Um dia maravilhosamente infernal
1 O pior melhor dia de todos.
Notas iniciais
Eu to banhada em provas, trabalhos e coisas pra fazer e a minha vida ta um caos completo então desculpa se não ficou tão boa. O animal que eu peguei foi pinguim.
P.O. V Autora
Desde o início de seu namoro Arthur, seu lindo atual namorado, tem estado cada vez mais feliz, seu relacionamento que hoje completa 3 anos o fez feliz desde que pediu a mão de seu namorado em namoro, o que honestamente foi difícil engolir todo seu orgulho e preconceito para pedi-lo em namoro, e agora, três anos depois ele se sente da mesma coisa já que vai pedi-lo em casamento. Desde a ansiedade, o medo de receber um não, é tudo tão intenso.
Imaginou um cenário romântico, a luz de velas, com música de fundo, ambos de terno parecendo pinguins engravatados, tudo seria perfeito.... Isso é claro se o idiota, estúpido do seu namorado não tivesse deixado ele plantado lá com cara de idiota, estando 30 minutos atrasado. Não sabia o motivo de Allan estar tão atrasado, mas seja qual for é melhor seu futuro esposo ter uma boa justificativa para o seu atraso. Ele já devia ter mandado suma 20 mensagens para o outro que não respondia em nenhuma forma de contato, ele estava preocupado e já se preparava para ir embora quando...
P.O.V Allan
Acordei às sete da manhã, em mais uma manhã de minha vida incrivelmente chata e monótona, porem hoje seria diferente. Hoje eu finalmente tomei coragem e vou pedir o meu lindo, sexy e delicioso namorado em casamento, seria um dia maravilhoso, nada poderia tirar-me do sério, a não ser receber um ‘’não’’ como resposta, no jantar de hoje à noite, coisa que eu espera que não ocorra.
Levantei-me da cama, extremamente animado. Desliguei o desliguei o despertador, não antes citado levantei que com um incrível sorriso animado no rosto que logo sumiu sendo substituído por uma expressão de dor e um urro agonizante. Eu havia batido o dedinho do meu seu pé na mesinha ao lado de sua cama. Gritei um palavrão alto o suficiente para cada um dos seus vizinhos de condomínio ouvirem, contei até 10, suspirei e fui em direção ao banheiro.
Primeiro cuidei de minha boca escovando e fazendo outros cuidados básicos, me despi e depois fui em direção ao Box preto. Liguei na agua fria começando logo a me lavar e pensar em quantas cenas quente já haviam acontecido naquele box, de quantas vezes transaram de modo rápido e forte enquanto a agua fria caia em seus corpos que ficavam cada vez mais cheios de energia com aqueles movimentos, não pude evitar de sentir minha intimidade endurecer, mas evitei de me masturbar, queria ser rápido, seu dia seria complicado com tanta coisa para fazer ao longo dele.
P.O.V Terceira pessoa
Desligou o chuveiro o enrolou uma toalha na cintura e olhou-se no espelho, parecia bem mais apresentável agora, pegou seu secar e um pente de cabelo, queria estar bonito para essa ocasião. Ligo o secador e sinto o vento sair do aparelho e começa a esquentar, começa então o processo para eixa o seu cabelo aceitável, não o deixaria perfeito, mais tarde se arrumaria melhor. O calor que o aparelho emanava, deixa de repente de sair. Bosta! Seu secador quebrou, isso é uma grande merda, deveria comprar outro hoje quando sair, caso contrário seu cabelo ficaria tão rebelde quanto jovens, adolescente de 16 anos.
Suspirou já sem paciência e se lembrou de sua lista de coisas a fazer. Coisas simples, mas que deveria fazer rápido para poder se arrumar como: Ir ao mercado, levar o carro pro conserto, comprar sapatos novos, pegar o terno que alugou especialmente para a ocasião, comprar um novo secador, pegar as alianças que encomendou e por fim se arrumar pra ir para o encontro com o namorado.
