Notas iniciais
esse demorou mais um pouco, espero que goxxxtem boa leitura ;)

E o resto do dia se passou tranquilo, com cavaleiros treinando, pois aquela semana só teriam lutas teste, e todos os alunos do ultimo ano estavam sendo avaliados.

E muitos alunos, nesse dia foram para a enfermaria com a esperança de poderem falar com Tenma, ele tinha virado uma “celebridade,” pois desferiu o golpe regente de Pégaso e viram que foi bem mais forte que o de Baron, este que iria ter que ficar alguns dias de cama devido aos ferimentos e ele estava xingando Tenma até o sétimo círculo do inferno, apesar de admitir que ele tinha lutado bem e o golpe tinha sido realmente forte e ele viu a imagem de Pégaso enquanto Tenma desenhava as estrelas de sua constelação regente, no entanto não admitiria isso em voz alta nem sob tortura, seu orgulho falava mais alto no final das contas.

Sasha não conseguiu voltar a enfermaria, teve que fazer alguns relatórios para seus pais, relatórios detalhados sobre as luta do dia, e ficou o dia todo no quarto escrevendo, e se assustou quando ouviu alguém batendo na porta de seu quarto e viu que já era hora do jantar, na hora que se levantou sua coluna sentiu ter ficado tanto tempo na mesma posição e tentando esticar sua coluna e foi atender a porta.

– Sasha por que não foi ao refeitório? – perguntou Tenma casualmente segurando uma bandeja de comida nas mãos.

Sasha se surpreendeu, achou que o rapaz ia ficar mais tempo na enfermaria.

– Tenma não devia estar na enfermaria, ainda está ferido se esqueceu? – perguntou preocupada.

– Relaxa, a enfermeira me liberou, disse só para que eu não lutasse por essa semana, para poder descansar o meu corpo, e que teria que fazer os curativos todos os dias até cicatrizar,mas fora isso ela me disse que poderia andar e não precisaria ficar acamado, o Baron é que vai te que ficar um bom tempo de cama, ele me xingou o dia todo – ele disse rindo.

– Bom não é pra menos – ela comentou rindo e aliviada de os estarem bem – e essa bandeja para quem é?

– Pra você, eu resolvi trazer já que você não foi jantar no refeitório – ele respondeu.

– Desculpe, estive trabalhando o dia todo, tive que fazer alguns relatórios, e obrigada por me trazer o jantar – ela agradeceu pegando a bandeja e a colocando em cima de sua escrivaninha.

– Sasha quer que eu espere aqui até você terminar ou quer que eu volte depois? – o rapaz perguntou encostado no batente da porta.

– Não se incomode, depois eu levo, e você devia descansar e não seria muito bom que os outros alunos o vissem aqui – ela respondeu sorrindo.

– Sasha sabe muito bem que não me importo com a opinião deles, mas entendo que você seja a supervisora dos alunos e eles poderiam te falar alguma coisa indevida, mas acho que nenhum deles ia ser louco de insinuar alguma coisa, ainda mais agora – ele falou rindo.

– Tenma tenha dó! Você sabe muito que não é pra isso que treina! – ela exclamou querendo dar uma bronca nele.

– Calma lá, só estou brincando é lógico que não sair por aí distribuindo socos nos alunos, era só modo de dizer, eles me respeitam – ele se explicou.

– Acho que eles tem medo de você – ela falou rindo – e antes que esqueça sábado vou poder sim sair com você, não terei nenhuma atividade importante esse fim de semana.

– Isso é ótimo! – o rapaz exclamou feliz, então ele pegou a moça pela cintura e a rodou, ela ficou muito surpresa com a reação do rapaz e após o giro ela bateu de encontro ao tórax dele.

– Tenma sue maluco! Cuidado com suas feridas! – ela advertiu preocupada quando viu um pouco de sangue nos machucados.

– Não se preocupe com eles, só estou feliz que esse fim de semana você vai sair comigo – ele falou anestesiado da dor, finalmente ia poder se declarar – agora coma um pouco, não quero que desmaie por falta de alimentação.

– Certo, mas depois irei até a enfermaria para pegar algumas coisas para refazer seus curativos – ela falou, quando ele a empurrou de leve para se sentar e comer.

Ele concordou e sentou na cama dela para espera-la terminar. Quando terminou ela pegou a bandeja e a levou até o refeitório e deixou com uma das criadas, e depois se dirigiu até a enfermaria para pegar algumas coisas que precisaria para refazer os curativos.

Assim que chegou Tenma estava deitado em sua cama, dormindo calmamente, e ela suspirou e não sabia se o expulsava do quarto ou se fechava a porta e fazia o que tinha que fazer, “meus pais vão pirar quando souberem,” ela pensou mas resolveu pela segundo alternativa e decidida fechou a porta e foi tentar acordar o rapaz.

Tentou chama-lo pelo nome, baixo para não assusta-lo, mas ele não acordou, e aumentou o tom de voz e mesmo assim não surtiu efeito, tentou outras vezes ainda sim ele dormia até que teve uma ideia até maldosa. Pegou uma jarra de água e a jogou nele, que imediatamente acordou assustado co um pulo e quando viu que ela estava gargalhando não aguentou e começou a rir também.

– Sasha saiba que isso vai ter volta – ele prometeu com o rosto pingando.

– Certo, que seja. Agora senta e tira a parte de cima, preciso refazer seus curativos – ela pediu depois conseguir controlar o riso.

Ele fez o que ela pediu, foi uma situação um tanto inusitada para ambos, Sasha nunca tinha estado tão próxima assim do rapaz e pode sentir o olhar dele enquanto fazia os curativos em seus tórax, malhado diga-se de passagem, realmente ele tinha até onde podia ver um corpo bonito, e ela ruborizou, seus pensamentos nunca a tinham levado nesse sentido e se chutou mentalmente porque não era hora para pensamentos daqueles.

Para o rapaz também foi estranho sentir os dedos delicados e macios dela em seu peito e costa, era uma sensação completamente nova, e muito boa admitiu, e não conseguiu impelir certos pensamentos, bem afinal era inevitável, pois apesar de ser um cavaleiro ele ainda era um homem jovem, era natural ter esse tido de desejo, mas resolveu se acalmar porque caso contrário a história poderia não acabar bem.

E depois dela ter terminado de refazer os curativos, o advertiu para que tomasse cuidado, e sugeriu que ele fosse direto para o quarto para poder recarregar as forças, pois apesar de não ter que lutar pelo resto da semana, ele ainda tinha que descansar parfa o torneio.

Ele acatou a sugestão dela e se dirigiu a porta e num ato ousado, ele beijou-a muito perto da boca e desejou boa noite sussurrado no ouvido, ela ficou vermelha de imediato e ele foi com um sorriso no rosto, estava ganhando confiança e coragem e ela ficou ainda um tempo atônita, eram muitas sensações novas, em muito poço tempo e teria que se acostumar. E foi com esse tipo de pensamento que ela trocou a roupa de sua cama, colocou uma camisola e foi ler um pouco para se distrair.

Notas finais
espero que tenham gostado, e até a próxima o//