Uma Jogada de Mestre

1 Uma jogada de mestre


Notas iniciais
Espero que gostem. ^.^
Fic saindo do forno com muito carinho para os leitores. =^.^=
Esse casal ñ é muito comum e nem muito famoso.
Quem ñ gosta ñ precisa ler.
Quem gosta, boa degustação.

One Shot – Uma jogada de mestre

Era sábado pela manhã, me acordei até que cedo estiquei-me um pouco mas, fiquei na cama fitando a figura deitada ao meu lado com a cabeça encostada no meu peito. Sinceramente falando, estava pensando em como nossa relação havia chegado no ponto de estarmos sob o mesmo teto, dividindo a mesma cama e até outras coisas que não posso falar aqui. Ele se acorda um pouco depois de mim, se senta na cama, boceja, e me olha como quem quer dizer: “Tava olhando esse tempo todo para a minha bunda seu Zaraki pervertido?!” ou “Que olhar suspeito é esse?” com certeza um dos dois ele fala. Eu conheci o Noitra com quem mantenho uma relação de nãoseiquantos anos.

-- Tava olhando esse tempo todo para a minha bunda seu Zaraki pervertido?!- Foi como falei, ele ia dizer mais cedo ou mais tarde.

--É a melhor vista que eu tenho faz semanas!- É verdade, eu to na seca faz semanas.

--Eu tava trabalhando!- O desculpa mais esfarrapadaE por falar nisso você também tem mais o que fazer, então, LEVANTA!

Enquanto ele resmunga seiláoque eu o agarro por trás com força fazendo seu corpo se chocar contra o meu.

--Vai ver o que ganha por me deixar na seca!- Digo beijando-lhe o pescoço

--Sai daqui eu tenho que ir trabalhar. ME LARGA DROGA!- Fala tentando feito um idiota se livrar de mim.

--EU POSSO IR TRABALHAR A QUAQUER HORA, BASTA SÓ A PORCARIA DO CELULAR TOCAR!- Falo irritado, porque, vocês entendem não é... coisas!

--Olha o jeito como fala comigo seu merda!- Diz com uma cara realmente medonha.- Eu mandei... me largar!

--Claro!Depois que eu terminar.- Falo com uma cara perva

Duas horas depois de ouvir muita reclamação e outros sons da boca do Noitra nos jogamos na cama mas, só meu lindo e gostoso Noitra para estragar todo o momento com história de que tava atrasado. Só um atraso de duas horas não mata, pelo menos não o relógio.

--Eu deixo seu café pronto antes de sair! Merda, não da tempo. Você se vira sem destruir nada certo?!- Diz com cara de quem esta tentando não cometer um assassinato enquanto troca de roupa.

--Ta, eu tento não por a casa abaixo se é o que quer saber!

--Não é tentar, é fazer. Você até já comprou outro fogão porque explodiu o antigo!

--Como descobriu?

--É que esse é preto o outro era branco e são de marcas e modelos diferentes. Como foi que conseguiu a façanha de explodir o fogão?

--Fritar ovos é difícil. E eu não já comprei outro?!... Não precisa se preocupar que pelo menos a cozinha fica inteira.- Cara de pessoa extra confiável

--E porque só a cozinha?

--Sem ela eu não posso ficar olhando o quanto você fica fofo concentrado cozinhando.

--E-eu v-v-vou in-ind-indo!- Pude vê-lo saindo extremamente corado em direção a porta da frente.

Logo após ele sair peguei uma muda de roupa, uma toalha e segui pelado para o banheiro, afinal, a casa é minha e eu faço o que quiser dentro dela. Podia jurar que tinha visto a vizinha tendo uma hemorragia nasal. Será que é porque a toalha que peguei estava na varanda e eu fiquei de frente para ela ou foi porque o marido dela viu aquele circo? Eu sei lá! Também não to nem ai para aquela coisa. Cheguei no banheiro e deixei tudo jogado por ai, esquentei a água e joguei meu corpo na banheira. Fiquei ali pensando sobre como acabei ficando com o Noitra, como a minha rotina havia mudado para algo que parecia um casamento e sobre como alguém como eu conseguiu uma vida tão aparentemente normal. Acordei de meus devaneios com o som do celular tocando, avisando que eu teria mais um cliente.

