Uma Nova Segunda Chance
3 Capítulo 3
Notas iniciais
Obrigado pelos reviews e se quiserem que eu mude algo é só escrever.
Aviso: Capítulo contém conteúdo adulto.
4 Anos e Meio Atrás ( Diana Pov )
Já fazia quase sete meses e eu ainda não tinha retornado para ver Bruce. Não que eu não quisesse, porque eu desejo vê-lo mais do que qualquer outra coisa, mas simplesmente não sei se agüentaria o olhar de ódio que ele me dava toda vez que me via. Apesar de que, se eu não estivesse imaginando, havia algo mais em seu olhar, uma saudade, um desejo que há muito tempo eu queria ver.
Agora eu estou aqui parado em frente de uma das janelas da antiga Torre de Vigia, olhando para estrelas e pensando em Bruce, que deve estar sendo torturado. Só o pensamento me faz querer matar alguém.
Estava tão absorvida em meus pensamentos que só percebi que alguém se aproximava quando a escutei.
“Você não foi para a Fortaleza ontem à noite. Por quê?”
Essa voz está em meus pesadelos e às vezes em minhas lembranças mais felizes. Eu só não sei dizer qual é a mais constante. Era a voz de Kal. Meu antigo melhor amigo e agora constantemente meu amante.
“ Eu esqueci. Sinto muito, talvez outra noite eu te compense.”
“ Você acha mesmo que eu vou me contentar com isso? Eu quero tudo o que você pode me dar, sem restrições.Agora.”
( A/N: Acho que agora é melhor só a narrativa, sem Pov de ninguém)
Kal se aproximou dela, colou seu corpo ao dela e começou a beijá-la com fome e desespero. Ele a beijava como se sua vida dependesse disso. Diana começou a devolver o beijo.
Suas línguas começaram a invadir a boca um do outro, faziam uma dança feroz e sensual. Ele a apertou contra a primeira coisa que achou, o que acabou por ser a mesa de conferência.
As mãos de Kal começaram a viajar pelo corpo de Diana, e as delas acariciavam a nuca e as costas dele. As mãos dele foram de seu pescoço para baixo. Passaram pelos ombros, depois de contornar os braços, chegaram aos seios e ficaram lá por um tempo, massageando e apertando eles até se mudarem para baixo novamente.
Chegaram a cintura e deram um aperto firme trazendo o corpo de Diana mais próximo ao dele se possível. Diana já estava suspirando de prazer, ela é uma mulher muito forte, mas aos poucos ele estava se entregando. Quando as mãos chegaram a seu bumbum, deram um aperto firme nele, tirando um gemido dela.
As mãos de Kal desceram para as coxas e passearam por elas até ele as agarrar e envolver envolta das de sua própria cintura, fazendo-a sentar na mesa de vez. Eles se separaram, ambos lutando para recuperar o fôlego. Não demorou muito e ele já estava com o rosto afundado no pescoço de Diana; beijando, lambendo e mordendo todo os pedaços de pele que encontrou por lá.
Diana estava mastigando e lambendo a orelha dele enquanto rasgava suas roupas. Não demorou para ele ficar só com as calças do uniforme negro e branco, ela passeava as mãos pelo peito e abdômen cheios de músculos, deixando marcas de unha profundas de unha por lá arrancando suspiros de Kal.
Ele começou a descer as alças da toga que ela estava usando, deixando seus lábios beijarem a cada nova pele exposta até chegarem aos seios. Kal deu a eles uma atenção muito especial.
Diana soltou o seu primeiro gemido com a cabeça de Kal entre seus montes gêmeos gigantes. Ela já estava ficando impaciente e começou a desfazer o cinto e a abaixar a calça dele, mas quando chegou ao joelho, Kal chupou tão forte que ela soltou um gemido do fundo da garganta dela.
Ela o empurrou e ficou de joelhos em frente a ele. Ela terminou de tirar a calça e a cueca e ficou de cara a cara com seu membro grande e duro. Diana começou a massageá-lo com as mãos provocando um gemido de Kal. Ela começou a ir cada vez mais rápido e mais forte.
“Diana...” Kal sussurrou sem fôlego.
Ela compreendeu e moveu uma das mãos para a base e outra par os testículos apertando-os, e colocou a boca lentamente perto da cabeça. Ao invés de colocá-lo na boca de cara, ela o levantou mais lambeu da base até a cabeça e fez isso umas cinco vezes até colocá-lo na boca e começar a chupar.
Ela sentiu tremores nos testículos e o pênis ficar mais rijo se possível e sabia que ele estava gozando logo. Não demorou muito e Diana sentiu algo quente em sua boca e escutou o alto e prolongado gemido que Kal deu. Ela engoliu tudo e lentamente retirou a boca.
