Um pequeno presente do futuro

8 Capítulo 8 – Operação Cupido


Notas iniciais
Terminei de escrever antes do previsto O.O Então ai está mais um Cap. pra vocês .-. Boa Leitura ^^

Depois que Haruka foi para o esquadrão de Kidou os cinco ficam em silencio, ninguém se atrevia a abrir a boca. E por mais que quisessem que as horas passassem depressa parecia que o tempo queria pregar uma peça.

_ Matsumoto fukutaichou... – a pequena decide chamar a mãe formalmente, e todos a encaram como se tivesse feito algo errado – é....eu agradeço todos vocês quererem me protegem, mas não será necessário e....

_ Hana, a protegemos porque queremos que você exista – Rukia estava cada vez mais encantada com sua sobrinha – e eu não quero que você corra perigo.

_ Escute a Rukia Hana, ela pode parecer gentil, mas não a deixe brava – Renji leva um peteleco de Rukia enquanto fala – viu só?

_ Eu sei, mas como vocês se sentiriam se tivessem que ser protegidos que nem criança? – pergunta a menina.

_ Mas você é uma criança – responde Byakuya – uma criança que também é uma fukutaichou.

_ Me diga, o que você faz para se divertir? – Rangiku entra na conversa

_ Normalmente eu saio com a Yachiru, ela é minha melhor amiga, e uma das poucas pessoas que vocês dois confiam.

_ Então está decidido, convidaremos a Yachiru para passar o dia aqui, o que acha? – pergunta Rangiku

_ Sério mesmo? – a menina parecia eufórica

_ Claro! – diz Byakuya, que pela primeira vez sentiu agindo como pai.

_ Eu mandarei uma borboleta infernal pra ela. – Rukia ia se virando quando foi impedida por Renji.

_ Pode deixar, eu tenho alguns assuntos com o Ikaku, e aproveito e falo pessoalmente com a Yachiru.

_ Ok então, assim eu fico aqui com a minha sobrinha – Rukia abraça a menina.

_ Já que a Onee-sama foi resolver alguns assuntos do esquadrão de Kidou, vou pedir para que façam um jantar para nós. – ele olha a menina que ainda está abraçada a Rukia – tem algum prato que você goste?

_ O meu prato favorito é o mesmo do papa..... é do Kuchiki taichou.

_ Então vou pedir para que preparem o melhor Udon da seireitei – Rangiku sorri.

_ Rangiku como sabe o prato preferido do Onii-sama? – Rukia pergunta, e percebe que Renji também está curioso.

_ “Melhores amigos” lembra? – Rangiku se vira e sai em direção a mansão.

_ O que a Rangiku quis dizer com “Melhores amigos” Rukia? – Renji estava curioso.

_ Nada não. – Rukia achou melhor cortar o assunto.

_ Se você diz... – balança a cabeça – bom acho que vou jantar no décimo primeiro esquadrão, vejo vocês amanhã, principalmente você princesinha – Renji sorri para a garota que corresponde.

_ Eu tenho alguns assuntos a resolver mas volto depois, se você quiser Hana. – Byakuya se prepara para sair.

_ Claro! Vou adorar se você puder jantar conosco. – a menina pede de um jeito que não tem como negar.

_ Tudo bem volto mais tarde então.

Rukia e Hana assistem Byakuya desaparecer pelo portão da mansão Matsumoto. Rukia olha para a garota e percebe que a mesma está armando alguma coisa.

_ O que você pretende fazer hein? – pergunta arqueando a sobrancelha.

_ Nada. Eu juro – a menina se faz de inocente.

_ Algo me diz que seu prato favorito não é Udon – Rukia encara a menina que sorri envergonhada.

_ Promete que não vai contar a eles? – faz cara de dó.

_ Você pretende cabular o jantar e deixar os dois sozinhos? – a garota confirma com a cabeça – boba. Sabe um plano desse só funcionaria se eles estivessem juntos e brigados, o que não é o caso.

_ Yachiru diz que eu sou péssima com planos, não conseguiria juntar nem duas formigas. – as duas riem

_ Mas por que não deixa as coisas ocorrerem normalmente?

_ Porque eles não parecem que se gostam, só que são colegas de trabalho, então pensei se os dois tivessem um jantar romântico, o amor deles podia florescer.

Sem as duas perceberem Rangiku escutou toda a conversa, ela então decide voltar para dentro da mansão, onde depois de fechar a porta, leva as pontas dos dedos em direção aos lábios, lembrando do beijo que dividira com Byakuya. Ela sabia que não conseguiria fingir por mais tempo se o Byakuya continuasse a insistir no relacionamento dos dois. Afinal ela o amava.

No lado de fora da mansão Rukia ria com os planos que Hana criava para juntar os pais.

_ Nenhum desses planos funcionaria! – a voz vem de trás das duas, que levam um baita susto.

