ela tinha dito.

- Quais são as suas razões para isso? — ele perguntou. Ele não conseguia pensar em nada em particular que tinha feito para ela agir daquela maneira. — Hermione, olhe para mim. — ordenou. Ela o olhou com os olhos vermelhos — Eu preciso saber algumas coisas. — disse ele de pé e caminhou até ela. Ela desviou o olhar novamente. Ele estendeu a mão e ergueu o queixo e a fitou com o olhar intenso. Desta vez, ela não desviou o olhar. — Qual é a sua razão? — Perguntou novamente.

— O quê? — Questionou a ele, não compreendendo a questão.

— Qual é a sua razão para querer confiar em mim?

— Bem, eu... — ela corou e olhou para o fogo.

— Hermione, — ele disse calmamente- eu preciso de uma resposta.

— Eu me importo com você... Você é meu melhor amigo aqui.

— Você está dizendo a verdade? — Perguntou ele com dureza, mas calmo.

— Sim, eu estou. — Hermione respondeu, olhando direto nos olhos dele, ela silenciosamente deu-lhe permissão para testar sua honestidade. Tom olhou para ela por um longo tempo.

Ele viu que ela não estava mentindo sobre cuidar dele, um tipo de cuidado objetivo. Era algo mais profundo do que a amizade certamente mais forte do que qualquer emoção que ela sentiu antes, ele pretendia se possivel identificar e compreender sua origem. Finalmente, ele falou.

- Você confiou em mim, por isso vou confiar em você. Mas, por favor, não me faça arrepender-me disso. — pediu ele, permitindo-lhe ver a vulnerabilidade em seu rosto.

- Eu não vou. — Hermione prometeu, com um sorriso vindo através de sua expressão nublada.

Ela se levantou e abraçou Tom. Seus braços pendurados rigidamente por um momento antes que ele devolve-se o abraço. Hermione se inclinou para trás para olhar para o rosto dele. Tom rapidamente mudou de expressão enquanto a olhava com intensidade e ela para ele. Quase insuportávelmente depois de uma luta interna, ele aproximou-se dela e a beijou.

Foi em tudo diferente dos outros beijos. Antes, eles haviam sido doces e inocentes, sugerindo o aprofundamento das emoções. Esse beijo foi ardente, cheio de paixão. Tom sentia a paixão como a razão da dor e desilusão. Para Hermione era o símbolo dos sentimentos inexprimíveis. Depois eles se separaram, Hermione escondeu o rosto no peito dele, cheio de esperança sobre o futuro. Com jeito frio e os olhos vidrados, Tom olhava para as chamas vermelhas.

Os dois foram almoçar juntos, Hermione sentada mais uma vez na mesa da Sonserina, para grande tristeza de muitas garotas. Após o almoço, eles foram para aula de feitiços. Ironicamente, eles aprenderam Encantos de Paixão e defesa contra eles. Não tiveram qualquer dificuldade em resistir ao encanto de alteração da mente. Assim que acabou a aula Tom foi para o quarto e Hermione arrastou Minerva para a biblioteca.

É tudo um engano! Tom pensava irritado em seu quarto Por que ela se imortaraia? Eu não posso deixar meus sentimentos por ela, interferir em meus futuros planos! Eu quero ser grande, não ser mais um reles funcionario do Ministério. Não posso deixar ela me desviar de meus pensamentos nem ideais! Mais eu não consigo! Droga!

Ele passava as mãos no cabelo em sinal de angústia, andava de um lado para o outro, e neste momento achou ótimo de não ter ninguém por perto para ver seu momento de aflição e duvidas.

Talves se eu fingisse que estivesse apaixonado por ela, eu pudesse contuinuar com minhas convicções e meus futuros planos, sem ser incomodado, ninguém desconfiaria. Eu posso usar da recomendação de LaRue para pegar mais informaçãoes do Ministério já que estarei trabalhando nele, e quanto a Hermione eu aproveito de sua inteligencia e também descubro ao fundo o que ela esconde. Pode ser importante para o meu futuro. Vou fazer isto. Terminando de pensar sobre o assunto, estava muito mais calmo e logo dormiu.

