Uma Banda qualquer- HIATUS

1 Capítulo 1- A mudança


Notas iniciais
Oi gentinha linda eu to aqui pra dizer que essa é a minha primeira fic então desculpe pelos erros.Comentem por favor isso ajuda muito. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Atualmente eu estou corrigindo os erros de pontuação da minha fic, okay gente? Mas ela ainda está em Hiatus por tempo indefinido

O.V. Lucy

Eu estava tentando assimilar o que aconteceu, várias palavras vieram a minha mente: “Divorcio”, “Mudança”, “Mãe”, “Vida Nova”, “Saída”, “Ajuda”, “Tia”. Isso estava me incomodando eu teria que me mudar de cidade porque meus pais se divorciaram, minha mão pediu ajuda a minha tia para a mudança e saída da nossa antiga vida. Eu não estava conseguindo acreditar no que estava acontecendo, semana passada eu estava em um dia normal e agora eu estou terminando de arrumar minha mala para mudar de cidade me despedir dos meus amigos, eu estava pensando nisso quando minha mãe entrou no meu quarto:

– Vamos logo filha seus amigos estão lá embaixo te esperando- Minha mãe disse, seu nome é Evelin, ela era morena como eu de olhos verdes que eu sempre quis ter, tinha um corpo esbelto e era alta basicamente ela passava aquela imagem de "mulher perfeita", totalmente diferente de mim.

– Eu já estou descendo- eu disse desanimada e depois dei um suspiro

– Olha filha...eu sei que é difícil mas temos que ir- ela disse tentando me incentivar

– Eu sei, mas é que eu cresci aqui e é esquisito ir embora do nada

– Olha filha se você quiser ficar aqui com o seu pai, eu não te empeço- minha mãe me olhou com cara de dó, mas seus olhos imploravam para que eu dissesse não

– Não mãe, eu vou ficar com você- eu disse um pouco mais séria

– Okay filha, pronta?- ela disse desviando o assunto

–Sim

Eu peguei a minhas malas grandes azul-claro e a minha bolsa de mão com o logo da banda Red Hot Chilli Pepers, o meu celular e o livro “A bússola de Ouro” para ler na viagem, e fui ver meus amigos. Na verdade eu só tinha dois amigos Madson, uma loirinha meio gordinha e baixinha de olhos castanhos e o irmão dela Michel, que meio que parecia a versão masculina de Mad e mais magro. Eu não era muito popular na escola por ser “meio” antipática e esquisita, mas mesmo assim eu estava feliz com o que eu tinha, desci as escadas e encontrei a Mad esperneando e o Miche tentando acalma-la:

– Oi- ele disse assim que me viu, meio triste e me abraçou- boa viagem, pequena- Antes que eu pudesse responder ela me abraçou

– Nós ainda vamos nos ver afinal é só alguns km de distância né?- Mad falou chorosa com esperança

– Mais é claro que sim, afinal isso não é um adeus total, ainda tem as redes sociais pra nós nos falarmos não é?

– Sim- eles disseram em uni som

– Filha nós temos que ir logo- disse a minha mãe de fora

Eu olhei pra eles triste e os abracei:

– Com quem eu vou zoar agora?

– Também vou sentir saudades- Miche disse desviando minha pergunta

Eu sai logo de lá pra não chorar, entrei no carro sem falar nada e coloquei na playlist de Paramore, estava tocando The Only Exeption o que não me animou muito, peguei meu livro e comecei a ler, acho que a minha mãe estava falando alguma coisa mais eu não ouvi, a viagem inteira foi assim até que a minha mãe parou o carro tirou meu fone de ouvido e disse:

–É aqui, vamos- eu sai e olhei a casa, era uma casa típica de uma família normal, mediana, com dois andares, bege com as portas e janelas vermelhas, uma mulher de cabelos morenos claros cacheados, alta e com uma calça e blusa vinho e tênis, nada muito chique, algo casual. Saiu de dentro da casa, provavelmente minha tia (eu não lembro muito bem dela porque a última vez que a vi foi quando tinha 4 anos), ela sai de lá com um sorriso no rosto:

– Eve, olá!- ela olhou pra mim e disse- Esta é a pequena Annie? Está tão grandinha (típico de tia). Venham, entrem, quero que conheçam a minha casa- ela nos levou para dentro- esta é a sala.

A sala era normal, tinha um sofá bege claro uma televisão grande e uma mesinha cheia de copos, a cozinha era americana, pequena com uma mesa no centro, cheia de Coca-Cola e pizza, o que me impressionou já que a minha mãe é vegetariana (eu não sou). Ela subiu as escadas e deu em um corredor com 4 portas:

–A última porta a esquerda é o banheiro, do lado é o meu quarto, na minha frente é o da Annie e do lado dela é o seu Eve. Fiquem a vontade, eu vou estar no meu quarto, se sintam em casa, já que agora ela é sua- ela disse sorrindo e se retirou. Agora você se pergunta porque uma mulher solteira vive em uma casa grande? Bom ela era casada mais se divorciou há algum tempo, eu acho, a casa ficou com ela, mas isso não importa agora.

Eu abri a porta do quarto, ele era médio, tinha uma cama no meio e um criado-mudo de madeira escura, no lado direito tinha um guarda roupa que ocupava metade da parede e uma estante sem nada ocupando o resto do espaço, eu sorri quando vi a estante pensando nos meus livros; do outro lado tinha uma escrivaninha branca e em cima uma janela que dava pra ver a casa do lado que era razoavelmente grande. Comecei a desfazer minhas malas, coloquei todas as roupas das duas malas no guarda-roupa, o que me cansou, então fui ver que horas eram, 8:30. Decidi mandar uma mensagem pra Mad avisando que já tinha chegado, conversamos até as 11hs, eu estava com sono então coloquei uma calça moletom e uma blusinha de frio e fui dormir.

Comecei a pensar em tudo que estava acontecendo, na mudança , na volta as aulas que seria daqui a 1 semana, na separação, no meu pai, na Mad e como ela ia ficar, na minha tia que eu não via a anos, e na minha mãe...dormi pensando nisso.

Enquanto isso na cozinha...

–Não consegue dormir?- Rachel perguntou enquanto tomava uma xícara de café.

– Eu estava pensando no meu marido, quer dizer ex-marido- Eve disse chateada

–Toma, chocolate isso ajuda- Rachel disse tentando ser amigável

– Estou de dieta- ela recusou- também pensei na minha filha, ela se parece muito com você quando éramos adolescentes.

– Serio? Como assim?

– Bom ela é bem antipática, se veste de qualquer jeito, é teimosa e tem um charme natural

– Eu era assim?

– Sim, sempre- e elas começaram a rir, se lembrando do passado.

Notas finais
Sei que foi curto,mas a gente faz o que pode.