Uma Noiva Sem Noção
11 Lua de mel? Socorro!
Notas iniciais
Acho que várias ninas esperaram muito por esse capitulo não é? Pois então, eu tentei caprichar, e esse é o maior cap até agora *-* Espero que você gostem, e que comentem bastante ok?
Nesse capitulo tem uma conversa séria da Bella com o Ed, e um pouquinho mais da Bells pra vocês (:
Não se enganem, o Edward ainda está muito bravo com a Bella! :/
Queria agradecer a: *Rezinha_Cullen* que recomendou e flor, esse cap da lua de mel é dedicado pra você! *o*
Gente, bom capitulo, e nos vemos nas notinhas finais!
Entrei no carro com Edward que fez questão de abrir a porta pra mim, afinal estávamos na frente de todos. Ele deu partida e ficamos em um silencio agradável, eu ainda estava vestida de noiva, mas não queria chegar daquele jeito no aeroporto.
– Edward, tem como você passar na nossa casa primeiro? Pra mim trocar de roupa – Esclareci – Não quero chegar vestida assim.
Ele somente assentiu mas não disse absolutamente nada e dirigiu ate a nossa casa. Quando chegamos em frente eu desci do carro, mas antes de fechar a porta ele falou.
– Vou esperar no carro, não demore. Nossas malas já estão no aeroporto, Alice arrumou a sua e colocou tudo o que você precisa.
Fechei a porta e subi correndo pro quarto. Abri o meu lado do guarda roupas e peguei o primeiro vestido que eu achei, era um pink larguinho e vesti com um sinto marrom, procurei também um calçado e acabei pegando o meu ‘tênis/botinha/coturno’ branco e calcei. Pequei também a caixinha com o meu óculos de grau, que Alice havia esquecido e coloquei dentro de uma mochila onde enfiei um travesseiro enorme dentro e mais uma garrafinha de água, meu celular, os fones de ouvido e mais um trilhão de livros que eu fiz caber um uma única bolsa.
Desci as escadas e voltei pro carro.
– A Alice tinha esquecido alguma coisa? – Perguntou ao olhar a minha mala.
– Algumas poucas coisas, como por exemplo o meu óculos e meu celular.
– Hm – Deu de ombros e voltou a dirigir, percebi que ela já havia tirado o terno e estava só com a calça e a camisa.
Eu estava com a impressão de que o Edward já não estava tão bravo comigo, e que as vezes ele simplesmente queria conversar, mas o orgulho falava mais alto e ele acabava voltando com aquela postura de ofendido.
– Edward eu preciso te explicar algumas coisas... – Comecei mas não tive coragem de continuar, pois ele não desviou os olhos da estrada por nenhum segundo mostrando indiferença. Fiquei quieta por quase um minuto, e a curiosidade falou mais alto em Edward.
– Continue Bella, vai, me explique o que você quiser.
– Bom Edward, eu não vou falar pra quem não quer ouvir, ou pra quem vai fazer pouco da minha história.
– Quem disse que eu não quero ouvir? Alias, você me deve uma explicação!
– Sim eu devo, mas não custa nada você prestar a mínima atenção no que eu vou dizer não é? – Ele bufou mas assentiu.
– Prometo prestar atenção Isabella – Falou friamente.
– Bom, eu nasci em Chicago e quando tinha 16 anos meus pais morreram em um acidente de carro. A partir daí eu fui morar com a minha tia, mãe de Alice. Nunca tivemos muito dinheiro, mas com o que tinhamos eu consegui fazer uma faculdade e me formar. No começo eu escolhi a faculdade que eu sonhava em fazer, mas depois eu vi que não teria onde exercer a profissão se continuasse morando onde eu estava, nesse tempo a minha prima Alice conheceu Jasper pela internet e eles se apaixonaram, ela decidiu vir para cá viver com ele e me arrastou junto, então quando nós chegamos aqui fomos procurar um apartamento pra alugar, meses depois Jasper pediu ela em casamento, e eu consegui um emprego pra ajudar a manter o apartamento, mas o meu chefe dava em cima de mim então eu pedi a conta, só que eu não tinha mais dinheiro pro aluguel e a Alice começou a pagar tudo sozinha. Quando chegasse o dia dela se casar eu moraria sozinha e não tinha condições de pagar o aluguel, então eu fui procurar outro emprego.
– Na empresa do meu pai? – Perguntou após alguns segundos.
– Não, eu procurei em vários lugares. Tentei de garçonete, atendente de sexshop, bibliotecária, vendedora, balconista e tudo que estivesse ao meu alcance, mas nada deu certo.