Hermione levou Minerva para um canto deserto da biblioteca. Ela queria um lugar onde ninguém poderia ouvir, e ela nunca tinha visto ninguém por ali com exceção alguns alunos do sétimo ano à procura de textos para seus estudos para os seus NIEM's

- Então. — perguntou Minerva- O que você precisa me dizer?

— Esta manhã, depois de runas, eu fui até o quarto do Tom e falei com ele.

— Você foi para o quarto dele para conversarem? — Minerva interrompeu com ceticismo. – A idéia disso foi dequem?

— Minerva não é isso que eu quis dizer, e foi a minha idéia. O que é você, o chefe da casa? Enfim, segui o seu conselho e o ataquei como me sinto sobre ele. Ele disse que iria me dar uma chance e tentar confiar em mim. Então ele me beijou. Era...

— Espere um minuto, ele disse que iria confiar em você? Não deveria ser o contrário? Ele tem sido muito menos confiável ​​do que você. — Minerva lembrou.

— É que ele nunca teve ninguém para confiar. — respondeu Hermione defensivamente — Se eu conseguir provar-lhe que realmente me preocupo com ele, não só com o poder, talvez eu possa mudar o futuro. Esta pode ser minha única chance.

— Tenha cuidado. — Minerva suspirou, resignada.

— Não se preocupe comigo. — disse Hermione — Acho que ele se preocupa comigo também. Eu não acho que ele iria me machucar de propósito. E se ele trair a minha confiança, eu sei que vou ter que fazer.

- Se você diz isso... — disse Minerva, encolhendo os ombros.

— Minnie!!!. — uma voz masculina atrás de uma prateleira chamou — Eu estive procurando por você desde feitiços.

Minerva corou o rosto em vermelho profundo e franziu a sombrancelha.

- Quem é esse? — Hermione perguntou. Minerva acenou para que ela ficasse em silêncio e andou ao redor de uma pilha de livros.

— Eu sei que está aí, Minnie. Conheço o seu perfume em qualquer lugar. Selvagem com madeira, perfeito para você. — A figura bronzeada com cabelos castanhos escuros e brilhantes olhos azuis, saiu de trás de uma prateleira e pegou o pulso de Minerva antes que ela pudesse fugir.

— O que você está fazendo? — Minerva exigiu.

— O que lhe parece? Eu quero pedir-lhe para ir comigo para o Baile do Dia dos Namorados. Ah, certo, não olha assim, porque eu tenho que me segurar em você apenas para impedi-la de desaparecer de mim. Às vezes eu juro que você é uma parte ninfa.

Hermione o reconheceu como Felipe Verne, um estudante de transferencia da França. Seus pais quiseram que ele saisse da França por causa de Grindelwald e Hitler. Ele chegou antes do Natal. Embora ele fosse muito inteligente, ele era muito mais uma força para a equipe de quadribol da Corvinal do que em sala de aula, na maior parte por escolha própria.

— Eu não sou mais uma ninfa do que você é um troll!!! — Minerva agarrou o pulso dela arrancando de sua mão.

- Minnie, isto era um elogio? — Questionou ele, forjando um estado de choque. — Você disse que eu não era um troll. Isso significa que eu sou bonito, né?

— Não, não. Só porque seu sobrenome é Verne não quer dizer que você é bom em ficção. — rosnou Minerva tentando empurrá-lo.

— Você me feriu. — disse ele, segurando no peito — Agora você deve ser minha namorada para curar meu coração partido.

— Posso lhe mostra a enfermaria se você precisar dela. — disse Minerva, cutucando na area do coração supostamente ferido.

— Minnie, eu te amo, só você está em meu peito Minnie. — exclamou ele caindo de joelhos e conjurando uma única rosa vermelha com gotas de orvalho e com os espinhos removidos.

- Você está fazendo uma cena. — Minerva assobiou, encarando os olhares alternados de ciúme e êxtase no rosto das alunas que se reuniram para ver o show. Exceto Hermione, que estava tentando não cair no chão e morrer de rir.

Felipe agarrou a mão dela e apertou novamente um longo beijo para ela antes de dobrar sua mão ao redor da rosa.

