Notas iniciais
Oi pessoal, sei que demorei um pouco, mas me esforcei o máximo pra terminar esse capítulo, minha vida tá uma correria, as vezes ão tenho tempo de escrever o que atrasa o capítulo. Bom... eu tenho um pedido pra vocês, na verdade eu preciso da ajuda de vocês, eu queria que vocês me mandassem sugestões de musicas, mas tem que se duetos, é para o final da fic... sim eu já estou trabalhando no final, mas relaxem ainda teremos mais alguns capítulo. P.S: isso serve pra vocês que lêêm, mas não comentam... sim eu sei que vocês estão ai rsrsrs não precisa ser um comentário só a sugestão de musica mesmo. Agora sem mais enrolação vamos a fic...

O caminho de volta ao dormitório foi feito em silencio, nenhum dos dois sabia o que dizer, Kagome pensou que um clima estranho estaria entre eles, mas estava enganada. Inuyasha segurou sua mão todo o caminho de volta e esse simples gesto bastou.

Assim que a porta se fechou atrás deles eles ficaram parados onde estavam em silêncio, ficaram assim por um tempo até Inuyasha se pronunciar.

–então, o que vamos fazer agora? –perguntou sem se virar para ela, e nem mesmo soltou sua mão, parecia que se fizesse isso iriam se separar.

–eu não sei. –aquela era a verdade, não sabia o que estava fazendo desde que ele aparecerá em sua vida. –eu ainda nem sei o que aconteceu. –Inuyasha apertou sua mão a puxando fazendo com que ficasse de frente para ele.

–mas que droga Kagome, o que você não entendeu? –esbravejou a deixando surpresa. –a gente se beijou... e foi bom demais. –acariciou seu rosto. –dessa fez eu não vou fingir que nada aconteceu ou me desculpar como eu fiz no acampamento. –ele a encarava seriamente. –eu quis te beijar e que Deus me ajude, quero beijá-la outra vez. –sem pensa juntou seus lábios, mas dessa vez não foi um beijo apressado, foi lento e suave, saboreando cada momento e Kagome se entregou sem hesitação. –como eu queria fazer isso. –sussurrou quando apoiando sua testa na dela, seus lábios estavam a centímetros dos dela, podiam sentir a respiração um do outro.

–eu também. –confessou, não sabia explicar mais se sentia estranhamente corajosa naquele momento.

–verdade... não parecia. –ele se afastou um pouco para encará-la. –eu reparei que tem tentado me evitar.

–eu não fiz isso. –ele arqueou a sobrancelha e foi o suficiente para Kagome desisti. –tudo bem eu tenho te evitado, mas é justamente pelo que eu sinto que parecia o certo a fazer.

–e posso saber onde está a lógica nisso? –embora parecesse serio, podia notar a diversão em seus olhos. – você gosta de mim e por isso me evitava, não deveria ser o contrario?

–se a situação fosse normal sim. –ela tentou se afasta, mas Inuyasha a manteve junto de si. –mas as coisas não são tão fáceis assim.

–você gosta de mim? –a pergunta a pegou de surpresa, Kagome o encarou confusa. –gosta de mim?

–s-sim.

–então pra mim não tem nada de complicado. –ele a envolveu em seus barcos. –não pode negar a atração que existe entre a gente, não precisa complicar as coisas.

–mas você é você e só isso já complica as coisas. –ela tentava se manter firme, mas estava cada vez mais difícil, ainda mas ali nos braços deles.

–eu gosto de você Kagome. –aquilo a calou. –mas do que pensei que pudesse, gosto de estar com você, conversar com você, seu sorriso. –então sorriu divertido. –até de brigar com você eu gosto, eu nuca me senti assim antes.

–Inuyasha...

–me da uma chance Kagome. –o tom de suplica em sua voz a comoveu. –eu também não sei no que isso vai dar, mas da uma chance pra gente, eu preciso dessa chance, você não faz idéia... por favor. –ela o encarou, ela podia dizer não e acabar com aquela loucura, mas pelos céus ela não tinha força nem vontade de fazer isso. Inuyasha sentindo que ela estava vacilando a estreitou ainda mais em seus braços e a beijou. –só uma chance. –sussurrou e todas as convicções de Kagome caíram por terra.

–sim. –disse em um suspiro. –mas com uma condição. –reuniu suas ultimas forças para manter o controle.

–qual? –perguntou Inuyasha satisfeito demais com sigo mesmo para protestar.

–ninguém pode saber. –ele a soltou e a encarou surpreso.

–você não quer que ninguém saiba... por que? Por acaso tem vergonha de mim?

–o que? Claro que não de onde você tirou isso.