– Hm – Fiquei em silencio, sem coragem pra continuar.
Depois de poucos minutos chegamos ao aeroporto e embarcamos em um avião pequeno, Edward não me deixou ver pra onde iríamos alegando que Esme ficaria brava se ele estragasse a ‘surpresa’ que ela havia preparado, entramos no avião e sentamos em poltronas lado a lado, eu escolhi a parte da janela e Edward ficou com a do corredor. Seriam longas horas de voo, de L.A. pra não sei aonde. Peguei meus fones de ouvido dentro da bolsa e fiquei escutando musica por um tempo, até que eu enjoei da playlist e desliguei o aparelho guardando novamente na bolsa. Encostei a cabeça na janela do avião até que uma voz chamou a minha atenção.
– Boa noite senhor – Uma vadia loira e peituda dirigiu-se a Edward com uma bandeja na mão – Gostaria de alguma coisa? – Apontou para inúmeras coisinhas comestíveis que haviam ali com ela.
– Não obrigado, Bella você quer? – Acenei negativamente lançando um olhar mortal para a vadia que quase esfregava os peitos na cara do meu marido.
– Tem certeza senhor? Temos vários produtos e se quiser eu posso... – Interrompi-a.
– Não, o meu marido não quer nada. Agora se puder se retirar eu agradeceria pois você esta me incomodando, obrigada.
Ela olhou assustada pra mim e depois virou as costas empinando o nariz e saindo.
– Vadia – Murmurei.
– O que foi? – perguntou Edward com risinho bobo.
– Nada – Respondi seca.
– Por que tratou ela assim?
– Porque? Você ainda me pergunta porque? Estava estampado na cara dela ‘foda grátis’, ela não sabe mais o que significa uma porra de uma aliança enorme e dourada no seu dedo anelar da mão esquerda? – Bufei enquanto ouvia um risinho de Edward.
– Ela não fez nada de mais.
Virei-me para a janela a ignorei Edward completamente, até que eu vi um raio iluminar o céu escoro e nublado por cima das nuvens.
– Edward – Chamei baixinho e ele resmungou cochilando – Edward acorda.
– O que é Bella? – Gemeu abrindo os olhos.
– Vai chover – falei apavorada e Edward arqueou uma sobrancelha.
– E?
– E eu tenho medo, seu insensível.
– O que que você quer que eu faça? – Perguntou tedioso.
– Eu ia pedir pra no mínimo conversar comigo sabe? Me entreter.
– Pega uma revista, um livro, ouve musica ou qualquer merda que você já esquece dessa chuva – Respondeu grosso.
– Oh, me desculpe por ter tentado puxar um assunto com o homem que eu vou viver 8 malditos meses e tentar esquecer esse temporal.
Me virei novamente para a janela do avião emburrada e bufando.
POV EDWARD
Tá certo que a história da vinda de Bella para Los Angeles tinha nexo, e que realmente ela precisava de dinheiro, mas isso não diminuiu em nada a minha raiva. Durante a viajem eu tentei dormir mas fui acordado pelo medo bobo de uma simples chuva, como se nós fossemos morrer por causa disso. Se ela queria conversar eu não era a pessoa mais apropriada pra isso, ainda mais quando se está bravo. Mas vê-la emburrada me incomodou e eu ainda tinha algumas duvidas sobre o que a levou a aceitar a proposta do meu pai.
– Isabella – Chamei fraco, esperando que ela escutasse mas ela nem se moveu um milímetro então eu me calei por alguns segundos esperando alguma possível reação, Bella olhou brevemente para mim com os olhos marejados e voltou a fitar a janela – Já que você quer conversar, eu vou começar: Como chegou até a empresa de meu pai?
– Eu não quero falar sobre isso – Bella não me encarou por nenhum segundo enquanto falava.
– Mas eu quero, é um direito meu.
– Agora tudo sobre a minha vida é um direito seu?
– Você casou comigo, eu não a obriguei, então se acostume.
– Acho que esse foi o maior erro da minha vida sabe.
– O problema é seu ninguém mandou você aceitar essa loucura, é só esperar os malditos 8 meses e depois você estará livre, eu estarei livre e tudo volta ao normal.
– Eu não entendo a sua aversão a esse casamento, se não fosse eu seria outra.
– Pelo menos a outra não teria mentido pra mim, ela seria menos vadia – Respondi grosso.
Ela ficou quieta por alguns minutos e eu só ouvia murmúrios.
