Uma Nascida Trouxa Na Sonserina
2 Capítulo 2
Notas iniciais
mais as coisas começam a esquentar por volta do proximo cap.
Cap. 2
Quando a ambulância e a policia chegaram eu descobri ser a única viva em casa.
Pois é. Aqueles dois filhos de uma vaca seca aviam morrido, e pelo que o medico disse: causas não identificável, infelizmente, pois eu queria com todas as minhas forças ter matado eles, explodir seus crânios como se fossem fogos de artifício. Seres miseráveis que merecem queimar no inferno. Repugnante, meu pai estava disposto a entregar tudo que tínhamos, pra deixar a nos dois vivos. Mais quem disse que os FDPs aceitaram deixa-lo vivo? Eles o mataram pra depois pegar tudo o que ele tinha.
Demônios
Animais
FDPs
Merecem queimar no inferno.
Depois disso fui pra casa acompanhada de uma assistente social chamada Clara, tinha uma cara de bunda horrível e é muito ranzinza.
Pedi para o advogado do meu pai, para organizar seu enterro, ele seria enterrado ao lado da minha mãe.
E assim foi: eu estava acompanhada da assistente social e do advogado.
Quando terminei fui ficar frente a frente a um juiz, que parecia um anjo, gordinho loirinho, olhos azuis, pele branquinha, voz suave. Mais sua personalidade não é de deus não. Ele me mandou direto pra um reformatório, crente de que eu tinha algo a ver com aquilo, e quando meu advogado contestou, dizendo que era ilegal, ele disse que seria necessário, pois eu tinha visto meu pai morrer, e que lá eu me recuperaria mentalmente. E os jurados estavam do lado dele.
Então concordei e de bom grado fui, era em Florianópolis.
A assistente social me levou pra minha casa, onde arrumei minha mala: duas malas de tamanho médio e uma pequena. E a bolsa do violão.
Entrei no carro preto à frente a minha casa e fui ao aeroporto, onde embarquei.
[...]
Assim que desembarquei já me esperavam lá.
E depois disso foi meio que normal: fui pra um reformatório. Arranjei encrenca, por ser a novata, e as mais velhas pegavam em meu pé.
Mais no final acabei entrando pra uma gangue, na verdade elas me consideravam uma mascote, e dentro dessa gangue aprendi a lutar e um incrível dicionário de palavrões, enorme.
Passados onze meses eu já sabia de todas as malicias dali.
Já era 25 de julho quando me chamaram na direção. Eu já achei que estava ferrada. Pensando que descobriram as bombinhas que eu coloquei no quarto da monitora, seu nome era Anastácia e era a capeta, que era uma vaca e vivia me colocando de castigo por nada então comprei as meninas de outra gangue fogos de artifícios que elas traficavam aqui pra dentro e coloquei no quarto dela ontem a noite.
Mais quando entrei veio uma noticia +ou- ruim: eu iria sair dali e iria pra um orfanato. Até ai tudo bem; mais tinha apenas um problema: se eu fosse pra esse orfanato teria que ser adotada. E eu não queria ser adotada. E nem a pau que eu iria ser adotada.
Na manha do dia seguinte já estava em um voo de volta pra o Rio.
Cheguei a frente ao orfanato e o admirei.
Era lindo, estilo antigo, amplo.
Instalei-me num quarto, eu iria dividir com uma menina chamada Marcela, uma menina mal encarada, de treze anos.
Organizei-me no lugar médio. Coloquei minhas malas no canto. Arrumei minhas roupas no guarda roupa, que tinha cadeado.
Deixei de fora apenas um vestido preto e uma sapatilha.
Peguei uma toalha no armário e fui para o banho, aquele banheiro era nojento. A menina jogava calcinhas pra tudo quanto é lado. Papel higiênico pra fora do cesto de lixo, uma poça de xixi embaixo da bacia.
Que nojo.
Eu comecei a arrumar aquilo.
Depois tomei um banho coloquei a roupa que eu vim no lixo.
Fiz uma trança em meu cabelo e sai já pronta do banheiro.
Fui à minha bolsa de maquiagem e passei um batom vermelho.
Parei em frente de Marcela, que agora me encarava e estendi minha mão.
- ola meu nome é Fuxia. – falei.
- humm – resmungo, me deixando no vácuo.
Virei às costas e fui pra parte de baixo do beliche.
