Uma História JakeNess - Como Acho Que Deveria Ser
39 Capítulo 40 - O começo de um longo fim de semana..
Notas iniciais
a parte da aposta do embry e da ness, eu tirei de uma serie chamada friends. É uma parte bem pequena, mas eu achei engracadinho o episodio e resolvi colocar na fic. espero que gostem.
tem um video de um dialogo desse capitulo no youtube.
é só procurar : rachel tells joey beth dies. OU esta aki o link
https://www.youtube.com/watch?v=ZOWyIqGDZZs
é ingles mas acho q da pra entender....em fim...espero que gostem do capitulo de hj
quem quiser recomendar, eu iria amar...
boa leitura!
Pov. Nessie
Fazia um tempo que estávamos no chalé de meus pais, só a base de carinhos e beijos intensos. Jake ficava me dizendo que me amava, e eu retribuía. Fizemos juras de amor. Nunca deixaríamos um ao outro. Sempre ficaríamos lado a lado. Como um pacto eterno. E não importa o que aconteça, nada irá nos separar.
Ele estava me beijando intensamente. Apertando minha cintura com força, e eu agarrava seus curtos cabelos, e aprofundando o beijo. Como se minha vida dependesse disso. E claro, só ficamos nisso. Afinal, acho que nenhum de nós está pronto. Alias, só estamos namorando há um mês. “’Isso”’ seria muito precipitado.
Ouvimos um pigarro e uma risadinha. Paramos de nos beijar na hora.
– Viemos ver se está tudo bem. – Minha mãe falou segurando o riso.
– Ah... Err... Claro. – Jake falou. Afundei minha cabeça em seu ombro. Que vergonha!
– Está bem até demais pro meu gosto. – Falou meu pai serio.
– Edward! – Minha mãe o repreendeu.
– Desculpe. – Ele falou meio sem jeito.
– E viemos nos despedir. Já estamos indo. – Mamãe completou.
– Que horas são? – Perguntei alarmada. Eu sabia que fazia tempo que estávamos lá, mas não pensei que fosse tanto.
– Já são 7 da noite. – Arregalei os olhos. Jake deu uma risadinha.
– Ah, claro. Nem percebi. – Falei olhando pros lados e corando. Pois é... O tempo ao lado de Jacob passa voando.
– Também né. – Meu pai falou baixinho. Minha mãe revirou os olhos.
– Em fim, tchau para os dois. – Minha mãe falou nos abraçando. Quando ela abraçou o Jake, percebi que tudo não passava de uma boa e velha amizade. Sorri.
Ela me abraçou por um bom tempo.
– Er... Mãe... Já pode me soltar. – Falei fazendo careta.
– Se cuide filha. – Mamãe falou preocupada. Ela nunca gostou de viajar sem mim. Já eu, nem ligo.
– Pode deixar mãe. – Falei revirando os olhos. Minha mãe é sempre tão... Mãe. Meu pai deu risada com esse meu pensamento.
– Filha. – Meu pai veio até mim. – Se cuide, e aqui estão as chaves de casa. Lembre-se de sempre trancar as portas. – Ele falou me dando as chaves da grande mansão.
– Aff pai. – Falei pegando as chaves.
– Você sabe que é meio esquecida para algumas coisas. – Ele falou dando um meio sorriso.
– É, eu sei. – Falei e o abracei.
– E Jacob. – Meu pai o olhou serio. – Cuide dela. Se ela tiver um arranhão, eu te mato.
– Sua neura ta voltando. – Jake falou divertido. Meu pai só deu risada. Achei estranho. Até que papai não estava tão serio assim...
– Se cuidem. – Ele alternou o olhar entre mim e Jake. – Mas não aprontem. – Ele falou se referindo a aquela “coisa”...
– Tá, tá. O papo tá bom, mas vocês precisam ir. – Falei os empurrando pra fora de casa. E puxei Jake junto. Iríamos ficar esse fim de semana todo na mansão.
Andamos em silencio até em casa, e meu pai ficou nos olhando, como se estivesse tentando achar algo que iríamos aprontar. Mamãe balançava a cabeça negativamente.
– Para pai! – Falei brava.
– Que foi? – Ele se fingiu de inocente.
– Pare de nos encarar desse jeito. Não vamos aprontar nada. – Falei com obviedade.
– Eu sei, mas é sempre bom conferir. – Papai falou dando de ombros. Jake revirou os olhos.
Andamos mais um pouco, e chegamos à mansão. Minha família estava nos esperando em frente de casa. Eles olharam nossas mãos dadas e sorriram. Até minha tia Rose. Por mais que ela odeie o Jake, ela sabe que ele me deixa feliz.
Despedimos-nos com risadas, piadas e xingos. Risadas com as preocupações de minha mãe dizendo onde ficam as comidas e blá, blá, blá. Piadas maliciosas de meu tio em relação ao meu fim de semana sozinha com Jake, e xingos entre meu amor e minha tia. Eles nunca vão se entender.
– E agora? – Perguntei fechando a porta. Tenho que admitir. Estava meio nervosa, afinal seria o meu primeiro fim de semana com Jake com o status de namorado e namorada. Mas acho que nada vai acontecer.
