Uma Cullen Diferente!

5 Voltando para casa


Notas iniciais
Oieeee(sorriso amarelo) Desculpem a demora, mas eu estava super sem ideias, ai quando eu finalmente escrevo o capitulo, meu PC da uma de louco e apaga toda a historia! Mais eu vou recompensar vocês! =D

Falta uma semana pra chegar as férias, já são 3:00 da manha e estou caçando na floresta proibida, é muito ruim casar aqui, só tem animais que, segundo Dumbledore, são criaturas, ou puras demais, ou terríveis demais, tenho que passar um tempão procurando um animal comum, do mundo humano, pra me alimentar. Encontro uma ave caída, perfeito. Começo a me alimentar dela e esqueço de tudo em volta, só volto a mim quando ouço:

-o-o q-que est-ta fazendo Granger? – me pergunta Draco assustado

-DRACO – grito mais logo trato de me acalmar – você não pode contar isso pra ninguém, você...

-me explica o que ta acontecendo...– Draco me pede assustado. Terei que falar a verdade

-Ta, mais se acalme – digo apontando uma raiz de arvore pra que ele se sente, e me sentando em seguida – bom, eu não sou uma humana como todos pensão, e-eu sou uma... – não sei se tenho coragem pra dizer

-uma... – diz Draco ansioso pra saber

-uma vampira – digo por fim

Draco ficou imóvel, com os olhos arregalados, o que eu faço agora?! Depois de uns minutos processando a informação Draco começou a procurar palavras pra dizer.

-D-Dumbledore sabe disso?

-sim

-e te aceitou na escola? Ele é louco? Você é um perigo para nós – diz Draco se levantando

-NÃO – me levantei o encarando – eu sou de um clã de vampiros que só bebem sangue de animais, não vou fazer nada de mais – tentei o convencer – você não pode contar pra ninguém Draco, não pode.

-mais...Tudo bem, mais se acontecer algo suspeito eu vou falar – ele disse se retirando, não acredito que estou nas mãos do Malfoy.

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Já estamos na estação pra voltarmos pra casa, vai ser umas férias longas. Draco não para de me encarar, ele pode contar a qualquer momento. Estou preocupada e...

-ola Mione – diz Rony se aproximando todo alegre

-oi Rony – digo com um sorriso no rosto

-estou ansioso, você vem me visitar nas férias né?

-b-bom, acho meio difícil já que moro longe, mais farei o possível. – digo sorrindo

-legal, me mande cartas, eu vou te mandar varias. – diz meio corada

-mando sim – digo entrando no trem

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*

*

Saio do trem e vou o mais rápido possível para casa, no caminho me lembro que preciso ensaiar o que direi a minha mãe, então mudo meu destino para a casa de um certo amigo.

-ola Seth – digo entrando pela janela e o acordando

-Mione – diz empolgado e me da um abraço – onde você estava? Estão todos preocupados. O que aprontou dessa vez? Senti sua falta sua desmiolada. – dei risada, é, meu amigo não mudou nada.

-relaxa. Não aprontei nada, eu estava estudando – passei a tarde toda contando sobre essa aventura pra ele até que decidi ir embora, Seth disse que me levava, eu disse que tudo bem, só não esperava que aquele retardado me pegasse no colo e saísse correndo que nem um louco até minha casa. Chegamos lá e minha mãe, meu pai, e o Carlisle vieram abrir a porta (sentiram meu cheiro ¬¬)

-MINHA FILHA – minha mãe grita e me da um abraço, meu pai vem e coloca a mão no ombro da minha mãe, que se levanta – onde você estava? – diz minha querida mamãe se recompondo

-eu estava em... – lhes contei toda a historia

-minha filha é uma bruxa? – diz minha mãe incrédula, enquanto meu pai da um sorriso satisfeito e diz:

-estou orgulhoso de você – O.O

-esta? – eu e minha mãe perguntamos a mesmo tempo

-claro – diz meu pai, Carlisle passa a mão pelo meu cabelo e se retira sendo acompanhado pelo meu pai, que foi assistir a um jogo

-b-bom querida, sendo assim... é, acho que só posso dizer pra tomar cuidado – diz minha mãe, ainda em choque, e se retira

-tchau Mione – diz Seth ao sair correndo – te vejo amanha

-tchau – digo e entro em casa, Vou para o meu quarto e começo a pensar nele, meus devaneios são quebrado por essa grito:

-MIONEEEEEE – Rennesme grita e vem me dar um abraço – QUE SAUDADE DE VOCÊ

-oi – digo me afastando dela

-que humor em?! – ela diz se sentando em uma cadeira

-Rennesme... – eu não acredito que vou fazer essa pergunta

Notas finais
mereço comentários?