Notas iniciais
Oi gente, demorei e imploro que me desculpem. Vou tentar seguir o meu novo cronograma. Posts nas segundas e quintas. NÃO ME ABANDONEM, POR FAVOR D:
Quero agradecer a: Camila Vasconcelos e Sonho, que recomendaram a fic, obrigada ♥
Gente ainda não decidi quem vai me ajudar na short, mas logo posto quem será.
Bom cap pra vocês. E leiam as notinhas finais, que tem spoilers do próximo pra vocês.

– Com eu disse, você é minha, inteiramente minha e só! Ninguém mais pode te tocar – Edward apertou minha bunda com as mãos e eu soltei um gritinho. – Só eu.

Passei as mãos pelo cabelo dele e Edward rodeou minha cintura me colando a ele, antes de fazer mais alguma coisa ele me puxou para um beijo selvagem e cheio de tesão e paixão.

(...)

Terminei nosso beijo um tanto resistente com leves selinhos encostando minha testa na de Edward.

– Bella... – Edward murmurou me pegando no colo e levando pro quarto. Em seguida tirou meu vestido com muita pressa. – Linda, simplesmente linda.

Passei as mãos pelos braços de Edward e comecei a tirar sua camisa, depois a calça e ele mesmo tirou o calçado. Nós estávamos ofegantes e a pose de durão de Edward estava me conquistando. Ele levou as mãos para o fecho do meu sutiã e abriu, jogando-o longe e fez o mesmo com a minha calcinha. Edward desceu beijos por meu pescoço e abocanhou meu seio direito enquanto massageava o esquerdo e eu só conseguia gemer. Ele continuou com a tortura, apenas variando de seio, mas logo desceu a boca pro meu sexo.

– Edward! – Soltei um gritinho e levei minhas mãos ao cabelo dele. Edward afastou o rosto de minha intimidade e sorriu, batendo o halito em meu sexo e me arrepiando, em seguida voltou sua concentração em mim. Eu só gemia e soltava palavras desconexas, enquanto ele continuava a me torturar até me fazer atingir o ápice.

– Deliciosa, minha Bella – Sorriu, voltando pra cima de mim.

– Sua?

– Sim, minha – Gemi em resposta. – Quer que eu prove? – Falou beijando meu pescoço e eu gemia feito puta. – Responde Isabella!

– Si... sim Edward, por favor – Edward riu contra a pele do meu pescoço.

– De quatro! – Ordenou.

– O que? – Perguntei espantada.

– De quatro Isabella, agora! – Edward não esperou pela resposta, pegou em meu quadril e me fez ficar de quatro. – Isso, quero te fuder assim.

Edward falando assim era excitante de mais, eu já não aguentava mais tortura.

– Ed... – Supliquei.

– Diz, Bella.

– Entra logo – Ouvi uma risadinha de Edward e ele nem esperou mais, apenas me penetrou forte e fundo arrancando um grito de prazer meu. Agarrei a cabeceira da cama e Edward saiu de dentro de mim voltando com mais força do que primeira vez. Era sexo selvagem, delicioso e selvagem.

Edward continuou a estocar me levando a loucura, uma de suas mãos desceram ao meu clitóris esfregando-o e gemi mais alto do que já estava e ele rosnou.

– Vem comigo Bella – Não precisou pedir mais nada, apenas a sua voz peto do meu ouvido foi o suficiente pra me fazer gozar junto com ele. Cai na cama exausta e Edward foi para o meu lado, ambos ofegantes. – Desculpe por isso – Edward falou, após nossas respirações normalizarem.

– Tudo bem, foi ótimo – Sorri. – Mas você me cansou e me deixou ardida – Corei.

– Vem, vamos tomar um banho – Edward se levantou e me pegou no colo, levando pro banheiro.

(...)

Acordei com a pilha toda, super animada e com uma puta dor nomeio das pernas. Ri internamente ao me lembrar de Edward me dando banho, banho nada. Mas valeu a pena, e até que a dor era de se acostumar. Me levantei da cama onde Edward ronronava feito um gatinho e fui me vestir, coloquei uma saia curta e uma regata cumprida, dando um nozinho na ponta. Penteei o cabelo prendendo em um coque desfiado e fui acordar Edward.

– Ed, acorda – Remexi em seu ombro e ele virou a cabeça na direção contraria da minha fazendo um biquinho. – Edward seu criança, levanta agora! – Falei pulando em cima dele na cama, Edward começou a rir enquanto eu tentava sufoca-lo com o travesseiro.

