Um sonho, história e agora realidade.
16 Capítulo 16 - Resgate
Notas iniciais
Não possuo nada de extraordinário
Não sou um gênio
Não tenho um coração livre de impurezas
Não sou dona da beleza mais magnífica do planeta
Na verdade posso não ter o suficiente para lhe ofertar
Apenas a minha visão sobre o amor e o mundo e as noites
Apenas as minhas mãos suaves e macias e claras
Apenas a minha alma transparente e rosa
Apenas a minha boca cor de maçã e suave
Apenas o que é meu e posso lhe doar, sem pedir nada em troca:
Meu amor.
(pode não ser o suficiente, talvez seja o melhor que há.)
- Naruto pare quieto, nervoso como estas não conseguirá raciocinar direito – Falou Kakashi.
- Pai como pode está tão tranquilo? Por acaso não teme o pior? – Naruto falou desesperado.
- A quem me toma filho? Não se esqueça de que ela é minha filha e temos que ficar o mais seguro dos sentimentos, pois quando os policiais a libertarem termo que ter força para apoia-la, imagine o trauma que ela sentirá? Seja forte meu filho – Falou Kakashi tranquilizando-o.
- Senhor Kakashi recebemos uma chamada, a mulher informou ouvir gritos na casa do Dr. Pain – Informou o Detetive – Vamos tenho o mandato do juiz para averigua.
- Sim vamos – Respondeu ele.
Naruto parou de repente – Pai onde está meu irmão? – Perguntou preocupado.
- Em casa e depois vai à empresa – Falou.
No cativeiro Pain havia voltado para uma sessão de tortura.
- O que você quer? – Indaguei.
- Apenas ficar aqui com você, amanha receberei os passaportes para nossa viagem, pois enquanto permanecemos neste país não estaremos seguro...
- Fale por você, pois é você que faz o sujo – Falei cortando suas palavras.
Ele sorriu um sorriso cruel, seus olhos passaram lentamente pelo meu corpo, estremeci, era repugnante.
- Seu Pain, Óh seu Pain, tem uns policiais procurando pelo senhor – Falou a empregada.
- Vá lhes oferecerem alguma coisa Kurenai – Falou ele furioso.
Ficou andando de um lado para o outros, notava bolinhas de suor formar-se na testa, quando saiu rezei para que encontrar-se um modo de escapar dali.
Levantei-me e fui à porta, foi quando vi pela brecha a figura de Kurenai à empregada – Ei psiu – Murmurei.
Ela olhou para os lados e não encontrou ninguém – Aqui Kurenai, atrás da parede – A porta era escondida e quando ela o chamou e ele respondeu deu a entender que ele estava no quarto ao lado já que onde me encontrava era ligado por uma porta ao outro, mais a empregada não sabia era que este quarto onde me escondiam tinha uma porta que do outro lado dava a entender que era uma parede – Onde senhora, não estou lhe vendo e a porta está trancada, eu não tenho a chave – Respondeu ela – E se o senhor Pain me vê falando com a senhora vai me demitir e eu tenho que sustentar meus filhos.
- Kurenai eu estou atrás da parede, parede Kurenai, é uma porta que parece parede, toque-a que verá que estou dizendo a verdade, me liberte, e se ele vim prometo-lhe que não a denunciarei.
- Está bem senhora – Disse ela.
Com isso senti-me radiante com a possibilidade de ser resgatada, uma vez mais que os policiais estavam lá embaixo. Ou vi o trinco abrir e Kurenai abrir a porta – Pronta Kurenai vá para a cozinha e finja que nada aconteceu – Ela moveu a cabeça em sinal positivo, mais quando ela virou para esquerda a fim de chegar à escada Pain vinha e foi quando ele agarra-lhe o braço e levou-a até mim, fiquei desesperada, tratei de gritar, mais ele riu – Grite a vontade Hinata a policia está bem longe e não conseguiram ouvi-la.
Céus eu precisava fazer alguma coisa, peguei um jarro que estava sobre a mesinha, posicionei-me enquanto ele puxava o braço de Kurenai e brigava com ela, quando me aproximei ele notou minha presença, soltou Kurenai e partiu para cima de mim, não fui tão rápida como imaginava, ele me empurrou, bati forte contra a parede, perdi os sentidos mais foi coisa momentânea, quando me recobrei vi ele bater em Kurenai, a mesma gritava, dizia que nunca mais ei se intrometer em seus assuntos, fazia de tudo para aliviar a pancadaria.
Fui de novo, peguei outro jarro, mais dessa vez do quarto, quando voltei a está no corredor o vi lançar a empregada pela ampla janela, paralisei mais não podia deixar a oportunidade de salvar a mim e pedir ajuda para Kurenai, lancei com toda a força que tinha o jarro em sua cabeça, o jarro era de vidro, quando aconteceu o impacto o sangue espirrou de sua cabeça escorrendo por sua face, ele soltou um urro de dor, virou em minha direção e voou para cima de mim, senti o impacto forte, o ar pressionando meu pulmão, o ar não saia, ele estava me enforcando, foi quando veio o mordomo, pegou e lançou-se em cima de Pain, após fazer isso o ar voltou a circular, comecei a sentir forças para ajudar o rapaz.
O jardineiro havia ligado para a policia, pelo menos eu suponha isso, as sirenes tocavam, alivio passavam por mim, mais isso não impedia que ainda estivéssemos em perigo. Pain se soltou do mordomo, uma vez que havia lhe batido e lhe feito desmaia, veio correndo em minha direção, nos agarramos, eu mordia, arranhava, gritava, foi quando aconteceu, estávamos na beira da escada, não tínhamos notado, perdemos o equilibro e rolamos escada a baixo.
Sentia os degraus baterem fortemente pelas costas, o ar era expelido com dificuldade, senti bater a cabeça, a dor era insuportável, uma onda de escuridão se apossava de mim, mais ainda consegui vê Pain levantar cambaleante e seguir pelos fundos da casa, depois disso fiquei inconsciente.
Após saírem da casa de Pain sem nenhum resultado satisfatório de que fosse o sequestrador, a angustia ficava cada vez maior Naruto se desesperava cada vez mais, mais depois de quinze minutos, o delegado recebeu uma chamada de que estava acontecendo uma briga na casa do advogado, com uma freada brusco deu meia volta e atingiu a alta velocidade em direção a casa de Pain, tanto Kakashi quando Naruto estavam apreensivos de que Hinata estivesse bem.
- Quero todas as unidades na casa do advogado – Falou o delegado pelo radio.
Quando chegaram a casa encontraram cenas aterrorizantes, um dos policiais achara um corpo no canteiro de rosas, era o da empregada Kurenai, e assim que entraram na casa, me achara caída, chamaram a ambulância, enquanto os outros policiais revistavam a casa, encontraram o mordomo ainda desmaiado no corredor, era idoso e as pancadas tinha sido mais na face e por conta do empurrão ele se chocou contra a mesa batendo a cabeça.
- Céus Hinata, por santos! Alguém chame o médico, temos que tira-la daqui – Disse Naruto – Por favor, meu amor não me deixe – Ele falava com voz abafada por conta do choro.
- Calma meu filho – Falava Kakashi mais estava longe de está calmo.
A cena era angustiante estava com uma poça se formando ao redor do meu rosto por conta da pancada, tiveram que ser rápidos pois poderia ocorrer de a quantidade causar consequências, e não haver sobrevivência, sem falar que o sangue estava atingindo meu naraiz e estava tendo dificuldades para respirar.
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