Uma Nova Chance Uma Nova Esperança...um Novo Amor
18 Capítulo 18
Notas iniciais
Bom espero que gostem.
Capitulo Betado.
Boa leitura *--*
POV BELLA
-Ei, amor fala baixo.-disse meio constrangida por causa que todos olhavam.Nunca gostei de muita atenção.
-Não, não eu quero que todos saibam que eu sou o homem mais feliz do mundo!-Exclamou Jazz com um sorriso lindo.
-Vamos Jazz?-Perguntei a ele.
-Não, meu amor, você tem que comer.-Disse ele mais sério.-Não quero que o nosso bebê fique doente.
-Tudo bem.-Disse a ele.Eu estava realmente com fome.Chegando a mesa a garçonete já foi chegando.
-Vou trazer seu prato agora, tudo bem?-Perguntou ela.
-Claro-Disse a ela.Depois que terminei.Fomos para casa.Chegando lá Jazz selou nossos lábios um no outro.
-Ich hätte nie gedacht, dass eines Tages jemand so lieben.-Disse ele.Em meio a nosso beijo.
-Não entendi.-Disse a ele meio sem folego por causa do beijo.
-Não preciso dizer, eu vou mostra.-Disse ele me beijando outra vez só que mais calmo... Foi tão...tão terno.
-Acho que já entendi.-Disse a ele.-E eu também nunca imaginei me sentir assim.
-Senti tanto a sua falta.-Disse ele passando os lábios de minha boca para meu pescoço.
-Nem me fale.-Disse me agarrando mais a ele.Logo depois me deitou no sofá.Nosso beijo foi se aprofundando mais.
-Que saudade amor.-disse a ele.
-Eu vou matar toda a sua saudade,-Disse ele com um cara de safado.Com isso começou a descer o ziper de meu vestido.Minhas mãos desabotoavam os botões de sua camisa.
-Eu te amo demais senhorita Swan.-Disse ele com aquele sotaque sulista que me mata.
-Você me deixa louca com este sotaque. Sabia?-Disse a ele.
-Hummm, isso é um ótimo sinal, minha senhora.-Disse ele ainda com aquele sorriso safado mais ao mesmo tempo lindo de morrer.Nosso corpos já estavam conectados demais para conversamos. E então ainda aqui na sala de meu pai cheguei a o meu pedacinho de céu.Sim meu pedacinho de céu eu tinha o homem que eu amava em meus braços, meu filho saudável em meu ventre.Me acomodei no sofá ao lado de Jazz e acabei dormindo.
“Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata…”
—Carlos Drummond de Andrade
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