– Sei lá. – Jake falou sentando no sofá e me puxando para o seu colo.
– A gente podia chamar o povo de La Push. Minha mãe deixou. – Falei fazendo um gesto de como se tivesse tendo uma ideia. Ele sorriu.
– Eu topo. – Ele falou me dando um selinho. Sorri envergonhada. Eu posso ficar com Jake durante 50 anos, mas sempre vou ficar envergonhada quando ele me beijar. Mesmo que eu não perceba, minha tia Aly diz que quando ele me um beijo eu fico vermelhinha.
– Vou ligar pra Leah. – Falei e peguei meu celular do bolso traseiro. Disquei o numero, e no terceiro toque, ela atendeu.
– Fala, baixinha. – Ela disse. Leah nunca me chamou pelo nome, e sim, por um monte de apelidos. Alguns inimagináveis. Mas se bem que baixinha é apropriado, afinal, da nossa turma, sou a mais jovem e mais miúda.
– Oi, Leah. – Falei dando risada. – Minha família toda saiu.
– Legal. – Ela falou um pouco distraída.
– Eu e o Jake estávamos...
– Pera aí. O Jake ta aí contigo? – Ela perguntou me interrompendo.
– Sim. Mas então... – Quando eu ia continuar, Leah me interrompeu:
– Hummmmmm... – Ela fez aquele som malicioso. Jake revirou os olhos.
– Você é uma pervertida, né Leah? – Perguntei cerrando os olhos.
– Não. Eu só acho interessante o Jake estar aí contigo. Vocês dois... Sozinhos... – Ela falou deixando um suspense no ar.
– Que seja. Eu estava pensando se o povo quer vir pra cá. A gente pode pedir pizza, o que acha? – Perguntei animada.
– Beleza. Vou falar com eles. Tchau safadinhos. – Ela falou e desligou. Fiquei olhando pro telefone.
– Não sei como ainda não fui corrompida. – Falei balançando a cabeça negativamente. Jake deu risada e beijou minha testa.
– Nunca vai ser. Você é um anjo que caiu do céu. – Ele disse carinhoso. Sorri e lhe dei um selinho. Ele me olhou profundamente. E me invadiu com sua língua deliciosamente. Espalmei minhas mãos por seu peito, e ele segurou minha nuca aprofundando mais o beijo. Esse homem me leva a loucura! Sua língua explorava todos os cantos de minha boca, fazendo um trabalho minucioso. – Você... É... Linda! – Ele foi falando e me dando vários selinhos no rosto. Soltei uma risadinha, e ele me abraçou contra seu peito.
– E você é o meu lindo. – Falei dando um beijo em seu peito e me aconchegando. Senti Jake sorrir.
– Eu gosto quando você me chama de seu. – Ele falou fazendo cafuné em meu cabelo.
– Mas é isso que você é e sempre será. – Falei carinhosa.
– Pode ter certeza. – Jake disse e deu um beijo no topo de minha cabeça. Ficamos assim durante um tempo, até que ouvimos uma barulheira do lado de fora. Já sabíamos quem eram. Toda vez que eles veem, fazem a maior bagunça.
Jake e eu nos olhamos e demos risada. Nem me levantei. Eles já são de casa. Toda vez que querem entrar, nem batem na porta. E é isso que mais gosto neles.
– Oieee! – Eles gritaram e entraram.
– Ui! – Embry falou nos olhando. Tudo isso só porque eu estava no colo de Jake. Revirei os olhos.
– Oi pra vocês também. – Falei e me levantei.
– Vou na cozinha! – Seth falou. Sempre que vem aqui, o primeiro lugar que ele vai é a cozinha. Ele ama a comida de minha vó! Com razão.
– Vou pedir a pizza! – Leah falou.
– Vou ligar o videogame. – Embry disse. Sorri. Eles sempre vão ser minha segunda família.
Eu e Jake ficamos lá sentados no sofá só observando a correria. Depois de alguns minutos eles voltaram com tudo feito. Alguns sentaram em almofadas no chão, e outros no sofá.
– E aí Ness? Como vai “O Iluminado”? – Embry perguntou sobre nossa aposta. Nós tínhamos voltado a ler os livros recentemente, afinal com a loucura da minha festa, minha tia não me deixava ler meus livros.
– Danny entrou no quarto 217. – Respondi.
– Uhuu. Essa é a melhor parte. Tem aquela coisa...
– Não, não,não. Fala serio, vai arruinar minha leitura. – Falei brava, o interrompendo.
– Ok, eu vou falar em códigos. – Ele disse. Bufei. – Lembra quando tem aquelas “coisas’’ no corredor? – Ele perguntou pro Quil e pro Seth. Ele concordaram com um sorriso. – Aí tem aquela “coisa” com aquela “coisa”? – Ele falava como se fosse a coisa mais legal do mundo. E os meninos concordavam. – Ahh, e no final, quando o Jack tenta matar eles com aquela “coisa”, mas aí no ultimo segundo, eles fogem? – Ele falava todo animado. Bufei. Ele contou uma parte. Já vi que minha leitura foi pro ralo. Detesto quando contam o final sem eu ter lido.
