Notas iniciais
Olha eu aqui... Eu sei, demorei e muito dessa vez, e sinto muito por isso, mas não era minha intenção. Depois que eu postei o ultimo capítulo o meu pc pifou e eu tive que mandar pro concerto, o que demorou mais do que eu queria... acreditem escrevi esse cap em dois dias, tudo pra postar pra vocês hoje sem falta. Espero que gostem, as coisas estão começando a esquentar, acho que vocês vão gostar do cap, especialmente os fãs do Sesshy e Rin... bom chega de falar e melhor ler pra saber.

InuTaisho encarou Sesshomaru por cima dos documentos que fingia ler. Alguma coisa estava acontecendo e ele podia sentir isso de longe.

Primeiro Sesshomaru se atrasou para a reunião, o que nunca acontecia, depois ele parecia distraido, como agora ali sentado encarando o chão como se fosse a coisa mais interessante do mundo. Tinha prometido a sí mesmo que não se meteria na vida particular de seus filhos, exceto no caso de Inuyasha, mas esse era uma ocasião especial, mas Sesshomaru era diferente e por outro lado sua curiosidade o estava deixando louco.

–já terminou de analisar? –perguntou finalmente levantando o rosto.

–já. –colocou a psta sobre a mesa. –está bem planejado, e essa garota que Kagura ira agenciar agora?

–acho que ela vai fazer um bom trabalho, pelo menos ate agora tem se mostrado bastante capaz.

–isso é bom. –se recostou na cadeira cruzando as mãos. –eu a contratei por ser filha de um amigo, mas se ela fosse dessas que não querem saber de trabalho seria complicado. Me mantenha informado.

–esta bem. –se levantou para sair.

–espera um pouco Sesshomaru. –o outro parou no meio do caminho. –eu sei que não é do meu feitio perguntar, mas... esta acontecendo alguma coisa?

–tem razão, não é do seu feitiu. –disse se virando para o Taisho mais velho. –devo estar sendo bem obviu, para até o senhor comentar.

–só avisando que sua mãe vai ser mais dereta do que eu.

–alguma dica para lidar com ela?

–se eu puder ajudar.

–eu beijei a Rin. –disse simplismente. InuTaisho e encarou por um minuto sem parecer surpreso.

–como foi isso?

–nos estavamos brigados, fui até o apartamento dela, nos dicutimos e eu a beijei. –respirou fundo. –depois sai sem dizer nada.

–hum... e porque saiu de lá sem dizer nada.

–tinha uns assuntos importantes para resolver aqui na empresa e queria resolver tudo antes de conversar com ela. –InuTaisho deu um pequeno sorriso.

–isso é mesmo a sua cara. –ele levantou e deu a volta na mesa, serviu dos copos de wisk e serviu um ao filho. –o que vai fazer agora, confesso que tenho esperado por isso a alguns anos e sua mãe também.

–sei lá... pedi-la em casamento talvez. –InuTaisho riu com gosto.

–eu faria gosto disso, mas que tal começar pelo principio.

–o senhor sabe que gosto de ser direto

–sei disso filho, sei disso, mas acho que Rin gostaria de um pouco de romatismo... foi assim que cosquistei seua mãe.

–bom... acho que não vai custar nada. –terminou o resto da bebida e devolveu o copo para o pai. –se me der licença, tenho alguma coisas pra terminar antes de converser Rin a namorar comigo. –recolhou suas pasta e saiu deixando InuTaisho com um sorriso de olrelha a olheira.

–Sango vamos nos atrasar. –gritou Kagome da sala.

–Já estou terminando. –gritou em resposta ainda no banheiro. Kagome suspirou desanimada, isso significava que talvez demorasse mais uns cinco minutos.

Sango e ela sairiam com Inuyasha e Miroku naquela noite, e apesar de negar sabia que a amiga estava nervosa, bom... ela mesma estava um pouco nervosa. Não era bem um encontro, mas sair com Inuyasha mexia com algo dentro dela, mesmo que Sango e Miroku também estivesse, não ajudava muito para ela relaxar.

Respirou fundo e se olhou no espelho, usava um vestido simples de alça, com a saia rodada, o cabelo estava solto do jeito que gostava. A maquiagem também estava boa, analisou bem o reflexo, talvez estivesse simples de mais, se colocasse uma outra roupa... balançou a cabeça afastando esse pensamento. Não era um encontro, rira apenas sair com uns amigos. De repente a campainha tocou fezendo com que ela despertasse de seus pensamentos.

–deixa que eu atendo. –gritou vendo que a amiga ainda se arrumava. Ao abrir a porta se deparou com Miroku.

–então já estão prontas? –perguntou com um largo sorriso.

–eu estou, já não posso dizer o mesmo sobre a Sango. –disse apontando para o banheiro.

