Uma Canção
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Notas iniciais
Todos os alunos da escola estavam devidamente sentados nas confortáveis cadeiras do auditório mor do colégio Arts Konoha.
Era a primeira peça do grupo de Segundo e Terceiro anos do colégio, dirigido pelo professor Orochimaru.
– Era uma vez uma bela garota com nome de Cinderella... – falava uma rosada no canto do palco.
A menina possuía um extenso papel em mãos. Esta seria a narradora.
– Porém essa mesma menina ruiva possuía uma cruel madrasta. Resultado de um casamento conturbado, que custou a vida de seu adorado pai.
A rosada falava enquanto Karin entrava no palco e com um esfregão e um balde “limpava” o piso.
– A pobre menina tinha também duas irmãs, que não eram diferentes da madrasta. Além de terem uma aparência nada agradável. – dizia Sakura enquanto Ino e Neji entravam com vestidos pomposos no palco. (N/A: SIM NEJI ESTAVA DE VESTIDO! O.O)
Ino/Irmã má um: olhe só essa maldita! Além de feia, pobre e criada!
Neji/Irmã má dois: concordo irmã! – ele tinha uma voz biba – essa inultil, nem limpar um chão sabe!
– A pobre Cinderella, muito triste com os comentários das “irmãs”. Retirou-se do hall, onde limpava, e subiu para seu quarto para chorar.
Karin/Cinderella: FDP’S! Vadia! Putas de merda! – a ruiva dizia muito “bolada”, enquanto dava voltas no “quarto”. – Mas, elas vão me pagar! Ah se vão! – e decidida desceu as escadas.
– Enquanto isso no reino Nem Tão Distante, o rei maluco gritava com o filho enquanto tacava coisas nele. – Sakura dizia enquanto via Suigetsu sair de algum lugar na platéia.
Como se tentasse esquivar de algo que Naruto estivesse “jogando” contra ele.
Naruto/Rei: COMO ASSIM NÃO QUER CASAR?! VAI VIRAR BAITOLA É CACETE?! – o rei berrava enquanto quebrava algumas coisas pelo palco.
Suigetsu/Príncipe: CLARO QUE NÃO PAI! POHA! SÓ QUE QUERO PEGAS AS MINA NA BALADA SERTANEJA! HEHE! – o príncipe tinha uma cara safada, somente pensando nas garotas que abusaria mais a noite.
Naruto: BALADA SERTANEJA É O CARALEO! VOCÊ VAI É CASAR! – o Rei gritava procurando mais coisas pra quebrar, já que o que tinha no palco ele destruiu.
Suigetsu: Mas, nem engravidei ninguém ainda! HEHE! Acho, hehe! – o príncipe dizia sorrindo amarelo e correndo do sapão que pai lhe tacava. – oq eu você queria que eu fizesse pra casar? Não vou pegar uma baranga rica não! Nem vem! Eu com esse corpinho sarado! – levanta a camisa – mereço coisa melhor!
Naruto! TÁTÁ! Vamos fazer um baile funk (?), pra comemorar sua chegada das Bélgica (??), ai você canta a amais gata da festa e casa com ela jaé? – o Rei sugeriu, mas o príncipe sabia que não teria opção.
Enquanto a cortina fechava para prepararem o baile funk, (???), as pessoas riam como se não houvesse amanhã. Afinal, eles tinham combinado de fazer uma peça normal, mas de última hora viram que seria mais prático e hilário se fosse feita peça moderna. (Neji só aparecera de vestido pra terem registro e depois colocarem no Facebook).
– Tudo corria bem nos preparativos para o “baile” que aconteceria mais a noite. Vários criados do reino foram espalhados entregando os bilhetes com o comunicado.
V3NH4 P4R4 4 F3ST4 LUX0 D0 4N0!!!!!
N4 M4NÇ40 (?) Uzum4k1!
V41 s3r 0 k4r4l30!
– Cinderella atendeu a porta muito contente ao ver que era um comunicado do Rei! Amava quando tinham as tais festas sempre agarrava uns carinhas no morro.
Karin: NEM ACREDITOOOOOOOOOOOO! – sai correndo com os convites nas mãos.
Sai/Madrasta: O que foi sua depravada?! – a madrasta chegou botando moral naquela poha.
Karin: Ah veia, mandaram uns convites pro baile funk! Que vai tê de noitis! – Cinderella falava com olhinhos brilhando.
Sai: Véia é sua mãe!
Karin: Só por hoje vou te considerar como mãe! HEHE
Sai: VADIA! – gritou correndo atrás da ruiva.
– Já era noite quando As irmãs más (??) e a madrasta desciam as encadas com seus shorts com bolso vazando do outro lado e blusas com a frase “LEK LEK”, caso da madrasta, as tapadas iam com camisas com a escrita “PRE-PA-RA”. Além dos saltos Alá Valeska Poposuda.
Neji: Nem credito que vou bejar na boca hoje! I’m a DI-VA! – bate cabelo.
