Um morango na Europa
16 Tretas. ~~~ (Excruciar).
Notas iniciais

Eu não poderia fechar a França sem chave de ouro. Ao final de uma baladinha, paguei o maior barraco com uma bicha terrível de chata.
— Tá achando que isso aqui é cabaré quirida?? VAZA!
Que porcaria de lástima insuportável. Já começou com o apelido ridículo de Luppi, toda dada pra cima do Renji, que por sua vez estava podre de bêbado.
— Que é? Tá achando que esse teu cabelinho seco segura algum macho?
NOSSA, COMO O DESGRAÇADO ERA IRRITANTE. Era o tipo de criatura que se brota do inferno só pra excruciar a vida dos outros, sabe? Vozínha fina, igual à cintura da criatura. E não parava de se jogar no meu ruivinho!
— Querida dá licença que eu não preciso segurar macho nenhum. Segundo que esse é o MEU AMIGO, e ele não tem NADA a tratar com você tá?
A bicha começou a rebolar no salto, fazendo pose e falando merda. Claro que eu rebati com um fora melhor que o outro. Foi quando ela não tinha mais o que falar e partiu pro vandalismo. Veio puxando meu cabelo, juro, doida, a viada. Foi quando veio um policial lindíssimo e parou o barraco.
Claro que peguei o número dele.
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