--Moshi moshi!- Atendo o celular irritante

--Preciso que dê um jeito em alguém para mim!- Fala a voz do outro lado da linhaO nome da pessoa é-

--Apenas me dê o endereço do ponto de encontro.- Interrompo Dados sobre a presa não se fala por celular.

--Claro! Me encontre no novo restaurante que acabou de abrir.

--Quem é você e como vou te reconhecer?

--Meu nome é Mira saberá que sou eu assim que chegar lá!

--Chego em três horas.

--esperarei!

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Cheguei no trabalho aquele dia tendo certeza de que pelo menos a casa o Zaraki não destruiria. Quase esqueci, sou o capitão de uma divisão do exercito usada para extermínio. Eu só trabalho quando tenho alguma missão coisa que dura uma ou duas semanas, dependendo do nível e local da missão. E aquela que eu tinha recebido com certeza demoraria não muito tempo, talvez, uma semana. Liguei para casa só para ter certeza de que ela ainda estava lá.

--Moshi moshi!- Fala sério do outro lado da linha

--Zaraki, o que foi?

--Nada, só pensei que fosse outra pessoa!- Da uma pausaE você, sentiu saudades?- Completa divertido.

--Claro que não! Só queria ver se a casa ainda estava de pé.- Falo irritado

--Ela ainda ta!

--Eu talvez só volte próxima semana! Promete deixar a casa inteira até lá?- Pergunto com medo da resposta
--Claro, meu amor!-Fala com uma voz rouca que me deixa errepiado

--Cale-se!- Coro violentamente. –Era só isso, chau!

--Até!- Encerro a chamada

--Esse idiota!Quem ele estava esperando? Algum rabo de saia?

Ando pelo bloco pisando forte no chão. Estava com raiva daquele idiota, bombado, sem cérebro, bonito, gostoso, que consegue deixar minhas pernas bambas e... É melhor eu parar com isso. Na divisão onde trabalho os seus capitães são chamados de Espada e os nossos subordinados de Fraccion. O meu Fraccion mais confiável é o Tesla.

--Noitra-sama!? - Pronuncia-se

--O que quer Tesla? - Respondo

--Temos que ir!

--Estou indo!

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Saí de casa na hora combinada para o restaurante Flor de Lótus, um restaurante novo mas muito bom. Sei dele porque já levei o Noitra algumas vezes. Quando cheguei foi fácil reconhecê-la jê que seu guarda-costas era meio grande. Fui até o lugar onde estava e me sentei a sua frente.

--você é o Zaraki-san? Me pergunta confusa

--Sim.Respondo. – Algum problema?

--Não!

--Então, quem é o alvo e o que eu tenho que fazer?

--O alvo é alguém do exercito. Pode ser perigoso.

--Com o que está preocupada? Meu trabalho é rápido! Não que eu esteja traindo o exercito. É que meu trabalho é prender ou dar um fim em bandidos, assassinos, fugitivos, enfim, os idiotas que pedem meus serviços enquanto estou usando o disfarce de assassino proficional.

--Ótimo! Então aceita o trabalho?

--Sim. Me diga o nome e o posto.

-- Seu nome é Noitra ele é o 5º espada!

--COMO?!

--Algum problema?

--Não, é que...

--O que?

--Nada!

--Ótimo! Espero bons resultados de você Zaraki-san!

Fiquei naquele lugar um bom tempo, e enquanto conversava com aquela mulher tentava descobrir o porque de ser logo o meu magrelinho, o porque de ser o Noitra. Nesse tempo, para não dizer que eu não sei de nada, só sei que ele fez algo realmente ruim para essa mulher. Depois nos despedimos e cada um tomou seu rumo. Provavelmente ela foi para casa, eu, por outro lado, fui para um bar. Enquanto bebia fiquei pensando em como livrar o Noitra dessa. Para cumprir com o meu trabalho o disfarce tem que ser perfeito, ou seja, nunca tive problemas para matar. Fiquei lá até quase meia-noite, paguei a conta e fui embora. Chegando em casa, mesmo me deitando na cama e fechando os olhos não consegui dormir.