— O que vocês acham que estám fazendo? — Ralou uma nova voz. Senhora Ippenbok surgiu no corredor, indignada pela cena que ocorria na biblioteca — Sr. Verne, Srta. McGonagall, detenção. Você vai organizar a sala de referências e volta depois de jantar. Agora vão! Não haverá mais shows em minha biblioteca hoje.

Hermione correu atrás do vapor de sua amiga, na tentativa de reduzir seu próprio riso da situação. Minerva estava murmurando.

- ... Estúpido... Estúpido... Rosa... Ridícula... — e coisas semelhantes.

— Eu achei o gesto muito doce. — disse Hermione, tentando manter uma cara séria.

— Você está louca? — Perguntou Minerva, voltando-se para olhar Hermione. — Eu tenho lidado com ele desdo baile de Halloween. Ele foi a razão que eu saí mais cedo! Eu não sei como você conseguiu não ver a palhançada!

— Não, penso assim. Quantos homens você conhece que estariam dispostos a arriscar uma detenção com Senhora Ippenbok, depois de serem deixados sozinhos na frente de outras pessoas, depois de terem seu pedido rejeitado, só para levar-la ao baile dos Dias dos Namorados com ele? E só porque ele é meuito dramatico não significa nescessariamente que ele inventa tudo. – Hermione fundamentou.

- Claro que não. — Minerva zombou.

- Eu segui o seu conselho e deu certo. Agora tente seguir o meu e ver o que acontece. — Hermione sugeridos — Vamos voltar. Se ele realmente gosta de você, ele te valorizará. Se ele está apenas usando você por lazer, ele estará tão perturbado que você vai ter sorte se ele falar com você de novo, que provavelmente você não se importaria, neste caso. Qual é a pior coisa que poderia acontecer?

— Certo. — ela concordou — Mas se estiver errada... — alertou.

— Confie em mim. — pediu Hermione com um sorriso travesso. Isso vai ser divertido de assistir. pensou, sua mente retirada de Tom pela primeira vez durante todo o dia. Acho que Felipe pode ser um otimo flerte. Minerva merece um bom namorado, e parece que ele é um especialista em flores de magia.

Ambas foram jantar. Hermione mal notou a ausência de Tom. Ela estava se divertindo muito assistindo Minerva e Filipe. Minerva tinha propositalmente sentado onde ela poderia ver Felipe e vice-versa. Dentro de minutos, ele piscou para ela, ela o olhou com os olhos ardentes, e uma nuvem de borboletas conjuradas começou a girar em torno dela por alguns segundos.

Minerva olhou para Hermione, que sorriu então Minerva sorriu levemente pra Felipe. Ela mordeu o mousse de chocolate, então lambeu delicadamente os lábios, não quebrando o contato visual com Felipe, que a observou em transe por um momento, então, imediatamente abriu um sorisso deslumbrante para Minerva. Indo ao seu encontro.

— Vejo você na Biblioteca. — disse voltado para Minerva.

— Eu espero que você saiba o que está falando. — Minerva murmurou para Hermione.

— Não se preocupe com isso. — disse Hermione confiante. Lembrava-se muito bem Lila em ação. Minerva levantou-se e andou com segurança para fora do Salão Principal. Felipe não perdeu tempo em seu segui-la.

— O que foi aquilo? — Perguntado Heloisa, movendo-se para o local ao lado de Hermione desocupado.

- Minnie tem um admirador. — disse Hermione secretamente.

— Oooh, O que posso fazer para ajudar? — perguntou ela.

— Será que Jason conhece o Felipe? — Hermione perguntou.

— Sim, eles são muito bons amigos. — disse Heloisa. -Oh, eu entendo. Vou ter que falar com Jason sobre Felipe. Não se preocupe, eu sou um expert nesse tipo de coisa. — disse ela com um sorriso, retornando ao seu lugar habitual ao lado de Jason.

Hermione achava que tudo estava, finalmente, correndo bem. Ela e Tom estavam se dando muito bem, estava cada vez mais perto a hora dela descobrir seus segredos, as coisas estavam melhorando.

Minerva subiu confiantemente em direção à biblioteca.

"Eu realmente espero que você saiba que você está fazendo, Minerva", ela pensou consigo mesma. Ela estava na metade do caminho quando ouviu passos. Ela olhou por cima do ombro e viu Felipe correndo para alcançá-la. Decidiu que não havia um brilho em seus olhos prateados.