Deitei e fiquei olhando um desenho na parede.
Soou um alarme, que a diretora já me avisara que era o de ávido pra descer pra o almoço.
Quando eu ia saindo da cama, acabei esbarrando em marcela.
- descul...
Ela me prensou na escada da cama e falou.
- olha aqui. Eu não quero saber de você com graçinha entendeu? Quem comanda esse orfanato sou eu. Eu que mando por aqui. Beleza. Sua patricinha? – não respondi. Apenas soltei uma risada. Ela pressionou mais a mão no meu pescoço. – ta rindo do que?
- o que você esta fazendo não faz nem cócegas. Quando cheguei ao reformatório, de primeira parei na enfermaria, depois que as meninas avisaram que eu não era pra entrar no caminho delas. Então. Tira a pata de mim, bitch – falei. E como ela não tirou eu segurei seu pulso e virei o braço dela. Fazendo cair no chão.
Fiquei por cima dela e dei um tapa.
- uma coisa que eu aprendi no reformatório, foi a bater muito. Não se meta comigo, se não você vai preferir estar num inferno – e me levantei.
Arrumei minha roupa e fui pra a sala, seguindo o fluxo de pessoas que saiam dos quartos e iam pra lá.
Assim que entrei na sala de jantar a diretora me apresentou pras outras meninas no orfanato.
[...]
Nos dias que se passaram foi normal, Marcela nos primeiros dias ela escondeu a marca da minha mão na cara dela com o cabelo mais depois me apelidava, xingava, saia espalhando calunia sobre mim entre as outras órfãs e finalmente: fazia a maior bagunça depois que saia do banho, mas eu aguentava calada, até hoje, meu aniversario de onze anos:
Acordei cedo como normalmente, marcela estava no computador ao lado do beliche. Nem liguei e segui pro banheiro com minha roupa já separada e a toalha.
Entrei no banheiro e quase tive uma síncope, estava pior do que o meu primeiro dia aqui:
Calcinha jogada na pia, no Box, jogada no chão. Poças de xixi perto do vaso sanitário. O lixeiro transbordando de lixo. O teto cheio de papel higiênico.
Estava uma nojeira.
- MARCELLLAAAAAAA – e ela entrou rindo.
A vaca entrou rindo no banheiro.
- que foi ferrugem? – perguntou rindo.
- você sabe que eu detesto banheiro sujo. – falei com raiva.
- ahh, é seu presente de aniversario, a Diretora careta disse ontem pra gente e eu decidi fazer uma surpresa.
- Limpa essa porcaria antes que eu jogue essas merdas de calcinhas sujas na sua cama. – ameacei.
- você não manda em mim. Vadia – falou e cuspiu perto do meu pé.
Senti meu rosto esquentar, minha visão ficando vermelha, segundos depois eu estava com a mão no pescoço dela, com ela de olhos arregalados. Dei uma rasteira nela, que caiu no chão e eu me sentei por cima da barriga dela.
(n/a: gente, eu não sei escrever uma briga, então provavelmente saiu uma porcaria. Desculpem)
Segurei suas mãos com apenas uma e fiquei cara a cara com ela.
- não se meta comig... – e ela cuspiu no meu rosto. Bateu em minha bochecha e caiu pro rosto dela, batendo em sua testa e escorregando entre suas sobrancelhas até seus olhos.
Soltei suas mãos e dei um murro tão forte nela que até eu me impressionei quando começou a sair sangue de seu nariz.
Ela nos virou e tentou me bater, mais desviei. Empurrei-a com toda a forca que tive e ela voo de encontro ao Box, que rachou embaixo.
Levantei rapidamente e ficamos frente a frente, batendo uma na outra de murro.
Dei um murro em seu olho esquerdo, e em seguida uma rasteira. Mas ela conseguiu ficar em pé e me deu uma sequencia de murro na barriga. Eu perdi o ar mais logo segurei o cabelo dela e joguei de encontro ao chão.
Arrastei a cara dele na poça de xixi que tinha ali.
- sua sebosa, quero ver mijar e depois não limpar. – falei e já explodi de raiva quando ela ficou suspensa pelos pés, de cabeça pra baixo, cerca de meio metro do chão.
Isso foi estranho, nossa.
Recuperei rapidamente do choque e me levante e chutei sua barriga, e quando fui chutar a segunda vez me seguraram.