– Quanto bom humor – Se livrou de mim rindo, ponto pra mim, afinal Edward sempre acorda com puto um mal humor.

– Vamos dar um passeio pela ilha hoje, não é? – Fiz uma cara de cachorro, que deve ter ficado ridícula.

– É a isso que deve todo esse bom humor? Bom, se você quiser nós vamos.

– Ótimo – Respondi completamente animada, vendo Edward se vestir com apenas uma bermuda. – Quando vamos? – Não consegui conter a empolgação.

– Depois do almoço – Edward riu da minha felicidade.

– Mas e o sol?

– Vamos pela sombra, tem muitas árvores.

– O que nós temos que levar?

– Comida, muita comida – Edward riu saindo do quarto e eu o segui, fomos para cozinha e já tinha uma mesa posta com inúmeras coisas para o café da manhã.

– Quem faz toda essa comida Edward?

– A empregada.

– Como eu nunca a vi?

– Ela faz o café cedo e sai, sempre foi assim.

– Ela mora por aqui?

– Sim, ela e o caseiro. Cuidam dessa ilha a anos, sempre avisamos quando vamos vir e quando estamos aqui, a mulher dele é a cozinheira.

– Preciso aprender algumas coisinhas com elas.

– Você não sabe cozinhar? Tipo, nada?

– Não mesmo – Ri. – Juro que já tentei, mas lá no apartamento a Alice tinha me proibido de chegar perto do fogão, assim como você fez.

– Desculpe, mas é mais seguro você longe do fogão.

– Eu sei, mais pra frente quero fazer um curso de gastronomia.

– Adorei a ideia.

– Tem empregada na nossa casa?

– Tem, mas ela tirou férias faz dois meses. Provavelmente voltará quando formos pra casa.

– Quando nós vamos voltar?

– Daqui a algumas semanas, não podemos ficar muito tempo. – Fiquei um pouco triste, mas sabia que teríamos que sair da lua de mel e encarar o mundo real.

Continuamos comendo e depois pedi ajuda de Edward para saber o que levar pra fazer a trilha. Ele pegou duas mochilas colocando dentro delas coisas como: Mantas pra deitar no gramado, repelente, coloquei um livro dentro da minha, pegamos várias garrafas d’agua, Edward colocou uma lanterna, e muita, muita comida. Achei estranho o tanto de bolacha e coisinhas do tipo que ele estava levando, mas Edward fez questão de levar mais e disse que nós sentiríamos fome por caminhar e que no meio faríamos uma pausa pra um lanchinho. Troquei minhas roupas por uma calça jeans e tênis, levei uma blusa de manga cumprida na bolsa, mas continuei com a que eu estava.

Edward vestiu uma calça, uma camiseta e um tênis. Pegou umas das mochilas e deu outra pra mim, aquilo estava muito pesado que quase tombei pra traz mas Edward me ajudou com o peso.

– Vamos? – Perguntei mega empolgada.

– Vamos sim. Mas antes a senhorita vai passar protetor solar. – Soltei um muxoxo. – É isso ou ficar com insolação.

– Vou passar logo.

Peguei o protetor que eu trouxe e passei nos braços e pescoço, no rosto eu passei bem de leve, mas Edward bufou e encheu a mão de protetor deixando meu rosto branco e empapado de protetor fator 50.

– Está linda, agora vamos. – Disse com um sorrisinho.

Saímos da casa e seguimos pela areia até entrar na mata marcada por uma pequena trilha no chão. Era linda a paisagem, arvores altas e cheias de folhas, algumas com pequenas flores. Havia um tapete de grama verdinha no chão, deixando tudo mais lindo.

– Onde exatamente nós vamos? – Perguntei.

– Em uma clareira que tem por aqui. – Respondeu andando a minha frente.

Não respondi nada, continuei atrás dele. Seguimos pela trilha marcada no chão e eu estava ansiosa pra ver onde iríamos chegar. Realmente o sol estava queimando, mas as arvores cobriam um pouco, juntando o sol com o peso da mochila eu já poderia dizer que estava cansada. É, tem vezes que o sedentarismo fala mais alto. Não reclamei para Edward, ele estava parecendo um guia turístico, apontava para algumas plantações me explicando o que era, ora me mostrava os passarinhos ou coisas que apareciam no caminho. Passamos mais de uma hora caminhando, eu parecia aqueles cachorrinhos com sede. Nossa, que comparação ridícula a minha.

– Edward, já estamos chegando? – Perguntei torcendo para que sim.

– Talvez. – Olhei para ele com os olhos arregalados.

