Notas iniciais
haaaa eu demorei pra posta, mil desculpas, tava com uns probleminhas mas prometo que não faço mas espero que gostem desse cap

o vento soprava forte a noite, galhos caiam de em cima do telhado com estrondos, a nevasca ficava a cada minuto mas forte. As crianças avião ido se deitar com suas mães, apenas a anciã permanecia na sala sendo aquecida pelo fogo da lareira, a anciã a olhava atentamente, mergulhada em céus pensamentos, balançando-se na cadeira de balanço e cantarolando uma musica. Pouco a pouco seus olhos foram fechando a pesar da relutância da senhora pouco a pouco ela foi mergulhando em um sono profundo e sereno.

– Ivy ta acordada? – mike pulava na cama da irmã animadamente, tentando acorda-la – ta acordada?.

– se você continuar pulando assim em cima de mim, não ficarei por muito tempo – ivy falou ainda sonolenta, mas mike continuou pulando em suas costas. Ivy olhou para o despertador na mesinha ao lado de sua cama. Marcava 06:00 – NÃO ACREDITO QUE VOCE ME ACORDOU UMA HORA DESSAS

– Ivy você prometeu – mike sentou-se na cama e começou a choramingar, baixinho – prometeu que ia me levar no lugar das suas musicas — Ivy sentou-se rindo da pequena irmã choramingando, ela a puxou e a abraçou com força

– sua bobinha, eu irei mostrar, mas não agora, esta muito sedo e eu tenho escola daqui a pouco então vamos dormir e quando eu chegar da escola eu te mostro ok?

– você promete? – mike a olhou com expectativa, e ivy assenti-o. Novamente avaliando a expressão da irmã mas velha – então faça aquela promessa

– A não mike, eu quero durmir por favo – ivy puxou o travesseiro de baixo da cabeça e cobri o rosto com ele.

– ivy faz o juramento – mike ficou de pé em cima da irmã e começou a pular sem parar – jura jura jura jura jura juuuuuuuuuuuura agora.

– ok – ivy falou fazendo a irmã se senta e sorri. Ela levantou-se da cama, sua camisola de flanela branca batia em seu joelho. Ela endireitou-se e então começou.

“eu, Ivy ” ela falou apontando pra si “juro pelas estrelas do céu” ela levantou a mão esquerda para o céu “ e as estrelinhas do mar” com a direita ela apontou para o chão “juro que pulando em um só pé” com a mão esquerda ela segurou o pé esquerdo e começou a pular “que quando chegar da escola te mostrarei onde e o lugar dos sonhos” ela continuou a pular mas se desequilibrou e caio de bunda no chão. Mike apontou pra ela e começou a ri sem parar. Ivy levantou-se do e andou ate sua cama, pegou mike no colo e a depositou na cama ao lado, e deu-lhe um beijo na testa e a embrulhou dizendo:

– agora durma maninha, se a mãe descobri que estamos acordadas vai fica uma fera....

– Ivy – uma voz esbravejava ao lado de fora da porta das crianças – Ivy, Mike, ivy eu sei que estão ai. Abra essa porta agora

– mike vire para o lado e feche os olhos bem forte – as batidas frenéticas aumentavam, os olhos de mike se arregalavam mas a cada batida que repercutia ao quarto. Ela cobriu-se com o lençol ate o topo da cabeça, a pequena tremia – isso agora imagine uma porta. Esta imaginando? – a pequena assentiu – abra ela e vera um mundo tão lindo quanto seus sonhos.

– Voce não vai vim Ivy? – ivy ouviu a tristeza na voz da pequena.

– Claro que vou, mas eu tenho que falar com mamãe um pouco, me espere la ok – mike assentiu e permaneceu quieta embaixo dos lenções, ivy respirou fundo e correu ate a porta, colocou a mão na maçaneta e a virou.

Os sons dos passos e da gritaria acordou a anciã que levantou-se de sua cadeira atordoada ao ver, sua filha corre ate a porta com uma mala na mão, a anciã andou rapidamente em direção a filha e segurou seu braço.

– onde você vai – a anciã começou a falar mas uma sessão de troce a interrompeu. Ivone acompanhou a anciã ate ela sentar-se na cadeira e a olhou nos olhos enquanto ajoelhava-se a sua frente.

– perdoe-me mamãe mas não aguentarei ficar essa semana aqui? – ela olhou para o topo da escada onde seu marido Dean estava – já não aguento mas tudo isso.