– Embry. Não acredito que você fez isso. – Falei brava.
– Eu não acredito que ela decifrou seus códigos. – Paul falou debochado. Revirei os olhos, mas logo olhei pro Embry seria.
– Aé? Ok. O Laurie pede a Jo em casamento, e ela recusa mesmo estando apaixonada por ele, e aí ele casa com a Amy. – Falei e cruzei os braços convencida. Se ele vai contar a historia, eu também vou. Embry fez uma cara de indignado. Os meninos estavam dando risada.
– Hey! Eu contei sem querer. – Ele tentou se defender. – Mas já que é assim... O hotel explode e mata o pai.
Dei de ombros debochada e soltei a bomba:
– A Beth morre. – Quando falei, ele se levantou abruptamente, com os olhos arregalados. Parecia criança quando descobre que o papai Noel não existe.
– O... O que? A Be... Beth morre? – Ele perguntou gaguejando. Assenti convencida. – Isso é verdade? – Ele perguntou que nem uma menininha colocando a mão sobre o peito. – Se eu continuar lendo esse livro, ela não pode morrer. – Ele falou triste.
– Não. Ela não morre. Não é Ness? – Quil perguntou.
– O que? – Falei indignada. Eu não queria desmentir.
– É o primeiro livro que ele gosta, sem ter o Jack Nicholson. – Quil falou. – Ela não vai morrer, não é? – Respirei fundo.
– Não. Ela não morre. – Falei calma.
– E por que você disse isso? – Embry perguntou arregalando os olhos. Como se eu tivesse mentindo sobre um segredo nacional.
– Porque... – Pensei nas palavras. – Eu queria ferir seus sentimentos. – Eu estava segurando o riso. Ele bufou. Ouvimos a campainha.
– Pizza! – Todos gritaram.
E pelo resto da noite, comemos pizzas e nos divertimos. Quil foi embora mais cedo, pra levar a Claire pra casa. Embry não ficou bravo por eu ter falado sobre a morte da Beth, mas se bem que no final ela realmente morre. Mas eu desmenti a historia, só pra ele continuar lendo o livro. Afinal, não é todo o dia que se vê Embry Call lendo alguma coisa.
No final das contas, eles foram embora contando piadinhas sobre eu ficar sozinha com o Jake, mas eu não disse nada. Só revirei os olhos. As meninas ficaram dando indiretas, a noite inteira, e eu ficando cada vez mais um pimentão. AFss.
– Já quer ir dormir? – Jake perguntou meio sem jeito. Acho que ele também estava meio nervoso.
– Na verdade, estou sem sono. – Falei dando de ombros.
– Eu também. – Ele disse olhando para os lados. – E se a gente tomar banho, e assistir um filme?
– Ok. – Falei sorrindo.
Subimos de mãos dadas e fomos até meu quarto. Jake pegou sua roupa e foi tomar banho no quarto de hospedes. E eu no meu quarto. Terminei o banho e vesti o mesmo de sempre, um shortinho e uma regata. Espero que esteja tudo bem. Jake nunca reclamou dos meus pijamas. Acho que não vai ter problemas.
Desci as escadas com minhas pantufas de ursinho que tio Em me deu.
– Você toma banho muito rápido, Jake. – Falei sentando ao seu lado. Acho que ele devia estar bem distraído, pois quando me viu, seus olhos saltaram da cara. Ficou me encarando de cima a baixo. Corei. – Que foi amor? – Perguntei envergonhada.
– Na... Nada, nada. – Ele se recompôs. – Que filme você quer ver? – Ele perguntou me mostrando uns DVDs.
– Não sei. Que tal comedia?
– Claro, claro. – Ele respondeu nervoso.
– Jake, está tudo bem? – Perguntei colocando minha mão em seu rosto o fazendo olhar pra mim.
– Está tudo ótimo. – Ele não me convenceu. O olhei cerrando os olhos. – Tá! É pra ser sincero? – Ele perguntou. Assenti. — É que você está... Diferente com esse pijama.
– Oh Deus! Quer que eu troque? – Perguntei já me levantando alarmada. Eu não queria que ele me achasse feia. Mas antes que eu fosse embora, ele me puxou para o seu colo.
– Está diferente de um jeito bom. – Ele falou me olhando nos olhos. Corei. – Você está linda, minha pequena. Não precisa trocar nada. – Ele disse colocando uma mecha de meu cabelo atrás da orelha.
– O... Obrigada Jake. – Falei envergonhada. Ele me deu um selinho.
– Vamos assistir ao filme? – Assenti.
Fiquei no colo de Jake pelo resto da noite. Nem assistimos ao filme direito. Ficamos só, a base de beijos e caricias. Só lembro de um lindo “Eu te amo”, e nisso, o sono me levou para a terra dos sonhos. Onde meu amor sempre está presente.
Notas finais
viram o video? era sobre o dialogo do embry e da ness..em fim..quem assistir a serie vai entender...
obs: o canal do video nao é meu, eu simplesmente tentei achar o video do dialogo na internet
em fim...comentem e recomendem
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