Uma História JakeNess - Como Acho Que Deveria Ser
44 Capítulo 45 - Um novo membro na família.
Notas iniciais
Bom... Nesse capitulo vai entrar um personagem que só vai saber quem é, se vocês assistirem The Big Bang Theory. é meio doidinho, mas eu gosto de misturar series e sagas. são os meus vícios prediletos. kkkk
em fim...boa leitura. que quiser saber sobre a serie, pesquisa no Google..kkk
Pov Nessie
Todos nós fomos para a entrada de casa, receber os convidados adiantados. E sabe de quem era o cheiro familiar que eu disse? Nada mais, nada menos que Sheldon Lee Cooper. Um híbrido, como eu, que eu conheci faz algum tempo. Um ano depois da quase batalha com os Volturi. Vou falar sobre ele aos poucos. Vocês irão se surpreender...
Sheldon saiu de um táxi amarelo, com sua calca xadrez marrom, seu sapato social também marrom, e uma blusa do Lanterna Verde. Roupa que tia Aly ia chamar de no mínimo um insulto à moda. Não liguem, mas Sheldon é a encarnação de todos os nerds misturados.
Ele olhou para o motorista, e pediu para que o mesmo carregasse sua bagagem. Sim. Sheldon se comporta como um humano, depois explico o por que. Aliás, não entendi o porquê dessas malas. Olhei interrogativa pro meu pai, e ele fez um gesto dizendo que depois explicaria.
Se dissessem que o Sheldon é humano, qualquer um acreditaria. Para um hibrido, ele não tem a beleza de um vampiro. Ele tem mais ou menos um metro e noventa, sua pele é um pouco menos pálida que a minha, tem o cabelo bem curto e castanho escuro, olhos azuis e lábios finos. É bem magrelo, e tem uma postura bem correta. Se você visse seu rosto, chutaria que ele tem no mínimo uns 25 anos. Mas na verdade, de realidade, tem 30 anos. Já amadureceu faz tempo.
Meus pensamentos descritivos foram interrompidos, porque logo atrás do taxi de que Sheldon saiu, vejo os carros dos Denali. Sorri. Até agora, Nahuel não nos deu sua irritante e desagradável presença. Provavelmente, só chegará amanha na festa. Graças ao bom Deus!
– Olá, meus caros conhecidos. – Sheldon disse formalmente. Como sempre, honesto demais em suas falas. Na primeira curta conversa que tive com ele, quando tinha aparência de uns 9 ou 10 anos, percebi que Sheldon era bem inocente. Não compreende sarcasmo, ofende as pessoas sem intenção, e por incrível que seja ele tem sintomas de TOC. Transtorno Obsessivo Compulsivo. Não se isso é mesmo um problema genético dele, ou se ele foi criado assim pelos seus pais adotivos humanos.
– Olá Sheldon. Faz muito tempo. – Disse meu avo cordialmente.
– Com certeza. Não nos falamos desde o dia 2 de fevereiro de 2008. – Sheldon falou com seu ar superior. Ele tem memória edidética. Lembra-se de tudo, até os mínimos detalhes. Embora eu também tenha memória de vampiro, não sou tão ligada quanto ele. Sou um pouco esquecida. Mas ele lembra até o horário que acordou há vinte anos.
– Carlisle! – Exclamou Carmen, vindo até nós. Ela só não usou a velocidade vampiresca porque o motorista do taxi de Sheldon, ainda estava meio hipnotizado com nossa estonteante beleza. Mas logo isso foi resolvido, porque meu pai foi até ele, pagou a viagem, e o motorista foi embora.
Não vou contar nos mínimos detalhes, só sei que ocorreu vários apertos de mãos, abraços, e repugnância entre Jake e os Denali. Sheldon não fala mal, mas também não fala bem. Ele é meio termo.
– Vamos entrar. – Disse vovó. E foi a deixa pra todos virem pra cima de mim. Eu ainda não tinha sido cumprimentada, mas todos já tinham me olhado espantados. Entramos na sala. Todos ficaram em pé.