_ Yachiru, você me assustou – Hana abraça a amiga, que nem parece ligar.

_ Se quiser posso te ajudar – a garota de cabelos rosa fala empolgada – não tem nada divertido pra fazer mesmo.

_ Ei vocês duas, vão acabar ficando de castigo – Rukia reprendia.

_ Para de ser chata, e o Ken-chan nunca me deixaria de castigo, e vai ser divertido. – Yachiru deixou a herdeira da família Kuchiki interessada.

_ Eu não vou me responsabilizar.

_ Do que vocês estão falando? – Haruka que acabou de chegar, acaba assustando as três garotas.

_ Elas estão pretendendo....

_ Nada — Yachiru mente.

_ Se o plano de vocês era algo relacionado em deixar apenas duas pessoas no jantar, creio que terei que dar uma má noticia. – Haruka diz, sem se importar com a mentira.

_ Quem diss....

_ Que má noticia? – pergunta Hana, interrompendo Yachiru.

_ Enquanto eu estava voltando para cá, eu encontrei Rangiku – ela olha as três que pareciam surpresas – e ela disse que tem muitas tarefas a fazer, e que viria amanhã cedo para ver você Hana.

_ Mas....não é justo – fala Yachiru.

_ Tudo bem, acho que eu não vou ver meus pais do passado juntos – Hana parecia triste.

_ O jantar está pronto. – diz uma das guardas da casa.

_ Ok, estamos indo – Haruka diz sorrindo – vamos porque vocês devem estar cansada, de tantos planos que devem ter criado.

Andando pelas ruas da ala das mansões, Rangiku parecia perdida, e acaba indo parar na trilha para a floresta da seireitei.

_ Pensei que iria jantar na mansão Matsumoto.

_ Byakuya, me deixa sozinha por favor – diz sem olhar para trás.

_ Como quer que eu te deixe sozinha se parece perdida? – ele pergunta um pouco enfurecido.

_ Você não entende..... – ela começa a andar mais rápido.

_ Não entendo o que? – ele pergunta andando atrás dela, que tropeça, ele tenta segurá-la, mas cai juto com ela barranco a baixo até caírem dentro do lago onde tinha a cachoeira, e ficam completamente molhados

Ela acaba caindo em cima dele, e rapidamente tenta se levantar, e escorrega caindo novamente, depois que ela sai decima dele eles se sentam um do lado do outro dentro do lago, na parte rasa. Ela olha para o céu, era uma noite clara e bela, enquanto ele admira a beleza dela então ele tira o fio de cabelo do rosto dela colocando atrás da orelha dela, o que a faz olha-lo

_ Me desculpe, mas se você não tivesse me seguido.....

Ela é interrompida pelos lábio dele nos dela, um beijo suave que faz eles ficarem cada vez mais próximos um do outro até que Rangiku o empurra o que faz com que ele caia no lago novamente.

_ Desculpa, eu só....

Dessa vez é ele que é interrompido pelos lábios dela, ela cai em cima dele, o que faz ele ficar deitado com as costas no chão. Ele leva uma das mãos para o cabelo dela e a outra ele deposita na cintura. O tempo parecia parar para eles dois, como se nada mais importava, apenas os dois juntos ali. Depois desse beijo sufocante onde os dois ficam sem folego, outro beijo se inicia. Ele começa a desamarrar a shihakusho dela jogando a fita longe, enquanto ela abre a parte de cima da shihakusho dele deixando o peito dele a mostra.

_ Eu te amo, Byakuya. – ela diz entre um dos beijos.

_ Eu te amo – ele diz sussurrando no ouvido dela, e depois beija o pescoço dela até chegar nos doces lábios que ela tem.

E apenas a lua é testemunha do amor dos dois, que acabam por ficar ali por mais tempo que imaginaram. Depois de se entregarem ao amor que um sentia pelo outro, ela deita no peito nu dele, e ele a abraça, e acabam adormecendo.

Com o primeiro raio de sol, Byakuya acorda, e sorri ao olhar Rangiku que ainda estava adormecida em cima dele. Com o maior cuidado para não acordá-la, ele faz carinho no cabelo dela.

_ Byakuya... – ela fala meio sonolenta.

_ Bom dia meu amor – ao dizer ele recebe um beijo dela, e depois ela o encara com aqueles olhos azuis.

_ Eu até diria que podíamos ficar assim o dia todo, mas se não sairmos da água acabaremos gripados. – ela diz. Mas ao invés de levantar ele rola ficando por cima dela e a beija, um beijo delicado.

_ Adoraria acordar assim todos os dias Rangiku, mas creio que você recolocará a mascara e negará nosso amor. –diz sarcasticamente.

_ Eu te amo, e eu cansei de mentir pra mim mesma Byakuya – eles ficam olho no olho – Eu te amo, entendeu?

