Notas iniciais
OOOOIEEEE PESSOASSS!! Como estão???? Obrigada pelos comentários do capitulo anterior!! Beijinhos! Boa Leitura!!!

Era de tarde, o sol estava quase, quase, se pondo.

Eu estava sentada entre as pernas do meu namorado, observando a vista super agradável, mas quase dormindo com a carícia que ele fazia em meus cabelos. Completamente em paz, eu estava me sentindo.

_É tão bom estar aqui, assim, com você. – despertei-me de minhas distrações com sua voz rouca soando pelos meus ouvidos.

_Também acho. – respondi com um suave sorriso em meus lábios. – É bom ter um tempinho só para gente.

_Sim, ainda mais depois de fazer uma prova ferrada em plena quarta-feira. – ele disse, e imediatamente rimos um com o outro. – O nosso vôo é sexta-feira. – León me recordou.

_Mas já? – perguntei me virando para ele, e o mesmo assentiu. – Sua irmã deve estar muito ansiosa. – sorri de lado.

_Sim, ela está. – León acariciou minha face. – Mel me ligou ontem, e disse que não vê a hora de colocar aquela aliança dourada. – continuou revirando os olhos e eu ri fracamente.

_Ah León... É o sonho dela. – falei sorrindo. – Imagine nós dois com alianças douradas? Ia ser o máximo!

_É... Talvez. – ele disse, e eu não acreditei muito.

_Talvez nada. – corrigi e ele riu.

Entrelacei nossas mãos, observando a aliança prata que estava em nossos dedos simbolizando a nossa união séria. Eu não ligava muito para aquele anel, mas agora me fez pensar. Aquilo era um símbolo do nosso amor. Que estávamos juntos, e entrelaçados, pelo menos naquele momento.

_Está tudo bem? – León perguntou-me e eu assenti. – É melhor irmos para nossos dormitórios, não? Já está ficando tarde...

_Não quero não. – falei e ele riu. – Estou falando sério.

_Tá, só mais dez minutinhos.

***

_Fran, você sabe onde eu coloquei o meu livro de matemática? – perguntei procurando pelo mesmo. Eu precisava fazer a lição para amanhã.

_Sei não. – disse comendo sozinha um pote de sorvete inteiro. – Deve estar dentro da sua zona, que você chama de armário.

_Sem graça. – mostrei a língua e ela riu. – E nem é tão bagunçado assim. – me defendi.

_É sim, e você sabe disso. – riu. – Sabe o que eu estava pensando? – perguntou.

_Claro que não. Não sou adivinha né Francesca!

_Idiota. – insultou-me e eu ri. – Faz tempo que nós não saímos.

_Nós saímos na segunda. – respondi.

_Mas aquilo não valeu, foi mais um encontro de casais.

_Verdade. – falei desistindo de encontrar o meu livro.

_Que irmos para a Disney nas nossas férias? – perguntou sorridente.

_Não sei não, não é melhor irmos para Buenos Aires, e ficar com nossos amigos?

_Os chamamos para ir também oras.

_Pode ser.

Por León *

_Oi Ludmila, sim eu estou bem. Violetta também está bem, não se preocupe. – atendi a ligação de minha prima, respondendo todas das possíveis perguntas que ela iria começar a me fazer.

_Estou com tantas saudades de vocês. – choramingava com a voz tristonha.

_Nós já, já, iremos retornar a Buenos Aires. – tentei acalmá-la.

_Mas vai ser por pouco tempo. Queria que estivessem aqui para sempre. Inclusive a Francesca e o Marco, preciso deles para me ajudar nas lições de casa e as lições amorosas. – suspirou.

_Falando em lições amorosas, com quem você está namorando mesmo? – perguntei, pois sempre ela estava com um namorado novo.

_Com ninguém, idiota. – respondeu brava e eu ri.

_Não queria te ofender, desculpa. – pedi. – Mas e o Federico ou o Diego? Não decidiu ainda? – perguntei estranhando.

_Na verdade sim, já escolhi, mas eles estão muito distantes. – suspirou. – Diego quase não fala comigo e Federico... – outro suspiro, só que agora com um pesar maior.

_O que tem o Federico?

_Digamos que... – mais um suspiro. – E-Ele conheceu uma menina e...

_E te esqueceu? – perguntei óbvio.

_Não que tenha me esquecido, mas ele não liga mais para mim.

