Uma Nascida Trouxa Na Sonserina
6 Capitulo 6 – dia 1 de setembro parte 2 – seleção
Notas iniciais
Logo que o expresso começou a andar eu tirei a jaqueta e joguei no banco, fechei as cortinas que tinham ali e em seguida me joguei deitada na cadeira, que provavelmente daria mais quatro traseiros iguais ao meu.
Comecei a cantarolar, mais logo fiquei entediada e resolvi pegar o violão pra acompanhar.
Peguei meu violão, que eu não via desde que fui para o orfanato, abri o cadeado que tinha ali e fiquei encarando aquela peça única de uma coleção famosa e que meu pai ganhou de minha mãe no primeiro dia dos namorados deles juntos. Ele era totalmente preto, com detalhes em prata e o nome Always em esmeraldas pequeninas no canto do violão. Lindo.
Era a preciosidade de meu pai, merecia ficar num cofre antitérmico, com seguranças por todo o lado.
Para de exagerar
Paro é o caralho.
Arrumei o violão em meu colo, eu não sabia tocar muitas coisas, apenas algumas musicas que meu pai me ensinou.
Comecei a tocar uma musica, dizia ele que eu sabia muito bem tocar essa.
Bon Jovi – Always
Depois que terminei percebi que sorria comigo mesma, essa era uma das minhas musicas favoritas, de uma das minhas bandas favoritas.
Resolvi cantar outra musica, dessa vez do Guns:
Essa musica é muito bonita em minha opinião.
Quer dizer... o guns é...
FOOOOOOOOOODAAA MUITO PHODAAAAA
Nisso eu concordo consciência miserável.
Guardei o violão e deitei novamente, olhando o teto. Lembrei de meu pai, das fotos dele com minha mãe, e sorri, eles eram especiais pra mim, posso até não ter conhecido ela, mais foi ela que me colocou no mundo.
Sem perceber já chorava rios, é difícil perder uma pessoa que amamos, imagina duas? É horrível!
Sequei as lagrimas e pensei no Severus. Ele poucas vezes sorria, e sorriso mais espontâneo que eu já vi.
Ele se tornara importante para mim, e por um lado eu gostava disso mais por outro... detestava, pois a maioria das pessoas que eu me apegava...
Eram abruptamente tirados de mim, todos.
Minha mãe, aquela que eu amava, desde que estava em seu útero, contava historias pra mim todas as noites, falava comigo, fazendo-me chutar sua barriga, para dizer que eu estava lá e cantava musiquinhas pra mim, canções simples, mais que em sua voz virava uma das mais perfeitas do mundo.
Meu pai, meu maior porto seguro do mundo... Morto, por dois idiotas que pagaram com a própria vida. Mais tenho a plena certeza que seu implorasse, meu pai ficaria, e hoje estaria aqui, me levando até a plataforma, se despedindo de mim, como muitos pais se despediam de seus filhos hoje.
E tambem a morte de Fernanda, Fernandinha, uma menina mais velha que eu, conheci ela no reformatório, três meses antes de eu sair eu já não aguentava mais e ia fugir, ela me acompanhou, eu nem liguei claro, pelo menos teria uma companhia, quando já estávamos longe do reformatório, começou a chover e trovoar, mais continuamos andando, pois tínhamos a seteza que já estariam a nossa procura. Um caminhão vinha desgovernado, ia passar por mim, mais ela me tirou do caminho, e... bom, o motorista fugiu, mais eu consegui achar um orelhão e liguei pra o hospital, eles tentaram uma cirurgia, mais ela acabou falecendo. Logo dpeois ligaram pro reformatório.
Eu não posso deixar que seja derramado mais sangue por minhas mãos, terei que me afastar de Severus, não posso me apegar a ninguém, na minha vidas, as pessoas entram, mais sempre saem, querendo ou não.
Suspirei e limpei minhas lagrimas, colocando na face uma expressão fria.
Acabei dormindo.
Acordei já se tinha passado duas horas, pelo que consta em meu relógio, e minha barriga não para de reclamar.
Morg se sentou em minha barriga e ficou bicando meu dedo, que tambem estava sobre minha barriga.
– Fome? – ela piu concordando. – tambem, mais sua comida está no malao, então vou comprar alguma coisa pra você, snape me disse que tinha um carrinho que vendia lanches. Eu vou e você fica aqui, e se alguém entrar pode expulsar, entendeu? – falei sorrindo marota pra ela que saiu de cima de mim e foi pra cima do violão. – e se alguém pensar em tocar nesse violão pode arrancar o olho.
