Notas iniciais
Gente, Desculpem a demora, eu estou doente e melhorei um pouco esses dias e acabei aproveitando pra postar logo esse capítulo pra vocês.

Acordei sentindo minha cabeça latejar, nossa.Lembro- me de que logo depois que a Soraya saiu, passei mais um tempo na varanda e depois me joguei na minha cama e dormi um sonho não muito tranquilo, tive pesadelos, acordei suando frio e com o coração disparado pela madrugada.

Levantei-me e me direcionei ao banheiro tomando um banho frio, logo depois veste uma bermuda jeans e uma camisa branca e uma blusa xadrez por cima e os meus sapatos.

Quando cheguei lá embaixo do estava a Soraya falando com as empregadas, depois de dar algumas instruções pra elas, elas foram pra cozinha e ela veio me cumprimentar já que eu estava na sala de estar e ela na sala de jantar.

_ Bom dia Gabo — ela disse me dando um beijo na bochecha.

_ Bom dia, acho que eu acordei cedo demais, achei que já estavam todos aqui.

_ Pois é rsrs', ainda é muito cedo — ela disse se sentando no sofá.

_ Mas e você o que ta fazendo tão cedo acordada ?

_ Ah! Não consegue dormir direito.

_ Nem eu — falei baixinho.

Ficamos conversando por um tempo até sermos interrompidos por vozes que vinham na nossa direção, era todos que faltavam.

_ Bom dia mano — Tiago disse batendo na minha cabeça e sentando ao lado da esposa.

_ Aí veio — disse passando a mão no lugar que ele tinha batido.

_ Filho — Minha mãe disse me dando um beijo na bochecha.

_ Bom dia mãe — disse dando um beijo nela.

_ Bom dia — Meu Pai disse sem citar nomes.

_ Bom dia senhor Brenner digo Anthony — Soraya disse.

Ficamos conversando alguns minutos até as serviçais serviram o café da manhã que a Soraya tinha pedido pra elas fazerem.

_ Gabo, eu e o Tiago estamos indo amanhã pra São Paulo, você vem conosco ? — Soraya perguntou.

_ Olha Soraya vai depender se eu conseguir resolver todos os meus assuntos hoje — eu disse tomando meu suco de laranja já na mesa.

_ Que negócios ? Achei que você tinha vindo exclusivamente pra Pirlatex Gabo — Tiago comentou.

_ E vim mas isso não me impede de tentar conseguir outros financiamentos pra outros projetos.

_ Hum, certo.

Continuamos todos tomando café da manhã na mesa sem brigas.

_ Bom, eu tenho que ir pra clínica — Meu Pai disse beijando minha mãe e saindo.

_ E eu tenho que ir resolver logo tudo isso — disse saindo da mesa e subindo as escadas, cheguei no meu quarto peguei minha bolsa e desce.

_ Mãe, será que a senhora pode me emprestar o seu carro ? Odeio Táxi.

_ Claro meu amor — ela disse pegando as chaves.

Quando já estáva dirigindo pelas ruas da cidade percebe que tudo aqui continuava como era antes, muitas pessoas andando de um lado para o outro, todos diferentes e tão iguais ao mesmo tempo, só o trânsito que parecia mudado mas pra pior, parece que nasce carro do chão desse jeito.

Cheguei ao meu destino final que era um parque, país brincando com seus filho, homens e mulheres levando seus cachorros pra passear, isso me lembra a alguém.

À ele.

Sentei no banquinho e peguei o jornal que tinha comprado e fingi ta Lendo, quando alguém sentou do meu lado, colocou um envelope preto no banquinho, pegou o celular ligou pra alguém, falou, falou e falou e depois saiu andando.

Esperei alguns minutos, peguei o envelope coloquei dentro da bolsa e sai.

Quando cheguei no carro, coloquei a bolsa no banco, não iria abrir agora pra ver as informações que ele tinha conseguido, só depois.

Sendo assim dirigi pra empresa Rangel, tinha uma reunião lá com o presidente da empresa, Valmir Rangel.

Já na sala com o presidente nós conversavamos.

_ Muito interessante esse projeto Gabriel mas eu tenho que te dizer que, já estamos no meio do ano e o orçamento de financiamento de projetos desse porte já estão comprometidos.

_ Senhor Rangel... — sou interrompido por ele.

_ Só Valmir, rapaz.

_ Certo, Valmir eu estou ciente desta situação mas eu não pretendia e nem pretendo tirar esse projeto do papel esse ano, eu já estou trabalhando em outro projeto nesse meio de ano, por isso que eu vim diretamente em você, porque nossas agendas são bem compatíveis.

