Uma Malfoy diferente. Dramione, tudo é possível.
26 Capítulo 26 - O que aconteceu depois.
Notas iniciais
P.o.V. Narradora
sabe quando a vida, se vira contra você? Acima de tudo, pelo o que você faz? As consequências começam a se tornarem cada vez mais perigosas, e tristes. E Adria sabia muito bem, sobre aquilo. A menina, logo depois de levar um crucio, foi jogada, sim, jogada para fora de casa. A mandados de quem? Do Lorde. E qual era escolha que os pais Malfoy's tinham, se não, ficarem calados e aceitarem? Narcisa nada pôde fazer, apenas deixar uma mala para ela.
A menina, foi levada para a casa de um dos mordomos mais fieis dos Malfoy, a mandando secreto de Lúcio Malfoy. De lá, Edgar, o mordomo, avisaria a Draco, sobre a situação de sua irmã, que permanecia pálida, e com a pulsação fraca.
P.o.V Draco
(...)
Acordei com Hermione soluçando. Olhei para ela, que segurava uma carta, e estava encolhida chorando. Ela olhou pra mim, com pesar. Não entendi nada, mas então me ocorreu: "Adria".
Senti meus olhos lacrimejando. Mas disse para mim mesmo. Ela não morreu. Peguei a carta das mãos de Hermione, minhas mãos estavam tão tremulas quanto as dela.
Li a carta.
– EU MATAREI AQUELE CARA DE COBRA! — Urrei.
Ninguém. Tocava. Na. minha. Irmã.
(...)
Ao chegar na casa de Edgar, com Hermione, encontrei uma Adria bastante abatida no sofá, deitada, e coberta com vários cobertores.
– Adria... — Murmurei, pegando em sua mão. Sua pulsação era quase como se não existisse. — Eu estou aqui. Sou eu, Draco.
– Oi — a voz dela era fraca, seus olhos estavam semicerrados.
– Como está se sentindo? — Perguntei. Uma pergunta estúpida
– Como se milhões de facas estivessem dentro de mim, de dentro pra fora, me matando. — Ela falou, sorrindo fracamente. Um sorriso macabro.
(...)
Adria estava um pouco melhor, estava comendo, e tomando poções que ajudariam a se recuperar. Eu e Hermione discutíamos a situação dela, quando o Potter chegou. Hermione olhou pra mim envergonhada. Ela tinha contado.
– Como ela está? — Questionou o Potter.
– Um pouco melhor. — Falei.
– Preciso da ajuda de vocês. — ele falou.
Olhei para a cara dele, estupefato.
– Vocês vão em ajudar a matar Voldemort.
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