Conferi pra ver se as moedas estavam em meu bolso e fui atrás, logo na frente vi um carrinho entupido.
Fiquei atrás de duas meninas, uma loira que escolhia a dedo as coisas menos gordurosas, pelo que pude escutar, e uma de cabelos pretos, essa se virou pra mim com interrese e falou:
– Sou Pansy, Pansy Parkinson.
– Fuxia – falei evasiva.
– Sou sangue puro. – falou com um ar superior.
– e eu com isso? – perguntei sem expressar emoções.
Ela me olhou incrédula.
– es mestiça? – perguntou ignorando minha indiferença.
– ai menina, me deixa, o que eu sou não é da tua conta, beleza? Agora anda logo com essa porra – falei com os nervos a flor da pele.
– mais a Astoria ainda esta comprand...
– não esta mais. – falei pegando a menina da frente e colocando pro lado. – agora compra logo isso e se manda.
Disse autoritária.
Elas me olharam assustadas, compraram algumas coisas rapidamente e saíram correndo pra a cabine ao lado, que era a delas.
Cheguei na mulher lá e acabei comprando três caixas de sapos de chocolate (amo chocolate), bolo de caldeirão, uma garrafa de cerveja amanteigada e feijões de todos os sabores.
Sai de la supercontente.
I Love Comida.
Fui pra minha cabine e assim que entrei Morg quase que pulava em mim, mais parou quando viu que eu trazia comida.
Sentei e ela veio pro meu lado, dei um pedaço de bolo pra ela e comi um, acompanhado de cerveja amanteigada.
Delicius
Depois abri um sapo de chocolate, que pulou e acabou caindo de volta na minha boca.
Comi feliz, como eu já disse anteriormente
AMAMOS CHOCOLATE
Vi que tinha uma carta, daquelas de coleção, no fundo, poxa, já comi vários sapos de chocolate e ainda não vi isso, fiquei triste.
Peguei a carta.
Salazar Slytherin,
O Professor Salazar Slytherin foi um bruxo puro-sangue dos tempos medievais. Ele foi um ofidioglota e um habilidoso Legilimens. Foi também um dos quatro fundadores de Hogwarts e antigo melhor amigo de Godric Gryffindor, também fundador. Slytherin não confiava em alunos nascidos-trouxas, e expressou sua opinião em não aceitar tais alunos na escola. Entretanto, quando os outros fundadores não concordaram, Slytherin deixou a escola para mais não voltar.
– Cê me parece legal – olhando a cara de Salazar na carta, que se mexia, já me acostumei com essas birutices bruxas.
Abri um e dei pra Morgana, era a carta de Dumbledore. Ele é um cara muito legal tambem.
Depois comi mais um sapo e encontrei Cornélio Fundgue, atual ministro da magia, esse tem uma cara de babaca do carai em?
Resolvi colocar logo o uniforme de hogwarts, verifiquei a janela, pra ver se a cortina estava fechada e troquei as roupas trouxas pelo uniforme negro do colégio, que logo seriam modificados, de acordo com a casa que eu ficaria.
E em vez de colocar o sapato comum que completava o uniforme, coloquei o saltinho preto, bem fofo, que comprei.
Meus cabelos ficaram soltos, e eu passei um lápis de olho bem esfumado. E pra finalizar, o batom extremamente vermelho. Estava pronta.
Guardei no interior das vestes minha varinha e por ultimo apenas regulei a luva de curo de dragão que estava em mãos.
Destranquei a porta e fechei a cortina, e logo me assustei quando vi a Parkinson passando. Pulei pra trás e ela viu.
Ela abriu a porta e falou.
– se viu n espelho pra se assustar minha queirda? – perguntou com uma voz tão falsa quanto mestruação de travesti.
– não, só acho que o dia das bruxas chegou cedo, pois tem cada desgraça passando por aqui. – falei rindo sinica.
Ela levantou a mão pra me dar um tapa na cara mais eu segurei seu pulso quando estava a sentimetros do meu.
– cuidado Parkinson, ou pode perder sua mão. – falei sombria emquanto virava sua mão e a expulsava da minha cabine.
Mais não adiantou, pois ela voltou e puxou meu cabelo.