– Socorro, onde é essa campina? É em Los Angeles? Porque daqui a pouco vamos chegar lá a pé.

– Mais que mulher mais exagerada. – Riu. – Brincadeira, estamos chegando.

Bufei, mas continuei andando. Depois de mais meia hora chegamos a um lugar lindo, na verdade perfeito. O sol – já mais fraco – batia nas árvores fazendo sombra, as flores cercavam o gramado, deixando tudo com cara de comercial de TV. Edward andou até o meio do gramado e estendeu a colcha no chão batendo a mão ao seu lado pra mim sentar. Me sentei junto com ele, e começamos a comer em silencio.

– Eu costumava vir aqui, nesse lugar, quando minha família vinha para o Brasil. Tenho boas lembranças daqui. É um lugar lindo. – Comentou com o olhar vago.

– É realmente lindo, a ilha é muito linda.

Edward me fitou.

– É bom estar aqui com você.

– Edward, se eu te perguntar algo, você me responde com sinceridade?

– Depende. – Brincou e eu fiz uma careta. – OK, eu prometo que respondo.

– Qual foi a primeira coisa que você pensou quando me viu pela primeira vez?

– Com sinceridade?

– Com sinceridade. – Afirmei.

– Bom, quando eu te vi de quatro no chão eu pensei “Meu Deus, ela tem dois pés esquerdos.” mas o meu lado homem pensou “Que gostosa, ainda mais nessa posição.” – Corei absurdamente. – Desculpe, mas fui sincero. – Respondeu afagando minhas bochechas coradas.

– Eu pedi por isso. – Ri constrangida.

– Mas e você, o que pensou de mim?

– Que você era o anjo que estava me ajudando. – Corei ainda mais.

– Sério? Eu não tenho nada de anjo.

– Talvez a aparência. – Brinquei. – Você sabe ser um amor quando quer.

– Você também, querida esposa. – Riu com sarcasmo.

– Tudo seria mais fácil se não estivéssemos casados. Não é?

– Talvez, mas nunca vamos saber.

– Me desculpe por estragar sua vida.

– Bella... – Virei o rosto pra encarar as arvores. – Você não foi um estrago.

– Realmente? – Perguntei me virando novamente.

– Talvez não um completo. – Sorriu. – Óbvio que você não é.

– Eu disse que era pra ser sincero! – Grunhi.

– E eu estou sendo, ué.

– OK Edward.

Me virei novamente, mas Edward puxou meu rosto de encontro ao seus lábios. Um beijo muito carinhoso.

– Acredita em mim?

– Com sinceridade?

– Absoluta.

– Sim. – Sorri.

– Ótimo, isso merece um banho de cachoeira. – Meu olhos brilharam.

– Tem cachoeira por aqui?

– Tem, quer ir?

– Óbvio.

Guardamos as coisas de volta nas mochilas, e fomos caminhando pra cachoeira. Não era perto, mas também não muito longe. Deu pra ir caminhando tranquilamente. Chegando lá, tirei minha calça e blusa, ficando só de lingerie, Edward me olhava espantado.

– Vai nadar assim? Comigo?

– Ué, o que é que tem?

– Sei lá, pensei que você fosse tímida.

– Eu sou, mas pra que ter vergonha de quem te fode toda a noite? – Dei de ombros. Edward gargalhou.

– Essa é a minha esposa!

Edward tirou a calça e a camiseta, ficando só de boxer. E pulando na água logo em seguida. Pulei um pouco depois. Ficamos mergulhando e conversando, a água tinha um temperatura ótima, tudo perfeito. Logo teríamos que ir pra não voltar numa completa escuridão. Já devia ter se passado muito tempo desde que saímos, segundo os meus cálculos e com o sol se pondo, agora deveria ser seis horas, mais ou menos. Logo escureceria e mesmo com as lanternas eu não queria chegar de noite. Saímos da água, nos secamos com o lençol e nos vestimos.

– Você tem certeza de onde é pra irmos, certo? – Perguntei.

– Claro, conheço essa ilha muito bem.

– OK.

– Vamos por aqui. – Edward apontou para o meio de algumas arvores e fomos andando por elas.

– Posso por uma musica? O silencio me incomoda.

– Olha só, pensei que você fosse a favor do silencio. Mas pode sim.

– Só as vezes. – Sorri.

Parei de caminhar um pouco, pra pegar o meu celular de dentro da mochila, liguei e programei uma playlist pra tocar. Começando com um Bon Jovi.

– Imaginei que você fosse colocar algo do tipo. – Brincou.

