Uma Paixão: A Vida
1 Epílogo
Notas iniciais
-Não consigo acreditar, como é possível isso, é muito estranho. Suelen Alves minha melhor amiga de infância estava sentada na minha cama, seus olhos castanhos serrados com suas ultimas tentativas de me fazer ficar na nossa cidade, e no nosso pais , acontece que a mais ou menos um ano, eu entrei em um grupo em uma rede social chamada wattsapp e então uma das meninas escreveu alguns dos membros do grupo em um sorteio de uma viagem de dois meses para a Romênia um pais que se encontra na Europa, as coisas não foram tão fáceis , convencer minha mãe foi uma das coisas mais difíceis que já tive que fazer na vida, as meninas e meninos do grupo passaram pelas mesmas dificuldades que eu , mas no fim, tudo deu certo, eu estava a caminho do Rio de Janeiro e de lá partiríamos todos para o nosso destino final , uma grande aventura mal posso esperar.
Suelen remexia nas minhas malas conferindo se estava levando tudo, ao todo eu estava levando dez malas pequenas .
-Alguém tinha que ter ganho, nós ganhamos, fim , para de drama são apenas dois meses , e tem mais,pensa na oportunidade que estamos tendo, não consigo acreditar, minha sorte é tão fudida que nunca ganhei nem raspadinha , imagina isso uma viajem para Europa, são dois meses eu sei, mas tem noção do quanto isso vai acrescentar na minha vida
-Mas você nem conhece essas pessoas, será que só eu percebo isso?
-Deixa de ser cabreira guria, eu hein . Acabei de fechar a ultima mala.
-Você sabe serão só dois meses! Ela encarou a quantidade exagerada de malas. Dou de ombros, minha melhor amiga estava implicando com as minhas malas dês de que comecei a arrumar elas, me olhei no espelho e prendi meus cabelos crespos e castanhos em um coque no alto da cabeça, estava usando um short Jeans e uma camiseta do SOAD , coloquei meu fone por dentro da blusa e calcei um vans bege
-Jonas!! Gritei meu irmão para me ajudar a descer as malas ele apareceu todo suado , estava praticando luta e me ajudou resmungando , meu pai esperava na garagem com o carro, uma Caminhonete , colocamos tudo lá me despedi da minha família e entrei no carro com meu pai,entrei e dei um longo suspiro, e lá vamos nós.
NO AEROPORTO
RIO DE JANEIRO
Eu vi ao longe uma criatura com um amontoado de malas e um vestidinho verde com tirinhas , ela vinha com uma certa dificuldade e eu não sabia se a ajudava ou ria da sua falta de jeito
-Pai , lá vem uma das meninas do grupo . Paloma vinha aos tropeços mas vinha divando , deu uma parada e pude ver um carinha oferecendo ajuda, afinal de contas ela não precisou de mim, dei um sorriso e um grande abraço quando chegou perto de mim, marcamos de nos encontrar todos em frente a uma lancheria conhecida , eu e Pah fomos as primeiras a chegar,
-Ah menina nem acredito , minha mamãe me deixou vir, nem posso acreditar.
Pah dava pulinhos e eu acabei me juntando a ela, meu pai fingiu não nos conhecer e se afastar disfarçadamente, olhei meu celular e vi que tinha algumas mensagens , eram de outras meninas e meninos que estavam chegando, olhei para o lado e vi Suh , Bianca e Duda vindo em nossas direções elas já vinham rindo e arrancando alguns olhares de quem passava , as meninas pararam ao nosso lado.
-Ah não creio que estamos aqui!
Gritou Bianca, ela estava com um short parecido com o meu e uma regata branca .
-Nem eu, imagina o quão divertido vai ser, vou pegar tanto boy europeu que vou entrar para os livros de história de lá . Disse Suh com uma risadinha safada . Todas rimos
Duda ria e estava guardando o celular na bolsa e Vinha com uma calça e camisetas aberta nas costas, pensei o quão dificil deve ser comprar roupa para essa menina, eu sou baixinha tenho 1,59 de altura mas ela consegue ser ainda menor , na realidade nós estavamos parecendo as ajudantes da branca de neve de tão baixinhas perto das outras pessoas ao nosso redor, agora faltava pouco, então os outros chegaram um por um fomos nos conhecendo melhor, Italo, Guilherme, pablo, Vitor, Rodrigoe Livia. Nos abraçamos todos e depois de alguns segundos claro que alguém largou um pérola.
-Passado o momento viadagem, vamos de uma vez? Vitor disse rindo das nossas caras e pegando suas malas, depois de malas despachadas, e tudo pronto subimos no avião, claro não antes de eu dar um tropicão e fazer todos caírem na gargalhada e então a tia com o chapéu estranho e a saia comprida mandou educadamente que calássemos a boca e foi assim nesse clima de brincadeiras e risos e partimos rumo a uma aventura que descobriríamos seria surreal, e faria com que mudássemos a percepção de tudo em nossas vidas
Fale com o autor