Uma Canção para nos Dois.
16 Epilogo
Notas iniciais
João havia levantado cedo e me deixado dormindo como de costume.
Então resolvi dar uma olhada nas crianças.
Depois de cinco anos de casados nossas vidas transcorriam muito bem, sempre compreensivos um com o outro e felizes em nossa casa.
Neste período recebemos um grande presente, depois de dois anos de casamento engravidei de gêmeos, pobre João, até desmaiou no consultório médico.
E há três anos eles chegaram agora a casa não para arrumada, mas aqueles sorrisinhos tortos enchem minha vida de alegria.
Pedro e Manuela são crianças formidáveis e alegres, caminhando pelo corredor abri a porta do quarto devagarzinho só para constatar que eles ainda dormiam.
Continuei caminhando a procura de João que com certeza estaria em sua sala.
—Lyah?
Senti um arrepio subir por minha espinha.
—João. – falei aliviada. – Que susto!
Ele então deu aquele sorriso torto que me derrete.
—Desculpe. – Ele então me beijou. – Não queria te assustar.
Sentamos-nos à mesa para o café.
—Amor. – Começou ele olhando o celular. – Martim e Helen casaram-se no civil perguntaram se podem vir para cá.
Perguntou ele levando a xícara de café a boca, aquelas eram boas noticias.
—Mas é claro amor, que bela noticia.
Respondi.
Escutamos o som de uma corrida pelo corredor.
—Acordaram. – falou ele rindo.
—É o que parece. – respondi compartilhando daquele riso.
Logo as minhas duas fofuras invadiram a cozinha pulando sobre nós.
—Bom dia!
Gritei fazendo cócegas em Manuela enquanto João brincava na barriga de Pedro.
Hoje a ordem do dia era praia, pois Martim só viria a tarde.
E assim a nossa vida seguia seu ritmo, e eu sou muito grata por ter essa família maravilhosa.
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