– Edward. – pronunciou meu nome chorando e finalmente se virou pra mim. – Você realmente acha que eu gostaria de estar aqui? – Afirmei com a cabeça e ela riu baixinho – Não, eu não gostaria. Sabia que eu tenho sonhos? Ou pelo menos tinha a algumas semanas atrás, ou anos... Sabe, eu sonhava em me formar em literatura, me mudar para Connecticut, ficar rica, lançar um livro e casar com o homem da minha vida. Eu sempre fui guerreira. Eu nunca fui aquela criança que simplesmente não liga pra nada, mesmo quando eu estava no jardim de infância. – Enquanto falava as lágrimas se intensificaram em seu rosto – Mas não. Eu não consegui um emprego antes, e depois achei a sua empresa num jornal, fui me candidatar, tropecei na saída do elevador e um homem lindo veio me socorrer e por acaso esse homem é você, depois eu fui para a sala do pai desse homem, e ele me ofereceu o emprego com uma condição: Casar com o filho dele, ou eu aceitava ou era a rua, então eu aceitei. Afinal, são só 8 meses não é? – Suspirou – Só que eu fiquei amiga do meu noivo, e não podia contar pra ele, que a noiva dele era eu, então eu menti. E ele descobriu – Me fitou por alguns instantes – E me odeia profundamente – Completou – Mas sabe o que vai acontecer agora? Eu vou trabalhar pra você por 8 meses, depois vou me separar, vou parar de trabalhar e vou ser obrigada a voltar para Chicago pela falta de dinheiro, vou alugar uma quitinete, trabalhar de garçonete no butiquim da esquina, vou acabar descalça e grávida, numa casa cheia de gatos e olha que eu sou alérgica a esse bichos – fez um biquinho e enxugou as lágrimas com as mãos – A minha história não te pertence, eu não quero despeja-la em você, meus problemas são só meus, e eu tive a infeliz ideia de juntar o meu problema com a falta de dinheiro e com a sua falta de sorte, ai nós nos casamos. Então por favor, não me interrompa enquanto eu estiver te ignorando. – Bella terminou o seu enorme discurso e novamente se virou para a janela enquanto eu absorvia todas as informações.
– Eu não sabia disso, desculpe Isabella – Murmurei um pouco envergonhado.
– Sabe, eu sempre sonhei em fazer a diferença nesse mundo. Eu pulei todos os muros, derrubei todas as paredes, me esfarrapei em todas as cercas de arame que já tentaram me vedar, me padronizar, me deixar igual a todo mundo. Mas não adianta, isso não muda nada, infelizmente. Um ‘desculpe’ não vai te ajudar Edward, você continuará casado comigo.
– No final das contas não adianta reclamar, certas coisas ocorrem porque a gente permite.
– No meu ponto de vista não. Você não teve culpa, só se casou com a pessoa errada, eu não tenho nada de mocinha ou princesa.
– Bom, eu não sou nenhum bom moço ou super herói – Sorri fraco, e recebi outro sorriso de Bella em troca.
– Sr. E Sra. Cullen, aceitam um champagne? É cortesia – Fomos interrompidos por um homem de terno ao meu lado segurando bandeja com duas taças e o champagne.
– Sim, obrigado – Respondi por nós dois, homem abriu um suporte acoplado na poltrona a nossa frente e nos serviu nas duas taças se retirando logo em seguida.
Ergui minha taça chamando a atenção de Bella.
– Um brinde? – Propus e ela assentiu.
– Um brinde a mais ou ano idiota – Disse fria.
Levantei minha taça brindando com a dela, tomamos o champagne.e um silencio pairou sobre nós. Acredito que pelo horário, o sono se fez presente entre nós.
POV BELLA
– Edward? – Sussurrei, pra ver se ele estava acordado.
– Sim?
– Quantas horas nós vamos voar?
– Algumas boas horas.
– Hm.
– Porque?
– Tenho medo de aviões – Falei num foi de voz.
– Já tinha voado antes? – Virou o rosto para me encarar, neguei.
– Nunca, só quero dormir, mas estou com medo.
Edward me encarou com um tempo indeterminado, levantou a mão direta e pegou na minha mão que estava em meu colo. Me passando proteção.
– Eu estou aqui, dorme. Quando nós chegarmos eu te acordo. – Pisquei algumas vezes e assenti.
Essas foram as ultimas palavras que eu escutei antes de cair no sono.
(...)
– Isabella? – Senti meu corpo ser sacudido.
– Só mais cinco minutos Alice – Ronronei ouvindo uma gargalhada logo em seguida.
Abri os olhos assustada vendo Edward rir a minha frente.
