Notas iniciais
Olá, pessoal essa é minha Oneshot para o desafio do grupo do Whatts Dramione. Espero que gostem, beijinhos.

Sentei-me na janela alta da torre do relógio.

Tic tac.. Tic tac..

Vai-se o tempo.. Vai-se as horas.. Junto com as minhas memória.

Tic tac.. Tic tac..

Voa o tempo.. Voa as horas..

Passa os sonhos os pensamentos.. Vai-se embora as minhas memórias!!
...

Tudo começou aqui em Hogwarts, e tudo acabou aqui. Durante a batalha contra Voldemort, perdemos amigos, parentes e tudo o que valia a pena pelo que lutar foi-se perdido.

Entre destroços de Hogwarts fomos encontrando os corpos inertes dos amigos que tanto amamos. Choramos todos juntos, aqueles que sobreviveram ao ataque, que sobreviveram a guerra, juntos reerguemos Hogwarts e todo o resto que fora destruido no decorrer da batalha.

Somente após muitos anos conseguimos esquecer parcialmente os acontecimentos daquela noite fatídica, construimos nossas vidas, casamos e tivemos filhos, filhos que hoje iram frequentar Hogwarts, um lugar com história eternas sobre grandes homens bons e mals, tudo estava perfeito. Para eles.

Para mim não. Passei anos indo visitar um certo alguém que foi aprisionado em Askabam, visitava várias vezes durante a semana, pois ele já não tinha ninguém, ele não gostava das minhas visitas e nem ligava pra mim quando me sentava na frente da grade de sua prisão, no entanto eu sempre ia visitá-lo.
...

Era véspera de Natal, todos se preparavam para comemorar esse dia tão especial, estavamos todos na casa dos Waesley, eles sempre faziam grandes festas de natal com todos os amigos, é claro que fui para a festa, afinal sou casada com o filho deles Rony, temos dois filhos um menino e uma menina, Harry apareceu com Gina e seus três filhos, Fred também veio de sua viagem com o Gui e a Fleur que agora cuidavam do filho do professor Lupim e da Ninfadora, Neville veio com a Luna. Todos estavamos muito contentes, as crianças abriam os seus presentes, os homens discutiam sobre novos feitiços e as mulheres falavam de suas vidas, mas apesar do clima festivo e de toda a conversação, meus pensamentos sempre voltava para Askabam.

Eu queria negar, convercer a mim mesma de que estes sentimentos dentro de mim não passam de pena por ele ter acabado dp jeito que está, mas já não aguento mais, não posso mais mentir pra mim mesma, estou apaixonada por ele, pelo garoto, que hoje é um homem, que mais irritou-me, brigavamos sem parar, mas agora, não sentia repulsa, nem raiva ou ódio dele, o que eu sentia era único e indescritível. Eu definitivamente estou amando Draco Malfoy.

Pedi licença a todos e disse que precisava sair para resolver algo importante, Rony claro queria saber o que é e eu apenas disse que ele não precisava se preoculpar. Saí o mais rápido possível e desaparatei até Askabam, precisava falar com Draco, dizer-lhe que o amo e mesmo que ele não acredite, ou até me trate mal ou simplesmente deboche de mim, sentia que precisava lhe dizer isso.

Passei por uma série de revista para poder entrar, no meio do caminho soube através de um dos carcereiros bruxos que iam mandar Malfoy para uma outra cela, onde ele receberia o beijo final do dementador. Fiquei horrorizada com a notícia e me aprecei até sua cela de prisão, como sempre ele estava deitado na cama dura de ferro e colchão fino, olhando para o teto.

—Olá, Draco. Feliz Natal.

Ele olhou-me e parecia me analisar.

—Soube agora mesmo sobre a sentença.

—E o que? Veio dizer, bem que te avisei. Você merece!!

—Não. Eu não vim pra isso.

—Então o que você quer aqui de novo? Perguntou ele levantando-se e vindo para perto da grade. Ele nunca havia se aproximado, sempre se mantinha quieto e longe de mim, me expurgando com o nome de sangue ruim.

—Vim apenas para lhe desejar um Feliz Natal e para dizer algo.

—O que? Diga logo. Pois daqui a duas horas irão vir me buscar, para que eu cumpra minha sentença.

Fiquei com receio de lhe dizer, mas eu precisava confessar-lhe.

—Vim.. Vim lhe dizer.. Que.. Que..

—Anda logo sangue ruim, não tenho tempo a perder.

Tomei coragem, e fingi que não tinha escutado ele me chamar de sangue ruim de novo.

—Vim lhe dizer que o Amo. Dizer que estou completamente apaixonada por você.

Ele não pareceu chocado, nem surpreso, pelo contrário, ele estava calmo e sorria. Ele realmente sorria para mim.

—Eu já sabia disso, ruiva. Falou ele com uma ternura na voz e uma gentileza que nunca havia visto no Malfoy.

—Eu também Te Amo minha ruiva de sangue ruim, Te Amo muito e será para sempre.