- me solta, porra – falei com raiva.
- olha a boca mocinha – falou a voz atrás de mim. Era um homem de cabelo preto, nariz de gancho.
- ela esta no meu rosto, mais essa vaca vai ver o que é bom pra tosse quando eu arrebentar a cara dela é que ela vai perder os dentes, essa idiota, fresca, arrombada, filha da mãe, desgraçada, a próxima vez que cuspir em mim eu arranco seus braços e faço fogueira com seu cabelo seboso. Idiot...
- FUXIA LILY MALORY BITTENCOURT – esse grito era feminino, olhei para trás e vi a diretora.
Respirei fundo e me soltei do cara. Olhei pra diretora e cruzei os braços.
- pode me dizer o que aconteceu aqui? – perguntou cruzando os braços, enquanto a enfermeira do orfanato entrava e levava Marcela, e dei um sorriso de lado ao ver que ela estava desacordada e sangrando.
- eu cansei dessa coisa ai. Okkei? Eu estava me controlando, apenas pra não meter a mão na cara dela de novo, mais ela pede. O que eu posso fazer? – perguntei com um sorriso sádico no rosto.
Ela se assustou e depois olhou pra o cara com cabelo seboso.
- Senhor Snape, é melhor o senhor voltar amanhã. Estamos com sérios problemas aqui.
- tudo bem, amanhã voltarei. – falou e saiu.
- Fuxia. Vamos. Tome um banho no quarto ao lado e vá para a enfermaria. E de lá pode ir pra meu escritório mocinha, você esta muito encrencada. – falou a diretora saindo dali.
Peguei minhas coisas que deixei cair na porta do banheiro e fui pra o outro quarto. As meninas, assim que eu cheguei se encolheram no canto do quarto.
Tomei meu banho, me vesti com um short preto e uma camisa verde; passei um lápis preto de olho e um batom vermelho.
Sai do quarto das meninas e enquanto saia elas me acompanhavam com o olhar. Fui para o meu e vi que arrumaram o banheiro. Deixei minhas coisas na minha cama e fui pra enfermaria. No espelho eu vi apenas minha barriga vermelha.
A enfermeira disse que semana que vem já estaria muito melhor.
Marcela já estava na diretoria.
Caminhei até lá e foi um papo chato, dizendo que isso não era comportamento de duas moças, e que se não melhorássemos iríamos ser mandadas pra reformatórios. A coisa mais difícil que foi desde que entrei na sala foi: segurar o riso, o que tava difícil. Eu deixei marcela com uma cara do demônio.
Depois disso fomos cada uma pra um canto.
Ela foi pro inferno que a leve e eu fui pra biblioteca.
Li um livro de quinhentas paginas e quando vi já era noite.
Esperei dar meia noite e jantei só.
Fui pro quarto dormir. Estava exausta. Marcela já dormia então me permiti rir um pouco aconchegada na cama.
[...]
Acordei com a cabeça leve, o que foi estranho. Levantei-me e espreguicei.
Levantei da cama, cocei as costas e penteei meus cabelos, o estranho é que minha cabeça continuava leve. Passei meus dedos pelo coro cabeludo e fui descendo, mais dessa vez ele não foi até à cintura como sempre, ele foi apenas acima dos ombros.
Pulei rápido da cama e me olhei meus cabelos tão curtos.
- AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH – soltei um grito do capiroto e olhei pra um ser que ria num pufe perto da porta.
Olhei em seus olhos e escutei o barulho da porta sendo trancada.
Caminhei lentamente até ela e ela correu pra porta e tentou abrir, mias estava trancada.
Ela me encarou com um sorriso sarcástico, mais ao olhar diretamente em meus olhos vi seu rosto contorcer em medo.
Dei um murro dos infernos nela, e vi um dente voar pra casa de cassete.
Ela começou a chorar.
- PARA DE CHORAR SUA IDIOTA. NÃO FOI VOCE QUE DEIXOU SEU CABELO CRESCER POR CINCO ANOS PRA TER ELES CORTADOS POR UMA VADIA BURRA. — um murro no queixo. – VOU TE MATARRRRRRR — e me afastei e voltei com a voadora na barriga dela.
Escutei a porta sendo escancarada.
Me desconcentrei e ela me empurrou e saiu correndo do quarto.
— idiota, chorona, cagona, filha da mãe. – falei baixo e com a voz embargada.