_ Eu te amo Rangiku, hoje e sempre! – ele a deixa corada com a confissão – mas você já sabia disso só não queria aceitar.

Ele a beija apaixonadamente, e a abraça não queria que aquilo acabasse, mas eles tinham um dia cheio. Os dois começam a recolocar a shihakusho, até estarem completamente vestidos. Depois ele a puxa pra si, colando os corpos, e a beija que a deixa sem folego.

_ Te vejo mais tarde. – Ele fala depois desaparece com shunpo.

_ O que foi que eu fiz? – ela pergunta para si mesma, e pensa “ não tem como voltar a trás, eu o amo”.

Ela vai para o quarto dela no quartel, onde toma um banho quente e depois coloca roupas secas. Enfim arrumada ela se dirige a mansão Matsumoto.

_ Bom dia Rangiku – Haruka sorri para a irmã mais nova. – caiu da cama? Ou está virando costume acordar cedo?

_ Muito engraçado Onee-sama. –finge estar brava – Atchim!

_ Está gripada Rangiku? – Rukia pergunta se aproximando das duas.

_ Acho que é um resfriado passageiro.

_ Espero não pegar também. – diz Rukia

_ O que quer dizer com também? – pergunta Haruka

_ Ah! O Onii-sama também amanheceu resfriado. – diz Rukia na maior inocência.

_ O Byakuya também está resfriado? – Haruka pergunta olhando para Rangiku que fica corada – Que coincidência não acha Rangiku?

_ Deve ser um vírus – diz como se não fosse nada de mais – mas mudando de assunto a Hana ainda não acordou?

_ É eu quero ver minha sobrinha linda!

_ Sim ela está acordada, está tomando café com a Yachiru, que passou a noite aqui. – Haruka sorri.

_ Então vou lá falar com elas – Rukia sorri e entra na mansão.

_ Resfriado é? – Haruka fala sarcasticamente.

_ Podemos mudar de assunto?

_ Claro, mas vejo que a noite em claro que Hana e Yachiru passaram para criar um plano pra juntar você e o Byakuya é menos necessário do que elas imaginam.

_ Onee-sama, por favor.... – Rangiku implora completamente corada.

_ Ok, não tocarei no assunto. – ri – mas o que vocês dois pretendem?

_ Não sei....

_ Você sabe que não conseguiram esconder por muito tempo?

_ Eu sei....

_ O que você sabe Rangiku? – pergunta Renji

_ Nada não..... é Rukia está lá dentro com as garotas – Haruka fala – hum Rangiku você pode me ajudar no esquadrão de Kidou hoje?

_ Vou ver com o taichou, mas acho que tudo bem.

_ Então te vejo mais tarde Rangiku, Tchau Renji, cuide bem das garotas.

_ Eu vou indo também, pelo visto meu dia vai ser cheio, tchau Renji.

Renji entra na mansão e vai para a sala de jantar onde encontra as três garotas tramando alguma coisa.

_ O que estão fazendo? – pergunta assim que entra na sala de jantar.

_ Um plano pra juntar o Byakuya e a Rangiku – fala a garota de cabelos rosa.

_ Vocês querem morrer? – ele olha para Rukia – E você ainda incentiva elas?

_ Sabe Renji, — Rukia respira – eu quero que minha sobrinha venha a nascer e que meu Onii-sama seja feliz, então sim.

_ Você não vai contar nada a ninguém né? – Hana pergunta quase implorando.

_ Ok, e o que eu posso fazer pra ajudar. – ao escutarem as palavras de Renji as três abrem o maior sorriso.

Byakuya estava no seu escritório no sexto esquadrão, e avisou que não queria ser interrompido, e até deu o dia de folga para Renji. A única coisa que passava em sua cabeça era Rangiku e a noite que dividiram.

_ Atchim!!!

_ Você ainda não melhorou onii-sama?

_ Rukia o que faz aqui?

_ Vim ver se você estava melhor e dizer que hoje faremos um jantar na mansão, quero que Hana se sinta em casa, tudo bem?

_ Claro Rukia, o que precisar.

_ Obrigada Onii-sama! – ela diz alegremente – ah! Quase me esqueci, parece que Rangiku também pegou um resfriado. Bom vou indo. – depois de terminar de falar ela sai correndo.

_ Então quer dizer que ela também ficou resfriada? – ele sorri

Rukia chega na mansão Kuchiki e já ordena várias coisas para o jantar, e depois vai para seu quarto na mansão onde encontra Renji, Hana e Yachiru.

_ Primeira parte do plano, ok! — ao escurarem os outros três abrem um sorriso – Então agora é com você Hana.

_ Hai, pode deixar eu vou trazer ela aqui hoje a noite.

_ E assim vamos fazer esses dois se apaixonarem – Yachiru e Hana falam juntas. E todos sorriem.

Notas finais
Proximo cap. acho que só semana que vem…. O.O