– Só mais cinco minutos? – Imitou ridiculamente a minha voz.
– Cala a boca seu idiota! – Bufei.
– Nota mental: Bella sofre de mau humor logo pela manhã – Edward falou entre risos.
– Ei, para. Isso não tem graça – Adverti – Que horas são?
– Não sei, não me acostumei com o fuso horário. Mas já é quase a hora do pôr do sol.
Nos levantamos da poltrona saindo do avião e indo para a área de desembarque, o aeroporto em que estávamos era enorme e havia muita gente ali, Edward pegou nossas malas e chamou um taxi, assim que saímos para a rua eu comecei a imaginar onde estávamos.
– Edward, aqui é o Rio de Janeiro?
– É, Marina da Glória. – Arregalei os olhos.
– Meu Deus! – Dei um gritinho de empolgação e algumas pessoas que passavam por nós na rua me olharam como se eu fosse um E.T
– Mas não é bem aqui que nós vamos ficar – Disse terminando de entregar as malas para o carinha do taxi e nós entramos.
– Não? – Soltei um muxoxo.
– Não, é um lugar particularmente melhor.
Passei o caminho inteiro observando a linda cidade e nem percebi o momento em que o carro parou e Edward me tirou do taxi, indo em direção a uma lancha enorme e branca, com uma bandeirinha do Brazil.
– Pode entrar – Apontou para a lancha – Vou pegar as malas.
Levei minha mocinha comigo, e entrei na lancha sentando-me no lugar ao lado do motorista, logo Edward veio para o meu lado e ligou a lancha.
– Você sabe pilotar isso Edward? – Perguntei receosa.
– Deve ser fácil – Disse acelerando com lancha e nos distanciando de todos, rumo a sabe lá Deus onde.
Edward aumentava cada vez mais a velocidade e sempre me olhava de esgoela, só para dar risada da minha cara de pânico.
– Bella, relaxa eu sei pilotar.
– Edward eu sou nova de mais para morrer – Gritei – DIMINUI ESSA PORRA!
Ao contrário do que eu pedi ele só acelerou mais.
– Se eu diminuir nós só chegaremos lá amanhã – Gritou também, por conta do barulho auto do motor e das ondas se quebrando em baixo da lancha.
Fechei os olhos e tentei me acalmar, mas não tive coragem de reabri-los, eu estava sentindo o momento certo em que eu morreria afogada, e juro que voltaria do mundo dos mortos e das profundezas do mar só para matar o Edward.
Respirei fundo, contando de dez a zero e depois de zero a dez. Contei uma, duas, três, quatro, cinco vezes e nada. O lugar para onde iríamos era muito longo, e em cerca de duas horas – do avião até o lugar – eu acabei me controlando e com uma enorme força abri meu olhos, que ficaram estarrecidos ao ver a enorme casa com algumas paredes de vidro, e extremamente iluminada.
A casa ficava entre a areia e as plantas que a cercavam, o lugar ela lindo, definitivamente perfeito. Edward então diminuiu a velocidade da lancha e eu pude relaxar. Fomos nos aproximando da areia devagar e quando finalmente alcançamos terra firme eu soltei um suspiro. Sai da lancha com as pernas bambas e agarrada a minha mochila. Edward foi para a parte de trás da lancha e pegou nossas malas, eu carreguei duas malas que ele disse que eram minhas, coisas de Alice só pode.
– Gostou? – Perguntou enquanto carregávamos as malas.
– Aqui é lindo! – Meio que gemi, por conta do peso das malas que eu estava arrastando pela areia.
– Bem vinda a ‘Ilha de Esme’ – Falou enquanto eu colocava um pé na porta – NÃO! – Gritou desesperado e eu parei no mesmo lugar, soltando as duas malas a minha frente.
– Edward, o que foi? – Perguntei ainda paralisada.
Edward soltou suas malas e veio trás de mim, me pegou o colo e eu soltei outro gritinho. Ele caminhou comigo para dentro de casa e me soltou quando chegamos na sala.
– Pra que isso? – Perguntei confusa – Achei que você estivesse bravo comigo.
– Mas eu ainda estou – Fiz uma careta e ele sorriu de lado. – É pra dar sorte.
Ri e balancei a cabeça indo conhecer os cômodos da enorme casa. Entrei em todas as porta existentes, cozinha, banheiro, sala, lavanderia, e por ultimo: o quarto. Não havia outro quarto, somente um com uma cama de casal kingzise, bem decorado e com vista pro mar.
– Não tem outro quarto, vamos ter que dormir juntos – Me assustei com a voz de Edward, vinda da porta – Ou se você preferir eu durmo no sofá – Neguei.