Ino: Mas, que fique claro! Sou MORE DI-VA! – Bate cabelo
Sai: Vadias, eu sou mutio mais diva e DLç, pfvr! – tentou bater cabelo, mas era curto.
Karin: ME ESPEREM VADIAAAAAAAS! – ela gritou descendo as escadas e tropeçando, saindo a rolar depois. Levantou-se numa velocidade maior que a de Goku (?), e foi pra perto da “família”.
Sai: Onde pensa que vai sua recalcada? – o/a de cabelo curto indagou.
Karin: No baile, claro! – tirou a poeira da roupa e começou a desfilar pra porta. Mas, antes que abrisse a estrutura de madeira. Neji tirou, sabe-se lá de onde, um balde de água suja e derramou, sem querer (SQN), na cabeça da Cinderella. – FILHO DUMA PIRANHA! – Cinderella indignou-se e saiu chorando dali. (Isso mesmo, ela só tinha cara de fodona, era uma paga pau)
– Foi para o lado de fora da casa e ficou a chorar até que começou a escutar umas batidas parecidas com os pagodes (?) que escutava no rádio.
Deidara/Fada Madrinha: Prometo de dar carinho, mas gosto de ser sozinho, livre pra voaaaaaar – cantava uma/um fada/fado, madrinha/padrinho, muito estranho próximo à Cinderella.
Karin: O que é você? – atordoada, nossa princesa indagou.
– Deidara: Sua fada madrinha! Fala ai, devem ter te maltratado pra eu aparecer! HEHE
Karin: Não pow, é que tava no Script... – ela encarou o chão.
Deidara: Pow, mas ai com que roupa tu quer ir no baile?
Karin: Como sabe que eu quero ir pra lá? – ela indagou assustada com os poderes místicos (SQN), da fada madrinha.
Deidara: Sei lá mina, só fala que eu tô perdendo um pagode na laje do sobrenatural!
Karin: Quero ir como a Anitta! – ela tinha os olhos como dois diamantes.
Deidara: Escrotas! Vocês duas! – a fada madrinha emburrou a cara.
Karin: cala a boca e me veste logo! – ela dizia bolada.
– Naquele momento uma luz como as de boate, cobriu a Cinderella, fazendo depois ela sair com as roupas da Anitta, só que acara tava um pouco melhor.
Karin: NUSS1 COMO POSSO TE AGRADECER SUA DIVA? – ela se encarava.
Deidara: Traça o príncipe pensando em mim! HEHE Soei meio gay né?
Karin: Muito! – ela pôs as mãos na cintura.
Deidara: Aqui, vadia, não esquece que o poder do caipiroto ai, caba 00:00!
Karin: Mas, o relógio não tem zero...
Deidara: Meia-noite anta! – ele tinha as mãos nas têmporas.
Karin: ATA! Explica poha! – ela emburrou.
– Alguns minutos de discussão seguiram-se, mas depois nossa princesa pegou uma Shinerai que existia na garagem e zarpou pro baile funk.
Lá o príncipe não curtia as minas que queriam pagar boquete pra ele.
Banda: Sarra a novinha no grau! Vem rebolando por cima!
– Quando Cinderella chegou no baile varias pessoas lhe ofereceram noite de orgias, mas ela era destemida, tinha que encontrar o príncipe. Mas, isso não impediu que ela tomasse umas Ice’s e Red Bull’s antes.
Enquanto procurava o príncipe começava a tocar outra música.
Banda: PRE-PA-RA QUE AGORA É HORA DO SHOW DAS PODEROSAS!
Karin: Minha música! AHHHHHHHHHHH – sobre no palco e começa a cantar e dançar feito uma puta (?)
– O príncipe hipnotizado pela menina começou a andar em direção a sua musa. Mas, Karin ao perceber que a madrinha era de araque por que seu cabelo começava a perder o efeito da progressiva, desceu correndo do palco e pegou sua motinha (??) rumando de volta pro lar.
No outro dia o príncipe de ressaca (?) procurava no reino pela musa/cover Anitta. Até que deparou-se com uma casa fodona que parecia 0st3nt4ç40.
Suigetsu: Vou ver se eles vendem pinga aqui e depois continuar a procurar minha diva!
– E foi isso que o destemido (sqn), fez. Bateu a porta a casa e quando a ruiva atendeu ele percebeu que era a sua musa. Sem roupa de Anitta e sem progressiva, mas ainda tinha um bundão.
Suigetsu: Quer casar comigo? Faremos muitos filhos! – ele ajoelhou.
Karin: Tá, mas eu quero roupas de marca e carros fodas na garagem!
Suigetsu: Okay! – ele deu de ombros e os dois foram de Ferrari pra uma capela do Elvis por ali. (??????)
– No fim o amor sem interesse (SQN), venceu as barreiras impostas pelo funk, ostentação, e afins!
Entra todo o povão. Até a galera que cuidou da parte técnica e começa “Só Love, Só Love” do Claudinho e Bochecha e as cortinas fecham com o povo dançando. Até o da platéia.
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