Uma História JakeNess - Como Acho Que Deveria Ser

12 Capítulo 13 - Desculpa ridiculamente ridicula


Notas iniciais
oi gente....to tao feliz...tenho recebido leitoras novas na area...em fim...enquanto eu escrevia esse capitulo eu dava risaada....emfim...leiam.

Pov Nessie

Quando saí da casa de Emily, comecei a dar passos largos e rápidos. Não cheguei a usar minhas habilidades de vampira, mas tentei ir um pouco mais rápido que o normal. Queria me livrar de qualquer pergunta que provavelmente vai ser feita pelo Jake. Ele estava logo atrás de mim, tentando acompanhar meus passos ligeiros. Quanto mais perto ele ficava, mais passos eu dava em direção a minha casa.

– Ness? – Ele me chamou.

– O que? – Falei enquanto andava.

– Aconteceu alguma coisa? – Ele perguntou num tom de preocupação. Suspirei. Ta legal. Eu não posso fugir mais. Essa fuga esta tanto me machucando, quanto machucando o Jake. Estou com medo? Sim, estou. Mas se eu falar, vai ser mais rápido e indolor. Que nem Leah sempre me fala, é como tirar um Band-aid. Ok, vamos lá. Tome coragem, Renesmee! Eu não queria, mas tenho. Se ele se afastar, vou ter que aprender a viver com essa dor. Parei de andar, me virei e olhei nos fundo daqueles olhos negros.

– Ok. Você quer mesmo saber? – Perguntei rezando pra que ele negasse. Mas infelizmente, ele assentiu com um olhar, que tinha preocupação e medo ao mesmo tempo. – Ta legal, o motivo pra eu estar estranha é... – Quando eu ia falar, meu IPhone tocou. Ufa! Salva pelo gongo! Talvez o destino que não quer que eu fale, me privando de uma dor maior. E afinal, eu tava quase cagando de medo. Então, fazer o que, né?

Olhei na tela do celular, e vi que era Tia Alice. Lá vem piti.

– Renesmee Carlie Cullen! Posso saber onde a senhorita esta?! – Ela gritou. Tive que afastar o telefone da orelha. Dava pra ouvir risadas do meu tio Emmet, do outro lado da linha.

– Pare de gritar tia. Não sou surda. – Falei revirando os olhos. — Estou a caminho de casa. Imagine que eu ia esquecer de falar sobre minha festa de aniversario, sendo que a semana toda você ficou no meu pé, me lembrando?

– Ta, que seja. Pode apertar o passo mocinha. Até daqui a pouco. – Antes que eu respondesse, ela desligou. Olhei para o Jacob. Ele estava me olhando como se quisesse que eu continuasse a nossa conversa anterior. Mas como eu sou medrosa, me virei e comecei a andar, como se ele nunca tivesse me perguntado nada.

– Nessie? Não vai continuar? – Indagou.

– Continuar o que? – Me fingi de desentendida.

– Eu perguntei se tinha acontecido alguma coisa, afinal você tem andado estranha. Aí quando você ia me dizer, o seu telefone tocou. Ainda estou esperando uma resposta. – Ele falou parando na minha frente, cruzando os braços.

– Ah sim! O motivo pelo qual estou estranha, é... que...eu... to com.... – Tentei buscar algo plausível, mas como sempre, só sei dar desculpa de merda. – CÓLICA! – Gritei, como se estivesse descobrindo o mundo, mas na verdade, era só uma desculpa esfarrapada. – Isso! Cólica! Sabe como é, né? – Falei dando um sorrisinho nervosa. Eu estava com vergonha por ser uma desculpa ridiculamente ridícula.

– Na verdade, não sei. Você esta mentindo, te conheço como a palma da minha mão. Se você não quer contar, eu descubro outra hora! – Ele falou dando de ombros.

– Ok. Se você não quer acreditar, beleza. – Falei convencida.

– Eu sei que você esta mentindo. Afinal, desde quando híbridas sentem cólica? – Jake cerrou os olhos convencido e desconfiado.

– E desde quando você sabe tanto sobre minha menstruação? – Falei cruzando os braços que nem ele. Ele sabia que fiquei menstruada pela primeira quando tinha aparência de doze anos. Só que é meio diferente, porque dura 2 dias e eu não sinto cólica, mas para me salvar, eu menti. Ele sabia de tudo isso, mas mesmo assim, ficava desconfortável com esse assunto.

– Ah..err...e desde quando eu não sei? Por favor, Ness! Eu estive do seu lado, todos os dias da sua vida. Sei até qual é a cor da sua calcinha preferida. – Pior que ele sabia mesmo. — E também sei que você não é de ficar estranha assim. – Ele falou apontando pra mim. – Isso não é normal.

– E desde quando eu sou normal? – Falei e Jake bufou. Ele sabia que eu sempre tinha uma resposta pra tudo. – Não vamos discutir por besteira Jake. A não ser que você queira fazer uma festinha do pijama pra falar sobre paixonites, enquanto pintamos as unhas. – Falei tirando sarro da cara dele.

– Ta legal. Não aceito essa sua desculpa esfarrapada, mas também não vou discutir sobre cólicas falsas. – Ele se virou e foi andando, mas aí ele olhou pra mim de novo, e foi se aproximando. – Você sabe se safar bem, Nessie. Sei que esta escondendo algo... – Ele chegou perto e ficou acariciando minha bochecha. — Mas não vou insistir, porque não quero ficar brigado com minha pequena. – Aí, ele deu um beijo na minha bochecha. Se virou e foi andando.

Eu fiquei estática no lugar. Minha respiração estava entrecortada. Meu coração, parecia que ia saltar pela boca. Ele falou de um jeito tão serio e fofo, que cheguei a pensar que ele gostava de mim da mesma forma que eu gosto dele. E quando ele deu o beijo na minha bochecha, quase desmaiei. Todos os meus pelos se arrepiaram.

– Você não vem? – Jake perguntou a uns 3 metros a minha frente. Pisquei algumas vezes, voltando pra realidade.

– Claro! – Falei dando um sorriso e seguindo ele.

O resto do caminho até em casa foi silencioso. Trocávamos uma palavra ou outra, mas sempre olhando um ao outro de relance. E as vezes eu dava um sorriso lembrando do das suas palavras e do beijo na bochecha. Estava ficando boba, só de olhar pra ele. Mas tinha que parar com isso, tanto porque não queria o Sr. Edward no meu pé, quanto porque não queria me encher de esperanças com algo sem fundamento.

Nem percebi, mas já estávamos em frente de casa. Advinha quem estava lá? Tia Alice. Ela estava batendo o pé, e com uma cara de poucos amigos. Lá vem...


Notas finais
E aí acharam engracado? gostarm?

comentem e recomendem

bjss