– Renesmee! – Exclamaram. O único quieto era o Sheldon. Ele parecia um pouco confuso. Aposto que estava procurando um lugar pra sentar.
– Oi. – Falei meio envergonhada. Não gosto quando todos os olhares se viram pra mim.
– Como você cresceu! – Exclamou Kate.
– É, pois é. – Falei dando um risinho nervoso. Detesto isso.
– Está muito bonita. – Falou Tanya me analisando. Eu não ia muito com a cara dela. Agradeço por ter nos ajudado no passado, mas ainda acho-a meio estranha. Mamãe a detesta. E com razão. Tanya já esteve interessada por meu pai. Um rolo danado...
– Valeu. – Falei. Tia Aly pigarreou. Sem vocabulário de moleque. Afs...
– Concordo plenamente, Tanya. – Disse Eleazar com um sorriso cordial.
– Obrigada. – Falei.
– Ui, o que é isso? – Perguntou Carmen pegando minha mão direita, vendo minha aliança de namoro. Jacob me olhou fazendo careta. Nós meio que sabíamos qual seria a reação deles ao saber de nosso namoro.
– É minha aliança de namoro. – Falei meio envergonhada. Ela sorriu.
– Vejo que você REALMENTE cresceu. – Garret disse. Ele havia entrado pro clã Denali, pra ficar com Kate.
– Fala isso pro meu pai. – Falei sarcástica. Todos deram risada, menos meu pai.
– Não há motivo pra ficar assim meu caro primo. – Carmen disse. – Afinal, deve ser um bom rapaz.
– Com certeza. – Falou papai sarcástico. O olhei feio e ele pediu desculpa com o olhar. Meu tio Em estava adorando a situação.
– Quem é? – Kate perguntou.
– O Jake. – Falei de ombros ele.
– O que? – Tanya perguntou fazendo careta. Meu tio segurava o riso.
– Calma Tanya. – Carmen disse sorrindo. – Que Jake? – Ela perguntou se virando pra mim.
– O... Jake?... – Respondi indecisa. Eu não conhecia outro Jake.
– Não querida. Que Jake é esse? – Ela perguntou. Acho que ela pensava que era outro, e não O Jacob.
– Que Jake é, Renesmee? – Perguntou minha tia Rose provocando. Minha vó lhe deu a olhou feio.
– O único que eu conheço. – Falei pegando a mão de Jake que permanecia do meu lado. Todos nos olharam chocados. – Que foi? – Perguntei.
– Ah nada... Só não imaginávamos. – Eleazar falou meio desconcertado. Dei de ombros.
– Mas ele é um lobo. –Exclamou Tanya.
– Legal, né? – Perguntei a provocando levemente. Jake sorriu convencido. Ela nos olhou desgostosa, mas não disse nada. Só bufou. – Que foi? – Perguntei confusa. Todos estavam nos olhando meio chocados.
– Eu acho... – Começou Sheldon se intrometendo na conversa. Ele adorava dar explicações quando ninguém pedia. Achava-se o sabe-tudo. – Que seus primos... – Ele olhou para os Denali. – Ficaram com esse comportamento, devido ao seu envolvimento com um transformo, ou lobo, como preferirem... Afinal, as espécies de vampiros e lobos, sempre se repudiaram. E você, filha de dois vampiros, em teoria, não poderia se envolver com um transformo. Afinal, relações como essa, envolvem o coito. Ato que eu acho desnecessário e repugnante. – Ele terminou e me olhou como se fosse a coisa mais obvia do mundo. E realmente era. Eu sabia o que os outros pensavam da minha relação com Jake. To nem aí. A vida é minha. E se estiverem se perguntando o que é coito, é a forma cientifica de dizer sexo, transa...
Todos olharam pra ele, e depois pra minha mão dada com o Jake. Realmente, as caras deles estavam hilária... Segurei o riso.
– Bom... – Falou meu vo cortando o clima tenso que pairava na sala. – Nada como novidades no encontro de família... – Ele disse dando um riso nervoso. O clima estava estranho. – Vamos colocar o papo em dia. – Ele disse, e nisso todos se sentaram no sofá. Menos eu e Jake. Ficamos nos olhando e segurando o riso. Sheldon nos dirigiu a nós.
