Uma Amizade Que Ninguém Imaginava

22 A Vitória Bruxa! Sonhos de um Semideus....


Notas iniciais
Yoooooooooo Como vão? Tranquilos? Mais um capítulo para vocês e...... eu criei um grupo no face pra por todos as pessoas que leem minhas fics, nos dois sites que eu posto. Então, o link é https://www.facebook.com/groups/1394398780827420/ BOA LEITURA

A maldição da morte que Voldemort havia lançado não surtira efeito, a varinha do Lorde das Trevas voou para longe, assim que Harry fora mais forte. E todos o observavam se desfazer em pedaços e morrer ali mesmo. Comensais desnorteados correram por todos os lados, à procura de algum tipo de proteção. Era possível ver os Malfoy, fugindo de Panem.

–Nós... vencemos? — supõe Luna

–Sim...

–Acho que acabou. — disse Percy à Hermione

–Sim, acabou... finalmente.

–Harry? Harry, onde está você? — Gina procurava. Ela havia perdido de vista Harry Potter, quem amava, e queria dizer isso a ele, mesmo contra a vontade de seus irmãos.

–Gina, o que está fazendo? — disse Ron, mas sua irmã não parou, continuou em frente e parou quabdo viu: era Harry, estava sentado, e abraçava alguém. Ele a envolvia pela cintura e ela enrrolava seus braços no pescoço do bruxo.

–Você está vivo! — gritava Katniss, se jogando em cima do bruxo envolvendo seu pescoço.

–Bom, sim. Mas acho que não por muito tempo — disse Harry, se sentindo sufocado.

–Ah, desculpe. — ela o soltou e o fitou, uma última lágrima caía enquanto ela dava um sorriso. Harry passou a mão pela bochecha da garota.

–Não... — murmurava Gina — Não. Não. Não. Não. NÃO!- Gina já gritava, ignorou novamente o irmão e correu em direção ao dois. Ela ficou calada, e fitou Harry assim que o rapaz se levantou e deferiu um tapa em seu rosto, correndo em seguida.

***

Era noite e toda a festa que o grupo havia feito acabara. Todos também cuidaram dos feridos e alguns aparatavam levando alguns poucos corpos para Hogwarts, a pedido de McGonagall.

Percy estava morto de cansado. Queria muito descansar. Despediu-se dos outros, deitou sua cabeça no travesseiro e dormiu. E com todo adormecer de um semideus, vinham os sonhos...

Percy estava sobre um piso de obsidiana. Não, não era. Mas parecia muito a pedra do castelo do senhor do Mundo Inferior. Ele ouvira gritos. Reconheceu a voz de um deles, era de ninguém menos que Annabeth.

–Vamos por lados diferentes!- gritou dessa vez Prim

–Vou por aqui! — disse Annabeth, tentando depois chamar a atenção de alguém. -Aqui sua lata velha enferrujada! — ou algo.

–Annabeth... — ele disse.

–Percy. Corra!

Os dois correram do robô gigante que parecia ter 7 metros de altura. Após a garota conseguir localizar algum ponto fraco e acertá-lo com sua faca, eles pararam e ficaram algum tempo recuperando o fôlego.

–Ligação empática?(N/A: Realmente não lembro o nome da ligação que no livro o Grover usa com o Percy nos sonhos :S) Agora? Que lugar é esse? — ele disse.

–Aqui é o Labirinto de Dédalo, Percy. — pela expressão do rapaz, ele iria fazer uma pergunta, mas ela o cortou — Ele foi reconstruído, não sabemos como, não sabemos porque, nem por quem. O Labirinto está mais enigmático. E precisamos de algum de vocês.

–Como assim?

–Há uma charada, cabeça de alga. Ela diz

"Para avançar agora você terá de ter

Algum herdeiro de algum deus

Que todos os dias ilumina a terra

E que por um parente é substituído."

Percy ainda não havia entendido muito bem, e fez Annabeth repetir mais duas vezes.....

–Eu ainda não entendi, poderia repe.... — disse Percy após Annabeth ter repetido a charada duas vezes

Annabeth bateu na cabeça de Percy para que ele entendesse.

–Apolo, cabeça de alga!

–Ah..... então é Jennifer que vocé precisa? — ele disse, massageando sua nuca.

