Um príncipe em minha vida
1 Prólogo
Notas iniciais
Espero que gostem e espero sugestões e comentários.
Ps. - Não achei a categoria aqui no Nyah! e por isso cadastrei a história como original. Vou procurar saber como se cadastra novas categorias aqui no site para fazer a correção!
Alex Claremont-Diaz é o primeiro-filho dos Estados Unidos e o namorado do Príncipe da Inglaterra. Por mais que ele goste de desempenhar essas duas funções, ambas o impedem de ter qualquer tipo de privacidade. É por isso que ele aproveita os minutos sozinhos com Henry deitado em seus braços, na antiga casa dos seus pais em Austin.
A apuração dos votos foi tensa e emocionante. O Texas, pela primeira vez em muito tempo, foi um estado decisivo e ajudou a reeleger Ellen Claremont para mais quatro anos na Casa Branca. Por alguns minutos, durante aquela noite, Alex imaginou que sua mãe seria derrotada nas urnas por Richards. O apoio e o otimismo de Henry foram importantes naquela hora.
O despertador do celular, depositado no criado-mudo ao lado da cama, começa a tocar. São 8 horas da manhã e a casa parece vazia, como se todos houvessem premeditado que os dois estariam ali, passando uma noite romântica e repleta de boquetes reais. Alex pega o aparelho para desativar o som e, entrando em suas redes sociais, nota que a reeleição de sua mãe é, obviamente, o assunto mais comentado em todo o mundo.
Há também uma mensagem de June, dizendo que Ellen e sua equipe já retornaram para Washington e que ela e Nora decidiram passar a noite em um hotel. Pelo menos até o fim daquele dia, a casa estaria livre para Alex e Henry descansarem da rotina frenética que ocupou as suas vidas durante os últimos dias.
Alex decide se levantar para preparar o café da manhã para Henry. A última vez que ele preparou o café da manhã para o namorado foi durante o fim de semana de folga no sítio do seu pai. Naquela ocasião, as coisas não ocorreram nada bem. Henry tivera um surto ao perceber que o romance dos dois estava fadado ao fracasso, graças a homofobia e a heteronormatividade do Palácio de Buckingham.
Pelo menos por enquanto, aquela situação parecia ter sido resolvida. A mãe de Henry fora fundamental naquele processo e a grande Rainha da Inglaterra havia cedido as tradições da monarquia pela verdadeira essência do neto. Não que a avó e o irmão estivessem totalmente convencidos com o namoro de Henry com Alex, mas ambos não precisavam da aprovação real para serem felizes.
As panquecas estão quase prontas quando Henry encontra Alex na cozinha. Um sorri para o outro, no momento em que se aproximam e se beijam ferozmente. O maior desejo de Alex, durante toda a sua vida, foi entrar para a história. Ele, junto com Henry, havia conseguido essa façanha. Não do jeito que ele imaginava, inicialmente. Mas estava completamente satisfeito com o rumo que as coisas estavam tomando.
A relação dos dois era baseada em dois pilares principais. O primeiro, a conexão que um sentia pelo outro. Mais do que namorados, Alex encontrava em Henry um amigo. Os dois se entendiam, se ajudavam e se aconselhavam. O segundo pilar, era o libido que corre nas veias de todo garoto que está na casa dos 20 anos. Na maior parte do tempo que ficavam sozinhos, Alex e Henry estavam transando loucamente.
E foi exatamente isso que os dois foram fazer depois do café da manhã. Na cama de solteiro que Alex costumava dormir quando era pequeno, ele joga Henry com força sobre o colchão. Os dois estão acostumados com as camas luxuosas e espaçosas da realeza e da Casa Branca, mas naquele momento qualquer coisa viria a calhar. Alex não se sentiria confortável em levar Henry para a cama de casal do quarto que costuma ser dos seus pais quando os dois ainda não eram divorciados.