Talvez não devesse ter deixado tudo pra ultima hora, mas não era bem do tipo organizado.
Pegou seu celular item no qual era indispensável em seu dia-a-dia. Podia se considerar viciado no aparelho, mas estava sempre presente, em sua mão ou em seu bolso. Se vestiu de maneira confortável, nada anormal demais apenas camiseta e bermuda com o primeiro tênis que achou.
Peguei as chaves do carro e as pus no bolso da camisa, tranquei a porta e fui pelo corredor em direção as escadas, já que aparentemente algo aconteceu com o elevador e teria que descer pelas escada já que no elevador estão alguns homens trabalhando.
Pegou a estrada, sempre encontrando sinais vermelhos pela estrada, hoje definitivamente não é seu dia de maior sorte, não que ele acredite nessa besteira de sorte ou azar, porem a expressão parecia correta hoje. Ao menos um pouco de musica melhoraria a carranca que se encontrava em seu rosto naquele momento, então ligou o rádio, coisa que seria ótima se não estivesse na época das eleições e na maioria das rádios não estivesse horário eleitoral gratuito na maioria das rádios, exceto na rádio dos bois. Então após procurar alguma rádio que o agrade, não encontrando nenhuma, ele resolveu desligar o aparelho. Chegou ao shopping, demorou algum tempo para achar uma vaga que não seja para deficiente, e após muito tempo de procura, 27 minutos de procura para ser exato, e achou finalmente uma vaga não ocupada, saiu do carro e entrou no ambiente, olhando as vitrines distraidamente, acabou por esbarrar em um homem...UM HOMEM ENORME PRA CARALHO! O cara o olhou com sangue nos olhos, parecia que queria metralha-lo com as pupilas. Parecia ser o tipo rato de academia, que puxaria briga com qualquer um em sua frente só para inflar seu ego.
P.O.V Allan
—Aí meu irmão ta me peitando? -Ele pergunta me olhando com aquela horrível cara de raiva. Como se eu não tivesse amor a minha vida, para puxar briga com uma cara três vezes maior que eu.
—Eu? Não, só estava distraído, me desculpe.-Falo de modo calmo, tentando ao máximo ser imparcial, o que estava a ser muito difícil graças ao meu temperamento incrivelmente difícil e minha cabeça quente.
—Desculpa é o caralho babaca -Ele então parece notar a pulseira multicolorida em meu braço direito -Então além de babaca você é viado? Pois deixa eu te falar, eu não gosto de viados.
Nesse momento a paciência que eu já não tinha fez falta.
—Foda-de, não te perguntei nada acéfalo. -Senti o peso das minhas palavras, literalmente, ao sentir seu punho vir e direção o meu rosto em um gancho de direita. Um pouco depois, chegaram alguns rapazes nos afastar. E eu preferi tomar meu rumo.
Subiu até o segundo andar do shopping entrando em uma joalheria pegando duas lindas alianças que havia encomendado, se lembrando de o quanto foi difícil medir o dedo de seu lindo namorado sem que o mesmo acordasse por conta de seu sono incrivelmente leve.
Fez o que lhe restava fazer na lista foi em direção ao carro para leva-lo ao mecânico, tinha a esperança de que tudo corresse bem e ele pudesse ir parar o encontro de carro, caso contrário teria que pegar um ônibus o que demoraria bem mais.
Toda a esperança que tinha de pegar o carro ainda hoje foi para o espaço. Aparentemente havia surgido um problema no motor e o carro teria que ficar na oficina por pelo menos 3 dias até que fosse concertado, teria que ir de ônibus. Ele estava realmente sem sorte hoje.
Ao chegar em casa se jogou no sofá, se sentia moído e cansado, mas logo mais deveria chegar no seu encontro, seu namorado fazia tudo valer a pena, por mais que estivesse cansado.
Se arrumou da melhor forma que pode, tomou um novo banho, secou o cabelo o penteando do modo que achava mais bonito.