— Então, o que você quer falar comigo? — Ele perguntou para Minerva, um olhar auto confiante no seu belo rosto.

— Deixa-me ver... — ela pensou – Ah, sim. Quem disse que tenho qualquer coisa a falar para você? – Ela perguntou com um meio sorisso.


Após uma fracção de segundo de choque, ele sorriu largamente.

— Você quase me enganou lá. — ele riu. — Se eu não sei nada sobre você, acharia que se aproveitou de mim. Sabia que fiquei um bocado de tempo lá cumprindo a detenção?

- Nada que você não mereceu. — Minerva respondeu sarcasticamente, voltando a andar novamente para Biblioteca. Felipe rapidamente estendeu a mão e tirou sua bolsa e colocou em seu braço. Minerva tentou retirá-lo, mas decidiu que não valia o esforço. Esta decisão definitivamente não era um resultado de gostar da situação. Felipe olhou para ela, sorriu e começou a descer o corredor.

— Onde vamos? O que você quer me dizer? — Ele perguntou a ela ainda segurando sua bolsa quando entraram na biblioteca.

— Siga-me. — pediu Minerva, fazendo seu caminho através das prateleiras. Quando eles estavam em um canto isolado, ela se virou para ele. — Você vem me incomodando há semanas. Você arruina a minha concentração e me interrompe constantemente. Agora você quer que eu vá ao baile com você. — ela adicionou severamente. Ele começou a falar, ela cortou a ele — Por que eu? Existe muitas outras meninas aqui que adorariam ir com você para o baile. Porque, em vez de uma delas, você me escolheu? — Questionou ela, tentando se acalmar.

- Você realmente quer saber? — Ele perguntou-lhe. Ela assentiu com a cabeça decididamente — O dia em que cheguei, você foi a primeira garota que vi. Você estava discutindo com alguns monitores no corredor. Quando você me viu mal me olhou. Então você estava na minha primeira aula, Transfiguração. Obviamente, você foi uma das bruxas mais inteligentes que já conheci. Você é arrebatadora. Entretanto, logo ficou óbvio que você nunca iria gostar de toques mais sutis. — disse ele com tristeza — Então eu comecei a flertar com você, fazia qualquer coisa para chamar sua atenção. Mas infelizmente. — ele disse com um suspiro excessivamente dramático — eu mal podia levá-la a falar comigo. E eu gostava de você cada dia mais.

Minerva bufou.

— E eu fiz. – reafirmou — Eu decidi que eu precisava fazer algo drástico, então eu planejei o pequeno evento na Biblioteca. E deu certo. Você está falando comigo e espero que aceite ir ao baile comigo.

Minerva não ia deixá-lo sair assim tão facilmente.

- Então você gosta de mim porque eu te ignorei? Certamente que não pode ser a única razão.

— Não, não é. — ele concordou — Eu poderia ter lhe dito sobre como seu cabelo brilha como as estrelas e como seus olhos me fascinam sempre que olho para eles. Que os seus lábios são mais vermelhos do que sangue e como o seu sorriso vale mais para mim do que mil galeões.

— Isso poderia ter funcionado. — disse calmamente Minerva, com as bochechas rosadas.

— Eu esperava que desse certo. — disse ele baixinho, estendendo a mão para tocar sua bochecha. — Você vai para o baile dos namorados comigo, Minnie?

— Sim. — ela respirava proxima a Felipe, ele se inclinou. Minerva aproximou-se dele a cabeça para cima. Seus olhos fechados. Ela sentiu sua respiração em seu rosto. De repente, sentiu um rápido beijinho na bochecha. Ela abriu os olhos e viu Felipe já em outro corredor.

— O treino de quadribol. — ele falou — Vou levá-la para Hogsmeade sábado para comprar o vestido. — Ele saiu rapidamente. Minerva vacilou entre um sorrindo e uma carranca o resto da noite.

Notas finais
E ai gente o que acharam do Felipe e da Minerva? Por favor respondam!!!Bjs e até quarta-feira. Estou acostumando voces mal. rsrsrsrs.