– por favo minha filha, fique aqui. Pelas crianças – novamente uma crise de tosse irrompeu da anciã – fique pelo menos ate eu termina a estória. – a anciã tocou na mão da filha e com um olhar perdido completou – esse pode ser o ultimo final de ano que passo com elas.

Ivone olhou para seu marido no topo das escadas e olhou para sua mãe, ela mordeu o lábio inferior e assenti-o positivamente, pegou sua mala e começou a subir as escadas. No topo quando ficou lado a lado com seu marido disse “fique bem longe de mim durante esses dias” e continuou a subir.

A anciã olhou para Dean, ele ofereceu um sorriso que nada significava, um sorriso seco, e desceu as escadas em direção a varanda onde algumas crianças brincavam, ela o encarou e viu o rosto das crianças se iluminarem ao vê-lo, a anciã recostou-se na cadeira e fechou os olhos mergulhando em céus devaneios.

Ivy tocou no ombro da irmã, que emburrada cruzava os braços a cima do peito e não a encarava, ela estava sentada no chão barrento, olhando para o horizonte azul. O sol estava forte mas ivy não sentia calor. Sua irmã so avia imaginado o chão árido e o seu azul. Não avia pensado no calor pra aquecer ou no vento para refrescar, so pensara no chão sujo e barrento e no céu azul e brilhante.

– Por que esta cara mike? – ivy sentou-se a seu lado.

– esse e o lugar fantástico que você disse – mike a encarou, e ivy assentiu – mas n tem nada aqui. So tem terra.

– Como você chegou aqui? – ivy perguntou com um sorriso no rosto.

– Pela porta – mike falou dando de ombros – uma porta dupla numa arvore morta, não foi difícil, so tinha ela la.

– claro, você so pensou na porta porque eu mandei você pensar nela – ivy rio da reação da irmã – agora feche os olhos e imagine arvores rios ate um castelo se quiser, mas por favo, nada de bichos.

Mike fechou os olhos, e sentiu o vento bater em seu rosto o sol tocar sua pele, o som dos pássaros. Quando abril novamente um imenso jardim avia sido construído, mike olhou boquiaberta para a irmã, que sorria também, mas a alegria de mike passou quando viu o braço da irmã

– oque foi isso – mike perguntou apontando para uma grande marca roxa no braço de ivy. Ela tentou esconder e sorri mas n adiantou – como fico assim?

– eu machuquei — ela falou sem olhar nos olhos da irmã – so isso, acabei caindo e fico roxo, — ela sorrio – e melhor ir brincar logo pois daqui a pouco vamos ter que voltar.

– não – mike fez um bico, mas quando o chão tremeu e um grande poste com um relógio no topo surgiu, ela olhou para a irmã – ivyyyyy.

– tic tac tic tac, o relógio ta andando, melhor ir logo – ivy abril mas o sorriso quando viu sua irmã corre para uma pequena casinha rosa que tinha acabado de surgi. Mike parou e olhou para trás.

– vamos poder voltar aqui sempre? – ela perguntou para Ivy

– sempre. Esse e nosso pequeno mundinho, podemos vim quando quisermos – mike sorriu e entrou na casinha.

Ivy ficou olhando a irmãzinha brincar enquanto passava a mao no machucado. Sua mãe não avia gostado de como ela correu com a irmã na noite passada, seu pai avia ficado triste e isso deixou sua mãe enfurecida. As vezes ela não intendia a mãe. Sempre brigava com o pai mas quando ela o desrespeitava ou o deixava triste sua mãe sempre a castigava, nunca ligava se ivy e mike avião ficado tão tristes quanto o pai. Uma lagrima correu pelo rosto de ivy mas ela tratou de enxuga-la.

– vovó, a senhora vai conta a estória? — Lyana filha de Jasmim puxava a barra do vestido da anciã, tirando-a de seus pensamentos.

– Claro, chame as outras que começarei a contar – Lyana correu para fora alegremente para chama suas primas, Jasmim andou ate sua mãe.

– A senhora esta bem o suficiente para continuar com a estória mãe? Ivone me contou que a senhora n estava muito bem.

– estou sim minha querida. Chame suas irmã para que eu continue

Jasmim assentiu e subiu as escadas. Cada minuto que contando essa estória era um minuto que passava com a família, sem brigas nem discussões, so as filhas e as netas ouvindo atentamente. isso era a única coisa que a anciã queria, passa um tempo com a família.

Notas finais
obrigada por terem lido e espero que tenham gostado ate a procima