Uma História JakeNess - Como Acho Que Deveria Ser
28 Capítulo 29 - Família de doido...
Notas iniciais
emfim...obrigada por lerem minha historia...kk....rumo aos #200 comentários!!!
eu achei bem legal escrever o lado irônico e independente da Renesmee nesse capitulo... espero que gostem
boa leitura!!
Pov. Nessie
Eu e Jake estávamos em seu Rabbit, indo para minha casa. Tínhamos que contar pra minha família que estávamos oficialmente namorando. Acho que eles já imaginavam que depois de nosso encontro, mais cedo ou mais tarde, iríamos começar a namorar. E também, o Jake me disse que tinha falado com meu pai antes. E eu estou muito feliz, mas aposto que o senhor Edward Cullen vai inventar um monte de regras malucas. Bem no fundo, eu sabia que era bom demais pra ser verdade um pai que apoia a filha de 6 anos a se declarar pra um garoto que é tipo uns 20 anos mais velho. Mas se bem que ele não pode reclamar em relação à idade, afinal ele tinha cento e poucos anos quando conheceu minha mãe, enquanto ela tinha 17.
– Ness? – Jake perguntou interrompendo meus pensamentos de filha adolescente.
– Oi?
– Você esta distante. Aconteceu alguma coisa? – Ele perguntou preocupado.
– Não. É que eu já to vendo o showzinho de regras que o senhor Edward vai dar. – Eu falei fazendo careta. Ele riu.
– Calma. Você sabe que eu já tinha falado com ele, e alias nada vai poder nos separar. – Ele disse pegando minha mão. Eu sorri e corei.
– Concordo plenamente. – Eu disse saindo um pouco do banco, e dando um beijo em sua bochecha. – Alias, temos que agradecer as meninas, por nos... Juntar. – Eu disse escolhendo a palavra certa para o plano maluco, mas ao mesmo tempo adorável, das minhas duas melhores amigas.
– É verdade. – Jake concordou. – Quando a Leah falou que você também gostava de mim, eu não acreditei. Só fui acreditar mesmo, durante nosso encontro. Sem falar, do medo de chamar você pra sair. – Ele disse fazendo uma careta no final da frase. Eu sorri.
– Estava inseguro, Sr. Black? – Perguntei divertida.
– Talvez. A menina que eu amo me faz perder o fôlego. – Ele disse dando uma “olhada insinuativa” para mim. Corei.
– Serio? Conheço essa sensação. O garoto que eu amo também me faz sentir assim. – Eu disse sincera. Num segundo, ele parou o carro no acostamento, e praticamente pulou em cima de mim, me beijando.
Dessa vez foi um beijo... Diferente. Tinha varias coisas misturadas. Amor, desejo, carinho. Senti-me nas nuvens. Ele apertava minha cintura com forca e eu me agarrava em seu pescoço.
– Ja-Jake... Temos... Que... Ir... – Falei em meio aos beijos. Eu queria continuar. Ele me fazia sentir coisas inimagináveis. Mas ao mesmo tempo, se meu pai ler isso na minha mente... Já viu, né?
Eu estava praticamente colada na janela do carro, enquanto Jake explorava todos os cantos de minha boca. Eu estava começando a ficar sem ar, com todos os beijos que ele me dava. Paramos de nos beijar e eu fiquei meio que abraçada a ele. Seu peito subia e descia com a respiração entrecortada.
– Jake? – Ele se separou um pouco e olhou pra mim. – Eu adoraria ficar aqui com você. – Ele sorriu. – Mas temos que ir logo e contar pra minha família. Já esta ficando tarde. E alem disso, se meu pai ver essa cena nas nossas mentes, ele vai complicar muito mais as coisas. – Eu disse calma e sincera.
– Tudo bem. Mas a culpa é sua. – Ele falou divertido, enquanto se ajeitava no banco do motorista.
– Por quê? – Eu perguntei sorrindo.
– Ah Ness! Você que me deixa assim. Tenho que me controlar, sabe? – Ele falou sincero. Corei.
– Tá Jake. Mas vamos logo. – Eu disse tentando mudar de assunto. Com ele falando aquelas coisas, eu ficava um pimentão. Ele só sorriu e deu partida.
No meio do caminho trocávamos olhares e sorrisos. Somente quando chegamos em frente de casa, que ficamos um pouco mais sérios.
O Jake parecia estar um pouco relaxado com a situação. Eu estava preocupada, mas ao mesmo, ia ser direta. Chegaria e falaria a verdade. Sem rodeios. Que nem Leah diz para a maioria das coisas da vida, é como tirar um Bad-Aid. Quanto mais rápido, menos indolor. E é assim que eu resolvo quase todas as situações da vida. Simplesmente conto na lata, e depois espero a reação das pessoas. Nesse caso, se vão aceitar ou não, o problema é deles, afinal amo o Jake e nada vai mudar isso.
– Você conta ou eu conto? – Jake perguntou antes de sair do carro.
– Eu conto. Não estou tão preocupada com a opinião deles a respeito disso. – Eu disse dando de ombros. Ele sorriu. Jake sabia que eu o amava e que nada mudaria isso.