–será que ela vai demorar? –Kagome sorriu divertida. –entra Miroku, eu vou dar uma olhadinha nela. Mas quando entrou no banheiro se deparou com Sango sentada na privada enrrolada na toalha. –Sango o que significa isso?

–eu não posso ir. –disse levantando com os braços cruzados. –diga a ele que nós não vamos mais.

–Sango você realmente quer desistir agora... em Cima da hora?

–será que você não percebe? –disse se virando para ela. –estou fazendo exatamente o que disse que não faria, parece que não aprendi nada com o Houjo.

–Pode parando agora mesmo Sango, nem tem como comparar.

–claro um é um safado assumido.

–agora você esta pegando pesado com ele. Afinal Houjo era seu namorado e ele te enganou, mentiu pra você.

–quem garante que o Miroku não vai fazer a mesma coisa?

–e quem garante que ele vai? –disse colocando as mãos na cintura. –olha eu sei que você esta preocupada com tudo isso, mas o Miroku só te convidou pra sair.

–ele esta querendo mais que isso.

–e vai ser você que vai decidir se ele vai ter ou não. –virou a amiga pelos ombros para que ela se visse no espelho. –olha pra isso, você vira a cabeça dos garotos, literalmente, vai mesmo deixar que aquele idiota te impessa de sair com outros caras. Não estou falando para namorar com o Miroku, mas sair se divertir com um cara legal, vai mesmo abrir mão dessas coisas.

Sango se encarou no espelho por um tempo, então suspirou e ergueu os ombror. Espalhou a maquiagem pela pia.

–dois minutos Kagome. –disse começando a trabalhar. Kagome saiu satisfeita, tinha certeza que a amiga não mudaria de ideia agora.

–ela já vem. –avisou quando entrou na sala.

–acho melhor eu ir avisar ao Inuyasha que vamos demorar mais um pouco.

–deixa que eu aviso. –se apressou a dizer. –fique aqui esperando a Sango. –e saiu apressada.

Assim que saiu do predio do dormitorio avistou Inuyasha recostado no carro, assim que ela se aproximou ele se ageitou.

–onde estão aqueles dois?

–já estão vindo. –ela então deu uma pequena volta. –então, como estou?

–maravi... quer dizer, você ficou bem com essa roupa. –disse limpando a garganta.

–obrigada. –disse meio sem jeito. –então sabe que filme é esse que vamos ver.

–um amigo do Miroku deu esses ingressos por ele ter ajudado com um trabalho beneficente, não faço ideia de qual seja o filme. –eles ficaram mais um tempo em silencio, tinha sido pego de surpresa quando a viu, ela estava maravilhosa e aqueles cabelos, nunca tinha tido quedo por cabelos, mas os cabelos dela, sempre brilhosos e sedosos, estavam especialmente sexy naquela noite, balançando conforme ela andava, teve qe fazer um grande esforço para não toca-los. –onde você e a Rin foram no outro dia? ela parecia estar com problemas.

–eram coisas de garotas. –disse se recostando no carro ao lado dele.

–quando foi que ficaram tão intimas assim?

–acho que isso foi graças a você. –disse com um sorriso travesso no rosto.

–certo, não tenho agurmentos contra isso. –ele voltou a se recostar no carro. –então, por acaso esse papo de garota tem algo a ver com o Sesshomaru.

–como você...

–eu assisto essa historia a anos, não sei como eles não se entendem de uma vez.

–o amor é uma coisa complicada, por acaso você nunca se apaixonou?

–e pra que, como você mesma acabou de dizer é complicado, eu procuro evitar coisas complicadas.

–verdade é complicado, mas é muito bonito e vale muito a pena. –disse decidida.

–quando foi que essa conversa se tornou uma analise sobre sentimentos.

–já vi que esse tipo de conversa não te agrada. –disse desanimada, mas também o que esperava com aquilo, não intendia o porque de ter começado aquele assunto. –você acha que eles estão apaixonados?

–o que? –perguntou confuso com a pergunta.

–seu irmão e a Rin, o que você acha sobre eles?

–eu espero sinceramente que eles se entendam, principlamente pelo bem do meu irmão, afinal que outra mulher no mundo conseguiria suporta-lo além da Rin... ainda não sei o que ela viu nele. –Kagome riu divertida.

A capainha toca inssitentemente, Rin apagou o fogo do jantar que tentava fazer e correu até a porta. Ao abrir a porte se surpreendeu ao se deparar com Sesshomaru.

–o que você esta fazendo aqui Sesshy. –ela estava usando seu apelido outra vez, ele já podia respirar normalmente outra vez.