_ OK Gabriel mas você mora em Londres certo ? E essa obra é aqui no Brasil...

_ Não tem nenhum empecilho de que me impeça ficar o tempo necessário aqui no Brasil.

_ Mas você ta falando isso como o arquiteto que fez esse projeto ou o engenheiro que pretende botar essa obra em andamento ?

_ Como os dois Valmir.

_ Vamos fazer assim, você sabe eu tenho sócios tenho que consulta- lós, irei falar com eles e depois entro em contanto com você.

_ Claro mas Valmir e o seu voto ? É um sim ou um não ? — disse me levantando.

Ele se levantou, olhou pra mim, estendeu a mão e sorriu.

_ É um sim rapaz.

Sorri pra ele e apertei a mão dele.

_ Foi um prazer te conhecer pessoalmente Valmir.

_ Prazir foi todo meu.

E assim voltei ao carro e dirigi até a praia, quando cheguei lá sai e peguei o envelope.

Fui pra cima de uma gigante que lá tinha e abri o envelope, li todas as informações ali e não tinha o que eu esperava.

Droga, Droga e Droga ....

Sai de cima da Pedra e comecei a andar pela areia, fiquei a andar por um tempo andando pela areia e depois sentei na mesa e fiquei a pensar no passado.

Estávamos os três a andar de bicicleta na rua, quer dizer o Tiago e ele estava me ensinando a andar.

_ Olha só Biel, não é pra ter medo OK ? — Tiago disse.

_ Eu vou estar te segurando o tempo todo — ele disse passando a mão no meu cabelo.

Eles me colocaram encima da bicicleta, confesso que eu estava com um pouco de medo, eu segurei firme na bicicleta enquanto os dois segurava a bicicleta e eu, comecei a pedalar bem devagar e eles continuaram a me segurar, de repente eles deram um empurrão na bicicleta e me soltaram, eu comecei a ficar nervoso, consegue controlar a bicicleta por pouco tempo depois acabei caindo no chão.

Ouço os passos deles correndo em minha direção, eles se agancham perto de mim com olhos preocupados.

_ Você se ralou muito ? — Tiago pergunta.

_ Ta tudo bem, Biel ? — Ele pergunta.

_ O que VOCÊS acham hein ? Vocês prometeram que não iam me soltar e me soltaram — eu disse me levantando e tirando meu capacete, joguei o capacete no chão.

_ Calma, foi só a segunda queda, você ta indo bem — Tiago disse.

_ Eu não vou mais aprender essa porcaria, me deixa em paz, vocês dois — eu disse saindo correndo.

_ Ei espera, Biel.

_ Me esquece, Damon — continuei a correr.

Caramba ... Eu dei um mega trabalho depois pra aprender a andar de bicicleta certinho, Lembro- me que o Tiago tava numa época rebelde, portanto não tinha paciência pra mim, meu Pai quase não parava em casa, só ficava na clínica e minha mãe também trabalhava, acabou que o Damon me ensinou.

Voltei para o carro e comecei a dirigir pra casa.

Quando cheguei lá não tinha ninguém lá, apenas a Soraya.

_ Todos saíram Gabo — ela disse se sentando no sofá e cruzando as pernas.

_ Pois é, to vendo, você sabe pra onde minha mãe foi ?

_ Não, ela disse que voltava logo.

_ OK, vou subir.

_ Certo.

Subi as escadas pro meu quarto e fui tomar um banho, quando terminei o banho, enrolei uma toalha na minha cintura e sai do banheiro pra me deparar com a Soraya sentada na cama.

_ Soraya ? — disse a olhando confuso.

_ Gabo, Gabo, Gabo — ela disse se levantando e ficando na minha frente.

_ Ahn ? — disse mais confuso ainda.

_ Não é possível que você ainda não tenha percebido — ela disse passando a mão no meu peitoral .

Perceber teus olhares eu percebe, só não sabia se eu tava ficando maluco ou você que era uma vadia mesmo, pensei em dizer em voz alta mais deixei quieto.

De repente ela me beijou, tipo ela me beijou, a mulher do meu irmão me beijou.

Imediatamente a empurrei fazendo ela se afastar de mim.

_ TA MALUCA ? — disse passando a mão na minha boca.

_ Dúvido que você não gostou.

_ Sai daqui AGORA.

_ Vamos aproveitar — ela disse chegando mais perto e colocando a mão no meu cabelo, a peguei pelo braço e a coloquei pra fora do quarto, fechando a porta com força em seguida.

Notas finais
Espero que tenham gostado.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.