–então o que mais?

–eu não quero que isso pare na primeira pagina do jornal amanhã. –ele finalmente percebeu o que ela queria dizer e se sentiu culpado.

–acho que você tem razão. –ao ver o desanimo em seu rosto Kagome sorriu e acariciou seu rosto. –se é o que você quer vamos fazer assim, além do mais também não quero que isso acabe virando mais uma fofoca nos jornais. –deu um meio sorriso e voltou a abraçá-la. –você não vai se arrepender.

–confio em você. –ela descansou a cabeça em seu peito, não estava mentindo, realmente confiava nele, até mais do que esperava.

Sango despertou antes mesmo de abrir os olhos, se mexeu na cama e sentiu um leve aperto em sua mão, abriu os olhos, se virou e lá estava ele um pequeno sorriso surgiu em seus lábios. Depois da conversa que tiveram decidiram que era inútil tentar fugir dali, por isso assaltaram a geladeira de Kagome, afinal era o mínimo que ela merecia depois de ter aprontado para ele, mesmo eles estando gratos por isso. Como só havia um quarto Sango estava meio hesitante de onde eles dormiriam, quando Miroku sugeriu que lês dividissem a cama riu divertido da cara de espanto que Sango fez. Mesmo ele prometendo que não faria nada demoro um pouco para ela relaxar, agora ali observando enquanto ele dormia se sentiu feliz ao constar que ele cumpriu sua promessa.

–bom dia. –disse Miroku de repente ainda de olhos fechado surpreendendo Sango que pensou que ele ainda dormia. –o que você tanto olha? –finalmente se virou para ela, um largo sorriso nos lábios, Sango sentiu seu coração se aquecer com aquele simples sorriso.

–nada em especial. –se afastou para levantar, mas Miroku a puxou para seus braços.

–estava admirada com a minha beleza, não é? Não precisa se envergonhar eu geralmente causo isso nas pessoas.

–o seu ego continua sendo um problema. –tentou parecer seria, mas o sorriso em seus lábios a denunciava. –você não vai me soltar? Temos que achar a Kagome pra ela nos soltar.

–só se você me prometer uma coisa. –ela pensou que ele estava brincando, mas quando olhou em seus olhos e percebeu que ele estava sério. –promete que quando sairmos por aquela porta não vai voltar atrás no que me disse e fugir outra vez. –Sango o encarou surpresa, mas entendia como ele se sentia. Ela tinha decidido embarcar nessa e não voltaria atrás, por isso colocou a mão em seu rosto e sorriu.

–prometo. – e não era só uma promessa para ele, mas para ela também.

Kagome acordou com o cheiro de queimado, ainda estava um pouco sonolenta quando saiu do quarto, mas ao ver a fumaça vinda do corredor despertou imediatamente e correu até lá, mas a cena a sua frente à fez foi a que mais a surpreendeu.

–Inuyasha? –a cozinha estava um verdadeiro caos, a pia estava cheia de pratos e talheres sujos, o balcão estava coberto de algum tipo de massa e potes sujos e Inuyasha... esse era o mais inacreditável, ele estava mexendo em alguma coisa no fogão de onde vinha a fumaça que ela tinha visto.

–você já acordou? –ele se virou para ela, em uma mão tinha a frigideira que ela descobriu ser a origem da fumaça e na outra uma espátula, se a cena não fosse tão engraçada ela acharia fofo.

–o que você está fazendo? –perguntou tentando conter o riso.

–era pra ser uma surpresa, mas acho que não levo muito jeito pra cozinhar. –olhou em volta. –quem diria que seria tão difícil fazer simples panquecas.

–mas por que você resolveu fazer isso? –foi até o fogão e apagou o fogo, depois tirou a frigideira e a espátula das mãos de Inuyasha. –acho melhor isso ficar comigo.

–eu disse era pra ser uma surpresa. –deu de ombros. –na receita parecia mais fácil.

–alguma vez você já cozinhou antes? –perguntou começando a limpeza, Inuyasha recostou na bancada e cruzou os braços.

–minha mãe me ensino a fazer biscoito uma vez, se bem que a única coisa que eu fiz foi marcar o tempo no relógio. –Kagome não conseguiu conter o riso. –eles ficaram muito gostosos se quer saber.

–imagino. Mas agora você poderia me ajudar a dar um jeito nessa sujeira. –eles passaram os próximos vinte minutos limpando a bagunça que Inuyasha tinha feito, e ele mais uma vez constatou que até mesmo lavar partos contando que Kagome estivesse com ele era divertido. No final eles acabaram comendo cereal no café.