O fato de termos nos conhecido numa guerra já é bem intimidador mas, sermos inimigos nessa época é mais ainda. Era uma batalha intensa, mortes e carnificina para todo lado, estávamos lutando ferozmente. Eu, com minha katana acabei furando seu olho esquerdo no intuito de realmente cegá-lo. Ele, por outro lado, com sua estranha katana quase corta metade da minha cabeça fora, graças a esquiva que dei hoje só tenho uma cicatriz meio profunda no rosto. Esse ocorrido foi a mais ou menos oito anos. A guerra acabou com a união dos dois lados. Nós, por outro lado, nos odiáva-mos e tivemos que conviver, a convivência se transformou em amizade, e a amizade... Bom, no que é hoje. Fiquei perdido dentro de meus pensamentos até perceber que já eram seis da manhã. Peguei uma toalha no varal, fui para o banheiro e tratei de me banhar, fiquei de molho por muito tempo e cheguei a conclusão de que eu deveria investigar aquela mulher e descobrir o que ela quer com o meu magrelinho.

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A missão era clara, matar o chefe da Yakuza mas como vou chegar nele com tantos idiotas se multiplicando como coelhos? Provavelmente, pelo nível dessa missão eu chegue mais cedo em casa. será que o Zaraki esta cuidando do trabalho dele uma hora dessas? Ou ta dormindo, para variar? Devo chegar em acho que três dias, pena que não posso avisar já que um idiota quebrou meu celular, e morreu por isso. Por enquanto eu fico por aqui lutando contra a Yakuza e desejando que talvez aquele brutamontes não tenha destruído a casa.

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Eu planejei tudo para dar tempo até o Noitra chegar. Havia tentado ligar para ele essa manhã só que não deu certo já que provavelmente destruíram o celular dele. Não importa, o que de pior pode acontecer? Bom, já as passaram dois dias e o que consegui descobrir é que o nome verdadeiro da mulher é Karin e que ela é uma das ex do Noitra que foi traída por ele com uma amante. Esse é o Noitra que eu conheço! Mas, quando ele chegar em casa teremos uma seria conversa. Quando vou ligar para um amigo meu pedindo uma ajuda com a investigação escuto uma voz conhecida gritando da porta: “TADAIMA!” Nessas horas eu penso: “As coisas realmente podem ir de mau á pior”.

--Que bom que não destruiu a casa! – Fala vindo onde estou. – Como passou esses três dias?

--E-eu? B-bem! – Respondo escondendo rapidamente o celular.

--O que esta escondendo de mim?

--N-nada!

--Aconteceu alguma coisa? Você ta soando muito!Fala tocando minha testa para ver minha temperatura.

--Não aconteceu nada! – Falo sério tentando despistar. Mas olha, o ruim de uma relação duradoura é que o outro te conhece com a palma da mão.

--Agora é sério Zaraki! O que esta tentando esconder de mim?

--Realmente nada.

--Não está me traindo, está?!

--NÃO!!!!!!!!!

--Então o que é essa cara de quem viu um fantasma?

--Só confie em mim. Por favor? Só até eu poder te dizer.

--Você esta agindo muito suspeito!

Eu senti uma pontada no coração quando vi aquele sorriso de antes se transformar em uma expressão triste, imperceptível para alguns mas obvil para mim. Mas, para salvar a vida dele tive que cutucar mais a ferida que provavelmente fiz nele.

--Você conhece uma mulher chamada Karin?

--Sim?!

--O que ela é sua?

--Ela é uma ex minha, mas para quê isso?

--Só responda às minha perguntas, Noitra! O que aconteceu para vocês se separarem? Depois de fazer essa pergunta o vejo virar as costas. Antes dele sair o seguro pelo braço.

--O que foi?

--O Zaraki que conheço não faria esse interrogatório.

--Entenda. É um caso de vida ou morte.

--Me desculpe por não conseguir essa façanha.

--Noitra, me escute

--Não escuto quem mente para mim.

--Por favor, entenda?

--ENTENDER O QUÊ? Não posso entender porque você não me fala. Você me pede para confiar em você, mas e em mim? Você não consegue confiar em mim.

--É complicado!

--Seria menos se você deixasse esse seu orgulho e me contasse o que se passa dentro dessa sua cabeça.

--Você e sua cabeça dura não entenderiam!

--Você sabe se não?

--Eu conheço você a oito anos!

--E eu mesmo não me conheço?

--Se você calasse a boca para me escutar...

--E agora a culpa é minha?

--Eu não estou pondo a culpa em você, eu só...

--Não vá me dizer que agora o santo é você.

--JÁ CHEGA!O empurro e ele bate com as costas na parede.SÓ VAI NA VIOLENCIA AGORA?