Saímos do carro e andamos até a porta de entrada. Nos entreolhamos, demos as mãos, e respiramos fundo. Provavelmente, a essa hora todos já estavam em casa, mais precisamente, na sala. Era só chegar e contar.
Entramos em casa, e fomos até a sala de mãos dadas. Quando chegamos, todos os olhares foram para as nossas mãos. Todos sorriram menos tia Rose.
– Oi família. – Eu disse como se nada importante tivesse acontecido. Com eles, você tinha que tratar as coisas assim. Se não seria a maior faladeira.
– Se acertaram né, monstrinha? – Perguntou tio Em com um tom malicioso. Respirei e os olhei.
– Vou ser direta. Jake me pediu em namoro e eu aceitei. Simples assim. – Eu disse dando de ombros. Minha mãe sorriu. Ela achava esse meu lado independente legal, e um tanto engraçado. Ela falava que eu era muito miúda para ter tudo aquilo de independência. E ironia também.
– Você está precisando de mais bom gosto, Renesmee. – Disse tia Rose seca.
– Tia, eu te amo. Mas sinceramente, não ligo pra opinião que a senhora tem contra o Jake. – Ela me olhou indignada. – Não fique brava, mas eu o amo e estou feliz com ele ao meu lado. – Falei sincera. Tia Alice sorriu. Ela também não ligava muito pra opinião dos outros.
– Vou fazer o que? – Ela bufou se rendendo. – Se você gosta do cachorro, tenho que aceitar. – Ela disse cruzando os braços emburrada.
Olhei pro meu pai que ainda não tinha se pronunciado. Ele se levantou e começou a discursar:
– Bom... Isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde. – Ele falou com obviedade. – POREM, teremos regras. – Ele disse cerrando os olhos em direção ao Jake. – Primeiramente, Jacob não poderá dormir mais aqui, muito menos no seu quarto.
– Por que não? – Eu perguntei confusa. – Quando ele podia, sempre dormia aqui. – Eu falei não entendendo meu pai.
– Acontece que antes vocês viviam em outras... Condições sociais. – Ele falou escolhendo as palavras certas.
– Pai, fala serio! – Eu disse revirando os olhos. – Você não pode impedir ele de dormir aqui.
– E a senhorita se baseia em que fato para dizer isso? – Ele perguntou em tom de desafio. Eu tinha algumas cartas na manga.
– No fato de que quando você namorava a mamãe, você entrava escondido no quarto dela durante a noite. E o vovo Charlie nem sabia. Vocês ficavam lá escondidos. E vai saber o que faziam. – Eu disse cruzando os braços convencida. Alguns me olharam concordando.
Papai me olhou bravo. E pior que ele sabia que era verdade. Mas não cederia tão cedo.
– Mas acontece que quando eu estava no quarto de sua mãe, nós somente conversávamos. – Tio Em deu uma risadinha. Mamãe ficou balançando a cabeça em negativa. – Sempre respeitei sua mãe. E nunca fizemos nada demais. Já vocês, eu não garanto muita coisa. – Ele falou cerrando os olhos em direção a Jake.
– O que? – Eu e Jake perguntamos ao mesmo tempo.
– Eu não sou o tarado que você pensa, Edward. – Disse Jake bravo. Tio Em estava segurando o riso.
– Não penso que você é um tarado. Penso que você é homem. E até os mais santos aprontam às vezes. E eu também não confio muito na minha filha. – Ele disse olhando pra mim. Jake bufou nervoso.
– Pai, vamos ser sensatos. Eu moro numa casa com oito vampiros. Vocês escutam até uma poeira caindo no chão. Acha mesmo que se nós fizermos alguma coisa, vocês não vão perceber? – Perguntei o olhando com obviedade.
– Concordo com ela, meu amor. – Disse minha mãe abraçando meu pai. – Eles não vão fazer nada. Não é crianças? – Ela perguntou dando uma piscadinha pra nós. Corei. Jake deu uma risadinha.
– Claro, claro. – Dissemos juntos.
– Alem de tudo, falam juntos agora? – Perguntou meu pai indignado.
– Edward. – Falou minha mãe calma o olhando. – Controle-se.
– Tá! Tudo bem! Ele pode dormir aqui. – Nós sorrimos. – MAS, não quero beijos na minha frente. – Nós reviramos os olhos. – E Jacob? Milnha filha só sai de casa, casada. – Eu cobri meu rosto com as mãos. – E virgem. – Ele completou.
– Chega pai!!! – Ele me olhou se fazendo de inocente. – Não estou namorando nem há um dia e você já acha que vou casar, ou fazer sei lá o que!! Você está muito paranoico. – Eu disse fazendo uma careta pra ele. Meu tio estava caindo na gargalhada. – Vamos Jake. – Eu disse o puxando para a escada.
– Aonde vocês vão? – Perguntou meu pai preocupado.
– Vamos nos embebedar. – Eu falei irônica. Meu pai me olhou feio, e minha mãe deu risada. Jake segurava o riso. – Calma tá, pai? Só vamos conversar no meu quarto, pode? – Eu perguntei inocente. Ele cogitou a ideia por alguns segundos.
– Ok. – Ele falou e eu já fui subindo com Jake no meu calcanhar. – Mas eu estarei ouvindo tudo. – Revirei os olhos e segui em frente. Família de doido.
Notas finais
comentem e recomendem
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