O som do silêncio, que perturba-me

no encontro da cabeça com o travesseiro.

O fim do infinito, que no silêncio da minha mente gritante,

borbulha no emaranhado de ideias da minha cabeça.

O frio proveniente dos polos,

que afeta o calor humano,

que se dilui nos poucos quentes corações.

A multiplicação de facetas, vinda da divisão do amor,

que diminui, aumentando o poder da falsidade humana,

que surge de um ato mínimo executado por esses.

A tristeza que existe por causa da alegria,

O amor por causa do ódio,

A razão por causa da ignorância,

O cheio por causa do vazio,

A verdade por causa da mentira.

Assim, termino este poema dizendo

que tudo preciso de outro e vice-versa.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!