AI F-U-D-E-U NÉ?
Saquei minha varinha e falei:
– aguametti – a cara dela encheu de agua, só que ela fez a burrice de abrir a boca e a agua entrou na boca dela, fazendo ela se engasgar.
Deixei a bitch ali e entrei na cabine gargalhando.
Me sentei e fiquei encarando ela se recuperar, enquanto Morgana voo e se sentou no meu ombro.
Ela se recuperou e roubou um sapo de chocolate que a menina que passava ia comer, e com chocolate ela escreveu:
Sangue ruim infeliz
Vc me paga
Eu mandei um sorrisinho sínico pra ela.
– Você acha que vai me pegar Parkinson? Eu te pegarei primeiro. – ri perversa e fui pra o vagão de bagagem e procurei meu malão, e dei graças a deus por ele ser o com a cor mais diferente ali. Olhei na etiqueta, e tinha meu nome, abri e peguei a mochila que ganhei da Vovó Marg. Apenas tirei o necessário e guardei a mochila de volta, não sem antes colocar um feitiço pra fechar bem.
Caminhei como quem não quer nada e quando passei na frente da cabine de Pansy olhei pra dentro, ela estava só, dormindo.
Ri com isso, olhei os lados, abri vagarosamente a cabine, joguei o presentinho la e tranquei a porta por fora.
Sai correndo e entrei na minha cabine (não sem antes limpar a sujeira de batom com um aceno de varinha), um tempo depois escutei gritos da Pansy, varias risadas, e uma catinga FDP.
– ops... – falei olhando pra Morgana – acho que exagerei na bomba de bosta.
E depois cai na gargalhada. Dois minutos depois segui o fluxo de pessoas e fui ver a minha obra prima, e tive que cair na gargalhada.
Pansy chorava, chutava o ar, o que fazia o fedor aumentar mais ainda, suas roupas estavam rasgadas, provavelmente por esse ataque fútil dela, e ela ardia em ódio, minutos depois a tiazinha do lanche chegou com um aceno de varinha fez com que a cabine ficasse cheirosa novamente.
Sai contente dali e fui pra minha cabine, onde Morgana dormia.
– sua vadia imprestável – falei rindo e deitando novamente, olhando o teto da cabine.
Uma meia hora depois uma voz ecoou por toda a cabine: — Chegaremos a Hogwarts dentro de cinco minutos. Por favor, deixem toda a bagagem dentro do comboio. Será levada para a escola separadamente. E logo parávamos.
Foi avisada que era para deixar a bagagem ali, que quando fosse pra o meu dormitórios minhas coisas estariam lá. O expresso começou a diminuir a velocidade e, por fim, parou. Sai da cabine logo, pra poder não enfrentar a fúria das pessoas que se empurraram, tentando abrir caminho até à porta e saindo para uma pequena plataforma escura, que vinha logo atrás de mim. Em seguida, uma luz surgiu, sobre minha cabeça, e eu pulei pra trás me assustando e quase gritei ao ouvir uma voz ao meu lado. — Primeiros anos!
E quando olhei me surpreendi.
– moço. – o chamei, ele me encarou e eu fiz a pergunta mais tola possível: — como é que ta o céu ai encima?
– ohh jovem criança – falou dando uma gargalhada. – aqui em cima está ótimo. Prazer – falou estendendo a tabua, que seria conhecida como sua mão. – sou Rubeos Hagrid.
– Fuxia Bittencourt. – falei sorrindo. Ele se virou e continuou a gritar, chamando os alunos do primeiro ano, me afastei um pouco e olhei pra o expresso.
E quando olhei pra Hagrid ele já estava lá na frente.
Aos tropeções segui Hagrid, que desceu por um caminho estreito e íngreme. Era tão escuro de ambos os lados que pensei que devia estar ladeada de um muro de árvores espessas e cerrada (n/consciência: tô com medo)[n/Fuxia: voltou não foi mal humorada? Mas vai ter que ficar quieta para mim poder seguir com meu POV ] (n/consciência: tá, calei ). Quase ninguém falava, apenas um grupo de patricinha na minha frente no canto direito. Quase pulei no pescoço de uma de cabelo loiro que ria feito uma hiena era a tal Astoria, e ao seu lado totalmente calada e deprimida estava uma menina de cabelos pretos, era a tal Parkinson, que já estava com roupas, novas, mais o fedor ainda continuava impregnado nela, deu pra sentir daqui. Éhhhh fiz um bom trabalho.