O beijo dos dois é intenso. Alex começa na boca de Henry, mas pouco tempo depois desce para o pescoço. A pele branca do príncipe vai ficando mais vermelha a cada investida de Alex. Os dois tiram os pijamas, ficando somente de cuecas. Alex chupa os mamilos de Henry como se não houvesse amanhã. As respostas do parceiro são aquelas de alguém que está no ápice da excitação. Ele imagina a rainha, no auge dos seus quase 90 anos, ouvindo aquelas palavras da boca do neto. Viva a monarquia!
Não demora muito para que Alex comece a chupar o pau de Henry. Ele nunca havia feito um boquete antes da primeira vez que os dois se chuparam, no começo do ano na Casa Branca. Por mais que tenha sarrado Liam em uma noite de pegação após bebidas, Alex nunca havia feito sexo com qualquer homem antes das noites com Henry. E ambos estavam tão conectados nos últimos dias, que ele sequer imaginava que algum dia faria algo com outro que não fosse o seu príncipe.
O pênis de Henry era branco e comprido. A cabeça rosa, dentro da boca de Alex, tinha gosto de poder e felicidade. Henry estava completamente entregue e gemia loucamente a cada vez que Alex enfiava seu membro até a garganta. O loiro colocou as mãos nos cabelos castanhos do primeiro-filho. Agora ele estava sentado na beirada da cama, enquanto Alex estava ajoelhado fazendo aquele boquete, de maneira tão intensa, como se fosse o último de sua vida.
Hora de inverter os papéis. Alex se levanta e encosta nas paredes azuis do seu antigo quarto. Henry se ajoelha aos pés do filho da presidenta. A tonalidade da pele do democrata é bem mais morena, graças a sua ascendência latina. O contraste da cor dos dois é algo incrível. É como se um completasse o outro.
Se Alex sente gosto de poder no pênis de Henry, ao abocanhar o membro do namorado o príncipe não sente apenas uma mistura de gostos, mas de várias outras sensações. Em primeiro lugar, ele se sente o homem mais realizado de todo mundo. Ele tem na sua boca o homem que mais desejou em toda a vida, desde as Olimpíadas de 2016 no Rio de Janeiro. O gosto de se fazer história como primeiro membro da monarquia a ser assumidamente gay. A ser completamente gay.
O pênis de Henry é maior que o de Alex, mas a anatomia do pau de cada um é ideal na concepção do outro. Ele aperta as coxas do parceiro ao tempo que circula a língua por toda a extensão de seu membro, da cabeça até as bolas. Alex é muito menos sutil na hora de expressar todo o tesão que está sentindo. Muitos palavrões, misturados com agradecimentos a Deus e a monarquia. Eles se sentem infinitos.
Terminado a fase oral, Henry pega o lubrificante que carrega para todos os lugar e que já possuía quando foi penetrado por Alex pela primeira vez após uma noite de música e muito álcool. Os dois estão deitados novamente. Os beijos de Alex vão descendo pelo abdômen de Henry. Alex coloca a camisinha e passa o lubrificante no parceiro. Ele começa a masturbar Henry que, no exato momento, desenha uma expressão que mistura alegria e tesão.
Henry vira de costas e morde a fronha do travesseiro de Alex, encapado por uma macia fronha azul roial. Alex pega seu próprio pênis e insere no interior do namorado. A cada estocada, o príncipe estremece as pernas e por um segundo sobe até o céu. O corpo dos dois se encaixam perfeitamente, e os movimentos ficam cada vez mais rápidos.
Depois de algum tempo, e de ambos em extâse, Henry deita sua cabeça loira no peitoral de Alex. De todas as vezes que transaram, que não foram poucas, talvez esta tenha sido a mais intensa. Nunca uma relação diplomática entre os dois países funcionou tanto. Estados Unidos e Inglaterra jamais estiveram tão conectados.
Notas finais
Obrigado por terem lido.
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