–Basicamente. Mas o problema é chegar aqui. Na verdade... é bem no norte. Eu pesquisei, e parece que lá ficava Nova Iorque.

As cores começaram a tremeluzir, o sonho se desfazia. Annabeth tentou dizer algo, mas não conseguiu.

Percy acordou em seu quarto, normal. Tomou um banho rápido e colocou uma roupa simples, procurando Jennifer depois. Não a encontrou, mas encontrou Zoë.

–Zoë. Viu Jennifer?

–Também está procurando por ela? Prim me chamou em seu sonho.

–Comigo foi Annabeth

*

Jennifer estava do lado de fora. O sol escaldante cobria todo seu corpo e ela gostava disso — talvez porque era filha dele.

Algo a chamou. Ia para dentro da floresta. Andou até parar em um campo circular. Sem árvores, só o sol brilhava, e o mesmo aumentava seu brilho até aparecer um homem alto, seus cabelos completamente amarelos dançavam com a brisa da manhã. Usando um terno tamém amarelo, sua presença transmitia luz e calor.

–Apolo.... pai?

–Olá, Jennifer. Como vai minha flor? E por favor não fale da nossa dor.

–Samantha?

–Sim. Jennifer para um deus, sempre é doloroso perder um meio-sangue, um filho. E Samantha era muito corajosa. Coisa que você também é.

Ela corou coom isso. Bem, mesmo sendo seu pai, era um deus que o elogiava.

–O senhor que me chamou?

–Senhor? Ah...me sinto tão velho assim....

–Desculpe.

–Tudo bem. Mas sim, eu que lhe chamei. Seus amigos precisarão de você. Pegue isso.

Ela pegou algo da mão do deus, algo que ela conhecia, mas com uma forma diferente. Era um arco dourado, com marcas de arqueiros da história grega. E o outro objeto era muito menor que um arco. Parecia mais uma lira em miniatura.

–A lira será mais importante. Guarde-os bem. Boa sorte, e fique viva.

Apolo beijou a testa da filha com delicadeza e se transformou em luzes, Jennifer não ousou olhar. Não sabia o que fazia, mas a luz parecia muito forte. Apolo sumira.

–Jennifer! Jennifer! — procuravam os dois.

–Estou aqui, se acalmem. — Jennifer saía da floresta segurando a lira e o arco.

–O que é isso? — pergunta Percy.

–Apolo deu para mim. Os dois

Disse que iria precisar, e que meus amigos precisam de mim.

–Precisam mesmo. Annabeth e Prim, pra ser mais exato.

–O grande problem vai ser chegar no Labirinto. Prim não conseguiu pensar em outra alternativa além de aparatar, mas atrapalharíamos os bruxos.

–Ou não — disse Joseph- eu ajudo vocês.

*Labirinto de Dédalo*

–Annabeth! Onde está você?!

Prim seguia caminho por onde viera, sabia disso por conta dos rastros dos robôs gigantes e pelos restos dos mesmos.

–Prim! — ela ouviu

–Annabeth!- ela gritou de volta e correu para frente, o arco ainda em mãos, ela sabia do poder dos cíclopes, e nunca se sabe quando eles atacam.

Annabeth segurava se notebook com os projetos que ganhara do próprio Dédalo.

–Aí está você...

–Vamos ficar por aqui. Jennifer já vai chegar.- elas disseram em coro, olhando uma para a outra com preguntas no olhar.

–Como você acha que eles virão? — pergunta Annabeth.

–Não sei. Deixei isso claro para Zoë. Uma ideia minha é uma de nós irmos lá fora, já que não estamo muito longe, e alguém aparatar.

–Eu vou. — disse Annabeth se levantando.

–Claro... aqui é mais perigoso.

Prim deu um sorriso afetuoso, como uma mãe dá para seu filho assim que vê que ele está crescendo

Parecia que ela nunca se sentiu preocupada assim antes com alguém mais novo. Annabeth retribuiu o sorriso e andou de volta, os olhos no notebook.

Notas finais
Yooooo Curtiram? Eu espero que sim ^^ Então.... as linhas ficaram meio bugadas mesmo, e se tiver um problema pra ler eu mudo e vou mudar sempre se bugar aí, ok? E não se esqueça de entrar no grupo dos meus.. digamos.. leitores https://www.facebook.com/groups/1394398780827420/ Bjinhos da ~U.S.O.