– Desculpem não ter me apresentado antes. Sou o Dr. Sheldon Cooper. – Ele já tinha feito faculdade, e era físico. – Sou formado em Bs, MS, Ma, PhD e Scd. Omg, certo? – Ele disse tentando fazer uma piada. Jake balançou a cabeça negativamente. Sheldon deu aquela risada meio sem som dele. Não chegava a ser uma risada. Parecia um bebe, sorrindo e respirando rápido. Era meio estranho.
– Sheldon, a gente se lembra de você. – Eu falei com obviedade. Jake afirmou. Embora Sheldon seja irritantemente inteligente com seus termos científicos, Jake sempre gostou dele. Quando eu era pequena eu não entendia o porque de ele gostar tanto do Sheldon, mas agora percebi. Sheldon é o único macho da minha espécie que não dá em cima de mim. O outro é o Nahuel, que só falta me sequestrar e me fazer casar com ele.
– Eu pensei que vocês não se lembrarias de mim, devido há pouca inteligência. – Sheldon respondeu. Ele não fazia por mal, afinal parecia não ter noção. Na primeira vez que o conheci, percebi que ele chegava a ser honesto num nível histérico. Falava as coisas na cara, e nem percebia que se a pessoa não o conhecesse bem, poderia ficar ofendida. Eu não o conheço bem, mas já entendo um pouco de sua personalidade de sabe tudo. Então, só revirei os olhos.
– Claro que eu me lembraria de você, Sheldon. – Falei dando um sorriso compreensivo. Ele pensava que só porque tenho tecnicamente seis anos, não sou tão inteligente quanto ele. Afinal, ele já tinha feito não sei quantas faculdades, já deu aula a níveis superiores, e é físico teórico.
– Ótimo. Percebo que chegou ao seu amadurecimento, Renesmee. – Ele falou me analisando. – Alias, eu não tenho nada contra seu relacionamento com Jacob. Mas continuo achando nojento à capacidade das pessoas de manter contato físico com outros. – Ele disse juntando o cenho. Sheldon sempre foi... Assexuado. De acordo com ele, contato físico é repugnante.
– Ok. – Falei. – Alias, pode me chamar de Nessie.
– Ah sim. O apelido que seu namorado lhe deu quando era pequena. Que cômico. – Ele disse dando sua risada esquisita. Só sorri. – O relacionamento de vocês não é contra as leis americanas?
– O que? – Eu e Jake perguntamos confusos.
– Tecnicamente, você tem 6 anos, Nessie. – Ele disse dando uma pequena risada ao pronunciar meu apelido. – E ele tem 23, certo? – Jake assentiu confuso. – Isso não é pedofilia? –Quando ele perguntou, Jake e eu arregalamos os olhos. Todos nos olharam chocados.
– Não! – Nós respondemos.
– Sheldon, nós não... – Eu ia tentar dar uma explicação que ele não questionasse com seus saberes científicos e políticos, mas ele logo me interrompeu.
– Bazinga! – Sheldon disse dando uma risadinha. Ele falava essa palavra sempre que fazia uma piada, em minha opinião, sem graça nenhuma.
– Sheldon! – Reclamei brava.
– Tão tolinhos. – Ele disse balançando a cabeça negativamente. – Eu sei que não é pedofilia. É esquisito, mas você já tem aparência de uma adulta, Renesmee. E espero, que inteligência também. – Ele disse e foi em direção a minha vó. — Esme, poderia me mostrar onde será meu quarto?
– Claro, Sheldon. – Ela respondeu com seu sorriso maternal.
– O que? Como assim quarto? – Perguntei confusa. Por favor, não seja aquilo que estou pensando.