–então foi confortável dormir no sofá? –perguntou Kagome vendo ele que se mexia incomodo na cadeira.

–muito engraça, estou com uma tremenda dor nas costas, hoje mesmo eu vou trocar esse sofá.

–não precisa, vou voltar para meu quarto hoje... falando nisso. –deu uma olhada no relógio. –é melhor eu voltar, quero saber como estão àqueles dois.

–você acha que deu certo? –perguntou Inuyasha levando a louça pra pia.

–espero que sim.

–pense pelo lado bom... deu certo pra gente. –o sorriso que ele deu foi tão irresistível que Kagome não teve como não retribuir.

–se deu certo ou não... só vamos saber com o tempo. –disse com um sorriso divertido.

Quando Kagome e Inuyasha chegaram ao apartamento encontraram Miroku e Sango sentados no sofá assistindo algum filme na TV e com um pote de pipoca.

–parece que os carcereiros voltaram. –disse se levantando. –eu sabia que você estava metido nisso, belo primo que você é.

–acho que vocês nos devem uma explicação, não é? –Kagome e Inuyasha se entreolharam, pela expressão deles ela pensou que seu plano tinha sido um fracasso, mas quando Miroku passou a mão pelo ombro de Sango a puxando para si e ela sorriu para ele, percebeu que estava enganada. –não pense que só porque nós nos entendemos que você vai escapar se explicar. –disse Sango tentando parecer o mais seria que pode.

–vocês se entenderam? –nesse momento Kagome não se importou com mais nada, correu para abraçar Sango. –então deu certo, não é?

–embora eu não quisesse admitir... te devo uma. –ela abraçou a amiga ainda mais forte.

–parece que você finalmente tomou juízo, né? –disse Inuyasha implicando com o primo.

–eu quem diga, vocês vieram juntos, não é? –um sorriso travesso surgiu em seus lábios. –eu me perguntou onde a Kagome dormiu. –ficaram Kagome e Inuyasha foiçaram quietos, seus rosto adquiriam uma coloração vermelha. –hum... parece que eu não fui o único que tomou juízo, não é priminho? –Inuyasha ia responder, mas o celular de Miroku começou a tocar. –eu sei, já estou a caminho. –ele ficou mais um tempo no telefone e depois desligou. –sinto muito mais vou ter que me retirar, vou ter uma reunião com meu empresário. –se virou para o primo. –você podia pedir ao Sesshomaru pra mandar pegarem leve comigo.

–como se você não gostasse disso. –Miroku ignorou o primo e foi até Sango.

–eu te ligo, ok? –Sango apenas acenou, ele então saiu seguido por Inuyasha.

–parece que você me deve uma. –disse Kagome assim que ficaram sozinhas.

–pelo visto não sou a única. –disse com um sorriso malicioso, então as duas começaram a rir.

Quando chegaram ao carro Miroku se virou para o primo.

–eu realmente devo uma a vocês. –disse com sinceridade, qualquer outra pessoa se surpreenderia em ver Miroku assim, mas Inuyasha conhecia o verdadeiro Miroku não aquele que aparecia em revistas e na mídia.

–o mérito é todo da Kagome a idéia foi dela.

–ela é melhor do que eu pensava. –deu uma olhada para a janela do quarto de Kagome. –é uma garota incrível... as duas, temos sorte não é? –disse voltando a encarar o primo.

–eu sei. –disse olhando na mesma direção que o primo estava olhando antes.

–o que vai fazer em relação à Kikyou?

–nós não temos mais nada entre a gente.

–ela sabe disso?

–tenho certeza que imagina, mas não me da chance de falar com ela.

–ela é esperta, sabe conseguir o que quer.

–e eu também.

Sesshomaru desceu para o café, mas mesmo antes de chegar à cozinha ouviu as risadas e no mesmo instante reconheceu as vozes. Não foi surpresa chegar à cozinha e encontrar sua mãe e Rin conversando animadamente.

–por que toda essa animação logo de manhã? –as duas se viraram para ele assim que entrou, ele foi até Rin e depositou um beijo em sua testa e depois em Izayo.

–eu vim te seqüestrar. –anunciou Rin animadamente.

–o quê? –ele a encarou com a sobrancelha erguida e depois se virou para sua mãe, essa parecia tão animada quanto Rin.

–isso mesmo que você ouviu, hoje você não vai trabalhar, por isso mesmo pode subir e trocar essa roupa. –disse se referindo ao terno que ele usava. Sesshomaru não pode deixar de rir, depois de Izayo, Rin era a única mulher que se atreveria a falar assim com ele, o que só a deixava ainda mais encantadora.