– Eu disse que sou fã de Bon Jovi, e diz ai, essa musica é contagiante demais.

– Isso é.

Passamos por uma arvore com um X marcado no tronco e fiquei curiosa.

– Por acaso foi você que fez? – Apontei para a árvore.

– Foi. – Riu. – Pra marcar território, sempre andei por aqui.

Voltamos a caminhar pelo lugar e eu dava pulinhos conforme a musica tocava, era impossível me conter. Até que comecei a cantar.

– Oh, We're half way there, whoooooooooah, Livin' On A Prayer. Take my hand, we'll make it, I swear, whoah, Livin' On A Prayer – Cantei mega empolgada, com Edward fazendo a outra voz.

– Eles são o máximo. – Comentou durante a musica. Igualmente empolgado.

– Sim. – Concordei a continuamos cantando e andando. Já estava parcialmente escuro, hora de pegarmos as lanternas. Andamos mais um pouco e uma coisa me chamou atenção. – Edward?

– Sim Bella?

– Quantas árvores você marcou?

– Acho que algumas, não sei bem, porque?

– Acabei de achar outra com um X. – Dei de ombros e caminhamos mais, cada vez mais. Até que passamos por outra árvore com um X, parei de caminhar e olhei em volta. – Cullen, olha só. Outra árvore. Tem certeza que sabe onde estamos indo?

– Eu acho que sei. – Edward parou de caminhar também e olhou pra árvore. – Eu me lembro, era só seguir a esquerda.

– Quer dizer que você não sabe onde estamos? – Perguntei apavorada.

– Eu sei. – Afirmou.

– E onde estamos?

– Na ilha. – Bufei e cruzei os braços.

– Ah, sério? Quanta inteligência hein.

– Valeu. – Respondeu orgulhoso.

– Eu estava tirando sarro Edward. Pelo amor de Deus, nós estamos perdidos? – Edward deu um giro olhando tudo em volta.

– Eu acho que sim. – Senti todo o meu corpo gelar. Perdidos? Nos meio do nada? Isso não era bom, não era nada bom!

– E o que, o que nós vamos fazer? – Perguntei piscando freneticamente e com as mãos suando.

– Eu não sei. – Deu de ombros.

– S.O.S – Gritei as siglas, a primeira coisa que me veio na cabeça. – S.O.S SOCORRO! SOCORRO, ESTAMOS PERDIDOS! SOCORROOOOO!

– O que diabos você está fazendo? – Edward perguntou rindo de mim, com os braços cruzados.

– Algo que você também deveria fazer, pedir por socorro. – Continuei a gritar. – S.O.S, ALGUÉM AQUI?

– Você sabe o que significa S.O.S por acaso?

– Socorro? Me ajude? Eu sei lá Edward, só não quero morrer aqui.

– Significa Salve Os Sobreviventes, nós não sofremos um acidente ou algo assim. E outra. Não tem ninguém por aqui, ninguém. Só nós e o caseiro, então não adianta.

– E o que você quer que eu faça? Morra aqui? – Perguntei indignada.

– Amanhã, quando estiver claro, nós vamos pra casa.

– AMANHÃ? Como vamos dormir? Comer, Edward estamos no meio do mato!

– Você nunca acampou não?

– Não. – Tremi só de pensar nos bichos.

– Fica calma, tudo vai dar certo e amanhã nós voltamos.

Assim espero! S.O.S

Notas finais
Capitulo que vem pega fogo heeeeeeeeeein,
Desculpem mesmo pelo sumiço, mas tive sérios problemas. Foi bom esse tempo que fiquei afastada, porque eu tive novas ideias pra fic. Espero que me perdoem e não deixem de comentar. Vou tentar deixar o próximo capitulo maior e ai vai spoiler do próximo capitulo.
" Sabia que você me fascina? - Edward perguntou ao pé do meu ouvido. Você tem esse poder sobre mim, esse e vários.
Edward eu... - Ele me interrompeu.
Não pensa em nada, só sente. - Não pensei em mais nada, Edward me beijou com tamanhã paixão.
Eu não precisava pensar, eu simplesmente correspondi. Certo, eu gosto dele. Eu admito, isto para mim mesma. Eu não posso esconder meu sentimento mais. Eu nunca me senti assim antes. Eu o acho atraente, muito atraente. Mas ele é uma causa perdida pra mim, eu sei. Mas meu coração não sabe."
E AI, O QUE ACHARAM? *0* misturei com um trechinho de 50 tons de cinza kkkkkk
Comentem, e quem quiser recomendar também hehe
Beijos e até quita!