Uma Filha De Apolo Muito Diferente

1 A explosão, a minha vida e meu sátiro louco


Notas iniciais
Espero que gostem.

POV: Jéssica

Nesse momento estou tentando convencer meu sátiro maluco de que eu não sou um monstro. Ele estava falado sobre meio-sangues, quando falou que eu era diferente, nunca tinha sido expulsa de colégios, tirava notas boas e blá blá blá. Aí ele fez uma cara como se ele lembrasse de algo e começou a gritar:

— Monstro! Monstro!

Tá deixa eu explicar melhor. Eu cresci com minha mãe (Adriana) e meu suposto pai (Fernando). Eu sou filha de algum deus Olimpiano, que hoje descobri que existem. Ele deixou minha mãe antes de eu nascer e quando minha mãe estava gravida de uns sete meses ela se apaixonou por outro cara, o Fernando. Ele me criou junto com minha mãe e quando eu tinha mais ou menos um ano eles devem ter se casado. Eu não me lembro do casamento e minha mãe ou meu pai quer dizer padrasto nunca me falaram.

Já sei que vão perguntar qual é meu pai olimpiano. Já perguntei para Dan (meu sátiro) e ele disse que ninguém sabe e que só saberei quando chegar ao acampamento. Ele explicou sobre meu padrasto, minha mãe e uns de meus possíveis pais: Ares, Hermes, Hefesto, Dionísio, Apolo e provavelmente não: Zeus, Poseidon, Hades ou a forma romana de algum deles já que depois da Guerra contra Gaia o acampamento para romanos foi destruido e os romanos foram para o acampamento-meio-sangue. Ele disse que mesmo depois das duas grandes profecias acabadas [o acampamento não tinha grandes professias hà 100 anos] , ainda assim, era raro que um dos três grandes tivesse filhos.

Bom, agora vou contar o que aconteceu hoje antes de o meu sátiro enlouquecer (acho que ele pode estar meio bêbado). Enfim, hoje às 9 horas da manhã eu estava copiando um dever enorme de Português, quando a minha maldita coordenadora entrou na sala e disse:

-- Senhorita, Jéssica Turner me acompanhe até a minha sala.

Me levantei e a acompanhei. Odiava aquela mulher, ela me fuzilava com seus olhos cinzentos, rosto encharcado de maquiagem, roupas antigas que apenas pessoas de terceira idade usam, cabelos pretos mau pintados com partes quase brancas, batom vermelho, corcunda, com voz fanhosa, aquele tipo de pessoa que você imagina ser a madrasta da Branca de Neve. Tá eu fiz uma comparação idiota, mas continuando ela estava me levando até sua sala atè ela parar bem no meio do ginásio. Lá ela se transformou em um monstro, tipo um vampiro-peludo-robo. Uma de suas pernas ficou peluda, a outra de metal e o corpo parecendo o de um vampiro, mas não sei se ela bebia sangue. Atrás dela apareceram sete jogadores de basquete que meio que se juntaram virando um monsro, acho que o nome é Hidra, uma vez li algo parecido em um livro. O monstro tinha sete cabeças e uma cuspiu fogo, comecei a correr e a senhora monstro-robo-peludo-vampiro começou a me perceguir.

Senti a brasa entrar no meu nariz e comecei a tossir. Nesse momento o monstro [que Dan acabou me ensinando que o nome é empousa] me empurrou, estava quase sendo morta pela empousa quando percebi que estavamos no chão do banheiro destruído pelo fogo e lá vi um alcoolgeo. Joguei na cara dela o geo e o olho dela começou a arder, nesse momento Dan [um cara do segundo ano do ensino medio que segundo os boatos tinha repetido de ano três vezes que depois descobri ser meu satire] chegou no ginasio e jogou uma faca na minha direção, mas não para me acertar, era para me dar a faca. Imediatamente peguei a faca e atravessei-a no corpo da empousa e ela se transformou em sinzas.

Quase desmaiei naquele momento, na verdade só não desmaiei porque Dan me deu uma coisa para eu comer que depois descobri ser “ambrosia” algo que segundo Dan me mataria se eu não fosse uma semi-deusa.

Matar, na verdade matar temporariamente a Hidra já que monstros não morrem foi fácil. Depois de que ela encendiou e destruiu o ginásio uma escada caiu em cima de seis de seus pescoços então foi só eu cortar e depois Dan queimar com seu esqueiro, um pescoço de cada vez. O ultimo foi mais difïcil mas acabamos conseguindo porque ele não conseguia se mexer muito. Fugimos da escola e fomos até a floresta que tinha atrás dela, aí Dan me contou sobre semi-deuses e blábláblá, enfim aí Dan enlouqueceu e tentou me bater com a primeira coisa que ele viu: o livro de geometria. Ele me perceguiu por uma meia hora até eu subir numa árvore e ele gritar:

--Monstro! Monstro!

Nesse momento ele começa a tentar subir na árvore. Estou começando a ameaçalo com a faca quando minha melhor amiga Vicki chega na floresta e fala:

--Sátiro imbecíl! Como não solbe que eles eram monstros! Temos que sair daqui! Os bombeiros já chegaram, temos que ir paa o acampamento!

--Para variar a ninfa está reclamando! Pare de reclamar ela não morreu até agora então está tudo bem!

--Nicki? Você conhece ele? Porque ele te chamou de ninfa? O que voê sabe sobre mim? E como assim “ela não morreu então está bem”?

Notas finais
Reviews?