Eu fui pra frente do espelho e olhei, meu cabelo parecia maior, pisquei e abri novamente e ele praticamente voltou ao tamanho normal. Fechei meus olhos e quando abri meus olhos estavam abaixo do bumbum.
Impressionada corri pra minha cama e comecei a pentear meus cabelos.
- meu bebe, nunca mais vou deixar aquela vadia chegar perto de você, se for preciso eu mato ela. Essa idiota. Na próxima vez que tocar no meu cabelo arranco não só os dentes, mais também os olhos. Idiota, idiota – falei pra meu cabelo.
- tem certeza que você é uma menina de 11 anos? – perguntou o mesmo cara de ontem, com roupas pretas e seu cabelo super seboso.
- quem é você? – perguntei ranzinza.
- Severo Snape. – falou.
- se você for querer me adotar, vou logo avisando que eu não vou ser adotada. – falei.
- essa não é a minha intenção. – falou.
Houve o silêncio por um momento.
- como vai Senhorita Bittencourt? — falou Snape me estendendo a mão. Peguei-a hesitante.
- b-bem.
Ele pegou uma cadeira e colocou na minha frente. O olhei interrogativa e ele recomeçou a falar, perante o meu silencio.
- sou Severo Snape, professor de porções de Hogwarts.
- Professor? – Repeti incerta.
- sim, professor de Porções. – falou serio.
- Caracas, a diretora aloprada daqui tem que ser mais seletiva com os malucos que ela manda me adotar. Olha aqui amigo. Eu. Não. Quero. Ser. Adotada. Simples e pratico. – falei sentando ereta na cama. – professor de porções? – bufei – é cada maluco que me aparece. Ou... o senhor é macumbeiro?
Perguntei assustada me encolhendo na cama.
- Não, não. – disse sorrindo.
- Me diga novamente, por favor, quem é você. E o que você é, e o que faz aqui. Por favor?
-Eu já lhe disse Senhorita Bittencourt. Meu nome é Professor Snape e eu trabalho em uma escola chamada Hogwarts. Eu venho para oferecer-lhe uma vaga na escola em que leciono. – falou calmamente, mais ainda assim serio.
- Mais como assim ganhei uma vaga? – perguntei olhando pra ele. – é alguma pegadinha?
- sua reação já é esperada. É normal não compreender no inicio, mais tudo bem. Vou lhe explicar tudo sobre Hogwarts, e sobre o que você é... –
- como assim o que eu sou? Senhor, o senhor fumou alguma pedrinha antes de vir pra cá? – perguntei pra ele.
- você é uma feiticeira Fuxia, uma bruxa. Eu posso ser seu futuro professor e se você se acalmar, eu lhe falarei mais sobre Hogwarts. Claro, se você não decidir ir para a escola, ninguém lhe forçará. Apenas peço que me escute. Por favor, okkei? Hogwarts, é uma escola para pessoas com habilidades especiais
- como assim especiais? – perguntei o interrompendo. – Eu não sou louca! – exclamei perplexa.
- Eu sei que você não é louca querida. Hogwarts não é uma escola para pessoas loucas. É uma escola de magia. – falou calmo. Fitei Snape, com os olhos arregalados.
Ouve um momento de silencio, então falei:
- Magia? – repeti em um sussurro.
- exato. – falou Snape.
- mais como assim? Esse negocio realmente existe? – perguntei perplexa.
- sim, existe.
- e eu já sou capaz de fazer essas coisas? – perguntei lembrando do meu cabelo crescendo rápido, de Marcela a meio metro de altura do chão de cabeça para baixo e .... dos assassinos de meu pai.
- sim. Crianças menores não tem o poder de controlar sua magia. Mais me diga, já fez algo estranho não fez? Seu cabelo agora foi um exemplo. Tem mais? – perguntou.
- sim,mais me responda... – fiz uma pausa com vergonha.
- pode perguntar. – falou.
- pode-se matar com magia? – perguntei.
- sim, pode sim... Não me diga que... você executou uma maldição imperdoável? Com que idade? – perguntou com um sorriso e interessado.
- na noite em que meu pai morreu, os homens caíram aos meus pés. Ao mesmo tempo. – falei.
- você executou duas maldiçoes da morte? Menina você é especial. – falou sorrindo.
- mas se são maldiçoes imperdoáveis... Eu posso ser presa? – perguntei com medo.
