Uma Malfoy diferente. Dramione, tudo é possível.
11 Capítulo 11 - Maldito Malfoy!
Notas iniciais
P.o.V Narradora
Mas uma manhã, ensolarada, em Hogwarts. Os alunos acordavam, talvez sim ou talvez não, preparados, para o quê o dia lhes aguardava. Talvez apenas aulas em sua maioria entediantes, ou outras coisas. Muitos mal contavam os minutos para o primeiro passeio à Hogsmeade. Terceiranistas empolgados, que mal prestavam atenção ao que a velha Minerva dizia. Primeiranistas e segundanistas estavam cabisbaixos com tanta decepção, de passar o fim de semana inteiro pelos terrenos de Hogwarts.
Foi uma manhã extremamente calma e rápida. Quando viram, já era tarde, o horário de aulas tinha acabado. Alguns alunos logo começaram a se dispersar pela nossa querida Hogwarts.
Já uma certa castanha, estava perdida em pensamentos. Sentada encostada à o carvalho, em frente para o lago, onde a lula nadava tranquilamente.
P.o.V Hermione
Olhando o lago, estava pensando na besteira que tinha feito.
Por quê diabos ela tinha que fazer aquilo? E se Dra...Malfoy tinha ido se explicar? Dizer qualquer desculpa por tê-la ignorado? E ela foi lá, e se jogou nos braços de Ron. Alimentando uma falsa esperança, nele. E isso era sem dúvida algo imperdoável. Não apenas sair com o Ron, por quê, o Harry não estava com eles. Nem estava em detenção, ou algo do tipo. Ela iria ter um encontro com o Ron. Isso significava, que ela sentia algo parecido com o que ele sentia. Por quê não é um simples "Ah, eu vou sair com você, por quê você parece ser legal". por quê ela conhecia o Ron! Ela viveu com ele, CINCO anos, e nunca viu nada nele, assim. Ele era legal? Sim. Mas era apenas um dos melhores amigos de Hermione. Bem... Harry era sem dúvida o seu melhor amigo de todo o mundo, por quê era difícil se abrir com o Rony sobre alguns assuntos. E por iludir, por quê sim, o quê ela estava fazendo com ele era ilusão, ela se sentia um nada. Se sentia a pessoa mais suja do mundo. Mas também... suja, por simplesmente usar ele, para fazer ciúmes no Malfoy!
Querida, você tem que aprender. No amor, usamos todas as armas.
Mas usar o seu amigo é errado! E principalmente o Ron!
Se o Ronald é tão burro e não nota aquele seu sorrisinho falso, ele é perfeito para fazer o papel.
Novamente, a consciência ganha. Ela sempre achava que a sua consciência era o seu lado mal, falando para ela o quê fazer ultimamente.
Francamente, se eu fosse o seu lado mal, eu não teria te mandando pra aula, sua burra.
Me fala, como é que você sabia o quê eu tava pensando?
Eu moro na sua cabeça esqueceu?
Ah é.
E agora? Fora deixar de falar com a vozinha irritante em sua cabeça, por quê ela tinha certeza que estava fazendo expressões que só faz em uma conversa, e estar falando com o cérebro não é alá, muito inteligente.
Vai escolher uma roupa pro seu encontro, tapada.
Ah, sim. Se ela ia fazer o quê ela não queria fazer, mas por pura necessidade, se provocar ciúmes, era melhor fazer bem feito.
P.o.V Adria
Estava saindo andando pelos corredores, agora sim eu poderia explorar o lugar. Estava falando com um quadro quando uma morena veio sorrindo pra perto.
– V! — Falei a abraçando. Ela retribuiu.
– A! Sua vadia, nem me disse que tinha voltado do Mungos. — Ela faliu fazendo biquinho.
– Desculpe! — Falei sinceramente — É que...
Mas então parei quando vi três garotos vindo em nossa direção. Dois deles, eram loiros. Um dos loiros tinha olhos verdes, bem bonitos, ele era bonitinho. O segundo loiro de cabelo cor de areia, mas ainda sim, com olhos azuis claros, também era bonito. Mas perto do moreno do meio não eram bonitos. O moreno tinha uma franja que caia levemente pela testa, com olhos pretos, um sorriso de lado, ele era lindo.
– Andando com a projeto de Malfoy, Levesque? — Perguntou o loiro de olhos azuis.
Dessa vez, não deixei que a V, me defendesse.
– Não tem coragem de falar na minha cara? -Perguntei com a voz fria e arrastada. Nossa! Pareci até com o Draco. — No dia que a sua família tiver status como a minha, a gente conversa tá, fofo?
V me olhou surpresa e sorriu, depois olhou com um olhar desafiador para o loiro.
– Você ouviu ela Ivan.
– Nossa, a Malfoyzinha tem garras... — Falou o moreno, me olhando dos pés à cabeça. — A cara do irmão. Só que mais linda.
Senti corar, mas depois lancei um olhar frio para o moreno, que logo recuou um passo.
– Por quê não vão procurar o quê fazer? — Com a voz seca, me virei e puxei V, pelo braço. A levando para longe.
– Nos vemos por aí, queridinha. — Ouvi o moreno gritar.
***
– Ele tá tão na sua! — Disse V.
– Mas eu não quero saber de garotos agora V. Sou nova pra isso, ele está no terceiro e eu no primeiro. E pelas companhias dele... — Falei, olhando todos os cantinhos. Ouvi ela bufar ao meu lado.
– Que seja, a idade. — Ela riu. — Você cortou o Ivan como uma nata Malfoy, eles não vão mexer com você. Além do mais seu irmão é o monitor.
– Eu não quero levar proveito da posição do Draco! — Falei irritada.
– Tá, tá, tá. Mas vamos lá! nem achou ele bonitinho? — ela perguntou. E eu consegui sentir o tom de safadeza em sua voz.
– Ele é, bonito. Mas... ah esquece. — Disse.
– Tá. — Ela falou vencida. Mas logo a animação voltou a sua voz. — O quê acha de ir para Hogsmeade amanhã?
– Mas primeiranistas e segundanistas não podem ir. — Falei confusa.
Com o sorriso maroto dela, que me assustava ela disse:
– É o quê vamos ver.
P.o.V Draco
Estava fazendo a minha ronda. passei por dois casais, que estava precisando de um quarto, mas nem liguei. Estava pensando em Granger. Ela acha que é asism tão simples é?
Que vai sair com o pobretão e vai me fazer ciúmes? Como ela está enganada. E eu já sabia o quê fazer. E com quem.
– Pann! — Gritei para a minha melhor amiga quando ela ia passando.
– Oi, Draquinho. — Ela falou sorrindo.
– Preciso daquela sua ajuda. — Eu disse. Ela revirou os olhos e disse:
– Quem você quer fazer ciúmes, Draco?
– Você saberá. — Falei com um sorriso de canto.
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