–vim terminar o que começamos nessa tarde. –Rin o encarou surpresa, seu rosto corou. –Sesshomaru deu um passo para dentro. –eu meio que agi por inpulso hoje cedo, isso impediu que pudessemos conversar, mas vou me esforçar para que possamos fazer isso, sendo aasim... –ele revelou a garrafa de vinho que havia decidiu comprar de ultima hora. –posso entrar?

Rin não sabia o que fazer, só deu espasso para que ele pudesse entrar, naquela tarde depois que Sesshomaru foi embora depois do surpreendente beijo que lhe derá ela levou um tempo para conseguir recuperar o juizo, e quando finalmente conseguirá lá estava ele outra vez.

–você disse que precisamos conversar... sobre o que? –disse enquanto o seguia até a cozinha, era fofo e ao mesmo tempo irritante o jeito como ele agia como se estivesse em casa.

–faz exatamente uma semana que você entrou na minha sala, anunciou que tinha aceitado o papel no musical do Takahashi e depois passa a me ignorar de todas as maneiras possiveis, inclusive não atende meus telefonemas.

–tive meus motivos. –afirmou cruzando os braços, na opnião de Sesshomaru ela estava parecendo bem infantil naquele momento e mesmo assim ele queria puxala para seus braços e beija-la.

–e a Kagura tem algo a ver com isso?

–por que esta perguntando isso?

–será porque você a mencionou mais cedo? –Rin olhou para todos os lados evitando o maximo encara-lo, estava se sentindo muito envergonhada naquele momento. –Rin... –ele respirou fundo e começou. –lembra quando voltamos do acampamento e você me perguntou se estava com problemas, bem... Kagura era o problema. –então ele explicou tudo a ela, principlamente no fato de Kagura estar trabalhando na empresa por ser um pedido de um grande amigo de seu pai. –naquele dia que chegamos eu me encontrei com ela pra acertar os detalhes, foi dificil, mas eu conseguie e acho que ela estava falando serio, porque até agora ela tem feito um otimo trabalho.

–é só isso mesmo? –perguntou ainda hesitante.

–eu não tenho porque mentir pra você Rin... de verdade. –ela então suspirou deixando os braços cairem pro lado.

–você deve estar me acahndo uma maluca, não é verde? –Sesshomaru se aproximou. –todo esse escanda-lo por nada, e eu nem tenho o direito de te combrar alguma coisa, não sei o que deu em mim.

–não... entre todas as pessoas você é a que mais tem direitos. –ela levantou o rosto para encara-lo e se surpreendeu ao ve-lo tão proximo. –pensei que depois do nosso beijo você tivesse intendido.

–Sesshy...

–sou louco por você Rin, sempre fui. –afastou uma mecha que caia sobre seus olhos. –não sabe quantas fezes tive que me segurar para não agarra-lo, o esforço que fiz pra não quebrar a cara dauqeles seus namorados. –ela riu nervosa, estava mesmo ouvindo aquilo, ou era alguma brincadeira da sua mente. –eu tinha tanto medo, tanto medo de tentar alguma coisa e perder você. –passou a mão por sua cintura a puxando para junto de sí. –quantas vezes quis te beijar, quantas vezes eu... –então ele se calou surpreso quandou viu as lagrimas cairam pelo rosto de Rin. –o que foi? Foi algo que eu disse? Rin eu... –ele começou a se afastar, mas Rin rapidamente o abraçou, escondendo o rosto em seu peito, as lagrimas caiam sem controle, mas ela tinha um largo sorriso nos labios.

–e você sabe quantas vezes eu quis ouvir tudo isso. –finalmente levantou o rosto o brindando com o sorriso mais lindo que ele já vira na vida. –quanto tempo esperei pra ouvir isso. –e agora foi ela quem o pegou de surpresa, passando os braços por seu ombro juntando seus labios. Mas a surpresa de Sesshomaru só durou poucos segundos, logo ele correspondeu ao beijo. –isso não é um sonho, não é?

–não, não é um sonho. –então a pegou no colo, Rin deu um grito de surpresa. –posso te provra se quiser. –então a encarou, tão intensamente que Rin sentiu um frio na barriga, esperar tanto por aquilo, sonhara tanto e finalmente estava acontecendo.

–mal posso esperar. –foi tudo que ela pode dizer ates de Sesshomaru voltar a beija-la e leva-la para o quarto, nesses momentos definitivamnete era bom agir como se estivesse em casa.

Kagome deu mais um sobresalto e agarrou o braço de Inuyasha, esse se esformou para ficar imovel. O maldito filme que Miroku os levou para ver, era nada mais nada menos que o filme de terror do momento, fer um anotação mental para se lembrar de mata-lo mais tarde. Claro que ele e Sango pareciam estar curtindo o filme, além de tudo os dois ainda tinham gosto parecido, aquela estava sendo uma noite incrivel.