— bem você está certa, mais como o ministério da magia não intervil, acho que já aceitaram que você ainda não tem sua varinha, então ainda não tem controle. Mais depois que já estiver com sua varinha, não poderá mais executar nenhuma artes das trevas, então será presa em Askaban. – falou.
- e o que seria Askaban? – perguntei curiosa.
- uma prisão bruxa. Onde você pode morrer em apenas alguns meses. – falou dando de ombros.
- mais eu não sei controlar isso. – falei exasperada.
- para isso serve Hogwarts. Para você aprender a controlar seus poderes. – falou.
- eu não percebi muito que era diferente. Nunca percebi. Mas agora que você esta quase esfregando na minha cara eu vejo. Eu sou especial...
- Bem, você estava bastante certo – disse Snape, com a cara seria de antes. – você é uma maga, Senhorita.
- Você também é um mago? – perguntei curiosa.
- Sim, eu sou senhorita. – falou ternamente, o que não se encaixou na personalidade dele, mais ele logo se recompôs.
- por favor, só pra mim acreditar que eu não estou louca, demonstre, por favor. – pedi duplicante.
- Se, eu fizer isto, você estará aceitando seu lugar em Hogwarts? – perguntou em um tom casual
- Claro que eu vou! E ainda provo a mim mesma que estou em sanidade mental perfeita
- Então você me tratará como Professor ou senhor. – falou Snape se levantando.
Assenti e ele caminhou até a penteadeira presente ali. Me levantei também.
Ele me mandou sentar no banquinho e eu obedeci.
Ele fez um aceno de varinha na escova e nos elásticos ali e eles começaram a se mexer. E vieram em direção a minha cabeça. Eles acariciavam meus cabelos. Fechei os olhos contente com a caricia. E quando parei abri os olhos e vi meu reflexo no espelho.
Meu cabelo estava perfeitamente produzido numa trança, com um pequeno volume na parte de cima.
Eu estava linda.
Olhei pra Snape e assenti. Olhei pra varinha em sua mão, me levantei e o encarei.
- professor, onde posso adquirir uma dessas? – perguntei apontando para sua varinha.
- Tudo a seu tempo – disse com um meio sorriso.
- mais em que lojas se compram isso? Eu tenho que ver com o advogado se eu já posso sacar dinheiro do banco brasileiro. – falei pensativa.
— ahhn mais nos não usamos dinheiro trouxa.
- o que seria trouxa? – perguntei curiosa
- pessoas sem sangue bruxo. – falou casual.
Fiquei olhando pro nada e finalmente a ficha caiu, sem dinheiro bruxo eu não poderia comprar nada, eles usavam dinheiro bruxo e eu só tinha dinheiro ‘trouxa’.
- Eu não tenho dinheiro. – falei triste.
- Isso será corrigido facilmente – ele disse, tirando uma bolsa de couro do bolso – Há uma bolsa em Hogwarts para os que precisam de ajuda para comprar livros e uniformes. Você poderia ter que comprar algum de seu livros de feitiços e os outros de segunda mão, mas acho que dará perfeitamente pra esse ano. E ano que vem você comprara o resto. – falou me entregando o saco, e quando vi eram moedas.
- obrigado, mas tenho uma pergunta: Onde você compra livros de feitiços? – perguntei colocando o saco de dinheiro no meu armário.
- No Beco Diagonal – disse, e em seguida tirou um pedaço de papel de dentro da roupa. – e eu tenho sua lista de livros e material escolar comigo. Eu posso lhe ajudar a achar tudo.
- Você está vindo comigo? – perguntei observando-o.
-Certamente, após a diretora do orfanato conseguir os papeis pra te liberar.
- eu teria que voltar pra esse inferno? – perguntei.
- só se você quiser...
- como assim?
- estou te fazendo uma proposta: eu lhe adoto – falou e quando eu iria dizer que não ele logo falou. — e com minha autorização você pode passar as férias de verão em Hogwarts. E não voltar pra aqui.
- aceito – falei.
- então acho que depois de amanha estaremos embarcando pra Londres.
- Londres? Vamos pra Londres?
- naturalmente, já que a escola fica lá.
Notas finais
mais esperem que tem muito mais coisas por vim.
e obrigado por lerem, acho que amanha ou depois posto outro cap.
bjs
xoxo
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