--Não levante a voz para mim!

--SE NÃO O QUE? VAI DEIXAR OUTRA CICATRIZ NO MEU ROSTO?

--Para com isso.Fala baixo, quase inauditivel.

--Você fala mas não gosta de ouvir?

--Por favor.

--Eu já to por aqui com você agora agüente.

--Eu imploro.

--Você não sabe de nada, não é?! Pois que fique bem claro que se não fosse por mim você estaria morto agora!

--JÁ CHEGA!Grita com os olhos cheios de lágrimas.Me larga! Eu vou embora daqui até o verdadeiro Zaraki aparecer, você não pode ser ele! – desvencilha-se de mim. – Adeus!

--Não! Espera! NOITRA?!Tento pegá-lo de volta, mas acabo batendo de cara na porta quando ele á fecha e vai embora.Noitra, me perdoa!Falo para mim mesmo, agora sozinho na casa.

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O que ele pensa que eu sou? Algo que ele usa para descontar quando fica estressado? Quase quebra meu braço de tanto apertar, grita comigo e ainda esfrega na minha cara que fui eu que fez aquilo no seu rosto. O que queria que eu fizesse? Deixasse ele quebrar meu braço enquanto escuto ele falar? Naquele dia fui para a casa do Szayel. Ele é um amigo meu de infância que nunca gostou do Zaraki por algum motivo. Quando cheguei que ia bater na porta escutei um “pode entrar” vindo de dentro da casa e ao entrar encontro um Szayel que não vê uma cama a bastante tempo.

--Você não dorme a algum tempo, não é?! Pergunto

--Na verdade faz mais ou menos duas semanas que não durmo.Responde pegando uma xícara de café.

--O que estava fazendo todo esse tempo?Pergunto confuso

--Algumas pesquisas. Mas e você? O que veio fazer aqui?

--Conversar.Respondo sério

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Bom, por onde começo? Fiz a idiotice de condenar meu namorado e depois praticamente quebrar seu braço, gritar com ele e trazer a tona lembranças indesejadas. Que penitencia eu mereço? Opção A: Me atirar de um prédio? Espera, como vou protege-lo estando morto? Descarto essa opção! Opção B: Ficar sem ele? Já estou. Realmente sou um idiota sem perdão que merece a morte. Ou pior, que não merece o magrelinho. Então, o que devo fazer? Se ele estivesse aqui com certeza me diria o que fazer. Eu deveria ter contado para ele? Não. Ele poderia me odiar e isso sim, é pior que a morte. A solução que achei foi dar um geito nessa bagunça e depois concertar as coisas com o Noitra.

Liguei para a Mira... Karin... Seiláoque para ter uma conversa com ela no mesmo restaurante de antes tenho certeza de que ela estava esperando que eu tivesse bons resultados.

Cheguei no restaurante por volta das oito da noite, uns vinte minutos depois ela chega vestindo um vestido roxo de seda que adornava muito bem seu corpo, o vestido tinha uma abertura na perna direita e um belo decote em V e bom, digamos que se eu já não tivesse o meu magrelinho teria, com certeza, pego aquela mulher para mim. Ela se sentou a minha frente com uma expressão esperançosa e para acabar logo com ela fui logo dizendo.

--Me descupe mas, devo recusar o trabalho que me ofereceu.

--Não pensei que fosse tão fraco Zaraki-san.

--Meus motivos são pessoais.

--Justamente por isso é fraco.

--Como?!

--Não conseguiu matá-lo por que o ama. Significa que não pode cumprir com seu dever.

--O que quer dizer com isso? E mais, como sabe disso?

-- Eu o estive investigando já que sua reação naquele dia foi pouco confiável. Tambem monitorei você Zaraki-san nesse meio tempo.

--Mas o que-...

--E como não consegue cumprir com seu dever contratei alguém que possa. – Agora entendo porque ele largou esse demônio disfarçado de mulher.

--Você não pode fazer isso.Levanto bruscamente de onde estava sentado.

--pelo contrario Zaraki-san, eu posso. E como você me ouviu dizer, eu já fiz.

--O que?

--Não há mais o que fazer.

--Você-...

--Em vez de ficar aqui, deveria ir atrás do Noitra para assistir a morte do seu amado de camarote.