Olhei-o estuperfata, estava chocada e surpresa com que acabei de ouvir, ele me ama, me ama de verdade.

Dei um passo para frente e encostei na grade que me deu um choque, logo apareceu dois auroros que guardavam Askabam:

—O que está fazendo? Perguntou um deles.

—Esta tentando tira-lo da prisão? Falou o outro.

—Não. Apenas queria entrar na cela para me despedi.

—Você não pode entrar.

—Deixe-a entrar. Deixe que eles se despeçam. Falou uma voz feminina muito familiar. Era a professora, agora diretora de Hogwarts, Minerva Mcgonagall.

Os guardas abriram a cela e eu entrei, olhei para a professora sorri e lhe agradeci. Ela e os outros foram embora, deixando-nos sozinhos.

Ele veio até mim, enlaçou minha cintura e sussurrou:

—Quando eu iria imaginar, que uma sangue ruim seria minha salvação.

—Não sou sua salvação. Pois não posso tira-lhe daqui e nem posso impedir a senteça do beijo do dementador. Disse aos prantos.

—Não chore, minha ruiva linda. Preciso de você forte e bem agora, para libertar minha alma de todo o meu sofrimento.

—Se assim eu lhe ajudar, farei de bom grado.

Dito isso, Draco me puxou para si e beijou-me com ardor, sua língua explorava os cantos de minha boca, assim como eu fazia com ele, suas mãos percorriam meu corpo, logo ele achou o fecho do vestido e o zíper e os abriu lentamente, baixou as alças com cuidado deixando que o mesmo caísse aos meus pés, ele olhou-me como se quisesse gravar na mente as curvas do meu corpo, aproveitei seu momento de distração para desabotoar sua camisa e sua calça, tirei primeiro a camisa aproveitando para passar a mão em seu dorso forte e depois a calça, me colocando de joelhos na sua frente para tirar-lhe o sapato e a calça. No mesmo instante seu membro ereto ficou a minha disposição, queria dar-lhe todo o prazer do mundo, segurei seu membro e comecei a lambelo devagar e depois o abocanhei de uma só vez, fazendo com que ele gemesse de formar profunda e segura-se meu cabelo estabelecendo um ritmo de vai e vem. Quando ele estava quase chegando ao climax, fez com que eu parasse e levantasse, então retirou minha langerie, levou-me até a cama e deitou-me para logo em seguida deitar-se sobre mim, beijamos e beijamos e nos acariciamos, quando já não dava mais para esperar e prolongar o momento, ele me penetrou com força e de uma só vez, passamos a nos mover primeiro devagar e depois rápido para assim manter um único ritmo que estava nos levando a loucura, até que finalmente chegamos ao ápice de nossa paixão.
Draco deitou-se ao meu lado e nos abraçamos:

—Eu Te Amo!! Dissemos em uníssono. E nos beijamos profundamente.

Após uns longos minutos que desfrutamos abraçados um no outro, chegará o momento de deixa-lo ir.

Nos levantamos e nos vestimos, logo os bruxos chegaram e o levaram para uma outra cela, onde iria receber o beijo frio do dementador, quando os vi se aproximar de Draco, não consegui me conter, proferi o feitiço Alohomora para abria a cela e corri ao seu encalço, o abracei chorando e o dementador veio até nós, mas Draco me empurrou para o lado e os dementadores atacaram somente à ele, gritei e tentei salvá-lo, no entanto alguém me segurava e quando consegui empurra-lo para longe caí e fui atacada por um dos dementadores e desmaiei.
...

Quando acordei, vi Rony, Harry e Gina conversando aos pés da minha cama. Eles se deram conta de que eram observados e virou-se para mim, eles sorriram e me abraçaram, tentei me explicar sobre o ocorrido, mas acabei descobrindo que a professora Mcgonagall havia dito que ela pediu para que eu ajudasse com a transferência do Draco para a outra cela e que no caminho fui atacada por um dementador que havia saido da cela.
...

Os dias passaram normalmente, um novo ano começava, mas para mim, o novo ano seria somente um meio de esperar a morte amiga que me levaria para junto do meu amor, do meu Draco Malfoy. Todas as lembranças da única noite de amor que tive com Draco me atormentavam, ao mesmo tempo em que me mantinha viva e parcialmente alegre.
...

As memórias de uma vida com Draco, brigando e se amando passaram por minha mente, mesmo que tais memórias sejam apenas sonhos que tive durante tantos anos, as mesmas já não mais ficariam mais em minha mente:

—Obliviat.

Sentei-me na janela alta da torre do relógio.

Tic tac.. Tic tac..

Vai-se o tempo.. Vai-se as horas.. Junto com as minhas memórias.

Tic tac.. Tic tac..

Voa o tempo.. Voa as horas..

Passa os sonhos os pensamentos.. Vai-se embora as minhas memórias!!

Fim

Notas finais
S2 S2.. Amei minha própria fic e espero que todos também a amem ou ao menos gostem dela, tanto quanto eu. Beijinhos.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!