_É a mesma coisa. – joguei meu corpo na cama.

_Tá, não quero falar sobre isso. – disse calma. – Só liguei para dizer que estou com saudades. Volta logo, beijo. – desligou sem me dar chances de responder, ou no caso, despedir-me.

Lucas entrou no quarto, segurando um copo de plástico, que provavelmente estava com alguma bebida alcoólica. Mas ao contrário da maioria dos dias, ele parecia sóbrio.

_E aí León? – colocou o copo sobre a cômoda. – Como vai?

_Bem, e você? – respondi pegando um livro, que eu estava lendo fazia alguns dias. Francesca havia me dado, ano retrasado, e eu só estava lendo agora.

_Ótimo. – sentou-se a cama. – Vai ter uma festa no salão mais tarde, vamos nessa? – perguntou me encarando.

_Acho que não. – respondi tentando ler o primeiro parágrafo.

_Ah León, para de ser tão chato, dude! – jogou seu travesseiro em mim, e eu desisti de ler a sinopse do livro, jogando ele no criado mudo. – Você nunca vai nessas festas, parece até que é um nerd ridículo, e olha que joga no time de basquete hein!

_Não vou, você sabe que a Violetta não gosta dessas coisas. – rebati o olhando sério. – E eu a respeito muito.

_Percebi. – resmungou. – Mas eu deixo você levar a chatinha da sua namorada.

_Ela não é chatinha. – o olhei cansado daquilo.

_Ok, ela é meiga como uma flor, delicada como uma rosa, e gostosa como uma... – o interrompi quase partindo aquela cara de sínico que ele tinha ao meio.

_Lucas! – o repreendi alterado.

_Ui que medo. – riu alto. – Mas relaxa campeão, tem alguém de olho na sua mina, mas garanto que não sou eu. Então fica de olho, brother.

_E quem é esse alguém, posso saber? – me levantei da cama.

_Ué, você sabe muito bem. – ele disse se levantando também. – Ou você acha que o Fred se curou da paixãozinha que estava sentindo pela sua Violet – disse sério, me dando um aviso.

_Eu vou nessa festa. – falei convicto e ele sorriu vencido.

***

_Com assim festa?

_Você sabe amor, como a que nos conhecemos melhor em Buenos Aires. – respondi.

_Mas León, vai ser muito tarde. – falou do outro lado da linha.

_Ah amor, só um pouquinho, e amanhã mesmo nós pegamos um vôo para Argentina. Vamos curtir um pouquinho. – tentei convencê-la. Por celular é muito mais fácil de resolver os conflitos com a Violetta, pensei mentalmente.

_Então você quer curtir? – perguntou brincando com a ousadia em sua voz.

_Violetta... – repreendi-a rindo, e ela riu também.

_Estou brincando amor. – disse ainda rindo. – Ou não.

_Eu mereço. – ri.

­_Eu posso levar a Fran? – perguntou meiga.

_Por quê? – perguntei emburrado. – Já vi que ela vai receber mais atenção, do que seu namorado aqui que te convidou. – falei.

_Não é isso amorzinho. – ela riu baixo. – Não quero deixar a Fran aqui sozinha. Já não basta que eu vá deixá-la sozinha por uma semana aqui na Califórnia.

_Tudo bem, tudo bem. – suspirei entendendo seus motivos. – Te pego às dez e meia.

_Ok, beijinhos. – desligou.

¨¨

Tomei um banho rápido, e logo saí do banheiro. Lucas já havia sumido, acho que ele era um dos organizadores daquela festinha. Peguei uma camisa pólo branca, e uma calça jeans escura. Passei um gel em meu cabelo, deixando-o arrepiado. Calcei meus tênis brancos. E passei um perfume, o preferido de Violetta.

Ouvi batidas na porta do meu dormitório e fui atender.

_Nossa gatinho. – era Violetta, a mesma me abraçou rapidamente. – Ainda mais cheiroso. – sussurrou risonha.

_Você também está maravilhosa meu amor. – falei vendo suas curvas acentuadíssimas naquele vestido branco.

_Vamos? – perguntou me dando um selinho.

_E a Fran? – perguntei achando estranho.

_Seu amiguinho Lucas já arrastou ela. – rimos. – Ele precisava de uma garota para não entrar sozinho, pelo menos foi o que me falou.

Notas finais
Tá um pouco curto, mas prometo recompensar com o próximo, que será em breve! MAS... O que acharam??