– Sim, filha. Sheldon vai morar com a gente. – Papai respondeu ao meu pensamento. Droga! Viver com o Sheldon não seria nada fácil. Ele tem um monte de manias. Adora ser o sabe tudo. Quando o conheci, ele ficou hospedado aqui por três dias. E esses três dias foram um inferno! Principalmente, porque eu era pequena, e ainda gostava de brincar e tals. E ele sempre estragava meu conto de fadas, dizendo que aquilo tudo não passava de fantasias criadas por homens burros e bêbados. Segundo a explicação dele, claro. Pra mim, conto de fadas, são conto de fadas, e isso não muda nada.
– Ah... Legal. – Foi tudo o que eu respondi. Jake fez careta. Ele não ligava muito para as manias de Sheldon, mas sabe que eu e o magrelo ( apelido que eu dei ao Sheldon) temos temperamentos um pouco fortes, e se ele me irritar, vai ouvir também. Se bem que embora Sheldon se achasse, às vezes se comportava como uma criança de 5 anos. Ridículo!
No resto da tarde, ficamos na sala conversando. De vez em quando o povo olhava, eu e Jake, faziam uma careta, mas não diziam nada. Eu estava nem aí. Eu amo ele, e nenhum vampiro cheio de princípios preconceituosos, vai me separar de Jake.
– Filha, vem cá. – Chamou minha mãe na biblioteca. – Você também Jake.
Nos olhamos, mas a seguimos. Com minha mãe, não tinha perigo de ela falar sobre minha primeira vez com Jake.
– Já viram que o Sheldon vai morar com a gente. – Ela disse séria. Nós assentimos. — Bom, sei que a primeira vez que ele veio aqui, foi meio complicado, mas tentem compreender. Ele foi criado num lar diferente do nosso, e tem muitas manias. E tentem ser amigo dele, pra ele não se sentir sozinho. Principalmente você, Nessie. Nada de brigas.
– Aff... Ta mãe. Quanto tempo ele vai ficar? – Perguntei.
– Tempo indeterminado. – Respondeu. Bufei.
– Ok.
– E quanto a você, Jake? – Mamãe perguntou o olhando.
– Por mim, tudo bem. – Ele respondeu dando de ombros. – Embora ele seja irritante às vezes, é o único hibrido que não dá em cima da minha namorada. – Ele disse fazendo careta, lembrando-se da obsessão que Nahuel tem por mim. Mamãe deu risada.
– Ok. – Ela suspirou. – Por que vocês não vão lá em cima ver como Sheldon está?
Nós sorrimos fraco, e assentimos. Se adaptar a rotina com o Sheldon vai ser um pouco difícil, mas tudo bem. Depois de um tempo, a arrogância inocente dele, se torna engraçada.
Subimos as escadas sobre os olhares de todos. Nem liguei. E Jake, muito menos. O quarto do Sheldon seria o de hospedes, que ficava em frente ao meu, no final do corredor. Bati na porta.
– Entrem. – Ele falou do lado de dentro. Entramos, e vimos que ele já estava arrumando o quarto com suas geringonças. Como disse antes, ele é muito nerd. Ama super heróis, jornada nas estrelas... Em fim, tudo relacionado ao mundo geek. Por isso, tem vários pôsteres e miniaturas de suas coisas favoritas.
– Então Sheldon... Soubemos que você vai morar com a gente. – Disse puxando assunto.
– É... Quando decidiu isso? – Jake perguntou. Sheldon nos olhou, e sentou na cama, com sua postura ereta.
– Bom, vou contar minha historia pra vocês. – Ele disse com um tom de sábio do Kung Fu.
– Não precisa. – Falamos ao mesmo tempo. Quando Sheldon começa a explicar algo, lá vem.