Se vestiu de m terno preto, sem gravata e meio aberto o que o deixava um pouco sexy, e menos parecido com um pinguim, desceu as escadas e deu um rápido ‘’oi’’ para o porteiro.
Andou algumas quadras até chegar no ponto de ônibus próximo ao apartamento em que vivia, a rua estava deserta, se não fosse por uma senhora idosa que se aproximava dele. Após a senhora se aproximar percebeu que ela estava munida de um canivete pequeno.
—É o seguinte rapazinho, você vai me dar agora seu celular, relógio, carteira e qualquer coisa que tiver ai- Mandou a senhora que aparentava tem seus 70 anos. Ele estava mesmo sendo assaltado por uma senhora idosa? Seria hilário se não fosse trágico. Ele fez o que foi pedido rapidamente, e viu seu ônibus chegando, assim, ele subiu no ônibus enquanto a senhora levava todos seus pertences na direção oposta.
Esse dia estava começando a ser infernal, provavelmente já teria desmarcado o jantar se não fosse tão teimoso.
Ficou algum tempo refletindo enquanto olhava o caminho pela janela do seu lado direito, estava a ponto de fazer a pergunta mais importante de sua vida, ele moraria junto ao eu namorado, dividiriam despesas, veriam series juntos com mais frequências e todas as coisas que casais fazem após o altar.
Seus pensamentos são interrompidos com uma parada repentina do ônibus e o motorista pedindo para que todos saíssem, o ônibus no qual estava havia quebrado.
Bosta! Por que nada estava dando certo naquele dia? Ela para ser a merda de um dia feliz.
Ele desceu e ficou aguardando enquanto outro ônibus vinha para levar os passageiros a seu destino. Ele não sabia quanto tempo estava atrasado, porem sabia que com certeza estava atrasado. Arthur com certeza o mataria.
Embarcou no transporte, dessa vez sem interrupções indo em direção a onde já deveria ter chegado
P.O.V Arthur
Vejo Allan chegando com uma incrivelmente fofa cara de infelicidade.
-Posso saber por quê o senhor está atrasado e com essa tremenda cara de bunda? -Pergunto em um tom autoritário-
— Você quer saber o porquê? Eu tive um tremendo dia de merda! Eu acordei animado, realmente animado. Eu queria te fazer uma surpresa, queria te fazer uma surpresa, mas de o primeiro momento esse dia foi um desastre. Meu secador quebrou, meu carro também, levei um soco de um merdinha babaca e fui assaltado por uma idosa. Tudo isso por que eu queria te fazer feliz. Então Arthur Tergolina, me daria a honra de tornar esse dia perfeito se tornando meu legitimo esposo? -Nesse momento meus olhos já estavam cheios de lágrimas de emoção, aquilo havia sido tão lindo. Apesar se sentir olhares nos observando de pessoas que passavam nada disso me incomodava.
Tiro uma caixinha preta do bolso.
—Eu ia te perguntar a mesma coisa...-Ele mostra um sorriso maravilhoso de alegria e me dá um beijo que é muito bem recebido. Podia ver que tinha gente chorando, batendo palmas, filmando e até falando algumas coisas preconceituosas, porem aquele era sem dúvida o melhor momento da minha vida inteira. Ele realmente deve ter passado alguns momentos sufocantes naquele dia dado a sua aparecia, e conhecendo humor de seu, agora oficialmente, noivo provavelmente deve ter ficado bem irado, talvez quando chegasse em casa melhoraria o humor dele de uma forma deveras... picante, porem agora, ficaria um bom tempo junto ao seu noivo, seu incrível, maravilhoso, sexy e gostoso noivo.
Notas finais
Peço perdão pela fanfic esta ''pequena'', sendo que foi a maior fanfic que eu já escrevi. Enquanto geral ta com 5k, 10k eu to como sempre só na humildade, mesmo :T
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