Ele tinha que admitir que estava surpreso, principlamnete com o comportamento do primo, ele não tetara nenhuma gracinha, e parecia estar se divertindo mesmo com Sango. Quando eles se juntaram a ele e Kagome estavam rindo, parece que ele finalmente conseguiu ultrapassar a barrera da morena.

–eu realmente não entendo, afinal o que leva você a entrar em um predio abandonado, é obviu que alguma coisa vai acontecer. –disse Sango enquanto saiam da sala de cinema, Inuyasha e Kagome respiraval aliviados enquanto Sango e Miroku debatiam animados sobre o filme.

–estou morrendo de fome. –anunciou Miroku. –tem uma lanchonete no outro lado d parque, o lugar é bem discreto, acho que não vai ter problemas. –ele e Inuyasha estavam devidamente camuflados, bonés, oculos escuro e casaco, tudo para não serem reconhecidos.

–também estou com fome. –disse Sango.

–acho que não faz mal esticarmos um pouquinho a noite, não é? –disse Kagome se juntando ao grupo animado.

–são três contra um, fui vencido. –eles então seguiram pelo parque, Miroku e Sango iam conversando mais na frente, enquanto Kagome e Inuyasha iam mais atrás.

–eu não quero que ele a machuque. –disse Kagome de repente.

–como disse?

–seu primo, seu que vocês são chegados e tudo mais, mas não vou perdoa-lo se fizer algo que magoa a Sango, ela já sofreu antes, não quero que passe por isso de novo.

–Miroku não é um santo, mas também não é um canalha, a Sango tem sorte de ter uma amiga como você.

–tenho certeza que ela faria o mesmo por mim.

–quer dizer que ela nesse momento esta alertando ao Miroku que não quer que eu te magoe? –perguntou brincalhão.

–infelizmente eu duvido. –respondeu rindo divertida. –ela não acha que você seja perigoso, na verdade ela até já me disse que não seria tão ruim se eu me envolvesse com você. –Inuyasha parou surpreso.

–serio? –Kagome franziu a testa.

–mas eu já disse que somos só amigos, não somos?

–claro. –respondeu depois de um tempo. –somos amigos. –mas ele não soava mais tão convincente como antes.

–será que os dois podem se apressar, estou morrendo de fomo. –gritou Miorku.

–já vamos. –respondeu Inuyasha. –é melhor nos apressarmos, ele é irritante quando esta com fome. –a pegou pela mão e se apressaram para se juntar aos outros dois. Ele não precisava pega-la pela mão, mas ultimamente sempre arrumava uma desculpa para toca-la.

Quando Inuyasha entrou na cozinha encontrou sua mãe terminando de arrumar a mesa, ele sorriu, apesar dos empregados ela fazia questão de preparar ela mesma o café da manhã.

–bom dia. –depoisitou um beijo em sua bochecha e foi se sentar. Como era final de semana resolveu ir dormir em casa, por isso depois de deixarm as meninas no dormitorio Miroku o deu uma carona até em casa.

–Bom dia. –disse se sentando animada, Inuyasha a conhecia muito bem para saber que ela tinha algo pra contar. –você não vai acreditar.

–o que é? –disse se servindo de soco de laranja.

–Sesshomaru não dormiu em casa na noite passada. –Inuyasha parou o que estava fazendo no mesmo instante, os dois se encararam por usn minutos.

–a senhora acha que... eles...?

–pode ser, seu irmão andava muito estranho esses dias, eu consegui arrancar uma coisa do seu pai, o que não é facil, aquele ali sabe guaradr um segredo. –disse baixo como se confidenciasse algo. –parece que é algo relacionado a Rin, mas só vamos ter certeza quando seu irmão voltar, quem sabe eu não consigo arrancar algo dele.

–não duvido disso. –e bebeu um pouco do suco, nesse momento eles ouviram a porta de frente se abrir e fechar, alguns minutos depois Sesshomaru apareceu na porta da cozinha.

–desculpe não ter avisado que dormiria fora, sei como a senhora fica preocupado, mas eu tive que resolver algumas coisas.

–certo. –Izayo e Inuyasha se encararam e depois voltaram a encarar Sesshomaru. –esta tudo bem? –foi então qu que o inesperado aocnteceu... Sesshoamru sorriu.

–está tudo otimo, vou subir para tomar um banho, já volto. –e subiu as escadas correndo. Izayo e Inuyasha voltaram a se encarar e então começaram rir.

–finalmente. –disse Inuyasha voltando para o fogão, aquele seria um café da manhã especial.

Notas finais
Então o que acharam... levem em consideração que eu meio que escrevi correndo pra consegui postar hoje, por isso se tiver algum erro(principalmente de digitação) me perdoem. Bom até o próximo cap, que dessa vez não vai demorar. Bjs até o/