– Eu insisto. – Ele disse. Suspirou fundo e começou. – Minha mãe biológica não teve o mesmo destino que a sua, e realmente faleceu no parto. – Falou sem emoção. Ele nem liga muito pra quem lhe deu a luz. Só ama quem o criou. – Nunca conheci meu pai, afinal ele me largou, praticamente no meio da rua. Minha mãe, Mary Cooper, estava visitando um parente na cidade, e me achou. Bom, depois de muitas reviravoltas, que não estou com paciência para contar para duas mentes inferiores, ela me levou como seu filho adotado, para o Texas. – Eu e Jake bufamos ao ouvir sua observação sobre nós. — Onde vivi em Galveston, numa família típica. Tem o meu pai adotivo, George Cooper. E minha irmã, Missy Cooper. – Ele suspirou e continuou. — O único problema é que eu sempre fui diferente das outras crianças entediantes, e cresci com uma velocidade anormal, para um humano. Sempre fui muito inteligente, obviamente. – Ele se vangloriou. — Meus pais sabiam que isso era anormal, principalmente minha mãe, que sempre foi muito religiosa, e achava isso estranho. Mas nunca falou nada, porque sou seu Shelly. – Ele sorriu. – Em fim, um dia, depois de alguns anos, parei de crescer rapidamente e nunca mais mudei. Minha mãe achou estranho, mas ficou feliz afinal, o crescimento anormal, tinha parado. Em fim, como sempre fui inteligente, ganhei cargo de professor em varias escolas.
– Sem querer interromper, mas já interrompendo, pule para a parte em que nós aparecemos. – Falei entediada.
– Tudo bem, mas vai perder o brilho de uma biografia fantástica. – Ele disse nervoso. – Em fim, um dia,quando estava sozinho em casa, jogando Wii, recebi a visita de Carlisle. Ele disse que estava procurando por mais de nossa espécie. – Ele disse. Era verdade. Vovo ainda estava naquela fase de aprender sobre mim, e também queria saber se existia mais. — Quando ele falou isso, eu não entendi. Mas logo me disse que tinha mais pessoas “especiais” como eu. Eu duvidei afinal ninguém é inteligente como eu. – Ele disse se gabando. Suspirei. – Mas ele disse que sabia o que eu passei, e o que eu era. Fiquei interessado, mas desconfiado. E depois de novamente, algumas reviravoltas... – Ele nos olhou entediado. – Vim passar três dias aqui, para aprender conhecer e aprender sobre nossa espécie. Foi interessante, mas não me fez mudar de ideia. Eu queria continuar sendo um “humano”, afinal amo minha família humana. –Ele disse dando um meio sorriso.
– Tá, mas por que você veio morar com a gente? – Jake perguntou entediado, já sentando no chão. Sentei ao seu lado.
– Primeiramente, por que minha mãe já está com 40 anos, e acha que está ficando idosa. Mas isso é mentira. As pessoas só podem ser consideradas idosas depois do 65 anos. – Sheldon disse. Como sempre, explicando tudo.
– Vai logo ao ponto. – Falei encostando minha cabeça no ombro de Jacob.
– Bom... Como ela acha que está ficando velha, disse para eu tentar conviver com pessoas como eu. Ela não sabe exatamente o que somos, mas sabe que sou diferente. Eu não queria sair de casa, mas ela disse que posso visita-la quando quiser, e que se eu não obedecesse, a divindade da qual eu duvido a existência, ia me fazer pagar pelos meus pecados. – Sheldon explicou indignado. Ele não acreditava em Deus. – E em segundo lugar, a faculdade que abriu em Port Angeles está precisando de um bom físico teórico. – Ele disse se gabando novamente. Tinha aberto uma faculdade lá, mas era mais um local de trabalho do que de estudo. Sheldon não seria professor lá, mas ajudando nas pesquisas e tals.
– Legal, Sheldon. – Sorri pra ele. – Espero que se sinta em casa.
– Obrigada. Só falta eu escolher meu lugar. – Sheldon agradeceu.
– Que lugar? – Jake perguntou.
– No sofá. Tenho que escolher um lugar do qual de pra assistir TV, conversar com outras pessoas, e que tenha uma temperatura agradável. – Sheldon respondeu como se fosse a coisa mais obvia do mundo.
– Ta, né. – Falei fazendo careta. Cheio de manias.
– Ok, agora saiam do meu quarto. – Ele disse mandão. Eu e Jake bufamos e saímos. Os próximos meses seriam longos.
foto do sheldon
Notas finais
claro que o sheldon da serie é humano, mas pra ele entrar no meu universo crepusculizado eu o mudei de especie..kkkk
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