--Noitra!Saio em disparada procurando por ele em qualquer lugar enquanto ligo freneticamente para o seu celular que insiste em não dar resposta.

Procurei durante horas, acho. Até que lembrei de mais um lugar onde ele poderia estar. Chego na casa do Apolo Granz e encontro aporta entreaberta mas, quando entro o que encontro é nada além de sangue e mais sangue. Quando vejo isso entro em completo desespero, e em meio a lagrimas que insistem em escorrer penso seriamente em torturar aquela mulher até me cansar e quando me cansar matá-la. Me levantei e segui para casa com uma intenção assassina que poderia ser sentida a quilômetros de distancia. Quando cheguei em casa notei gotas de sangue formando um trilha para dentro. A única coisa em que consegui pensar foi que o idiota que matoi o Noitra ia tentar me matar.

Tirei uma faca da minha calça que sempre uso em casos extremos, fui seguido a trilha até meu quarto. Quando empurrei um pouco a porta quase levo um tiro do Noitra, que estava lá. Imediatamente largo a faca e começo a abraça-lo e beijá-lo, fora que estava seriamente preocupado com o machucado que tinha no braço.

--Como você esta? Esta bem? Como fez esse machucado? Por que estava tudo cheio de sangue na casa do Apolo Granz? Como chegou até aqui nesse estado?Pergunto enquanto o aperto em meus braços.

--Ei, calma! Primeiro poderia me soltar? Ta doendo.

--Claro!O solto. Ele se senta na cama e começa a falar.

--Eu estava conversando com o Szayel quando um cara estranho apareceu e me atacou. Começamos a lutar e quando eu ia matá-lo o Szayel disse que ia usá-lo em suas pesquisas.

--E o que foi isso no seu braço?

--Quando ele atirou eu fui desviar do tiro e acabou pegando de raspão no meu braço.

--E o sangue na casa do Apolo Granz?

--Ele deve ter começado as suas “pesquisas”.

--Entendo.

--E você Zaraki? Quero que me explique tudo muito bem.

Eu comecei a falar desde quando peguei o trabalho até o que estava acontecendo agora. Ele ouviu toda a história em silêncio as vezes fazendo algumas perguntas. Quando terminei ele se levantou e ficou de frente para mim. Pensei sinceramente que ia apanhar mas ao invés disso ele me abraçou ternamente e me pediu desculpas pela briga e por não ter confiado em mim. Apenas fiquei em silêncio para sentir aquele abraço. Depois pedi para ele me dizer onde a Karin morava, mas ele disse que ia comigo.

Quando chegamos lá pude ver que era uma mansão totalmente cercada por guardas e seguranças, o Noitra me deu um comunicador e disse que cuidava de todos aqueles caras. Procurei por ela dentro da mansão matando todos que estavam no meu caminho. Em um dos quartos eu finalmente a encontro.

--Zaraki-san?!

--Yo!

--Como chegou até aqui?Pergunta assustada

--O meu Noitra ta cuidando de tudo lá embaixo.

--Mas como?

--Pela primeira vez tenho que me lembrar de agradecer ao Apolo Granz. Agora, com você eu tenho assuntos pendentes.

--Zaraki, acabei de terminar por aqui.A voz no comunicador era do Noitra

--Fique ai e me espere. Não quero que suba, não importa o que escute.

--certo!Acaba a transmição

--Me descupe a interrupção, agora podemos voltar para você.Falo com um sorriso psicopata

--O que pretende fazer?

--Nada de mais, só agradecer por tudo o que me fez.

A levo para um subterrâneo que tinha na casa e começo a tortura-la física e psicologicamente, fiquei me divertindo até ouvir do Noitra que o Apolo Granz estava com ele. Assim que ouço isso termino de uma vez matando ela e vou quase que correndo onde estão para poder defender o que é meu. Quando chego lá o magrelinho me obriga a agradecê-lo por ter ajudado curando os meus ferimentos e os do Noitra. quando estávamos indo embora o Apolo Granz fala no meu ouvido.

--Cuidado Zaraki Kenpachi. Mais uma dessas e eu pego o Noitra para mim.

--Não se preocupe. Definitivamente isso não vai mais acontecer!

FIM! OU SERA QUE NÃO?!

Notas finais
Beijos e mais beijos a os que mandaram reviews. ^.^
E a os que não mandaram agradeço mesmo assim por lerem.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!