–desde quando o seqüestrador anuncia um seqüestro.

–bom eu sabia que se você sumisse assim sem mais nem menos seus pais iriam ficar preocupados, por isso eu vim avisar.

–muito atenciosa da parte dela, não é? –concordou sua mãe com sinceridade, ele não via sentido nenhum em nada daquilo, mas não pode deixar de achar graça e a perspectiva de passar o dia no escritório era desanimados comparado com a idéia de passar o dia com Rin.

–vou ligar para Eri desmarcar meus compromissos.

–já fiz isso. –disse Rin orgulhosa. –eu disse que era um seqüestro, você só tem que se deixar levar. –ele a ficou encarando por um tempo e então sorriu.

–vou trocar de roupa.

–como assim ele não vem hoje? –Kagura encarava Eri com desconfiança, não duvidava que aquilo fosse um truque de Sesshomaru para evitá-la.

–é a verdade, a agenda dele de hoje foi todo remarcada porque o Sr. Taisho não virá para o escritório hoje.

–bom, e para onde ele foi?

–não estou autorizada a dar informações sobre a vida pessoal do Sr. Taisho. –Kagura bufou em frustração, sabia que seria perde de tempo tenta alguma coisa com aquela mulher, ela era muito fiel ao seu patrão. Mas Kagura também tinha seus meios de conseguir o que queria.

–para onde estamos indo? –já fazia dez minutos que ele dirigia sem saber ao certo para onde iam.

–é uma surpresa. –respondeu Rin acomodada no banco de carona.

–mas como eu posso dirigir se não sei aonde vamos?

–não se preocupe você esta indo bem. –deu uma olhada em volta. –já chegamos, entra naquela rua a frente.

Sesshomaru parou enfrente ao um pequeno restaurante, o lugar não era ruim, mas ficava longe do centro e em uma rua de difícil acesso, ele se virou para Rin confuso.

–eu pensei que um lugar discreto isso ser perfeito para um primeiro encontro. –Sesshomaru se sentiu um pouco culpado, tinha sido idéia dele manterem o relacionamento em segredo, não queria que eles se tornassem o assunto do momento em todos os jornais e revistas de fofoca e embora Rin concordado e parecesse aceitar, sabia que devia ser difícil para ela.

–olha Rin, se você quiser contar para as pessoas sobre a gente eu não me importo assim nós não vamos precisar ficar nos escondendo. –ela sorriu e pegou sua mão.

–no começo eu queria mesmo contar pra todo mundo, mas eu pensei bem e vi que você tinha razão, tudo que conseguiria contando para todos e que nos transformássemos em espetáculos. –deu um suspiro desanimado. –você é importante demais pra mim, eu não quero que nossa relação se torne um show pra todo mundo opinar ou comentar, isso é algo que interessa só a nós dois e as pessoas que são importantes pra gente. –ela percebeu que ele a encarava intensamente. –que foi?

–eu pensei que era impossível te amar ainda mais, acabei de perceber que estava enganado. –ele a puxou para beijá-la. –você acha que eles fazem pra viajem?

–por quê? –mas ela só precisou olhar em seus olhos para saber a resposta. –bom... podemos perguntar.

Dois dias depois Sesshomaru estava descendo para o café quando Izayo apareceu, pela sua expresso tensa ele imaginou que tinha ocorreu alo.

–o que foi? –perguntou assim que chegou ao ultimo degrau.

–você ainda não leu o jornal, não é? –disse lhe estendendo a folha, logo na primeira pagina tinha um foto dele e de Rin entrando no prédio dela. Sesshomaru amassou a folha em sua mão. –eu imaginei que não tinha visto.

–esse é o jornal de hoje?

–sim. –então o telefone tocou, Izayo se apressou em atender. Enquanto isso Sesshomaru voltou a ler a manchete. “Estrelas também amam: a estrela dos musicais Rin Himura em um romance secreto com seu empresário.” — era seu pai, ele ligou para avisar que a vários repórteres em frente ao prédio, o que você vai fazer?

–não a muito que fazer, nós nos descuidamos e acabou acontecendo justamente o que tentamos evitar, agora teremos que enfrentar o que esta por vim.

–como será que eles descobriram vocês sempre foram tão cuidadosos. –lamentou Izayo.

–eu não sei, mas vou descobrir. –afirmou, deu um beijo em sua mão e saiu dessa vez ela não o fez ficar para tomar café com ela.

Notas finais
Então o que acharam? Muito obrigado a todos que deixam comentários eles me animam muita a continuar escrevendo, além de eu gostar de saber o que vocês estão achando da fic, por isso continuem comentando ok? Bjos até o proximo cap o/