– Daqui a um segundo vocês vão ver pela primeira vez Hogwarts — disse Hagrid, por cima do ombro. — Por esta curva, aqui.
Ouviu-se um prolongado — Oooooooh!
O caminho estreito desembocara subitamente na beira de um grande lago negro. Sobre uma altíssima montanha, do outro lado, brilhavam, no céu estrelado, as janelas iluminadas de um enorme castelo cheio de torres e torreões.
Segui lentamente eles, ainda boquiaberta. Paramos em frente em uma grande frota de pequenos barcos que boiavam na água junto da margem.
– Não quero mais que quatro em cada barco — gritou Hagrid, apontando para a frota. Nos colocamos perfeitamente nos barquinhos, e como eu era a ultima a chegar acabei com um barquinho só pra mim, então me espalhei.
– Todos a postos? — gritou Hagrid que tinha um barco só para ele diferente de mim, ele não poderia se esparramar. E logo gritou: — EM FRENTE!
E a frota de pequenos barcos movimentou-se imediatamente, deslizando pelo lago que era tão liso como gelo. Ia quieta, em silencio, olhando o grande castelo lá em cima que parecia ainda mais alto à medida que se aproximavam do rochedo sobre o qual estava edificado.
– Baixem as cabeças — gritou Hagrid, logo obedeci antes que os barcos atingiram a falésia,e o meu barco passou por uma cortina de folhas de hera. Apenas levantei a cabeça um tempo depois, quando os barquinho pararam e pude ver que chegamos em uma espécie de porto subterrâneo onde junto com os outros subi para o solo pegajoso e cheio de rochas.
Depois segui Hagrid de longe e logo chegamos por fim a um relvado úmido e macio que ficava na sombra do castelo.
Subimos um lance de degraus de pedras e nos reunimos em frente a imensa porta de madeira de carvalho.
Hagrid ergueu o seu punho gigantesco e bateu três vezes na porta do castelo.
Logo uma mulher apareceu e nos guiou até um salão, e de lá dava pra ouvir o barulho de vozes que vinha do lado. Ela limpou a garganta, chamando a atenção de todos e começou a falar:
– Bem-vindos a Hogwarts, sou a professora Minerva McGonagall, professora de transfiguração — disse a professora McGonagall. — O banquete de início do ano vai começar dentro em breve, mas antes de se sentarem no Salão vai haver a seleção por casas. Trata-se de uma cerimônia muito importante porque, enquanto aqui estiverem, a vossa Casa vai ser para vocês uma espécie de família dentro de Hogwarts. Terão aulas com os outros colegas da vossa Casa, partilharão a mesma sala comunal e ocuparão os vossos tempos livres na respectiva sala de convívio. As quatro casas chamam-se: Grifinória, Lufa-Lufa, Corvinal e Sonserina. Cada uma delas tem a sua história própria e todas produziram bruxas e feiticeiros de renome. Enquanto estiverem em Hogwarts as vossas vitórias farão com que a vossa Casa ganhe pontos e, do mesmo modo, as vossas punições por violação das regras fá-la-ão perdê-los. No final do ano, à Casa com pontuação mais alta é conferida a taça das Casas, uma grande honra. Espero que cada um de vós seja um mérito para a Casa em que vai integrar-se, qualquer que ela seja.
– A cerimônia da seleção terá lugar dentro de alguns minutos, em frente do resto da escola. Sugiro que se animem enquanto esperam, para estarem com o melhor aspecto possível.
– Eu volto quando tudo estiver pronto para vocês — disse a professora McGonagall. — Por favor esperem com calma.
Ela nos deixou nos organizando. Enquanto todos se descabelavam no nervosismo de saber como seria a seleção eu apenas fiquei no mundo da lua. . .
Eu vivo sempre no mundo da luaaaaaaaaaa porque sou. . . .
Cala a porra da boca mental, sua consciência fudida. Eu aqui querendo saber se Snape estaria lá no salão ao lado e você cantando Xuxa, papuccaqueparil.
Olhei pra uma armadura, tirei das vestes um lápis preto e refocei o preto, e repassei o batom.
Me levantei e do nada vem gritinhos bem afeminados para o meu gosto, será que só tem homem tanga aqui?
Olhei em volta e vi que todos tinham um ar assustados.