Kal estava respirando pesadamente, ele a puxou de volta aos seus pés e deixou que o resto da toga escorregasse do lindo corpo de sua amante. Ele a sentou na mesa novamente e foi à vez dele se ajoelhar. As mãos e a boca fizeram Diana gemer até chegar a sua libertação.
Ele se levantou e a levou junto até fazer ela bater com força na parede e soltando um suspiro. Ela envolveu as pernas envolta da cintura de Kal enquanto ele entrava dentro dela. Ele começou a sair e entrar em um ritmo rápido, forte e áspero. Os dois se debatiam um contra o outro como animais.
Ambos gemiam alto, Diana arranhava as costas de Kal fazendo filetes de sangue escorrem lentamente das costas e no lugar onde as mãos dele estavam usando para apoio, estavam formando-se pequenas crateras. Enfim, depois do que pareceram dias, ambos chegaram a um clímax avassalador.
A parede teve dois buracos enormes que chegavam do outro lado e Kal, mesmo sendo tão podereso, iria ter machucados dolorosos nas costas por muito tempo.
Aos poucos os dois foram descendo dessa sensação de tanto prazer e Kal os levou de volta para a mesa sentando Diana. Ele ainda estava dentro dela quando uniu as mãos dele com as dela.
Ele as acariciou por um tempo até levantá-las para o pescoço dele e deixando-as lá, ele colocou as mãos dele nos dois lados da face de Diana e olhou para ela como se ela fosse a coisa mais preciosa que ele tem. E talvez ela realmente fosse.
Então ele a beijou. Um beijo mais carinhoso, calmo, quase que com amor.
Quando se separaram, ele tinha um sorriso no rosto e disse:
“ Eu planejei fazer isso menos desesperado e mais carinhoso ontem à noite na Fortaleza, mas você não apareceu e toda a comida esfriou”
“ Já disse que sinto muito. Mas confesse que gostou do jeito que foi hoje.”
“ Ontem a noite eu não queria só o sexo Diana. Eu tinha uma ideia em mente há muito tempo e iria fazê-la ontem. Como você não apareceu, eu acho que vou ter que me contentar com aqui e agora.”
Dizendo isso ele saiu de perto dela, se agachou e pegou a capa branca que colocou ao redor dela. E começou a procurar algo no meio das roupas no chão. Diana realmente não sabia o que fazer nessa situação. Para ela sempre fora uma libertação sexual os encontros que eles tiveram. Mas ela começou a perceber a algum tempo que Kal estava muito mais carinhoso, que ele se preocupava mais com o bem-estar dela, dava mais abraços nela e os beijos dele estava mais calmos e com algo a mais por trás deles. Algo que ela só sente com Bruce. O amor.
Por isso agora ela estava com medo do que Kal poderia dizer para ela.
Ele finalmente achou o que procurava e voltou com uma pequena caixa em suas mãos. Diana já estava começando a ficar com medo, mas não demonstrou.
Kal se ajoelhou em frente a ela e disse:
“ Não era exatamente assim que eu queria dizer isso, talvez você não estivesse esperando eu dizer isso ou talvez sim eu não sei.” Ele tomou uma respiração profunda, com certeza ele estava nervoso. “Mas eu quero dizer que... Eu te amo. Eu sei que você pode não acreditar, mas é a verdade.
Já faz anos que eu sinto algo por você, com o passar do tempo foi crescendo até virar amor. Eu nunca senti nada igual por uma mulher, nem por Lois. E por isso eu quero que você fique comigo para sempre. Diana, você vai se casar comigo? ”
Diana estava em choque, não conseguia pronunciar palavra alguma. Nunca passou pela cabeça dela que ele iria pedir isso. Mas para a sorte dela, antes que pudesse pronunciar uma palavra os alarmes começaram a soar.
“ Alerta geral. Ameaça urgente. Detento número 001 escapou. Detento número 001 escapou. ” A voz eletrônica soou.
O número 001 era Bruce. Diana e Kal começaram a colocar as roupas em alta velocidade e correram para encontrar vários dos ‘Super-Rôbos’ destruídos e tubos de ventilação abertos.
“ Maldito! Desgraçado! Ele não podia ter feito isso! Nossos assuntos ficam para mais tarde Diana, agora quero que você reúna todos os nossos caçadores e alerte todos para caçar o Batman. E você vai procurá-lo também e se o achar, mate-o.”
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Notas finais
Enfim, estão gostando do rumo da história? O Superman mais sentimental não agrada?? Review.
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