Uma Dracula Em Hogwarts
4 Primeira Noite em Hogwarts
Notas iniciais
01/ago. Quando chegamos em Hogwarts saimos da cabine e deçemos do trem, os corredores extreitos do tal lugar onde haviam centenas de alunos.
Enquanto eu estava me distraindo em tal lugar tão extrandoso um homen gigante começa a berrar em direção os ''alunos novos'' ele manda-nos seguir(os alunos novos), sei la por qual motivo, no momento Melani me puxa e diz:
–Vai continuar a ser assim, espere até o seus ''amiguinhos'' souberem que a casa da sua irmã é a grifinória!
–Eles vão entender! Digo eu enquanto puxo o braço de volta, dou uma leve corridinha para alcançar jason e malfoy que se vira para mim e diz:
–Hey G.D esses são Vicente Crabble e Gregório Goyle.
–Oi, Oi. digo enquanto aperto as mãos gordurosas dos dois.
–Eu ja vou indo, que tal se Crabble e Goyle ficarem em um barco e você e Jason em outro. Disse Malfoy
–Então ta, até a serimonia de selção.
–Até. Disse Draco sorrindo e acenando. Eu aceno de volta e entro no barco, no barco estavam Pansy Parkynson, Lila Brow eu e Jason.
Atravessamos um rio gigantesco e ao que se aproximávamos da terra maior ficava o castelo.
Ao chegarmos entramos por varios corredores e escadas, quando ja estavamos cansados e bem atras da multidão de alunos novos consegui ouvir uma voz de uma senhora, ela disse algo sobre sermos escolido para... eu não ouvi muito bem, ou melhor não ouvi nada, mas como todos começaram a se mover eu e Jason simplesmente seguimos todos.
Em fim entramos em um salão que parecia que estavamos em céu aberto, finalmente pode ver tudo e a todos, bom não prestei a atenção em nada estava deslumbrada com o numero de pessoas e pude ver um chapéu velho e feio que para a minha surpresa falava e cantava por um tempo cantou uma musica sobre ''casas '' e depois perdi a visão pelas pessoas na minha frente, audição? nada, perdi também! por conta das palmas .
O chapéu gritou Grifinória, e uma garota foi em direção a mesa de minha ermã que estava batendo palmas como louca, passaram varias pessoas que foram para determinadas mesas.
Derrepente chegou minha vez, eu me dirigi até o banquinho de vagar e senhora me deu um empurrãozinho eu sentei, e o chapéu começou a falar:
–Vejo que tem coragem e astucia vem de uma familia destinta e rigorósa. possui poderes sobrenaturais e limpidos, mas aonde vou colocala? Talvez possa ser:
–Sonserina! Disse ele em tom de orgulho.
Eu saio até feliz e pela primeira vez depis da estação de hogwarts, posso ver Draco de novo sento do seu lado, Jason vem correndo e diz oi para todos com muito orgulho.
Eu simplesmente olho para a comida e penso como essas pessoas podem comer tanto!
No final do banquete todos seguimos o ''monitor'' ele da avissos sobre as escadas e sobre os quadros que se movem sózinhos.
Chegamos até uma parede onde se abre uma espécie de porta ''secreta'' ele nos avissa sobre os dormitórios, Pansi vai comigo até o nosso. Estavamos todos com os olhos pesados simplesmente sentamos nas camas e no entretanto dormimos.
Acordei as 5 horas da mãnha outra vez, me levantei da cama desistindo de dormir peguei meu livro e fui de mansinho até o salão da comunal me deitei no grande sofá e comecei a ler...
Alguns minutos se pasarão e eu percebo passos na comunal, Do um salto do sofá e vou para perto do quadro, percebo que os passos vem de fora, abro de leve e percebo o professor de DCAT (Prof Quirrel) esta correndo em alta velocidade, ele desaparece emeio as escadas, eu saio para acompanhar-lo e descobrir oque faz ali a essa hora, passo pela parede de pedras e paro no bem no meio do corredor:
–Senhorita Dracula, oque faz aqui? a esta hora! e fora da cama?. vejo a silueta de um homen corcunda que se decompoe entre as sombras da noite.
–Professor Snape! oque faz aqui?. Disse sem pensar.
–Estava me perguntando o mesmo em relação a você! Diz ele olhando para a escadas, parecendo que também estava atraz do prof Quirrel.
–Eu?...eu bom, eu...ã......o..uvi barulhos. Digo analisando o seu olhar.
–Ouviu barulhos! rs Senhorita sei que é nova mas Dublendore avisou a todos que nem um aluno deve estar fora das camas quando escurecer, e então se seus ouvidos movidos a sangue azul não funcionão deveria ter pedido ajuda a alguém, não acha? Disse se aproximando e me encurralando contra uma parede
–Como o senhor sabe? Digo surpresa e me afasto do professor.
–Conheço sua familha de ''pessoas palidas''! e também seu pai me mandou uma carta. Ele diz fechando com força os punhos.
–Carta? Digo confusa
–Sim, e espero que seus Dryos (Fraqueza anaual de Vampiros) ainda não tenham chegado, me da trabalho fazer poções para a ''senhorita Dracula''!
–dia 4 de dezembro, bom eu acho. Vejo o senhor a manhã, e bom dia! Digo morrendo de medo e me retirando
–É melhor que seja um bom dia mesmo. Disse ele com despreso
Eu entro na comunal e pego o meu livro me sento e suspiro:
–Ufa, essa foi quase. Digo aliviada.
Subo as escadas entro no dormitório guardo o meu livro em baixo dos traviseiros e deito
–Não ''to'' com sono G.D. Diz Pansy apenas com o movimento dos labios.
–Tenta dormir! Respondo da mesma forma.
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