– Que diabo é que. . . ? — abri a boca pra falar mas minha resposta foi dada quando cerca de vinte fantasmas entraram pela parede de trás. De um branco-pérola e ligeiramente translúcidos, deslizaram pela sala, conversando uns com os outros, quase sem olhar pra gente. Pareciam discutir.
Ebbaaaaa barracooooooo!!!
Consciência barraqueira
Um deles, que lembrava um monge anafado, dizia:
– Esquecer e perdoar, eu acho que devíamos dar-lhe uma segunda oportunidade.
– Meu caro frade, não teremos dado ao rabugento todas as oportunidades que ele merecia? Ele dá-nos mau nome a todos e nem sequer é um fantasma. Mas, afinal, o que estamos nós a fazer aqui?
Um fantasma que usava uma gola de tufos engomados e calças justas reparara subitamente na gente, mas ninguém respondeu.
– Alunos novos! — disse o frade gordo, sorrindo pra gente. — A espera de serem selecionado, imagino?
Acenei afirmativamente
– Espero ver vocês na Lufa-Lufa- disse o frade sorrindo pomposo — a minha antiga Casa.
– Saiam daqui, agora — , disse uma voz cortante. McGonagall. — A cerimônia de seleção está prestes a começar.
E um a um, os fantasmas desapareceram através da parede oposta.
– Formem agora uma fila — , disse a professora McGonagall com a voz seria. Essa mulher nunca ri não?
Que que cê acha filha? Já percebeu que ela tem a cara chupada? Affs --'[n/a: nada contra a Minerva gente, eu tambem gosto dela. Mas eu preciso de intriga beleza?]
Consciência. . . cala-te porra.
– E sigam-me. – falou virando as costas pra gente. Me ordenei na fila, atrás de uma garota de cabelo preto, a mesma que fazia escândalo, enquanto vínhamos pra cá. Logo passávamos por portas duplas e entravamos num grande salão.
Era realmente enorme. Olhei pra frente e vi uma mesa retangular, a qual meu olhar se prendeu numa pessoas de cabelos preto que conversava com um homem de turbante. Então aquela mesa seria a de professores. Como ele não me olhava decidi olhar pra outro lugar, olhei pra cima e quase cai para trás.
Era perfeito. O céu divinamente igual ao lá de fora. Era praticamente sem nuvens, a lua bem límpida, perfect.
Desviei meu olhar e olhei pros lados onde tinham quatro mesas compridas separadas e com varias velas iluminando o local. . .
Karai, esse povo não sabe que velas são as principais causas de incêndios não?
Esse povo é doido amiga, então abafa. Beleza?
Logo Minie(olha a intimidade --') começou a seleção.
– Abott, Ana
[. . . ]
– Potter, Harry – e começou uma confusão. Eu já li sobre esse garoto em algum livro, foi ele que acabou com Voldemort. Ele era famoso, enquanto ele caminhava pra o banquinho que minerva colocara ali ele ficou vermelho.
Ele se sentou e algum tempo depois o chapéu seletor (esse bagui é estranho, parece um chapéu que fumou alguma coisinha hehe) falou/gritou:
– GRIFINÓRIA – e uns gêmeos na mesa no canto direito (n/a: acho que é nessa localização okkei?) começaram uma coreografia e cantavam uma musiquinha tipo: ganhamos o Potter, ganhamos o Potter, ganhamos o Potter.
Eu manti minha cara indiferente, mais logo vacilei um pouco, quando a professora minerva chamou meu nome:
– Bittencourt, Fuxia – e nessa hora Snape me notou e me olhou encorajador e de dentro das vestes tirou o colar. Sorri e caminhei confiante até o banquinho, sentei e logo que o chapéu caiu sobre minha cabeça uma voz invadiu minha mente, (o que foi estranho, pois em toda minha vida apenas escutei uma voz em minha cabeça e ela era a minha mesma só que mental):
‘ um o que vejo aqui: coragem, lealdade, se encaixariam perfeitamente na Grifinória, mas. . .
Muito inteligente. . . Uma das mais inteligentes que já passaram por mim essa noite. Seria digna da Corvinal? Ou então a Lufa-Lufa, a casa dos cordiais?
Deixe-me ver mais um pouco sua mente. . .
Hummm. . . Humm. O que seria isso? Onde estão suas ambições? Mas. . .
QUE ULTRAJE.
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