– Não tem problema, no sofá será desconfortável, e você deve estar cansado da viajem não é?
– Sim, um pouco – Falou deixando nossas malas no chão.
– Bom, ér, hm – Comecei – Eu vou tomar um banho.
Arrastei uma de minhas malas para o banheiro e me despi ligando o chuveiro. A água morna em contato com o meu corpo me causou arrepios e me relaxou ao mesmo tempo, me depilei, e me higienizei completamente. Só sai do banho quando estava com meus dedos completamente enrugados. Me enrolei na toalha e fui em direção a mala que eu havia trazido. Abri o zíper da enorme mala e remexi nas peças que estavam por cima, arregalei meus olhos ao pegar uma lingerie preta transparente, e gemi de frustração ao constatar que todas eram naquele estilo. Droga!
Nota Mental: Matar a Alice, dolorosa e torturosamente.
Andei enrolada na toalha de uma lado pro outro. Até que tomei coragem e abri a porta, deixando uma fresta pequena.
– Edward? – Perguntei baixinho pra ver se ele ainda estava no quarto – EDWARD? – Gritei.
– Bella? Aconteceu alguma coisa? – Ele se aproximou da porta e eu coloquei a cabeça entre a fresta escondendo o meu corpo atrás da toalha.
– Na minha outra mala, vê se tem alguma roupa intima minha – Ele arregalou os olhos e eu segurei o riso – Por favor?
– Na.. na sua outra mala? – Assenti e Edward foi até a minha outra mala abrindo o zíper e revirando as minha roupas, depois de um minuto veio a confirmação – Não tem não – Bufei.
– Então acho que você terá que me emprestar uma camiseta sua, o restante das lingeries que a Alice colocou na minha mala são indecentes. Ou eu uso a sua camisa ou as minhas lingeries – Expliquei enquanto ele pegava uma camiseta e entregava a mim – Obrigada.
Voltei par ao banheiro o coloquei a bendita camiseta, que ficou três vezes maior que eu, suspirei. Além de que o cheio de Edward impregnado na camiseta e eu não aguentaria aquele aroma delicioso e faria alguma besteira. Novamente abri a porta.
– E então? – Questionou assim que eu coloquei a cabeça na fresta.
– Sem chance, muito grande pra mim. Então é o seguinte: Vou colocar uma daquelas lingeries e você terá que prometer que não irá olhar – Edward gemeu em protesto.
– Bella eu sou homem, é claro que eu vou olhar. Nós estamos casados horas!
– Você está insinuando que... – Engoli em seco – Você não vai me tocar não é?
– É claro que eu vou te tocar Isabella – Respondeu incrédulo.
– Ah, mas não vai não! – Protestei.
– Ou você quer que eu vá me aliviar com outra? Ai não tem problema, eu não te toco – Arqueou uma sobrancelha.
A possessividade se apoderou de mim, enquanto nós estivéssemos casados Edward era só meu!
– Nem pensar! Se você me trair será considerado um homem morto Cullen! Entendeu? – Edward riu e eu bufei.
– Então sim, eu vou te tocar. – Sorriu presunçoso.
Inspirei e expirei várias vezes e fechei a porta indo novamente procurar algo na mala. Optei por um ‘paninho’ branco estilo noivinha, nada decente, mas era a melhorzinha que tinha ali.
Me vesti encarando o espelho, até que havia ficado bonitinho em mim. Arrumei tudo na mala, e fechei o zíper. Penteei o cabelo e passei um creme de uva e ameixas. Comecei a abrir a porta lentamente. Seja o que Deus quiser!
Notas finais
Espero que vocês tenham gostado, e que bastante gente comentem agora vem a parte da *chantagem* kkkk
META DA VEZ: 266 comentários! E será que nós chegamos as 20 recomendações?
*DETALHE* Se nós chegarmos aos 270 comentários E as 20 comendações. vocês terão uma lua de mel muito caliente, com direito a POV DOS DOIS.
MAS CASO SÓ TENHA OS 270 COMENTÁRIOS NADA SERÁ FEITO!
ENTÃO AGORA É: 270 COMENTS, E 20 RECOMENDAÇÕES, QUE TAL? ^^
Estou sendo boazinha (: me deem esse presente de tanal adiantado, que tal? kkkkkkkkkkkkkkk digam, eu sou uma boa chantagista não é? u.u
Leitoras fantasmas, comente e recomendem pra vocês poderem ler o proximo capitulo viu?
Até logo gente, COMENTEM E RECOMENDEM!
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