Um sequestro Perfeito
6 POV Bonnie
Notas iniciais
Depois que estávamos todas para cada lado, eu andei pela boate toda procurando por ele. Ele estava bem ali. No meio da pista de dança com um segurança. Respirei bem fundo e disse para mim mesma " Calma vai dar tudo certo"
Vou andando em sua direção, mas eu tropecei em alguma coisa, alguém deve ter colocado o pé na minha frente. Eu fui justo cair nos braços dele. Pude sentir um pouco de seus músculos. Ele me segurou pelo braço e disse:
Você está bem? — pergunta ele, me ajudando a me equilibrar. Eu estou com a cabeça baixa e sentindo minhas bochechas arderem com certeza eu estava vermelha- Se machucou?
Não, estou bem, obrigada- digo levantando a cabeça, pude ver seus olhos azuis preocupados olhando para mim. Ele estava com seu cabelo bagunçado, uma regata preta e uma calça jeans preta rasgada no joelho. Simplesmente perfeito.
Ela já pode ir então.- disse o segurança me olhando como se eu fosse uma pessoa qualquer. Naquele momento deu vontade de mandar ele se foder, mas eu me contive.- Venha mocinha.
Pode deixar, vou conversar com ela um pouco no bar- diz ele olhando para mim com um olhar calmo e uma voz doce, não sei como conseguiria sequestrar ele.- Seus serviços acabaram hoje. Pode se divertir. Vem... como é seu nome?
B-Bonnie- digo gaguejando, por que eu estou gaguejando? Foi só uma pergunta simples vindo de Louis Tomilinson — O seu eu já sei... bom todos sabemos.
Fomos até o bar e pegamos alguns aperitivos, sentamos numa mesa e batemos um longo papo, até que o meu telefone toca. Acho que já sei até de quem é.Mensagem. " Para de blá- blá e anda logo." Que saco, Austin com certeza estava vigiando.
Aconteceu alguma coisa? — diz ele preocupado olhando para mim, aqueles olhos azuis me tiravam do sério.
Não, só aquelas mensagens que chegam e tiram você do sério- digo dando de ombros.
Vou no banheiro e já volto- diz ele e eu apenas assenti com a cabeça.
Pego o "Boa noite cinderela", acho esse nome ridículo mas fazer o que né? Jogo um pouco no copo dele, mas sempre olhando para os lado para ver se ele não vem. Se querer joguei mais do que devia. Mexi bem para ele não perceber. E fiquei quieta no meu canto aguardando ele chegar, como se nada tivesse acontecido. Quando ele voltou, tomou um gole enorme. Mas ele não podia "dormir", aqui não.
Não tô passando bem- digo- Vamos lá fora tomar um ar.
Também não estou passando bem, vamos sim- diz ele se levantando e colocando a mão na cabeça- Tô meio tonto.
Fomos até o fundo da boate, lá tinha uma porta que dava para um beco deserto. Tinha um carro lá, com certeza era o carro para levar ele. Ele ficou tonto e caiu em cima de mim, me levando junto pro chão.
Nossa, como você é pesado, nem parecia — digo tentando sair debaixo dele.
Quando eu consegui sair debaixo dele, tentei levantar ele, mas sem sucesso, tentei de tudo mas nada. Não podia pedir ajuda a ninguém senão suspeitariam, então tenho que me virar.
Tive a "brilhante" ideia de puxar ele pelo pé. Consegui arrastá-lo até o porta- malas. Agora o próximo desafio colar ele dentro do porta- malas. Tentei e tentei várias vezes colocar. Até que por fim consegui. Antes de fechar o porta — malas disse:
Você é o meu ídolo e tal, mas... boa viagem- digo fechando o porta- malas.
Entrei no carro, e antes de ligar, mandei uma mensagem para todas as meninas. Ligo o carro e vou direto para o chalé. Será que acabou? Tomara. O que será que me aguardará naquele chalé, com ele? Com Austin Mahone.
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